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Tomar, Cidade Templária

Tomar, Cidade Templária

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Desta vez levamos-te a viajar até à época dos Templários, através da história e cultura da antiga sede da Ordem dos Templários: Tomar. Mais do que uma cidade com grande diversidade monumental, Tomar convida-te à sua descoberta também pela sua paisagem singular e pelo seu legado histórico, ainda muito presente no quotidiano e vivências da cidade. Se viajas desde o Brasil para Portugal ou para a Europa, recomendamos que contrates um seguro IATI Básico, com assistência médica suficiente para a obtenção do visto internacional. Um pouco da história de Tomar Tomar situa-se nas margens do Rio Nabão, e foi conquistada aos mouros, pelo Rei D. Afonso Henriques. Após esta conquista, em 1159, o rei cedeu as suas terras à Ordem dos Templários, como forma de agradecimento pelo esforço prestado pelos Cavaleiros da Ordem, em manterem e expandirem a Fé Cristã no território português. Um ano depois, Dom Gualdim Pais, o Grão-Mestre da Ordem, iniciou a construção do Castelo e do Convento, tornando-se a Sede dos Templários e, posteriormente, da Ordem de Cristo. Isto porque, dois séculos mais tarde, com o desejo do Papa em extinguir a Ordem dos Templários na Europa, o Rei D. Dinis tornou possível a criação da Ordem de Cristo, que acabou por tomar posse das propriedades e membros da extinta Ordem dos Templários. Hoje em dia, estes monumentos são Património da Humanidade, classificados pela UNESCO. O que visitar em Tomar? No centro de Tomar, existe um Convento em cada um dos pontos cardeais, formando assim uma cruz. No Norte, tem o Convento da Anunciada, a Sul está o Convento de São Francisco, a Este está o Convento de Santa Iria e a Oeste tem o Convento de Cristo, o mais conhecido e procurado pelos turistas. No centro da cruz, encontra-se a Câmara Municipal e a Igreja de São João Baptista. Igreja de São João Baptista Esta igreja, destaca-se pelo seu Portal Manuelino e pelo Campanário octogonal. No interior, irás encontrar um conjunto de pinturas de Gregório Lopes, do séc XVI. Parque do Mouchão Na margem do Rio Nabão, podes relaxar num bonito parque e apreciar a Roda do Mouchão, símbolo da prosperidade económica que se viveu em Tomar. Ponte Velha Localiza-se perto do Convento de Santa Iria e poderá ter sido construída sobre uma edificação Romana, ou ter mesmo origem nesse período. Aqueduto dos Pegões Um dos mais bonitos aquedutos de Portugal, com cerca de 6km e construído com a função de abastecer o Convento de Cristo. Levada de Tomar Os primeiros Moinhos e Lagares d’El Rei, foram mandados construir pela Ordem dos Templários, junto ao rio. Dos lagares que perduraram até aos nossos dias, os mais antigos são os que se situam junto à Ponte Velha. Igreja Santa Maria do Olival Um importante exemplo do estilo gótico português! Foi esta igreja que serviu de Sede à Ordem dos Templários e foi aqui que foram sepultados vários mestres da Ordem. Visita também a Igreja da Nossa Sra da Conceição, da Nossa Sra da Piedade e a Capela S.Gregório. Castelo Templário e Convento de Cristo É o ex-libris da cidade e recebe milhares de visitas por ano. Este conjunto monumental é composto por diversos estilos arquitetónicos que atravessam vários séculos de história, nomeadamente, estilo gótico, românico, manuelino e renascentista. Mata dos Sete Montes Conhecida como o pulmão da cidade. Aproveita esta zona verde para recuperares energias e contemplares as maravilhas da natureza envolvente. Sinagoga A sua visita é importante pois, é o templo hebraico mais antigo de Portugal. Aqui encontra-se o Museu Luso-Hebraico Abraão Zacuto. Tomar tem tradição Umas das festas mais emblemáticas de Tomar, é a Festa dos Tabuleiros. Única no Mundo, esta festa que se realiza de 4 em 4 anos, tem uma origem anterior à nacionalidade, que remota ao tempo dos romanos e à evocação da Deusa Ceres, nas antigas festas das colheitas, seja pela abundância de flores, seja pela presença de pão e das espigas de trigo. O ponto alto desta festa é o Desfile dos Tabuleiros, que representam as freguesias do concelho, e percorre cerca de 5 km pelas ruas de Tomar, ladeado pelas colchas que a população pendura à janela, e pelos milhares de visitantes que procuram a cidade para contemplar esta festa tão tradicional. O tabuleiro é transportado por uma rapariga vestida de branco, e terá que ter a altura da mesma. Este é decorado por flores de papel colorido, espigas de trigo, 30 pães de 400g cada, enfiados em canas que saem de um cesto de vime, envolvido por um pano branco bordado. O topo do tabuleiro é ainda composto por uma coroa, encimado pela Cruz de Cristo ou a Pomba do Espírito Santo. Autor: Gato Vadio Travel Blog

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Ilha do Fogo, Cabo Verde

Ilha do Fogo, Cabo Verde

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Calor árido, que não queima na pele, mas que se sente na pele. Que muitas vezes sufoca e tantas outras arrebata. Tinha acabado de chegar à ilha do Fogo. Estava no meio da pista do aeroporto, onde apenas pequenas aeronaves podem aterrar. Estava sentir pela primeira vez a ilha que queima. Saí do aeroporto e entrei numa carrinha Hiace. Na verdade é uma carrinha normal, de 9 lugares, por acaso era mesmo uma Toyota Hiace, mas poderia ser de outra marca que continuaria a ser uma Hiace. Sim, segue a mesma lógica da Gillette. No rádio tocava uma música da Assol Garcia, no volante seguia o Miguel. Eu, que acabava de chegar de São Vicente, já me sentia em casa. O meu braço de fora, que transpirava de tranquilidade, era exemplo disso. Era manhã cedo, e ainda na Hiace, entrava em São Filipe, a capital do Fogo. Pessoas por todo o lado. Umas a comprar, outras a vender. Todas as ruas pareciam ruas de um gigante mercado. Percebi que nem todos eram de São Filipe e que o dia em questão era uma espécie de dia chave da semana para escoar produto. Legumes, peixe, roupa ou utensílios para casa, toda a ilha tinha descido a São Filipe. São Filipe é diferente de qualquer cidade de Portugal e diferente de qualquer outra cidade que já visitei. Mas, senti-me num ambiente familiar. Talvez pela simpatia das pessoas, pelo estilo colonial da sua arquitetura que fazia lembrar uma qualquer telenovela brasileira de época ou porque sim, às vezes não é necessário uma explicação para tudo o que é sentimento novo. Vivem quase 40 mil pessoas na ilha do Fogo, praticamente as mesmas que vivem no meu concelho. No Fogo, é onde está o ponto mais alto de Cabo Verde. O Pico do Fogo, no alto dos seus 2829m, impressiona mais pela sua altura de que pelo seu poder de…fogo. O Pico do Fogo, que se situa na cratera de um vulcão com o mesmo nome. Grande parte dos vulcões estão adormecidos, mas este Pico gosta de mostrar, com frequência, que está vivo. A última erupção foi em 2014. Depois de São Filipe e de percorrer quase todas as estradas e recantos a ilha, subi à cratera do Fogo. Bem, nunca fui à Lua, mas na minha imaginação surge como algo parecido com a cratera do Fogo. Uma espécie de paisagem dantesca, onde o real parece irreal. Visitei Chã das Caldeiras e Portela, duas aldeias localizadas no interior da cratera. Portela, em 2014, desapareceu com a lava. É inacreditável ver os topos das casas misturados com a lava arrefecida. 1000 pessoas ficaram desalojadas. E o mais incrível é que depois do vulcão acalmar na sua actividade, as pessoas voltaram à aldeia e voltaram a construir as suas casas em cima da lava solidificada. Sentado numa cadeira de um pequeno café de Chã das Caldeiras, perguntei ao sr. Ramiro: “porque voltaram, eu percebo que é a vossa terra, mas existe uma grande probabilidade de o vulcão voltar a “atacar”?”. Ele só abanou a cabeça, com uma afirmação em gestos “não sabes o que estás a dizer”, e lá me respondeu: “somos gente do Fogo, voltaremos a reconstruir as vezes que forem precisas, é aqui que nos sentimos bem”. Não sei o que faria no lugar desta gente, mas mais do que percebê-los, fiquei a admirá-los. Voltei a São Filipe e com o pôr do sol, num lugar chamado Savana, admirei a ilha Brava. Meu próximo destino. Ilha do Fogo, Cabo Verde. Crónica escrita por: Carlos Bernardo

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Prémios IATI à excelência na comunicação digital de viagens

Prémios IATI à excelência na comunicação digital de viagens

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Em 2020, e por segunda vez, desde a IATI, líder na venda de seguros de viagem online, vamos premiar os melhores blogueiros e produtores de conteúdo digital sobre viagens. No início, viajar era uma odisseia, uma empreitada perigosa que muito poucos estavam dispostos a fazer. Depois, as viagens serviram para descobrir o Novo Mundo e realizar trocas comerciais. Com a chegada dos grandes barcos a vapor, as viagens começaram a levar os primeiros imigrantes para as Américas em busca de uma vida melhor. Chegaram os aviões e, apesar de caras, as viagens começaram a democratizar-se um pouco mais. Destas viagens nasceram aos primeiros guias de viagem, em papel, que nos contavam o que ver em cada país, cidade ou região. Na época em que grande parte da população começou a viajar, estas eram as únicas formas de conseguir informações para planear as viagens com a família. Lonely Planet, American Traveller, etc etc etc. Com a chegada da internet conseguir informação ficou muito mais fácil e, hoje em dia, muito poucos compramos guias em papel e quase todos procuramos informações nos blogs de viagens que encontramos pela World Wide Web. Sabemos que cada vez mais as pessoas confiam em blogs de viagem para preparar os seus roteiros, e sabemos também que disponibilizar esta informação de forma objetiva e com excelência não é fácil. Por este motivo nasceram em 2019 os Prémios IATI para a excelência na comunicação digital das viagens, criados para estimular e valorizar a profissionalização da comunicação digital de viagens, com o objetivo de premiar e valorizar os melhores criadores de conteúdo em blogs, páginas web e redes sociais do sector das viagens. A grande novidade da edição de 2020 dos prémios IATI é a inclusão de uma categoria dedicada exclusivamente aos blogueiros portugueses, que se vem juntar às outras seis categorias já existentes. Os prémios Em 2020 teremos seis prémios escolhidos pelo juri presente e uma categoria, a de Melhor trajetória e valores viajantes, que está fora do concurso e será atribuído diretamente pelos representantes da IATI. IATI 2020 – Prémio para o melhor blog profissional de viagens Melhor blog revelação – Prémio para o melhor blog revelação de viagens Melhor canal de Youtube – Prémio para o melhor canal Youtube de viagens Melhor Instagram – Prémio para a melhor conta de Instagram dedicada a viagens Melhor blog em português – Prémio para o melhor blog de viagens em Português Melhor trajetória – Prémio especial para a trajetória e valores viajantes. Melhor projeto 2020 de turismo responsável – Prémio especial para projetos de turismo responsável e pessoas que querem mudar o mundo enquanto viajam. Os nomeados para cada categoria serão conhecidos antes do final do ano e o júri será composto por sete especialistas em comunicação digital. A cerimónia terá lugar em Madrid, numa gala no Teatro Barceló a decorrer a 24 de janeiro.

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Roteiro de 20 dias pela Colômbia

Roteiro de 20 dias pela Colômbia

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Antes de chegar ao roteiro final, que efetivamente tivemos a sorte de fazer, falámos com vários aventureiros que já tinham estado na Colômbia para ter uma melhor noção de dias a ficar em cada local; zonas mais ou menos seguras; coisas a não perder e, claro, comida a provar! Uma das prioridades nas nossas viagens é também a segurança e, como tal, aqui na IATI recomendamos sempre que o façam com seguro, escolhendo o que melhor se adaptar ao tipo de viagem/viagens que realizam, mas garantindo uma assistência à altura em caso que algum problema de saúde ou até mesmo com a bagagem, como por exemplo o IATI STANDARD. Roteiro de 20 dias pela Colômbia As nossas viagens são de pouco descanso e por vezes podem não se adaptar ao que procuram, mas fica a nossa sugestão para 20 dias, muito bem passados, na Colômbia: Bogotá – Salento – Medellín – Guatape – Cartagena das Índias – Santa Marta – Cali – Bogotá. Entrámos e saímos do país por Bogotá, portanto, a primeira paragem lá foi mesmo muito curta, apenas para descansar das várias horas de avião e repor o sono. No dia seguinte acordámos cedo, explorámos um bocadinho da zona antiga da cidade e seguimos caminho rumo ao terminal de autocarros, para apanhar o que faz ligação de Bogotá até Arménia, para depois seguir para Salento. De Bogotá para Arménia fizemos o percurso de autocarro, mas não vamos mentir: custou imenso! O que toda a gente nos dizia que seriam 5 a 7 horas foram na realidade 10 horas, pois a estrada estava com algumas obras de manutenção e acabou por ocupar o dia todo – ninguém nos recomendava fazer a viagem à noite e, sendo a primeira que fazíamos neste país, seguimos esse conselho. Chegámos a Arménia perto das 21h! E, SURPRESA, o último autocarro com destino a Salento tinha sido às 20h… Assim sendo, tivemos de ir de táxi (mais caro) … Eram perto de 22h quando conseguimos, finalmente, chegar ao nosso destino! No dia seguinte conseguimos facilmente esquecer as peripécias do caminho até lá, Salento é in-crí-vel! Recomendamos ficar por aqui o tempo que ficámos, 3 dias completos! É “obrigatório” visitar toda a vila de casas coloridas; a Calle Real, repleta de restaurantes, lojas típicas e vendedores de arepas onde se consegue provar este ícone gastronómico da Colômbia; subir os 250 degraus para chegar ao Mirante Alto de La Cruz; sair da vila e ir passar um dia completo ao Valle de Cocora, que fica no Parque Nacional de Los Nevados – vale mesmo a pena cada km que por lá se caminha! O dia no Valle é muito cansativo, mas é mesmo imperdível. Para quem não tiver medo, ainda recomendamos o passeio a cavalo que inicia no centro da vila e segue pelas redondezas de Salento até uma pequena cascata. De Salento para Medellín, ainda estávamos reticentes com as viagens de autocarro e as previsões de duração que nos diziam, acabámos por mudar o nosso plano inicial de fazer este percurso novamente de autocarro. Optámos por comprar um voo interno e fizemos este trajeto de avião… mas alertamos que é bastante mais caro, pior ainda comprando com pouco antecedência. Medellín era a nossa primeira experiência numa cidade grande e cuja segurança era um fator a ter em conta! Íamos ficar 2 dias completos por aqui, num deles explorámos por nós mesmos e provámos a famosa Bandeja Paisa, um dos pratos mais típicos da Colômbia e, no outro dia, fizemos uma tour de dia completo. A tour incluía conhecer uma réplica de um antigo município Paisa; a Praça Botero; o Parque dos Pés Descalços; as imediações do Estádio do Atlético Nacional (Prado Verde); andar de Metro e Metrocable e, a parte mais incrível de todas, conhecer a Comuna 13. Aqui a recomendação IATI é que só vão se acompanhados por um guia, mas é fantástico, ver toda a história política e urbana que a arte de rua deste bairro nos conta! Ficámos encantados com esta cidade e talvez tivesse sido boa ideia mais 1 dia por aqui…, mas, 2 dias deu-nos para isto! A manhã seguinte seria já para despedir de Meddelín e apanhar um autocarro para uma pequena viagem até Guatapé. O trajeto de autocarro (Medellín – Guatapé) é seguro e rápido, apesar de parte do percurso ser de curva e contracurva, é a melhor forma de ir até lá! Ainda aproveitámos a tarde pela vila dos famosos zócalos. Ficámos mais 2 dias completos em Guatapé, que viemos a perceber que podia ter sido apenas 1, mas deu para descansar… A não perder por aqui é mesmo a subida ao topo da Piedra Del Peñol, que recomendamos que o façam pela manhã cedo – por o calor ser mais suportável e para ter menos turistas; e o passeio de barco onde vão conseguir ver a antiga quinta e casa de Plabo Escobar, a La Manuela, que agora está entregue ao exército e já não é permitido encostar os barcos e sair para explorar… Ou seja, no dia que se sobe até à famosa Piedra dá para fazer o passeio de barco também. Nós como tínhamos ainda um dia, aproveitámos para conhecer muito bem este Pueblo, conhecido pelos zócalos, os “abuelos” a fumar cigarros na praça central em frente à igreja e comida paisa que parece melhor de restaurante em restaurante…que perdição de comida a deles! Tivemos por lá na altura da Páscoa, o que também lhe deu algum encanto com as cerimónias típicas. Os zócalos, terminando o suspense, são nada mais nada menos do que as pinturas coloridas e com relevo que decoram maior parte dos edifícios e tornam a vila muito típica e fotogénica. A próxima paragem era mais distante e fazia mudar o ambiente envolvente, apanhámos novamente autocarro até Medellín e fomos diretos ao aeroporto, para voar até Cartagena das Índias! Dada a distância e como são as estradas, recomendamos mesmo avião. Cartagena das Índias é de facto lindíssimo, ficámos por lá 3 dias completos e sentimos que tem muita coisa para ver além das praias que lhe dão fama! Aqui conhecemos um estilo de música e dança típico, a Champeta! Que ritmo que esta gente tem e como dançam…! Os finais de tarde foram sempre passados perto da Torre do Relógio a ver atuações de rua, não nos cansávamos… Há uma tour, com um preço bastante acessível, que dá uma passagem geral pela cidade e redondezas num “comboio turístico”, o que vale a pena pois permite ter noções de distâncias entre os pontos turísticos e conhecer, mesmo que rápido, todos os locais de atração. A cidade só por si é muito bonita e não nos fartávamos de caminhar pelas animadas ruas. À noite há muita animação também, foi provavelmente a zona da Colômbia que sentimos mais isso. Um dos dias dedicámos a fazer praia nas famosas Islas del Rosario, é um dia muito bem passado, mas entre a praia aqui e a que fizemos mais à frente na nossa viagem, já no Tayrona, recomendamos claramente o Tayrona… De Cartagena seguíamos caminho até Santa Marta, mais especificamente para a vila piscatória próxima a Santa Marta, Taganga! Esta vila além de ter o carisma próprio de uma vila piscatória é o local perfeito para apanhar uma lancha até ao Parque Nacional Tayrona… Mas vamos por partes: percurso de Cartagena até Santa Marta, fizemo-lo de minibus, confortável e relativamente rápido (não chega a 4 horas). Após chegados a Santa Marta, um táxi de 15 minutos deixou-nos em Taganga…e que sorte tivemos nós com o taxista que apanhámos! Após entender que gostávamos do jogador El Pibe, um ícone colombiano do futebol, fez-nos uma pequena tour por Santa Marta antes de nos levar ao nosso destino. Estávamos cada vez mais encantados com este povo e cultura. Em Taganga ficámos num hostel com uma vista de cortar a respiração… ficámos por aqui 2 dias completos, sendo que em 1 dia se conhece perfeitamente Taganga e no outro é claramente obrigatório ir até ao parque Tayrona. Há várias formas de ir até ao Tayrona, nós obviamente optámos por a que nos parecia mais aventureira…LANCHA! Todos os relatos sobre viagens atribuladas que tínhamos ouvido e/ou lido mostraram-se reais… mas não é que vale a pena e voltávamos a fazer tudo igual?! O Tayrona é impressionante e, após chegarmos lá é fácil esquecer a hora de lancha contra a corrente do mar…e na hora de regressar, tudo é mais pacifico pois já vamos a favor da corrente. Há quem fique a dormir no Tayrona, talvez ao voltarmos a organizar esta viagem tivéssemos pernoitado por lá e só regressávamos no dia seguinte… Mas diria que muito mais tempo do que isso, num país com tanto por conhecer, também não se justifica. A nível de praia, o dia no Tayrona foi de facto o ponto alto, é só preciso ter alguma atenção aos crocodilos que se passeiam pelo parque… De Taganga seguíamos novamente viagem, até Santa Marta para daí seguir de avião novamente até a uma cidade icónica…estava na hora de conhecer a Capital Mundial de Salsa e ter aulas com quem sabe! Cali! Estávamos particularmente ansiosos!! Iam ser apenas 2 dias completos nesta cidade, portanto havia que aproveitar bem cada segundo. Nestes casos consideramos que tours que percorram toda a cidade são sempre boa opção. Chegámos a Cali ainda de dia, portanto nesse dia explorámos logo um pouco de forma autónoma a zona próxima ao nosso hostel e fomos logo conhecer o famoso gato de Cali, o símbolo da cidade. No dia seguinte tínhamos então uma tour completa que nos levava de carro aos chavões turísticos, com degustação de Lulada (que delicia!) e a terminar da melhor forma numa aula de Salsa! Destacamos o Cristo Rey; o percurso à beira rio com os seus típicos gatos e a aula de Salsa. Mas em Cali nós simplesmente adorámos a mística da cidade, sem sabermos explicar muito bem o porque, foi uma cidade que gostámos mesmo muito de conhecer. Os grafitis pelas ruas, os vendedores ambulantes, os donos do hostel que nos acolheram e ajudaram a aproveitar a cidade ao máximo mesmo não ganhando nada a mais por isso. Dali tínhamos planeado seguir até ao deserto de Tatacoa mas, devido a uma greve chamada Paro, organizada pelos povos indígenas, as estradas que iriamos percorrer desta vez ao volante um carro alugado ficaram por conhecer…Estavam completamente cortadas, situação que se chega a manter vários dias seguidos.. Tivemos de improvisar, remarcar e reorganizar o final de viagem que levávamos planeado, onde mais uma vez a ajuda dos nossos anfitriões foi fulcral! Assim sendo, seguíamos antecipadamente para Bogotá, onde íamos terminar a viagem com 4 dias completos para explorar a capital Colombiana. Fizemos o percurso longo de autocarro, não queríamos vir embora sem enfrentar uma vez mais uma viagem das longas (e baratas), agora noturna. Sendo noturna a viagem de autocarro de Cali a Bogotá é perfeitamente suportável! Repetíamos o plano. Em Bogotá ficámos alojados no bairro mais famoso e antigo da capital: La Candelaria – Amámos a cidade e o bairro! Aqui, apesar de termos sempre muita atenção e cuidados com a nossa segurança, conhecemos tudo de forma autónoma. Tínhamos tempo, portanto não sentimos necessidade de guias/tours/etc. Toda a zona da Candelaria merece claramente ser explorada e fotografada! Vamos deixar então alguns pontos a não perder: Museo Botero (gratuito); Museo del Oro (gratuito ao domingo); Plaza de Bolívar; Cerro Monserrate e procurar uma free WalkingTour para explorar mesmo bem a Candelaria caso não se sintam confortáveis sozinhos como fizemos…mas aqui sim, os grafitis são de perder conta e com cores que não parecem reais! Adorámos o país, sentimo-nos seguros e surpreendidos pela positiva pois levávamos uma ideia completamente errada e, não fosse faltar-nos tanto mundo para conhecer e repetíamos já para o ano…! Ficou muita coisa por conhecer, 20 dias acabam por ser pouco para tamanho País, Pessoas e Cultura! Se ficaste interessado nesta viagem, dá uma vista de olhos ao artigo que escrevemos com curiosidades sobre a Colômbia! Autora: Mara Bento – Anda Comigo

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Devo planear a minha viagem ao detalhe?

Devo planear a minha viagem ao detalhe?

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Para muitas pessoas, viajar ao sabor do vento é viajar ao sabor do stress. Não saber o que é que se vai fazer no dia seguinte, improvisar a dormida quando necessário e mudar de plano a meio são razões mais do que suficientes para ficarem nervosas. Por outro lado, existem aquelas pessoas que preferem a liberdade e a adrenalina, e abominam a pressão de ter de fazer algo “porque já estava decidido”. Independentemente do tipo de pessoa que és, há uma coisa que deves planear de antemão: o teu seguro de viagens. Devemos planear a nossa viagem ao detalhe? A resposta é “depende”. Depende do tipo de pessoa que és, da tua personalidade, dos teus gostos pessoais, do tempo que tens disponível para viajar e do teu orçamento. Há determinados países e atividades que requerem algum planeamento, caso contrário podes correr o risco de não conseguir visitá-los. Exemplo disso são os vistos que alguns países requerem ou as atrações e os monumentos históricos que pedem marcação com meses de antecedência. Uma mistura entre planear e viajar espontaneamente é o balanço perfeito. Hoje, explicamos-te porquê. Convém fazeres alguma pesquisa Seja qual for o teu tipo de viagem preferido, é aconselhável pesquisares sobre o país de antemão. Procura saber mais sobre a história, as tradições, a gastronomia, a língua e elabora uma lista com os lugares que gostavas de visitar. Atenção: isto não significa que tenhas de cumprir a lista como uma bucket list e de colocar check em todos os lugares por onde já passaste. Queres ter uma noção geral do lugar para onde vais e não te queres arrepender mais tarde quando te deres conta de que havia algo que era mesmo a tua cara, mas que te passou ao lado por falta de pesquisa. Saber pequenas curiosidades do país também te abrirá mais portas. Qualquer local se sente feliz quando um estrangeiro conhece o seu país. A probabilidade de simpatizarem contigo é maior porque terás mais um tema de conversa, em particular um tema que lhes interessa. Antes de partires, também convém dares uma olhadela à rede de transportes e ao serviço de acesso à internet. Em certos países precisas de comprar bilhetes de comboio e de autocarro com alguma antecedência, e noutros locais, a falta de acessos, de estradas ou mesmo a barreira linguística podem dificultar a tua movimentação. Se tiveres internet móvel ou wi-fi, em princípio não há problema porque podes usar o tradutor ou fazer pesquisas na hora. Mas… e se não conseguires? Uma breve pesquisa pode poupar-te tempo e stress em viagem. Os locais dão-te sempre as melhores dicas Acredita. As sugestões dos locais são preciosas. Ninguém conhece um lugar melhor do que quem lá vive. Eles sabem onde, quando e como é que deves ir. Não é nada divertido ficar horas e horas numa fila para um restaurante porque dizem “ser o melhor”, quando, se calhar, há um igualmente bom ou melhor ainda que só é frequentado por locais. E, provavelmente, podes contar com preços mais amigos da carteira e filas mais pequenas. Conhecer um país não é apenas passear pelas suas ruas e saltar de lugar para lugar; é conhecer também o seu povo, observá-los e aprender com eles. Verás que uma viagem planeada com dicas de locais terá mais impacto e será mais autêntica! A liberdade de mudar de planos Uma das razões que leva a que muitos viajantes prefiram partir à descoberta com pouco ou nenhum planeamento é o facto de, assim, poderem alterar os seus planos sem perder tempo e dinheiro. “Ir ao sabor do vento” é das sensações mais libertadoras e poderosas que poderás ter em viagem. Não estás dependente de horários, marcações ou roteiros. Se esta não é a tua praia, melhor ainda! Viajar é também sair da zona de confronto, aceitar desafios e experimentar coisas novas. Em suma, o importante é ires! Seja qual for o teu tipo de personalidade e o teu tipo de viagem, não te esqueças de que deves sempre fazer alguma pesquisa (e que pesquisar não é o mesmo do que planear) e que não deves ter medo de mudar o rumo da tua viagem à última da hora. Os imprevistos fazem parte da viagem! Se deixares margem para eles, irás tirar mais proveito da tua aventura. Outros artigos interessantes: • Como poupar dinheiro para viajar • 4 dicas para poupar dinheiro em viagem • Andar à boleia: o que fazer e o que não fazer • Viajar sozinho, isso é para mim? Autor: Gap Year Portugal

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7 museus a não perder em Amesterdão em 2024

7 museus a não perder em Amesterdão em 2024

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Amesterdão é uma cidade fantástica, repleta de atividades diferentes que agradam a todos os visitantes! Se és amante de arte, história e cultura, vais adorar os 7 museus em Amesterdão que te trazemos neste artigo. No artigo de hoje decidimos centrar-nos apenas numa dessas atividades que poderás fazer numa visita a Amesterdão e por isso reunimos uma lista com os 7 museus que não deverias perder em Amesterdão! Antes de viajares não te esqueças de reservar o teu seguro de viagem! Ao ser uma escapadela pela Europa, recomendamos-te o seguro IATI Básico, com alta cobertura e preço acessível, perfeito também para os brasileiros que querem conhecer a Europa e precisam de um seguro para conseguirem o visto. Off we go! Museus a não perder em Amesterdão Rijksmuseum O Rijksmuseum é um dos museus de arte mais famosos de Amesterdão! Neste museu podes contemplar a arte de Rembrandt, Frans Hals, Jan Steen, Vermeer e muitos outros. Além das pinturas, a coleção também inclui cerâmica, prata, vidro, porcelana, instrumentos, representações da vida no século XVII e o maior acervo da Holanda de livros sobre a história da arte. • Localização: Museumstraat 1, 1071 XX Amsterdam • Horário: aberto diariamente entre as 9h e as 17h, mas visita-o de manhã cedo para teres tempo de apreciar a coleção com calma! • Bilhete: 22,50€/adulto (sujeito a descontos) • Para mais informações, visita o site oficial. Van Gogh Museum No Van Gogh Museum, pode-se ver a maior coleção de obras de Van Gogh do mundo, incluindo pinturas, desenhos, cartas e a história do reconhecido artista. • Localização: Museumplein 6, 1071 DJ Amsterdam • Horário: aberto diariamente, das 09h às 17h. Para consultar o horário completo e mais informações, visita o site oficial. • Bilhete: 20€/adulto (sujeito a descontos). Stedelijk Museum Neste museu, fundado em 1874, os visitantes podem apreciar arte moderna e contemporânea, na sua coleção composta por pinturas, esculturas e fotografias. • Localização: Museumplein 10, 1071 DJ Amsterdam • Horário: aberto diariamente, entre as 10h e as 18h (fecha às 22h às sextas-feiras). Para consultar o horário completo e mais informações, visita o site oficial. • Bilhete: 18,50€/adulto (sujeito a descontos). NEMO Science Museum O NEMO Science Museum é um museu muito divertido e perfeito para a família inteira! Com uma exposição interativa, podemos aprender sobre diversas áreas da ciência, desde os segredos do universo até ao corpo humano! • Localização: Oosterdok 2, 1011 VX Amsterdam • Horário: aberto diariamente entre as 10h e as 17:30, exceto em algumas segundas-feiras e no Dia do Rei. Para consultar o horário completo e mais informações, visita o site oficial. • Bilhete: 17,50€/adulto (sujeito a descontos). Rembrandt House Museum Este museu está localizado na casa onde o mais famoso artista holandês, Rembrandt Harmenszoon van Rijn, viveu e trabalhou durante 20 anos. A casa-museu está decorada com mobília, objetos e arte do século XVII, obras do artista, de outros da mesma época, pupilos e, também, de outros artistas contemporâneos que foram inspirados pela arte de Rembrandt. • Localização: Jodenbreestraat 4, 1011 NK Amsterdam • Horário: aberto diariamente entre as 10h e as 18h, exceto em 27/04 e 25/12. Em 24 e 31/12 e em 01/01, há algumas alterações nos horários. Para consultar o horário completo e mais informações, visita o site oficial • Bilhete: 14€/adulto (sujeito a descontos). Amsterdam Museum O Amsterdam Museum, um dos menos famosos desta lista, também merece alguma atenção! Para além de contar a história da cidade, o museu também se preocupa em retratar o presente e o futuro. Aliado a uma interessante exposição permanente e a várias outras temporárias, o edifício que abriga o museu de Amesterdão respira história por si só, já que na Idade Média abrigou o convento de São Luciano e, a partir do seculo XVI, o Orfanato Público (Burgerweeshuis). • Localização: Kalverstraat 92, 1012 PH Amsterdam • Horário: aberto diariamente entre as 10h e as 17h. Para consultar o horário completo e mais informações, visita o site oficial. • Bilhete: 15€/adulto (sujeito a descontos). Casa Museu da Anne Frank Após ser libertado, Otto Frank regressou à casa onde a família esteve escondida durante quase 2 anos e encontrou os diários da filha, a jovem Anne Frank. Em memória a Anne, o pai dedicou o resto da sua vida a conseguir que os diários fossem publicados, divulgados e a não deixar que o mundo esquecesse as atrocidades ocorridas na II Guerra Mundial. Pelo mesmo motivo, abriu as portas da casa para abrigar um museu e mostrar as condições nas quais a família viveu presa durante tanto tempo. É, sem dúvidas, um museu que vai fazer-te refletir muito e que não podes deixar de visitar. • Localização: Westermarkt 20, 1016 DK Amsterdam • Horário: aberto diariamente, das 09h às 22h, com alguns dias excecionais. Para consultar o horário completo e mais informações, visita o site oficial. • Bilhete: 16€/adulto (sujeito a descontos). Muitos destes museus oferecem descontos ou até entrada grátis para estudantes, crianças e pessoas que tenham adquirido cartões como o Museumkaart, o I Amsterdam City Card e o Amsterdam Pass. Então, se quiseres aproveitar ao máximo a tua viagem a Amesterdão e conhecer todos os museus, talvez um destes cartões seja muito útil para economizar alguns euros! Além disso, podes aproveitar a tua visita para conhecer também outras cidades holandesas. Recomendamos que leias o nosso artigo sobre 10 visitas imprescindíveis na Holanda! Autora: Amanda sem fronteiras

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Descobre o Porto e deixa-te conquistar pelas belezas da Cidade Invicta

Descobre o Porto e deixa-te conquistar pelas belezas da Cidade Invicta

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Ah, o Porto… também conhecido como a Cidade Invicta, por nunca ter sido conquistada por outros povos, continua a conquistar os corações dos visitantes e a roubar-lhes suspiros! Não é para menos, e por esse motivo foi eleito o melhor destino europeu em 2012, 2014 e 2017! Vamos conhecer o que não podes perder no Porto? Se vens para a Europa e ainda necessitas um seguro de viagens para o visto, a IATI aconselha-te o seguro IATI Básico, que com a cobertura perfeita para a tua viagem pelo continente europeu! À conquista das belezas da Cidade Invicta O Porto é uma cidade que merece ser visitada com calma, tranquilamente, para poderes desfrutar de todas as suas opções tanto durante o dia como à noite. Experimenta visitar o mesmo lugar nestas duas alturas e verás como o ambiente muda e como podes encontrar diferentes tipos de lazer num mesmo lugar, simplesmente por deixar passar algumas horas. O que ver na cidade do Porto Ponte D. Luís A Ponte D. Luís é um dos maiores ícones do Porto, o monumento que aparece em todos os postais da cidade. Inaugurada em 1886, no seu estilo podemos notar que foi projetada por um pupilo de Eiffel, o engenheiro Teófilo Seyrig, já que ponte é feita em ferro forjado, fazendo-nos lembrar o símbolo da Cidade Luz. Não percas a oportunidade de atravessar a ponte pela parte superior, que liga a Sé do Porto ao Mosteiro da Serra do Pilar, vais adorar as vistas panorâmicas! Ribeira A Ribeira, com as suas casas tradicionais coloridas que decoram a margem do Rio Douro, é outro dos encantos da cidade. Depois de uma caminhada pela Ribeira do Porto ou pelo Cais de Gaia (ou pelos dois), aproveita para experimentar um pouco da gastronomia local num dos deliciosos restaurantes espalhados por ali! Livraria Lello A Livraria Lello atrai centenas de visitantes diariamente, curiosos para conhecer por dentro a livraria que teria inspirado a autora J.K. Rowling na criação da livraria Flourish and Blotts da saga Harry Potter. A escadaria é o ponto alto da visita, mas precisas de ter paciência para conseguires tirar uma foto! Torre e Igreja dos Clérigos Localizada no centro do Porto, junto à Igreja dos Clérigos e à Casa da Irmandade, que hoje abriga o museu, a Torre dos Clérigos é outro ícone da cidade. Caso queiras visitar o museu e subir os 225 degraus até o topo da torre, reserva aqui o teu ingresso com antecedência, para não perderes tempo na fila! Avenida dos Aliados Esta é uma das principais avenidas da cidade, marcada por diversos prédios de arquitetura admirável, especialmente a Câmara Municipal do Porto. É aqui onde acontecem os principais eventos da cidade, que juntam multidões para assistir aos concertos durante épocas festivas, como o São João, Natal e a Passagem do Ano. Rua de Santa Catarina Se quiseres aproveitar a visita ao Porto para fazer umas comprinhas, não te esqueças de explorar a Rua de Santa Catarina, desde a Capela das Almas até à Igreja Paroquial de Santo Ildefonso, na praça da Batalha! Além de poderes admirar as igrejas e os seus azulejos, também verás inúmeras lojas e cafés, incluindo o famoso Café Majestic. Estação de São Bento Construída em 1900, no sítio onde se encontrava o antigo convento de São Bento de Avé Maria, esta estação de comboios é uma verdadeira obra arte! As suas paredes interiores estão revestidas com mais de 20 mil azulejos, que relatam a história dos meios de transporte até à invenção dos comboios, além de outros momentos importantes da História de Portugal. Sé do Porto Esta catedral, construída entre os séculos XII e XIII, e remodelada entre os séculos XVII e XVIII, possui agora um estilo romano-gótico e é outro ponto importante numa visita ao Porto. Para além de poderes apreciar o seu exterior e a nave principal, também é possível visitar outras zonas. Para saberes mais sobre horários e preços, consulta o site oficial. Jardins do Palácio de Cristal Os Jardins do Palácio de Cristal oferecem uma vista indescritível sobre o Rio Douro, para além da beleza dos seus jardins e das aves que habitam o parque. Vai com tempo para poderes descobrir todos os cantos do parque, que esconde alguns jardins secretos e uma panorâmica da cidade surpreendente! Palácio da Bolsa O Palácio da Bolsa, também conhecido como Palácio da Associação Comercial do Porto, começou a ser construído em 1842 e só foi considerado concluído 65 anos depois. É preciso visitá-lo para entender o porquê: a riqueza arquitetónica de suas salas é impressionante! Caso queiras visitá-lo, sugerimos que consultes os horários e marques a visita com antecedência no site oficial, pois é feita unicamente em grupos guiados, disponíveis em várias línguas. O Pôr-do-Sol no Porto Muitos afirmam que o pôr-do-sol no Porto é um dos mais lindos do mundo. Os melhores lugares para ver este espetáculo da natureza são: o alto do Jardim do Morro, uma colina em Vila Nova de Gaia com uma belíssima vista para o Rio Douro; as praias da Foz do Douro ou em Matosinhos. Depois conta-nos nos comentários qual é o teu local favorito! Apostamos que com este artigo o Porto já conquistou o teu coração e agora estás pronto para explorar e (tentar) conquistar a Invicta! Partilha connosco as tuas fotos no Porto usando #iatipelomundo no Instagram! Se queres conhecer mais localidades da região norte de Portugal, recomendamos-te que visites Braga, eleita o segundo melhor destino europeu de 2019, e também Fafe, uma pequena cidade perto de Guimarães com várias coisas que oferecer e pouco conhecida pelos turistas! Autora: Amanda sem Fronteiras

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Colômbia, o perigo é querer ficar lá!

Colômbia, o perigo é querer ficar lá!

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Perigos, há em todo o lado – Sempre ouvimos dizer e, cada vez mais, confiamos nisto! Na tua próxima viagem, não coloques estes estigmas à frente de tudo! Desta forma, por exemplo, a IATI Seguros nunca teria conhecido a Capital da Costa Rica (San José); nunca teria ido a Marrocos e tão pouco tinha passado 20 dias incríveis a conhecer a Colômbia. Teria perdido tanta aventura que adorámos e queremos partilhar contigo! Das outras viagens, falaremos outro dia… agora estamos demasiado apaixonados pela Colômbia. Que País, que Pessoas! Indiscutivelmente apaixonados pela América do Sul e as suas gentes. Contrata um seguro IATI Standard e vem connosco conhecer como planeamos a nossa viagem para a Colômbia. Colômbia, o perigo é querer ficar lá! A Colômbia foi uma surpresa incrível, até porque todos nos diziam: – “Vocês são loucos! Tanto tempo num país desses e a organizarem as coisas por vocês!” Mas de facto, louco é quem não se disponibiliza a conhecer e explorar o desconhecido. Viajámos como sempre: 1) Escolhemos o destino em conjunto – agora foi a Colômbia (o que será que vem na próxima!?); 2) Organizámos a logística desde voos; dormidas; deslocações dentro do país; marcações de consulta do viajante e contratação do seguro de viagem – claro que para isto pesquisamos muito sobre as zonas mais seguras para se explorar e melhores spots para fotos; 3) Escolhemos o melhor equipamento de fotografia, face ao roteiro e possíveis spots de fotografia – e não, a Colômbia não foi exceção, levámos a mochila habitual para fotografar e não aconteceu nada; 4) Fizemos as mochilas; 5) Contratámos o seguro IATI Standard e lá fomos nós! O roteiro foi: Bogotá – Salento – Medellín – Guatapé – Cartagena das Índias – Taganga – Santa Marta – Cali e a terminar, novamente, Bogotá. Foi um percurso cheio de surpresas positivas. É um país incrível e perfeitamente passível de ser conhecido de ponta a ponta, incluindo as grandes cidades. Claro que, com os mesmos cuidados que se tem em tantos outros cantos do mundo quando estamos em zonas mais pobres. Há zonas, conhecidas como comunas/favelas, em que não é de todo recomendável a entrada sem ser de forma controlada e planeada. Por exemplo em Medellín, na Comuna 13, entrámos sem qualquer problema, fotografámos imenso e passámos uma tarde incrível, diria mesmo a tarde mais gira em Medellín, mas fizemo-lo com uma guia com carteira profissional de turismo, através de uma agência de turismo local. Conhecemos a história por trás de cada graffiti; vimos atuações de dança; conhecemos a história da Comuna 13 e as suas famosas escadas rolantes, mas não o fizemos de forma autónoma. Mas foi apenas nestes casos pontuais, de querer conhecer uma zona mais pobre e oficialmente mais perigosa, é que sentimos esta necessidade. Diria que a Colômbia tem dois tipos de zonas distintas: as “Cidades Grandes” e as “Aldeias”, onde o perigo é proporcional à dimensão e concentração populacional. Há algum perigo nas “Grandes Cidades” principalmente nas zonas mais pobres, mas é completamente seguro e “igual” a estarmos no nosso querido Alentejo quando falamos das “Aldeias”, como por exemplo: Salento, muito próximo do incrível Valle de Cocora; Guatapé, com a famosa Pedra del Peñol e Taganga, a aldeia piscatória onde podemos apanhar uma lancha até ao Tayrona. Se Bogotá foi a zona onde sentimos algum receio nas ruas?! – Sim, foi. Mas são 8M de pessoas a viver numa cidade onde entram diariamente mais 4M para trabalhar! É muita gente e muito movimento! Nas zonas pobres e arredores é mais perigoso após o por do Sol, com a chegada do anoitecer. Mas essas zonas estão identificadas e qualquer pessoa na rua te dá conselhos quando vê que estás a ir para uma zona menos segura. Têm preocupação genuína e, se os ouvires, corre bem. Em 4 dias completos que aqui estivemos conhecemos sozinhos toda a zona da Candelaria; Monserrate; Plaza de Bolívar; Jardim Botânico; a famosa Zona T e os vários Museus espalhados por toda a cidade sem qualquer problema. Fomos a mercados de rua (durante o dia), almoçámos e jantámos em restaurantes locais e menos turísticos, procurámos manter-nos sempre em ruas policiadas e não aconteceu nada de mal, simplesmente adorámos a cidade e ele fotografou como um louco. A arte nas ruas é impressionante; os museus têm sempre entrada gratuita (Museu Botero e Botânico) ou pelo menos têm um dia mais acessível a todos (Museu do Ouro) e as pessoas são simples e acolhedoras. Muito semelhante ao que aconteceu em Medellín e Cali. No que toca às zonas que chamo de “Aldeias”, aí então nem se fala. Que paraíso. Uma tranquilidade, uma beleza natural e seres humanos impossíveis de esquecer. Salento fez-nos apaixonar desde o primeiro minuto, fomos recebidos como se estivéssemos em casa; conhecemos 1 artesão de rua que acabou por nos oferecer café caseiro na sua própria casa ( o Martín, que vivia numa cabana como nos livros, à beira rio), conhecemos taxistas que se transformavam em verdadeiros guias turísticos, deixando-nos um bloco cheio de notas com mais sítios a explorar por ali. Aqui o perigoso é só mesmo que passados alguns dias e chegada a hora de seguir para outra terra, só se quer ficar mais e mais… Muito semelhante ao que também aconteceu em Guatapé, Taganga e no Tayrona. Recomendamos mil vezes que vão conhecer a Colômbia, de forma consciente, mas que vão mesmo! Nós um dia, vamos voltar! Deixamos as dicas simples de segurança: • utiliza mochilas e/ou bolsas simples e de pouco volume, para ser o mais discreto possível na rua; • utiliza mochilas para o equipamento fotográfico não identificáveis como tal, há vários modelos bastante discretos e com o fecho nas costas; • evita zonas identificadas como menos aconselháveis; • nas grandes cidades procura manter-te nas ruas policiadas, principalmente à noite; • viaja sempre com seguro de viagem • não te esqueças de tomar as vacinas recomendadas para viajar para a Colômbia Autora: Mara Bento – Anda Comigo.

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Como poupar dinheiro para viajar

Como poupar dinheiro para viajar

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A ideia de que só viaja quem é rico está, felizmente, a ser ultrapassada, contudo ainda existe quem acredite neste mito. Para ajudar, a Iati reuniu algumas dicas que realmente funcionam para que possas poupar dinheiro para a tua próxima aventura. No teu plano de viagem, nunca te esqueças de incluir o seguro de viagem, de forma a evitar gastar dinheiro desnecessário com atrasos, perdas de mala ou hospitais, por exemplo. Truques para poupar dinheiro para viajar Entender os gastos O primeiro passo é, sem dúvida, entender onde gastas a maior parte do teu dinheiro para poder entender se é fundamental ou se se pode reduzir. Para além disso, está provado que tomar nota dos gastos te faz mais consciente da forma como geres as tuas finanças. Comprar menos Isto inclui roupa, objetos, telemóveis ou outros qualquer bem que não seja realmente necessário. Evita lojas em saldo, shoppings e lugares onde normalmente perdes a cabeça, para além de estares a ajudar a tua carteira não contribuir para a indústria consumista tendenciosa em que vivemos. Para além disso, um dos truques é fazer uso da economia circular, ou seja, compra em segunda mão, empresta ou troca com alguém o que precisas, muitas vezes o que um não quer é o que outro está desesperadamente à procura. Reduzir gastos desnecessários Aquele pequeno almoço diário no teu café preferido, a tua ida sagrada ao cabeleireiro ou ginásio ou outro pequeno luxo que tenhas: pode ser reduzido ou adaptado? Não tens de deixar de sair ou comer, mas podes, por exemplo, convidar o pessoal para ir lá a casa, preparar o pequeno-almoço e o almoço para levar para o trabalho, trazer sempre fruta na mochila, etc. Cozinhar mais Relacionado com o anterior, se estás a poupar para uma grande aventura, dedica-te mais à cozinha, vai ser divertido e surpreendente de certeza! Podes poupar dinheiro nas jantaradas com amigos se os convidares para irem lá a casa e cada um traz um prato, evitas gastar o dinheiro do almoço se cozinhares a mais ao jantar e podes sempre preparar o pequeno almoço na noite anterior. Partilhar casa Para aqueles que têm esta opção, podem pensar em partilhar casa em vez de viver sozinho, ou alugar o quarto extra durante uns tempos. Hoje em dia existem inúmeras aplicações que te permitem rentabilizar a tua divisão extra. Mudar o pacote de telemóvel Tempos extremos exigem medidas extremas, certo? E se conseguires ser mais contido com as redes sociais e aproveitar para pôr aquele livro em dia, vais conseguir um pacote de telemóvel mais económico. Tudo conta! Vender o que não se usa Desde aparelhos a roupa, passando por calçado e decoração, pensa em tudo que tens na arrecadação há tanto tempo que já podia dar para um almoço no Camboja. Truque: para o armário da roupa, experimenta pendurar as cruzetas com o gancho de lá para cá, daqui a um mês vais perceber quais são as que nem sequer utilizaste. Usar transportes públicos Se normalmente utilizas o carro, experimenta outras alternativas: transportes públicos, sistema de partilha de boleia ou mesmo caminha para onde possível. No final do mês vais sentir a diferença e se deixaste o ginásio, ir de bicicleta pode ser um bom substituto. Já não há desculpas, podes começar a poupar para a tua próxima viagem já hoje e, se realmente viajar é o que gostes, podes adoptar estes hábitos sempre, vais ficar surpreendido com o resultado. Autora: Flearound Mais artigos com dicas para viajar: • 7 mitos sobre viagens para esquecer de uma vez por todas • 15 coisas que deves ter em atenção quando viajas para um país novo • O turismo e os animais: atrações a evitar • Truques para diminuir a tua pegada ecológica durante as viagens • Como planear uma viagem longa de forma independente

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12 lugares a não perder na Ilha das Flores

12 lugares a não perder na Ilha das Flores

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A Ilha das Flores, é a segunda ilha mais pequena do arquipélago açoriano, mas a sua beleza tão natural torna-a uma das ilhas mais bonitas dos Açores. Conhecida pelos seus vales e falésias verdejantes, pelas suas cascatas, pelos seus trilhos, pelo canyoning, pelas suas lagoas e pelas suas gentes, atrai vários turistas por ano, mas ainda é pouco conhecida, mantendo assim, o seu aspeto natural e a humildade do seu povo. Após teres organizado os teus voos para as Flores, certamente deves ter curiosidade em saber o que visitar e o que fazer numa ilha tão pequena, mas… será realmente assim tão pequena? É isso que vais descobrir agora. A IATI, líder na venda de seguros de viagem online, leva-te a contemplar esta ilha em estado quase puro e dá-te aqui as melhores dicas para que não percas um único recanto das Flores. O que visitar nas Flores? Santa Cruz das Flores É a vila principal das Flores e é nela que se encontram os principais serviços da ilha. Percorre o seu centro e a Igreja Matriz, visita o porto Velho e o porto das Poças, o posto de turismo, o museu da Fábrica da Baleia do Boqueirão e o Museu das Flores. São os museus imperdíveis, onde ficarás a conhecer a história e tradições desta pequena pérola do Atlântico. Conjunto das 7 Lagoas Na Ilha das Flores existem 7 lagoas, todas muito diferentes umas das outras, por isso, merecem serem exploradas! Estão todas localizadas na zona central da ilha e na mesma viagem é possível visitar as 7 Lagoas que tem nomes relacionados com as suas características: a Lagoa Funda, Lagoa Comprida, Lagoa Rasa, Lagoa Seca, Lagoa Branca, Lagoa Negra e a Lagoa da Lomba. Morro Alto É o ponto mais alto das Flores, tendo mais de 900m, e é daqui que se pode obter uma vista panorâmica da ilha, nomeadamente, das lagoas e dos vales verdejantes com as suas ribeiras. Piscinas Naturais Se és amante de banhos no mar e de snorkeling, nesta ilha encontrarás dois locais fantásticos para essas práticas: as Piscinais Naturais de Santa Cruz das Flores e a zona balnear da Fajã Grande. Cascata do Poço do Bacalhau A ilha das Flores é muito rica em cascatas, mas algumas são inacessíveis. Felizmente, não é o caso da Cascata do Poço do Bacalhau! Situada na bonita vila da Fajã Grande, esta cascata está acessível partir de um pequeno trilho. Contempla também a beleza da zona circundante, é sem dúvida, uma das zonas mais bonitas das Flores. Poço da Ribeira do Ferreiro O ex-libris das Flores! Após um pequeno, mas intenso trilho de 700m, de piso irregular, avistarás a falésia verde repleta de cascatas e a sua pequena lagoa. Aproveita para relaxar, respirar ar puro e apreciar as maravilhas da natureza! Aldeia da Cuada Hoje em dia, é um projeto de Turismo de Aldeia, mas é possível visita-la mesmo não estando lá hospedado. Aqui encontrarás 15 casas antigas de pedras basálticas, mas que ainda mantêm as suas características originais. Rocha dos Bordões É uma formação rochosa, considerada monumento natural e merece ser apreciada de vários ângulos. Mais uma vez, aprecia a zona circundante! Miradouros Por toda a ilha, existem imensos miradouros bem sinalizados, cada um mais bonito que o outro, portanto, tenta parar neles todos e não te esqueças da tua câmara fotográfica! Ilhéus Nas Flores, existem três ilhéus: o Ilhéu Maria Vaz – localizado em Ponta Delgada, o Ilhéu de Monchique – a ponta mais oeste da Europa e o Ilhéu Alagado – em Santa Cruz das Flores. Trilhos Pedestres Também conhecida e procurada pelos seus trilhos, a Ilha das Flores oferece 4 percursos pedestres para percorreres na ilha, e uma Grande Rota. Os trilhos são: Fajã de Lopo Vaz PRC4FLO, Lajedo – Fajã Grande PR2FLO, Miradouro das Lagoas – Poço do BacalhauPR3FLO e Fajã Grande – Ponta Delgada PR1FLO Neste momento, a Grande Rota tem a segunda etapa encerrada, mas poderás percorrer a etapa de Santa Cruz das Flores até Ponta Delgada. Ilha Do Corvo Dada a sua grande proximidade, não deixes de conhecer a ilha mais pequena dos Açores, com a sua beleza singular. Existem várias empresas privadas que te poderão lá levar e com certeza, será uma experiência única. Autor: Ricardo Couto, Gato Vadio

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Andar à boleia: o que fazer e o que não fazer

Andar à boleia: o que fazer e o que não fazer

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As boleias são um dos meios de transporte prediletos dos viajantes de hoje em dia; seja pela adrenalina e pelo sentimento de aventura, pelo facto de se poupar dinheiro ou pela vontade de estar o mais próximo dos locais possível. Há inúmeras razões que levam os viajantes a trocar os meios de transporte convencionais pelas boleias, de tal forma que, cada vez mais, se tornou numa prática comum. Mas isto não é uma coisa de agora. Nos anos 70, era muito usual andar à boleia pela Europa. Há quem diga que estava ligado ao estilo de vida hippie e livre, outros justificam como “a forma mais barata e fácil de viajar na altura”. Andar à boleia: o que fazer e o que não fazer O que é certo é que, com o passar dos anos, possivelmente por todo o medo criado em redor das boleias e pelo decréscimo dos preços das passagens aéreas, esta prática foi decrescendo, até recentemente. Esticar o dedo voltou a voltou à conversa, especialmente quando se tratam de viagens com pouco dinheiro. Se te queres aventurar à boleia pelo mundo, há algumas coisas a ter em conta. Segurança primeiro! Antes de tudo, convém teres um seguro de viagem internacional à tua medida que te deixe tranquilo/a quanto a determinados imprevistos. Durante a viagem, uma das coisas mais importantes é seguires os teus instintos. Se te sentires desconfortável, se o condutor não te inspirar confiança, sai do carro. Não tenhas medo de dizer que não ou de inventar uma desculpa. A probabilidade de voltares a ver aquela pessoa é muito baixa, senão nula. O teu bem-estar e segurança estão em primeiro lugar! Sê fiel a ti próprio/a, às tuas regras e aos teus instintos. O verdadeiro kit Tu não és a única pessoa que tem de se sentir confortável e confiante; o condutor também precisa de estar na mesma página. Procura não ter nada que te tape a cara como óculos de sol ou chapéu, e evita ter um ar desgrenhado (embora em viagem nem sempre seja fácil!). Manter o contacto visual é crucial. Não é obrigatório ter um cartaz com o nome da cidade, mas ajuda a estabelecer confiança e acaba por fazer uma espécie de triagem aos condutos, já que aqueles que pararem, em princípio, vão na mesma direção que tu. Escolhe o lugar certo O lugar adequado poupa-te tempo e dá-te mais segurança. Quando estás numa cidade desconhecida, por vezes pode ser complicado. Daí a criação, em 2006, do site hitchwiki, com o objetivo de ajudar todos aqueles que querem andar à boleia pelo mundo. Aqui poderás encontrar dicas de outros viajantes, em diversas línguas, sobre inúmeros países. A escolha do lugar certo, às vezes, pode ser relativa. Por norma, as saídas das cidades, fora dos centros urbanos, são uma escolha segura, tal como as bombas de gasolina ou as paragens de autocarros. Se decidires pedir boleia na estrada, tenta encontrar um lugar com bastante visibilidade e espaço para que o condutor possa parar em segurança. Em caso de dúvida, o melhor é procurares as rotas mais habituais e teres sempre um mapa contigo, físico ou utilizando uma app. Está preparado/a para esperar Se só agora é que vais experimentar andar à boleia, é natural que tenhas de esperar algum tempo. Tens de te habituar ao ritmo, apanhar os truques e sentires-te confortável. Mas acredita que com o tempo, vais ganhar prática! O importante é teres paciência. Leva um livro contigo, uma boa playlist ou um caderno para escreveres as tuas aventuras. Atenção às horas e à meteorologia Não é novidade nenhuma que é mais fácil e mais seguro pedir boleia durante o dia. Está atento/a às horas e evita esticar o dedo às escuras. Verifica a meteorologia para o dia seguinte; não sejas surpreendido/a por chuva repentina ou por um frio de rachar. Com um pouco de sorte, pode ser que os condutores tenham compaixão e te dêem boleia com rapidez. Mas não contes muito com o isso! O melhor é esperares até ao dia seguinte e ver se o tempo melhora. Mantém a vibe positiva Boa disposição gera boa disposição. O mesmo aplica-se à generosidade e simpatia. A atitude positiva vai conseguir-te mais boleias! Sentes-te pronto/a para te lançares numa aventura à boleia? Autor:

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Seis locais imperdíveis em Valência: a cidade do sol

Seis locais imperdíveis em Valência: a cidade do sol

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Há momentos que precisamos de fazer uma escapadinha e quebrar rotinas e nem sempre é fácil escolher o destino. Neste artigo trazemos-te uma sugestão, que temos a certeza que vais adorar. Valência é o destino que estás à procura. Uma cidade situada na costa mediterrânea espanhola, que dizem ter 300 dias de sol e uma temperatura média de 19 graus. Se vens visitar a Europa, recomendamos que contrates o seguro de viagem IATI Básico, com cobertura suficiente para qualquer imprevisto que possa acontecer! O que ver e fazer em Valência Valência é o destino perfeito para se visitar durante todo o ano. Nela podes encontrar: sol, mar e praia; uma cidade plana e cheia de opções de lazer; arte, cultura e muita história, combinadas com uma vida cosmopolita; boa gastronomia e muita movida. Deixamos aqui seis locais imperdíveis. Claro que não esgotam a beleza e energia desta cidade, mas passar por estes locais é obrigatório para se conhecer a polivalência da cidade de Valência e compreender um pouco da sua história. Centro histórico O ecletismo do centro histórico de Valência é o que torna charmoso e diferente. Se tivermos presente a diversidade de povos que dominaram a cidade ao longo da sua história – fundada pelos romanos em 138 a.C., passou para a mão dos muçulmanos em 711 e foi conquistada pelos cristãos em 1238 – é fácil perceber a diversidade de estilos arquitectónicos que encontramos. E por isso torna-se difícil escolher apenas um monumento. A sugestão é que te percas por lá porque entre ruas, ruelas e praças, encontramos construções majestosas e seculares. O que não deves perder? A Lonja de La Seda, que é um prédio gótico do século XV, hoje património da humanidade. A Catedral de Valência, na Plaza de la Reina, que é datada do século XIII e tem vários estilos arquitetónicos, do gótico ao neoclássico. Demora-te por lá. Senta-te um pouco a apreciar os detalhes e os entalhes na pedra e a ver as pessoas a pass(e)ar. O Palacio del Marquês dos Agua, um edifício do século XV, com uma fachada barroca toda esculpida em mármore alabastrino, que hoje é o Museu da cerâmica. Um deslumbre. A Plaza Redonda, uma das praças mais pequenas de Valência, foi construída em 1840 por um arquiteto valenciano. De uso exclusivo para peões, abriga várias lojinhas de souvenirs, restaurantes e bares. O périplo ao centro histórico não fica completo se não visitarmos as Torres de Quart e Torres de Serranos, monumentos emblemáticos, dos séculos XIV e XV, que formavam o que foi a muralha que rodeava a zona antiga da cidade. Situadas em lados opostos, elas contam-nos histórias de resistência. Os Mercados Valência tem dois mercados que merecem a tua visita: o Mercado Central e o Mercado de Colón. Bem diferentes, é verdade, mas cada um com os seus encantos. O Mercado Central é uma das principais obras do Art Nouveau valenciano. É um dos maiores mercados da Europa. Vende-se todo o tipo de alimentos entre os 300 comerciantes que ocupam as bancas. A mistura de aromas e cores torna a visita numa experiência para os sentidos. O Mercado de Colón é considerado uma jóia da arquitetura moderna. Atualmente é um espaço renovado de lazer, com restaurantes, bares e cervejarias, gelatarias, mercado gourmet e barraquinhas de artesanato e produtos regionais. Plaza del Ayuntamiento A Plaza del Ayuntamiento é uma praça moderna e movimentada, cercada por lojas, cafés e hotéis. Centro financeiro da cidade, onde está o Edifício Câmara Municipal. Um pouco mais à frente a Estació del Nord e Plaza de toros, que convivem lado a lado. O edifício da Estação é uma obra interessante. Inaugurada em 1917, a sua fachada tem elementos góticos e referências simbólicas à cidade, como o morcego ou os motivos vegetais, florais e as laranjas que homenageiam a indústria e agricultura valencianas. A praça de touros é uma das mais antigas de Espanha (construída entre 1850 e 1859), e faz lembrar o coliseu romano, onde o arquiteto se inspiração. Jardín de Turia O Jardín de Turia é considerado o maior jardim urbano da Espanha, um parque que se espreguiça por cerca de nove quilómetros. Foi construído onde era o rio Túria, que foi desviado para fora da cidade em 1957, devido às grandes enchentes. São quilómetros de jardins e parques onde foram construídos playgrounds, polidesportivos, campos para desportos diversos, pistas e circuitos para bicicletas e para runners. As pontes continuam lá para dar ainda mais charme. Faz o parque a pé ou de bicicleta, mas faz. Cidade das Artes e das Ciências A cidade das Artes e das Ciências é uma visita obrigatória. O complexo foi projetado por Santiago Calatrava e Félix Candela, e começou a ser construído em 1991. Tinha como grande objetivo promover o conhecimento das ciências, da natureza e das artes. Vidro, aço, cerâmica branca e azul, enormes espelhos de água, recriam uma cidade do futuro. Vais precisar de um dia inteiro. O complexo compreende o Museo de las Ciencias, o Hemisfèric, o Umbracle, o L’Àgora, o Palau de les Arts e o Oceanogràfic, que conta com 500 espécies marítimas divididas em ambientes distintos no planeta. Memorável e inesquecível, são as palavras que definem esta visita. Praias Apanha o metro e ruma até ao litoral. As praias têm uma luz imensa e uma grande extensão de areal, servidas de um complexo de bares e restaurantes. A Marina de Valência oferece uma paisagem moderna, onde a criatividade, a cultura e o empreendedorismo se expressam através da náutica e do desporto. Informações úteis Há voos low cost para Valência e o aeroporto fica muito perto da cidade, a cerca de 10 quilómetros. A melhor forma de te deslocares para o centro é apanhando o metro, que sai do interior do aeroporto. Ao chegar, ainda no aeroporto, pára no posto de informação turística. Dependendo do tipo de viagem/visita que pretendes fazer, a compra dos Valencia Tourist Card pode ser uma boa opção. Para quem quer calcorrear a cidade a pé, aconselhamos que fiquem alojados no Centro Histórico. Conhecer e explorar uma cidade implica provar as suas iguarias gastronómicas. Quem vai a Valência não pode deixar de comer a Paella valenciana, o prato típico e tradicional da região, que é feita com carne de frango e coelho, feijão-verde e açafrão. Experimentar a bebida da cidade, a Água de Valência, que de água só tem o nome, pois na realidade é uma espécie de sangria feita com cava, sumo de laranja, vodka e gin. Pela cidade é muito comum encontrar pequenas tendas de venda de uma outra bebida típica, a horchata. Uma bebida não alcoólica que é produzida a partir de um tubérculo, chamado chufa. Dizem que deve ser bebida fria e acompanhada por fartons, que é um bolo tradicional. Autores: Ir em Viagem Outros locais em Espanha a não perder: • Ruta del Cares: Pelos Picos de Europa • Experiências a não perder nas Ilhas Cíes • Las Médulas: A Rota do Ouro • Oasis Mini Hollywood • 5 locais do Sul de Espanha que te faltam descobrir

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A Cidade Velha de Jerusalém

A Cidade Velha de Jerusalém

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Ora bem, uma breve história de Jerusalém, assim para contextualizar a coisa. Vou reforçar, breve história. A história deste lugar é tão longa, com tantas variantes e com tantas personagens importantes, que é facílimo uma pessoa perder-se nela. Começando pelo início, assim como todas as boas histórias. A sua lenda inicia-se como cidade Jebusita, isto bem fundo na era a.C., sendo depois conquistada por David que fez de Jerusalém capital do Reino de Israel e Judah (como este momento há mais de 3000 anos ainda têm tanta influência nos dias de hoje). Após a morte do rei David, iniciou-se o reinado do seu filho Salomão, que construiu o famoso Templo de Salomão, que mais tarde deu lugar ao Templo de Herodes, do qual ainda sobrevive uma peça bem conhecida chamada Muro das Lamentações. Com a morte do Rei Salomão, o Reino de Israel e Judah divide-se formando dois reinos, o de Israel e o de Judah, ficando Jerusalém como capital do Reino de Judah. Pouco tempo mais tarde, a Assíria conquista o Reino de Israel, assim como Judah e Jerusalém, consequentemente. Depois existiu uma série que conquistas e reconquistas, com gregos e arquemênidas à mistura, até que por volta o ano 63 a.C. aparece o Império Romano na jogada. O general Pompeu Magno, que andava em guerra com Júlio César, conquistou vários territórios a Oeste de Roma, na esperança de reforçar o poder. Um desses territórios foi Jerusalém, que por volta do ano 40 a.C. passou a pertencer ao território, renomeado, de Judeia, como uma província romana. Por volta do ano 30 d.C., com Pôncio Pilatos como governador de Judeia, dá-se, muito provavelmente, o acontecimento mais “famoso” da história de Jerusalém, a crucificação de Jesus de Nazaré, mais conhecido como Jesus Cristo. Todos conhecemos esta história, não é? Agora vou acelerar. Jerusalém no início da era d.C. era uma cidade com inteiro traço romano, mas sempre muito contestada pelo povo judeu (conquistaram-lhes o território, dá para perceber a revolta). Entre mais uma revoltas e reviravoltas, e com Adriano como imperador romano, iniciou-se uma espécie de processo de judaização do território, proibindo todos os Judeus de entrar em Jerusalém. Esta proibição, com maior ou menor rigor, durou cerca de 8 séculos (muito tempo, não é?). No “reinado” de Adriano, a Judeia passou a denominar-se de Síria Palestiniana. Depois disto, e da marca do Império Romano, Jerusalém passou por diversas mãos e crenças. Foi Bizantina, Templária, Persa, Islâmica ou Otomana. Lugar de muito sangue e muitas batalhas, onde foram construídas, como camadas, diferentes culturas. Esse legado, embora a intenção de quem chegava de novo fosse destruir tudo o que ligava a cidade ao seu antecessor, foi permanecendo no tempo, a grande escala e bem visível como o Muro das Lamentações ou o Santo Sepulcro, ou em pormenores, normalmente escavados, de vestígios do inicio dos tempos. A história contemporânea de Jerusalém, isto nos últimos 100 anos, começou com a conquista da cidade pelos britânicos e com administração da cidade pela Palestina, vivendo, no início do séc. XX, em constantes divisões religiosas, entre Muçulmanos e Judeus. No ano de 1948, e já com os britânicos fora da jogada, Israel declara independência, fruto do fulgor conquistado com o final da 2a Grande Guerra Mundial. E tudo muda novamente. Em 1967, acontece a Guerra dos 6 dias, entre o recém criado estado de Israel e os estados vizinhos Árabes, com particular destaque para o Egipto. Israel conquista e ocupa Jerusalém, passando esta a ser a capital deste estado, e ao mesmo tempo, capital do futuro estado palestiniano. Situação que com maior ou menor discussão, se mantém até aos dias de hoje. Bem, por tudo isto, visitar Jerusalém é quase como uma viagem de uma vida, dada a importância histórica deste lugar. Quando me refiro a Jerusalém particularizo, sobretudo, a Cidade Velha de Jerusalém. Jerusalém é um tema que divide opiniões e gera discussões. Vou manter-me neutro e focar-me mais nas sensações e emoções, e claro, na grandeza histórica deste lugar inigualável. Era bem cedo quando entrei pela porta de Jafa. Uma das 8 portas da Cidade Velha. Isto em Outubro de 2018. E a cada passo, a já agitada mini cidade muralhada, parecia em silêncio. Sentia-me a entrar numa bolha, muitas vezes adjetivada em filmes de fantasia como universo paralelo. O que estava a viver, as pedras por onde caminhava, as muralhas que atravessara, eram reais. Mas sentia-me num filme que incorporava o conceito de viagem no tempo. O impacto visual é grande, mas esta viagem e consequentes emoções também são fruto de todas as milhares de histórias que ouvi sobre este lugar durante a minha existência. A gestão das expectativas nem se colocou, o lugar amarrou-me no primeiro segundo. A Cidade Velha, toda entre muralhas, está dividida em 4 bairros. O Cristão, o Muçulmano, o Judeu e o Arménio. Neles existem 3 crenças distintas. O Cristianismo, o Judaísmo e o Islamismo. Não é necessário placas a identificar os bairros. Tudo se vê e tudo se sente, com bastante clareza. Não procurei seguir um roteiro ou fazer um check em lugares obrigatórios. Sentia-me a navegar pelas ruas, quase como estar dentro de um labirinto, mas onde o objetivo não era encontrar a saída. Nesta “navegação” passei por todos os bairros. Toquei no Muro das Lamentações, estive no suposto local da Última Ceia, percorri todas as estações da Via Dolorosa, bebi um e comprei uns souvenirs no Bairro Muçulmano, comi um falafel no Bairro Arménio, fiquei, literalmente, fechado no Santo Sepulcro (apanhei uma procissão a meio da visita e fecharam todas as portas), percorri as ruas do Bairro Judeu, falei com pessoas de diferentes culturas e crenças, e naveguei, naveguei muito. Pelo presente e pelo passado. Já tinha estado em outros lugares religiosamente imponentes, mas nada comparado com Jerusalém. Existem muitos turistas, muitos peregrinos, muitos curiosos. Mas este não é um lugar imaculado ou transformado para turista ver. É um lugar real e quase que diria, transparente ou cru. E muito intenso. Não é uma peça de teatro, é uma história real. Sentia-me absorvido por tudo, por cada pormenor. Esta visão é muito cinematográfica, talvez eu seja assim, mas até me sentia fraco com o avançar do dia. Sim, parece quase a saga do Frodo com o seu anel (sim, estou a falar do Senhor dos Anéis). Não sou muito espiritual, sentia-me quase que apoderado pelo lugar. Apesar das expectativas serem muitas, e muito altas, tal como já referi, rapidamente foram superadas. Mas apesar disso, nada era como imaginava. O Santo Sepulcro é dos lugares mais frios e obscuros onde já estive. A minha ideia passava pelo universo de uma catedral graciosa. Mas lá está, foi quase como meter toda a mão na ferida. É um lugar transparente e sem folhetos turísticos. O Bairro Judeu e o seu muro famoso, é arrepiante. Não pela arquitetura, mas pelo choque cultural. Os judeus ultra-ortodoxos, são um povo diferente. Um diferença tão grande, que fugiu completamente às minhas expectativas. O Bairro Muçulmano parece uma teia, ao nível de um rolo compressor. É arrebatador e intenso, como em todos os países árabes, mas com algo de diferente que ainda não consigo definir muito bem. Apesar de todas estas diferenças, entre culturas e crenças, todos circulam pelos bairros uns dos outros. Não me parece que exista uma relação, mas parece-me que existe algum respeito. Já com a luz do dia a cair, voltei a sair pela porta de Jafa. Foi como a bolha rebentar e voltar a ouvir e ver. A “outra” Jerusalém, não a da Cidade Velha, é uma cidade cosmopolita. Mas a Cidade Velha, bem, essa é outro mundo. Tenho de voltar para viver tudo de novo. Mas desta vez mais preparado para o que vou encontrar. Talvez encontre mais respostas para as emoções recebidas. Crónica escrita por Carlos Bernardo, O meu escritório é lá fora Outras crónicas do Carlos Bernardo: • “Welcome to India” e a chegada a Trivandrum • Visitando La Valetta, Malta • O mercado semanal de Rissani • 10 dias em São Roque do Pico • A experiência de viajar de comboio pela Índia

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Cinco coisas a fazer em Colónia

Cinco coisas a fazer em Colónia

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A Alemanha é um país bastante diversificado no que diz respeito às experiências que oferece aos viajantes. E como na IATI sabemos que a riqueza de experiências é importante para ti, hoje sugerimos uma viagem a Colónia, em território alemão. No entanto, já sabes que deves viajar sempre seguro, por isso, para uma viagem de curta duração em países europeus nós recomendamos o IATI Escapadinhas. Cinco coisas a fazer em Colónia, Alemanha Vamos, então, às cinco coisas que tens MESMO de fazer quando visitares Colónia na Alemanha. Visitar os Reis Magos na Catedral de Colónia A construção da Catedral de Colónia começou em agosto de 1248 e só terminou seiscentos anos mais tarde! Vê bem, foram precisas várias gerações de construtores para que hoje possamos desfrutar desta magnífica igreja católica de estilo gótico! Foi declarada Património Cultural da Humanidade pela UNESCO em 1996 e as duas torres têm 157 metros de altura. A Kölner Dom como é conhecida na língua alemã, está localizada no centro de Colónia, junto à estação de comboios, tem vistas para o Rio Reno e faculta visitas guiadas. Se quiseres visitar os Reis Magos só tens de entrar na catedral e dirigir-te ao altar mor. Acredita-se que os restos mortais dos Reis Magos estão depositados numa arca construída em ouro e prata que podes encontrar junto ao altar mor. Colocar um cadeado na Ponte Hohenzollern Quatro imponentes estátuas guardam a ponte: Friedrich III, Friedrich Wilhelm IV, Wilhelm I e Wilhelm II que surgem a cavalo. A tradição de os namorados colocarem nas grades da ponte um cadeado com os seus nomes e atirarem ao rio como a chave também é bastante popular em Colónia. Percebe-se perfeitamente pelo estado dos cadeados e pelas datas inscritas nos mesmos que esta é uma tradição antiga, por isso, se tens vontade, vai à Ponte Hohenzollern e coloca lá o teu cadeado! Ver como é feito o chocolate no Museu do Chocolate Há por aí amantes de chocolate? Sabias que o Museu do Chocolate em Colónia é um dos museus mais visitados na Alemanha? Pois é, e existem várias razões que justificam esta popularidade! O museu estende-se por três pisos e está organizado por secções. Podes conhecer a história do chocolate, desde a época dos olmecas, maias e astecas até aos dias de hoje, isto é, estão retratados neste museu mais de três mil anos de história! Também podes passear por uma estufa de vidro onde crescem as plantas do cacau e se não sabias, sim, o cacau é um fruto. O museu dispõe de um setor audiovisual onde poderás ver publicidades antigas de marcas de chocolate. E não podemos esquecer o ponto alto da visita que é a degustação do chocolate! Está instalada no Museu do Chocolate uma fonte de chocolate gigante, com cerca de três metros de altura e onde estão depositados duzentos quilos de chocolate derretido! Um funcionário do museu vai mergulhando bolachas no chocolate quente e oferece-as aos visitantes. Uma delícia! Se quiseres trazer chocolate para casa podes escolher algumas tabletes na loja ou, se preferires, podes optar por mandar fazer o teu próprio chocolate. Escolhes os ingredientes e já está, o chocolate é feito na hora. Visitar o Museu Ludwig Para desenjoar um pouco de tanto chocolate do museu anterior, o que achas de visitar um espaço de arte moderna? O Museu Ludwig alberga uma das maiores coleções de Picasso no continente europeu, além de obras de Andy Warhol e Roy Lichtenstein. Assim, se és um apreciador da arte do século XX, não podes perder a oportunidade de ver de perto estes trabalhos impressionantes. Passear na Rua Schildergasse Vamos a números: dizem que passam a cada hora na Rua Schidergasse cerca de treze mil pessoas, o que faz que seja uma das ruas mais movimentadas da Europa. A zona pedonal estende-se por quinhentos metros e é um autêntico centro comercial. Podes contar encontrar muitas lojas de roupa, artigos de decoração, souvenirs, cafés, restaurantes, artistas de rua, enfim, uma animação para todos os gostos. A nossa dica é que tenta evitar o impulso consumista, senta-se num café e observa as pessoas que circulam na Rua Schildergasse. Vais certamente ficar surpreso pela quantidade e diversidade de pessoas que ali se juntam: pessoas de todas as idades, de diferentes religiões, de cores de pele distintas, no entanto, a partilharem o mesmo espaço. Temos a certeza que estas cinco dicas te vão inspirar a visitar esta cidade alemã! Faz uma roadtrip pela a Alemanha, conhece a Baviera e dá um saltinho também a Colónia. E depois conta-nos como foi. Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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