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Meios de transporte no Sudeste Asiático: como viajar e mover-se pelos vários países

Meios de transporte no Sudeste Asiático: como viajar e mover-se pelos vários países

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O Sudeste Asiático é um dos destinos mais fascinantes e acessíveis para viajantes de todo o mundo. Desde as praias paradisíacas da Tailândia aos templos milenares do Camboja, passando pelos terraços de arroz do Vietname, esta região oferece experiências únicas a cada esquina. Mas para aproveitares ao máximo a tua aventura por países como o Laos, Myanmar, Malásia, Singapura, Indonésia ou Filipinas, é fundamental compreenderes como funciona a vasta rede de transportes disponível. A forma como te moves pelo Sudeste Asiático pode transformar completamente a tua experiência de viagem. Escolher o transporte certo não só te ajuda a poupar tempo e dinheiro, como também te permite descobrir lugares únicos e viver aventuras inesquecíveis. Neste guia, vamos explorar todas as opções disponíveis para que possas planear a tua viagem com confiança. Chegar ao Sudeste Asiático: o primeiro passo A tua aventura começa ainda antes de pisares solo asiático. A escolha do aeroporto de chegada pode influenciar significativamente o teu orçamento e itinerário. Os principais hubs aéreos internacionais da região são Bangkok (com os aeroportos Suvarnabhumi e Don Mueang), Kuala Lumpur (KLIA), Singapura (Changi) e, para quem prefere uma entrada alternativa, Hong Kong. Para encontrares voos económicos desde Portugal, considera ser flexível com as datas e pesquisa com 2-3 meses de antecedência. Companhias como Emirates, Qatar Airways e Turkish Airlines oferecem boas conexões, enquanto a opção de bilhetes só de ida te dá maior flexibilidade para decidires o teu percurso à medida que viajas – algo particularmente popular entre mochileiros. Ao chegares, terás várias opções para ir do aeroporto ao centro da cidade. Em Bangkok, o Airport Rail Link é rápido e económico. Em Kuala Lumpur, o KLIA Ekspres leva-te ao centro em 30 minutos. Já em Singapura, o eficiente sistema MRT conecta o aeroporto a toda a cidade. Transportes entre países: as grandes travessias Voos low-cost regionais As companhias aéreas low-cost revolucionaram as viagens no Sudeste Asiático. A AirAsia, Scoot, Nok Air, VietJet e Cebu Pacific oferecem voos a preços incrivelmente baixos, por vezes custando menos que uma viagem de autocarro. O segredo está em reservares com antecedência e viajares apenas com bagagem de mão. O ASEAN Pass da AirAsia pode ser interessante se planeias fazer múltiplos voos num período curto. No entanto, compara sempre com bilhetes individuais – nem sempre o passe compensa. Fica atento às taxas extras: escolha de lugar, bagagem de porão e até água a bordo são cobrados à parte. Travessias terrestres Os autocarros internacionais são uma excelente opção para quem tem mais tempo e quer poupar dinheiro. Rotas populares incluem Bangkok-Siem Reap, Singapura-Kuala Lumpur e Ho Chi Minh-Phnom Penh. Empresas como Giant Ibis, Transtar e Green Bus operam com bons padrões de segurança e conforto. Para uma experiência mais romântica, considera os comboios transfronteiriços. A viagem Bangkok-Vientiane oferece paisagens deslumbrantes do interior tailandês e laociano. A linha Malásia-Tailândia-Singapura permite-te atravessar três países em conforto, especialmente se optares por cabines com cama. As passagens de fronteira terrestre requerem alguma preparação. Confirma sempre os requisitos de visto específicos para cada país antes de viajares, pois nem todas as fronteiras permitem vistos on arrival. Rotas marítimas Entre os países insulares, os ferries são muitas vezes a única opção. As travessias entre a Malásia e a Indonésia (Penang-Medan, por exemplo) ou entre Singapura e as ilhas Riau indonésias são populares e económicas. Os cruzeiros do Rio Mekong, embora mais caros, oferecem uma perspetiva única da vida ribeirinha entre o Camboja e o Vietname. Transportes dentro de cada país Autocarros Os autocarros são o meio de transporte mais utilizado pelos locais e viajantes económicos. Existem várias categorias: os VIP têm menos lugares e mais espaço para as pernas, os Express param menos vezes, e os famosos sleeper buses têm camas para viagens noturnas – uma excelente forma de poupares numa noite de alojamento. Plataformas como 12Go Asia e Bookaway facilitam as reservas online, mostrando horários e preços de diferentes operadores. A grande vantagem dos autocarros é a sua rede extensa que chega a praticamente todos os cantos do Sudeste Asiático. O lado menos positivo? As viagens podem ser longas e o conforto varia significativamente entre operadores. Comboios Viajar de comboio no Sudeste Asiático é uma experiência em si. A viagem noturna de Bangkok a Chiang Mai, com as suas cabines-cama que se transformam ao anoitecer, é quase um rito de passagem. O Reunification Express do Vietname, ligando Hanói a Ho Chi Minh, oferece vistas espetaculares da costa vietnamita. As classes variam desde assentos básicos até cabines privadas com ar condicionado. Durante a época alta, especialmente em rotas incluídas em itinerários populares, é essencial reservares com antecedência. Voos domésticos Para distâncias longas ou acesso a ilhas remotas, os voos domésticos podem ser surpreendentemente económicos e poupar-te dias de viagem. Na Indonésia, com mais de 17.000 ilhas, voar é muitas vezes a única opção prática. Nas Filipinas, a Cebu Pacific e a Philippines Airlines conectam o arquipélago a preços competitivos. Barcos e ferries Nas Filipinas e Indonésia, os barcos são essenciais. Desde os grandes ferries que transportam centenas de passageiros até aos tradicionais bangkas filipinos, as opções são variadas. No Laos, os slow boats no Mekong entre Huay Xai e Luang Prabang são uma aventura de dois dias que te permite absorver a vida ribeirinha. Para acederes aos destinos paradisíacos das ilhas tailandesas, os ferries são indispensáveis. As rotas entre o continente e ilhas como Koh Samui, Koh Phangan e Koh Tao operam diariamente, com preços que variam conforme a velocidade do barco. Motas e Scooters Alugar uma mota é uma das formas mais populares e práticas de explorares o Sudeste Asiático, especialmente em ilhas e zonas rurais. No entanto, é fundamental teres carta de condução internacional e verificares se o teu seguro cobre acidentes de mota. Países como Vietname e Bali são famosos pelas suas rotas de mota, mas o trânsito caótico pode ser intimidante para principiantes. Transportes urbanos: como se mover nas cidades Transportes públicos As grandes cidades do Sudeste Asiático têm investido fortemente em transportes públicos modernos. O BTS e MRT de Bangkok, o MRT de Singapura e o LRT de Kuala Lumpur são eficientes, económicos e com ar condicionado – um alívio bem-vindo do calor tropical. Os autocarros urbanos são ainda mais baratos, embora possam ser confusos para navegares sem conheceres a língua local. Em Kuala Lumpur, o serviço GoKL oferece rotas gratuitas pelo centro da cidade. Transportes tradicionais Os tuk-tuks na Tailândia, jeepneys nas Filipinas, cyclos no Vietname e becaks na Indonésia são mais do que simples meios de transporte – são experiências culturais. A arte da negociação faz parte do processo: pergunta sempre o preço antes de entrares e não tenhas medo de regatear. Como referência, uma viagem curta de tuk-tuk em Bangkok não deve custar mais de 100-150 baht. Apps de transporte O Grab transformou o transporte urbano no Sudeste Asiático. Funciona como o Uber, mas está disponível em quase todas as grandes cidades da região. Os preços são fixos, podes pagar em dinheiro e é geralmente mais barato que os táxis tradicionais. Na Indonésia, o Gojek oferece serviços similares, incluindo entregas e até massagens ao domicílio! Planeamento de Rotas e Itinerários Planear o teu percurso pelo Sudeste Asiático pode parecer desafiante com tantas opções disponíveis, mas não tem de ser complicado. A região oferece rotas bem estabelecidas que foram refinadas por milhares de viajantes ao longo dos anos, perfeitas para quem visita pela primeira vez, assim como caminhos menos percorridos para os mais aventureiros. A chave está em equilibrares o tempo disponível com os teus interesses pessoais – seja seguires os passos de outros mochileiros nas rotas clássicas ou criares o teu próprio itinerário único. Rotas Clássicas Testadas O famoso Banana Pancake Trail – assim chamado devido ao pequeno-almoço ubíquo servido em guest houses – inclui Bangkok, Siem Reap, Hanói, Luang Prabang e Bali. É uma rota testada por milhares de viajantes e oferece um excelente equilíbrio entre cultura, natureza e vida noturna. O Loop do Vietname, começando em Hanói ou Ho Chi Minh, leva-te através das montanhas do norte, pela costa central e pelo Delta do Mekong. O Triângulo Cultural entre Tailândia, Laos e Camboja permite-te experienciar três culturas distintas em relativamente pouco tempo. Tempo Necessário e Épocas Para um itinerário básico de 2-3 semanas, podes visitar 2-3 países confortavelmente. Com 2-3 meses, consegues explorar a região com mais profundidade, incluindo destinos menos turísticos. É crucial considerares a melhor época para viajar para cada zona, já que as monções afetam significativamente os transportes. Durante a época das chuvas, algumas estradas tornam-se intransitáveis e ferries podem ser cancelados. Orçamento e Custos de Transporte Os custos de transporte variam enormemente conforme o teu estilo de viagem. Um mochileiro pode gastar apenas 5-10€ por dia em transportes, usando principalmente autocarros locais e transportes públicos. Um viajante com orçamento médio gastará cerca de 15-25€ diários, combinando diferentes opções conforme a conveniência. Para quem procura conforto, 30€ ou mais por dia permitem voos domésticos frequentes e transfers privados. Como referência, um autocarro entre Bangkok e Chiang Mai custa cerca de 15-25€, enquanto um voo pode custar 30-60€. Um ferry para as ilhas tailandesas varia entre 10-30€, e uma viagem de tuk-tuk na cidade raramente deve exceder 5€. Segurança e Preparação Precauções de Segurança Os scams mais comuns envolvem tuk-tuks que te levam a lojas de gemas ou alfaiates em vez do teu destino. Em autocarros noturnos, mantém objetos de valor sempre contigo e usa cadeados nas mochilas. Evita empresas de transportes sem licença, especialmente para viagens longas. Saúde e Seguros Antes de partires, consulta a informação sobre vacinas necessárias e marca uma consulta do viajante. Mas tão importante quanto as vacinas é teres um seguro de viagem adequado. Viajar pelo Sudeste Asiático implica utilizar diversos meios de transporte, desde motas a barcos locais, onde imprevistos podem acontecer. Na IATI, o nosso seguro IATI Mochileiro foi especialmente desenhado para viajantes aventureiros como tu. Oferece cobertura para atividades como trekking, mergulho até 40 metros e uso de motas até 125cc – essenciais para quem quer explorar a região em profundidade. Com assistência 24/7 em português e sem franquias, garantes tranquilidade mesmo nas situações mais remotas, desde evacuações médicas em ilhas isoladas até cancelamentos de voos low-cost. É a proteção ideal para quem não quer limitar as suas aventuras. FAQs – Perguntas Frequentes É seguro viajar de autocarro noturno no Sudeste Asiático? Sim, desde que escolhas empresas reputadas. Prefere autocarros VIP ou Express de companhias conhecidas, guarda objetos de valor contigo e pesquisa reviews online antes de reservar. Preciso de carta de condução internacional para alugar mota? Sim, é legalmente obrigatória na maioria dos países. Circular sem ela pode resultar em multas pesadas e problemas com o seguro em caso de acidente. Quanto tempo de antecedência devo reservar transportes? Para comboios populares e voos, 1-2 semanas é aconselhável. Autocarros podem ser reservados com 1-3 dias de antecedência. Durante festivais como Songkran ou Ano Novo Lunar, reserva com pelo menos um mês de antecedência. Vale a pena comprar passes de transporte regionais? Depende do teu itinerário. Se planeias fazer 3 ou mais voos num mês, o ASEAN Pass pode compensar. Compara sempre com bilhetes individuais antes de decidires. Como funcionam as passagens de fronteira terrestre? Chega cedo (antes das 10h), tem o visto pronto ou dinheiro para visto on arrival, guarda todos os carimbos de entrada/saída e confirma os requisitos específicos de cada fronteira com antecedência. Qual a forma mais barata de viajar entre ilhas? Os ferries locais são geralmente mais económicos que voos, mas considera o tempo de viagem. Para arquipélagos distantes, voos low-cost podem compensar quando consideras o custo de oportunidade do tempo. É melhor reservar online ou localmente? Reserva online comboios populares, voos e os primeiros dias de viagem. Para autocarros locais e transportes mais flexíveis, podes reservar localmente para teres mais liberdade. Como evito ser enganado nos preços dos tuk-tuks? Negocia sempre antes de entrares, pergunta no teu alojamento qual o preço justo para o trajeto e usa Grab quando disponível para teres preços fixos. Os transportes funcionam durante festivais locais? Funcionam mas com alterações significativas. Espera transportes lotados, preços mais altos e necessidade de reservas muito antecipadas durante grandes festivais. Quanto devo orçamentar diariamente para transportes? Como mochileiro, 5-10€/dia são suficientes. Para conforto médio, conta com 15-25€/dia. Os custos variam significativamente entre países – Singapura é muito mais caro que o Laos, por exemplo.

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Como se deslocar na Tailândia: guia de transportes 2025

Como se deslocar na Tailândia: guia de transportes 2025

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Se esta é a tua primeira viagem ao país asiático, podes estar a perguntar-te como te vais deslocar na Tailândia: de avião? de autocarro? de comboio? deves alugar uma mota nas ilhas? Não te preocupes, na IATI somos apaixonados pela Tailândia e aqui vamos contar-te todas as opções para te deslocares, dar-te dicas e falar-te dos percursos mais comuns para te ajudar a planear a tua viagem. Continua a ler e descobre como são os transportes e como te podes deslocar na Tailândia. Como te deslocares na Tailândia: transportes entre diferentes partes do país Começamos o nosso artigo sobre transportes na Tailândia com a parte que mais te preocupa: ir de uma parte do país para outra. Vamos falar-te de todos os diferentes meios de transporte na Tailândia para que possas tomar uma decisão com base nas tuas preferências e no que mais te convém em cada momento. Deslocares-te pela Tailândia de avião A Tailândia está bastante bem servida de ligações aéreas e existem várias companhias aéreas de baixo custo que operam a preços muito competitivos. De facto, se comprares o teu bilhete com antecedência, o custo de viajar pela Tailândia por terra ou por ar será provavelmente semelhante. Há muitos aeroportos espalhados pelo país. Se estiveres a planear visitar as ilhas, vais encontrar também um em Phuket, um em Koh Samui e um em Krabi. Quanto às companhias aéreas, estas são as principais: Thai Smile, Air Asia, Nok Air, Thai Lion Air, Vietjet Air e Bangkok Airways. A melhor maneira de encontrar voos para as datas que pretendes é utilizares motores de busca como o Skyscanner, que te mostra uma comparação das diferentes opções. No entanto, é melhor consultares os sites de cada companhia aérea para ver o preço real e os suplementos aplicáveis. Em relação a este tema, não te esqueças que muitas companhias aéreas tailandesas, tal como na Europa, cobram uma taxa se pretenderes despachar bagagem. Mencionámos este facto para o caso de estares a ponderar os custos das viagens aéreas em relação a outros meios de transporte na Tailândia. Transportes na Tailândia: autocarros Outra forma de te deslocares na Tailândia é utilizar autocarros. Neste caso, podes encontrar tanto autocarros do governo como privados. Os autocarros públicos são mais baratos, mas tendem a estar em piores condições e a fazer mais paragens, pelo que são mais lentos. As empresas privadas oferecem geralmente um melhor serviço e várias categorias de autocarros, incluindo alguns autocarros VIP com assentos maiores e um snack-bar. Os autocarros são um meio de transporte comum na Tailândia e circulam a todas as horas do dia. De facto, poderás apanhar um autocarro noturno e, por vezes, poderás encontrar autocarros-cama para viagens mais longas. Isto permite-te evitar passar uma noite num hotel e poupar algum dinheiro. Não te esqueças de levar roupa quente, pois o ar condicionado está normalmente ligado no máximo. A maioria das cidades tailandesas têm estações de autocarros e são relativamente centrais. O que deves ter em conta é que em Banguecoque há várias e terás de ir a uma delas, dependendo da direção para onde vais. Estações de autocarro na Tailândia • Estação de autocarros Mo Chit: se estiveres a ir para oeste ou norte da Tailândia. Deves ir para lá se estiveres a ir para lugares como Sukhothai, Chiang Mai ou Chiang Rai. • Terminal Rodoviário do Sul Sai Tai Mai: em direção ao sul do país. Por exemplo, se estiveres a ir para Krabi ou Phuket. • Estação rodoviária de Ekkamai: daqui partem autocarros para destinos populares como Pattaya ou Koh Samet, no leste do país. Como comprar bilhetes de autocarro para viajar pela Tailândia? A forma mais barata é ir diretamente à estação e comprar o bilhete na bilheteira da empresa. No caso das grandes cidades, como Banguecoque ou Chiang Mai, como não estão localizadas centralmente, é melhor ir às agências de viagens e poupar a viagem se quiseres comprá-los com antecedência, ou comprá-los online através da 12Go Asia ou da BusOnlineTicket. Cobram uma pequena taxa, mas pode valer a pena pela comodidade. Como te deslocares na Tailândia: comboio Um dos nossos meios de transporte preferidos na Tailândia é o comboio. A rede ferroviária é extensa e as carruagens são geralmente confortáveis. O que tens de ter em conta é que os atrasos são bastante comuns, por isso não esperes um serviço 5 estrelas. Viajar de comboio pela Tailândia é agradável e uma experiência única, especialmente se optares por viajar durante a noite, uma vez que os bancos se transformam frequentemente em camas, mesmo com os seus próprios lençóis. Nos comboios de longo curso, existe normalmente uma carruagem restaurante a preços bastante acessíveis. Quanto às categorias de lugares, vale a pena informares-te na própria estação, mas, regra geral, são as seguintes: • Primeira classe: trata-se geralmente de uma carruagem com ar condicionado e casa de banho, que é mais privada. Se forem várias pessoas, esta opção mais privada é a melhor. • Segunda classe: são carruagens maiores que oferecem a opção de um assento ou cama e ventoinha ou ar condicionado. Nas viagens longas, é a mais interessante, sobretudo se se tratar de um comboio-cama. • Terceira classe: os assentos são mais desconfortáveis, por isso é melhor para viagens curtas. Como reservar bilhetes de comboio para viajar pela Tailândia? A melhor forma e a mais barata é reservares os teus bilhetes na estação, mas tem em atenção que os bilhetes, especialmente os de cama, esgotam com dias de antecedência. Por isso, talvez seja melhor reservá-los online através do site da companhia (que funciona regularmente) ou da 12go Asia. Se optares por este último, terás de te deslocar aos pontos de levantamento especificados na tua compra para teres o teu bilhete físico. Transportes na Tailândia: Carrinhas Uma alternativa aos autocarros, especialmente para viagens mais curtas, são as carrinhas. Como não fazem tantas paragens como os autocarros, são muito mais rápidas, embora não sejam tão confortáveis pois são menos espaçosas. Valem a pena para viagens como de Chiang Mai para Pai ou Banguecoque para Kanchanaburi. Normalmente, partem das próprias estações de autocarros, pelo que o melhor é fazer uma pesquisa. Como te deslocares na Tailândia: barcos e ferries Durante a tua viagem à Tailândia, é provável que estejas a planear visitar ilhas como Koh Tao ou Koh Lipe, onde encontrarás algumas das melhores praias da Tailândia. É por isso que neste guia de transportes na Tailândia não podíamos não falar sobre barcos e ferries. Na Tailândia, encontras ferries lentos, lanchas rápidas e os belos barcos de cauda longa. Os primeiros são frequentemente utilizados para ligar o continente às ilhas de uma forma mais económica. As companhias mais populares são a Lomprayah (que opera na costa do Golfo da Tailândia para Koh Tao, Koh Phangan e Koh Samui e na costa ocidental para Phi Phi, Lanta…), a Songserm (barcos para as ilhas do Golfo, barcos um pouco piores do que os primeiros), a Raja Ferry (Surat Thani-Koh Samui) e a Seatran Ferry (em ambas as costas do país com barcos maiores). Os barcos e as embarcações de longo curso são frequentemente utilizados para passear pelas ilhas. Se fizeres uma viagem longa, como por exemplo de Banguecoque para Koh Tao, vale a pena considerar se combinares um bilhete de autocarro com um bilhete de barco, uma vez que as companhias de ferry oferecem muitas vezes bilhetes conjuntos que te permitirão poupar tempo e aborrecimentos. Mesmo as companhias aéreas, quando reservas o teu voo, oferecem a opção de transporte combinado para destinos insulares populares. Alugar um carro na Tailândia Por último, embora não seja muito popular, alguns viajantes ficam animados a alugar um carro e a conduzir pela Tailândia ao seu próprio ritmo. É uma forma cómoda e económica se fores com um grupo de pessoas, mas tem em atenção que, infelizmente, as estradas tailandesas são notoriamente propensas a acidentes e algumas das mais perigosas do mundo, por isso conduz com cuidado. Além disso, tem em atenção que o volante está do lado direito. A maioria das empresas de aluguer de automóveis exige o teu passaporte, a carta de condução do teu país, uma licença internacional de condução e um depósito, que é normalmente feito com cartão de crédito. Como te deslocares dentro das cidades na Tailândia Já vimos como é que te deslocas na Tailândia, mas como é deslocares-te nas cidades? Aqui, analisamos as diferentes alternativas que encontras na maioria das cidades. Deslocares-te nas cidades da Tailândia: táxi ou Grab Em grandes cidades como Chiang Mai ou Banguecoque, especialmente nesta última, os táxis são uma boa opção para te deslocares. No entanto, tem em conta que nas zonas mais turísticas podem tentar aproveitar-se de ti, pelo que é essencial estares preparado. A melhor coisa a fazer é parares um táxi e pedir-lhe para pôr o taxímetro a funcionar. Se ele não o quiser pôr, sai e pede a outra pessoa. Uma alternativa que te dá menos dores de cabeça é a aplicação Grab. Este é o Uber do Sudeste Asiático e funciona muito bem na Tailândia. Também te dá a opção de pagares com cartão de crédito. Transportes na Tailândia: o tuk tuk Os tuk tuks são os meios de transporte mais conhecidos e mais cénicos da Tailândia, mas embora sejam uma experiência, não são de modo algum a opção mais barata. De facto, andar de tuk tuk é provavelmente mais caro do que apanhar um táxi, especialmente em Banguecoque, pois na maioria dos casos aproveitam-se dos turistas. Os tuk tuks tailandeses não têm taxímetro, pelo que terás de negociar com eles antecipadamente e é provável que fiques a perder. Se te oferecerem um preço muito baixo, poderás ter de fazer várias paragens em lojas de comissões. Nas cidades mais pequenas, esta pode ser uma opção mais conveniente. Deslocares-te de songtaew Este curioso meio de transporte na Tailândia é, na realidade, uma carrinha adaptada em que os passageiros entram pela parte de trás. O songtaew ou songthaew é muitas vezes utilizado como substituto dos autocarros nas zonas rurais e em cidades como Ao Nang ou Chiang Mai, onde os verás por todo o lado pintados de vermelho. Tal como noutras formas de transporte público, a tarifa baseia-se normalmente na distância percorrida, sendo raro pagar mais de 20 baht por uma viagem curta. Se quiseres alugá-lo só para ti, terás de acordar previamente o preço. Aluguer de motas na Tailândia Finalmente, a forma mais confortável de te deslocares na Tailândia, especialmente nas ilhas ou em locais pequenos como Pai, é de mota ou scooter. O aluguer de uma mota custa cerca de 150-300 baht por dia, dependendo do tipo de mota, do local e da duração, pelo que é uma forma económica de descobrires a região. No entanto, aqui ficam algumas dicas para garantir que não tens problemas: • Se nunca conduziste uma mota antes, a Tailândia não é o melhor local para aprenderes a fazê-lo. • Verifica o estado da mota quando a receberes e tira fotografias ou vídeos. • Nunca deixes o teu passaporte com a empresa de aluguer; se te pedirem um depósito, deixa o dinheiro, mas não os teus documentos. • Usa sempre um capacete. • Tem muito cuidado à noite, nunca se sabe se um animal pode aparecer do nada. Trajetos comuns de deslocação na Tailândia: como fazê-los Como já viste, existem muitas opções para te deslocares na Tailândia. Aqui dizemos-te como fazer os transferes mais comuns: Como ir de Banguecoque para Chiang Mai Muitos viajantes optam por visitar ambas as cidades e existem várias opções de ligação entre elas: • Avião: normalmente é muito barato se reservares com antecedência e o voo demora apenas 90 minutos. • Comboio: esta é uma opção cénica e agradável, especialmente se decidires apanhar o comboio noturno e dormir numa cama. Tem em atenção que podes demorar até 14 horas. • Autocarro: talvez a opção mais incómoda porque os assentos são mais desconfortáveis, pelo que aconselhamos que escolhas os autocarros VIP. Dura cerca de 10 horas. Como ir de Banguecoque a Ayutthaya A apenas 80 quilómetros de Banguecoque, esta é uma viagem de um dia muito comum a partir da capital. As alternativas para ir de Banguecoque a Ayutthaya são: • Comboio: a partir da estação de Hua Lamphong, os comboios partem aproximadamente de hora a hora e demoram 90-120′ a chegar a Ayutthaya. A tarifa é de cerca de 20 baht. • Autocarro: partem da estação de Mo Chit e demoram cerca de 2 horas. O bilhete custa cerca de 60 baht. • Carrinha: tanto de Mo Chit como da zona de Khaosan Road, a duração da viagem é semelhante e o custo é de 150-300 baht. Como ir de Banguecoque para Koh Tao Esta é uma das ilhas mais populares do país, especialmente porque o mergulho em Koh Tao é muito interessante, mas deves saber que é muito longe de Banguecoque. As opções de transporte para te deslocares entre estes pontos na Tailândia são: • Autocarro + barco: esta é a mais comum. Vais de autocarro até Chumphon e de lá apanhas um dos barcos para Koh Tao. A forma habitual é apanhar o autocarro durante a noite e chegar por volta das 11 horas. A Lomprayah e a Songserm vendem bilhetes combinados a bom preço e não tens de te preocupar com nada, pois o autocarro deixa-te no porto. • Comboio + barco: O comboio para Chumphon é mais confortável, uma vez que tem uma cama, mas tem em atenção que há frequentemente atrasos e que tens de apanhar um transporte da estação para o porto. • Voo + barco: podes apanhar um voo para Koh Samui (bastante caro) ou para Surat Thani e de lá um barco para Koh Tao. Dicas para te deslocares na Tailândia Já sabes como é deslocares-te na Tailândia, mas aqui ficam algumas dicas nossas para que tudo corra bem: • A Tailândia é um país bastante seguro, mas, infelizmente, ocorrem furtos, que são comuns em passeios noturnos e de turistas. Por isso, recomendamos que tenhas cuidado com os teus pertences e não deixes objetos de valor ou dinheiro na bagagem de porão. • Tenta comprar os bilhetes com antecedência. Embora existam muitas opções de transporte na Tailândia, não é raro que esgotem, especialmente para viagens como os comboios de Banguecoque para Chiang Mai ou vice-versa, sobretudo se quiseres uma cama. • Se estiveres mais em modo “go with the flow” e não quiseres reservar o teu transporte na Tailândia com antecedência, tenta chegar à estação com duas a três horas de antecedência. • Se estás a pensar alugar uma mota, tenta fazê-lo em locais que tenham boas referências, nunca deixes o teu passaporte na agência e tira fotografias ou vídeos do estado da mota antes de partires. Evidentemente, não alugues uma mota se nunca conduziste este tipo de transporte antes pois, infelizmente, os acidentes são comuns. • Viaja sempre com um bom seguro para a Tailândia. Para além de cuidares da tua saúde, também te cobre em caso de roubo, problemas com a tua bagagem, transporte ou mesmo se precisar de ser repatriado. O melhor seguro para este destino é o IATI Mochileiro. Seguro de viagem para a Tailândia: • Se puderes, evita os tuk tuks em Banguecoque. Infelizmente, não é raro ser enganado ou conseguir uma “boleia” de uma loja para outra por um preço barato. Noutras cidades, podes utilizá-los, mas combina sempre o preço antes de os utilizar. • Estás a pensar viajar de ferry pela Tailândia e enjoas? Nesse caso, lembra-te de levar biodramina (com cafeína, se possível) no teu estojo de primeiros socorros. Se o mar estiver um pouco agitado, podes ficar enjoado. O mesmo se aplica à viagem entre Chiang Mai e Pai de autocarro ou carrinha – há muitas curvas! • Faz bastante calor na Tailândia, mas não é raro que o ar condicionado seja como um frigorífico, por isso não custa nada levar roupa quente contigo, especialmente se a viagem for longa. • Estes conselhos de viagem à Tailândia vão dar-te mais dicas sobre como tirar o máximo partido do país e evitar cometer erros. Esperamos ter-te ajudado para te orientares na Tailândia. Se tiveres alguma dúvida ou quiseres acrescentar algo mais, teremos todo o gosto em responder-te nos comentários. Não te esqueças que no nosso blog temos muita informação sobre o Sudeste Asiático e, especificamente, sobre a Tailândia. Estes artigos vão ajudar-te muito: • Viajar sozinha pela Tailândia: as melhores dicas • Documentos e requisitos para viajar para a Tailândia • 10 coisas que precisas de saber antes de viajar para a Tailândia

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Qual é a melhor altura para viajar para o Sudeste Asiático?

Qual é a melhor altura para viajar para o Sudeste Asiático?

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Ao preparares a tua viagem ao Sudeste Asiático (Tailândia, Filipinas, Myanmar, Vietname, Indonésia, etc.) tens que ter em conta fatores importantes tais como a compra de bilhetes, o seguro de viagem internacional que levas contigo, a bagagem ou, por exemplo, o alojamento onde vais ficar quando chegares. Todas elas são extremamente importantes, pois são peças necessárias para formar o puzzle da tua viagem, mas não te deves esquecer de outro ponto igualmente importante: Qual é a melhor altura para viajar para o Sudeste Asiático? Neste artigo apresentamos-te um resumo esquemático no qual encontrarás, por país, as melhores alturas para visitares os principais destinos do Sudeste Asiático. Qual a melhor altura para viajar para o Sudeste Asiático? 1. Quando viajar para as Filipinas? Entre Novembro e Março encontrarás as melhores condições meteorológicas para visitares este grande arquipélago. Sol, boas temperaturas e menos hipóteses de grandes fenómenos atmosféricos. Por outro lado, entre Junho e Outubro, o risco de um tufão cruzar o teu caminho aumenta exponencialmente. Vale a pena teres isto em mente ao fazeres os teus planos de viagem. Seja como for, este é um país constituído por 7107 ilhas e há sempre um lugar onde o sol brilha. Alguns dos nossos “Viajantes da IATI” estiveram lá nesta altura do ano e desfrutaram de semanas de sol sem chuva. 2. Quando viajar para Myanmar? Novembro, Dezembro, Janeiro e Fevereiro são os melhores meses para visitar Myanmar. Se tiveres a oportunidade de fazer a tua viagem durante os dois primeiros meses do ano, poderás desfrutar do colorido Festival Pagoda. Entre Maio e Setembro é a estação das chuvas, que, embora longe de se assemelhar aos tufões filipinos, pode estragar a tua viagem. De qualquer modo, as chuvas duram apenas algumas horas, mas estarás interessado em saber que entre Março e Setembro as temperaturas sobem em flecha. Não te esqueças de beber muita água e usar um chapéu quando visitares os templos de Bagan. E, claro, fazer um seguro de viagem no caso de seres apanhado pela chuva. 3. Quando viajar para a Tailândia? O pico da estação das chuvas é entre Agosto e Outubro, mas é bem possível que também apanhes as chuvas se lá estiveres em Junho e Julho. Mais uma vez, não entres em pânico e não canceles a tua viagem de Verão à Tailândia por causa disso. São chuvas fortes que duram algumas horas e esperemos que as possas evitar mudando o teu percurso quando lá estiveres. Mesmo assim, é sempre melhor estar na Tailândia à chuva do que ficar em casa! Se tiveres orçamento para isso, recomendamos que vás entre Novembro e Fevereiro. 4. Quando viajar para o Vietname? Dada a forma alongada do Vietname, vamos dividir a sua estação das chuvas em duas. Na parte norte do país, por exemplo Hanói ou Sapa, a época das chuvas decorre de Maio a Agosto. Por outro lado, na parte sul do país, podemos ter a monção até Novembro. Outubro a Maio são as melhores datas quanto a chuvas e temperaturas, mas não hesites em visitar o Vietname durante o Verão, pois as chuvas não caem durante todo o dia e vale bem a pena uma visita. Se quiseres visitar Laos, encontrarás um clima semelhante, com temperaturas mais agradáveis, mas com um estranho aguaceiro em Maio. 5. Quando viajar para a Indonésia? Já leste o artigo inteiro e perguntas-te “não posso viajar no Verão sem chover“? Salvámos a Indonésia para o fim. Embora relativamente próxima do resto do Sudeste Asiático, a Indonésia é o oposto em termos de clima. Entre Março e Setembro encontrarás o melhor tempo, as melhores temperaturas e a menor probabilidade de chuva, por isso já tens um plano para o próximo Verão! Se te dirigires mais especificamente para as Ilhas Bali ou Gili, ficarás satisfeito por saber que é ainda menos provável que chova lá. No entanto, coincidirá com a estação turística elevada e os preços mais elevados. Esperamos que este post tenha respondido à pergunta: qual é a melhor altura para viajar para o Sudeste Asiático? Agora não tens desculpa para visitar. Faz as tuas malas, escolhe o teu mês e descobre esta parte única do mundo. E não te esqueças de levar contigo um bom seguro de viagem! Vais partilhar as fotografias da tua viagem no Instagram? Utilizar o hashtag #iatipelomundo. Artigo escrito por: Jairo Gausachs. Blog Mochila Nómada

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Roteiro de 4 meses pelo Sudeste Asiático

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Viajar a longo prazo sempre foi o desejo de muitos sonhadores e visto por outros tantos como algo impossível. O que é certo é que, seja pela facilidade em percorrer longas distâncias hoje em dia ou pelo desejo de aproveitar o dia a dia da geração atual, há cada vez mais pessoas a fazê-lo. O Sudeste Asiático, pela sua riqueza cultural, pela hospitalidade do povo, pela segurança e pelo baixo custo de vida é um dos destinos mais procurados para quem decide fazer uma viagem deste estilo. Sabias que na Iati temos seguros de viagem para mochileiros que querem entrar nestas aventuras? Este roteiro é apenas uma das mil e uma possibilidades para a tua viagem, os destinos e tempo que dedicas em cada lugar depende sempre de pessoa para pessoa, dos teus gostos e também de algumas condições externas como a chuva ou eventos esporádicos locais. Roteiro de 4 meses pelo Sudeste Asiático Antes de começares a tua viagem pelo Sudeste Asiático, não te esqueças de verificar quais as vacinas obrigatórias e recomendadas para os diferentes países. 21 dias no Vietname: o que ver Ho Chi Minh City – É uma ótima cidade para começares a tua viagem pelo Sudeste Asiático. Tal como o próprio país, Ho Chi Minh tem imensas coisas para ver e fazer. Desde museus e monumentos, a mercados de rua passando por uma rua só de bares e karaoke. 3 a 4 dias são suficientes para explorares a cidade com calma. Nha Trang – É um bom sítio para parar a meio da viagem para o norte do Vietname, um bom sítio para ficar não mais do que um dia e desfrutar da praia. Hội An – A cidade antiga ou cidade das lanternas como é conhecida, com influências japonesas, chinesas e coloniais visíveis, é um lugar para nos perdermos caminhando pelas suas lindas ruas amarelas. Três dias. Hue – Para quem gosta de filmes e das histórias de samurais guerreiros, devem dedicar pelo menos um dia para visitar e explorar as muralhas da cidade imperial. Parque Nacional Phong Nha – Para os amantes de montanhas, do verde, das grutas e da vida no interior, este parque nacional guarda muitos segredos e deves dedicar pelo menos dois dias para explorar a zona. Os tours de grupos para as grutas e os desportos radicais são recomendados. Hạ Long Bay –Se existem sítios no mundo que não deveríamos morrer sem ver, este é, certamente um deles. As pedras de calcário gigantes cobertas de vegetação que se erguem no oceano enchem os olhos e a alma a qualquer um. É como visitar um planeta paralelo, um sonho na terra dos gigantes, tal é a imponência das montanhas. Dois dias para conhecer este paraíso e fazer um cruzeiro pela baía. Hanoi –A capital frenética do Vietname, uma cidade cheia de vida, histórias, cheiros, sabores e memórias, a não perder numa visita ao Vietname. A comida de rua vai ser sempre a melhor opção aqui. Tal como en Ho Chi Minh, 3 a 4 dias é o suficiente Sa Pả –Antes de saires do país rei da comida de rua, Sapa é um lugar místico no alto das montanhas, muito perto da China, que deves visitar. O ideal é guardar 3 dias sendo que dois deles serão passados na montanha com uma guia das tribos locais. Uma experiência de vida entre florestas de bambu, riachos, campos de arroz, aldeias perdidas, patos, cães, galinhas e búfalos. 18 dias no Laos: o que ver Muang Xai –O primeiro contacto com Laos vai apaixonar qualquer um. Acabaste de chegar ao país verde, de aldeias sem fim, poucas cidades e maioritariamente rural. Aqui vais aprender que não é preciso muito para ser feliz e que a natureza pode ser a resposta para muita coisa. Um a dois dias são suficientes e se queres ter uma experiência única, recomenda-se a viagem de barco até à próxima aldeia. Nong Khiaw –Se chegaste de barco, pudeste ver a beleza das montanhas de calcário cobertas de vegetação que acompanharam o caminho. Aqui podes descansar, aproveitar a paisagem e absorver o poder da natureza. Esta aldeia é um canto especial do mundo e se a queres ver do alto, sobe a um dos miradouro da aldeia. Três dias. Luang Prabang –Das cidades mais conhecidas do país e muito devido às suas cascatas turquesa. Aqui podes encontrar um misto de edifícios coloniais e templos budistas e aproveitar para ir ao mercado. Três dias. Vang Vieng –Em outros tempos um destinos de viagem de finalistas de estudantes australianos, é agora um lugar mais tranquilo que merece a visita pelas lagoas que o rodeiam. Três dias. Vientiane – Um dia será suficiente para ver a capital de Laos e um ótimo ponto de partida para o sul do país. Pakse –A cidade pode não ter mil coisas para ver mas é daqui que poded fazer uma das rotas de cascatas mais conhecidas. Basta escolher as que mais gostares e explorar o maravilhoso interior do país. Três dias. 4000 Islands – Não são ilhas paradisíacas, mas o misto de vida do campo com o dia a dia de uma ilha traz uma magia especial a este arquipélago fluvial. Três dias. 13 dias no Cambodja: o que ver Siem Reap –Casa do Angkor Wat, o maior complexo religioso do mundo, é também um bom lugar para explorar o Camboja pela primeira vez e perder-se nos mercados de rua. Dois dias para o Angkor Wat mais um para a aldeia flutuante e para conhecer os projetos de turismo responsavel. Phnom Pehn –A capital do Camboja que foi território do império Khmer e dos colonialistas franceses é um misto de culturas e edifícios que vale a pena explorar em um ou dois dias. Koh Rong –Para quem espera um cenário de filme estilo Lagoa Azul, com areia branco e águas azuis turquesa, esta ilha não pode faltar. Quatro dias para relaxar. Kampot –Para os que procuram um pouco de tranquilidade no campo e muito bom ambiente. Natureza e paz pairam no ar por aqui. Três dias. 10 dias na Malásia: o que ver Kuala Lumpur –Uma cidade multicultural onde diferentes culturas e religiões convivem diariamente em harmonia. Na mesma rua é possível encontrar uma igreja, uma mesquita, um templo hindu e outro chinês. Como não amar? Quatro dias. Cameron Highlands – Para quem gosta de chá e também para quem não gosta, as infindáveis plantações de chá são paragem obrigatória com o seu ponto mais alto a chegar aos 2000 metros de altura. Não te esqueças do casaco! Dois dias. Georgetown, Penang –Uma cidade com edifícios franceses e muitos templos chineses, um misto de sensações e muita, muita comida de rua e arte urbana. Quatro dias. 30 dias na Indonésia: o que ver Java – A Indonésia é gigante e Java por si só é a casa de mais de metade da população nacional. Assim sendo para que possas desfrutar verdadeiramente dos lugares e terminar a viagem num ritmo mais calmo, 15 dias são ótimos para conhecer esta ilha. Bali –Bali é mundialmente conhecido e muitos já desaconselham a visita à ilha dos deuses, contudo garantimos que não te vais arrepender de parar aqui por 15 dias. O truque é evitar zonas com multidões, cadeias e superfícies comerciais que não pareça locais. O interior ainda é muito pouco explorado e vais ficar surpreendido com tudo o que há por descobrir. 10 dias nas Filipinas: o que ver Puerto Princesa, Palawan –A maior cidade do arquipélago de Palawan é um bom ponto de partida para as Filipinas. Podes optar por uma viagem de barco às praias mais perto ou uma visita ao rio subterrâneo. Dois dias. El Nido, Palawan – Pelos menos quatro dias, sendo que um é dedicado a explorar a ilha de mota e os outros dois a fazer tours de barco para conhecer parte das 45 ilhas de areia branca e águas transparentes. A vida no mar vai ganhar outro sentido depois desta viagem. Bohol Island, Bohol –Para terminar a viagem em grande nada melhor que Bohol, uma ilha que tem natureza, campos de arroz, praias lindíssimas e paisagens verdes inesquecíveis. Aproveita para descansar e recarregar baterias, afinal de contas, viajar também cansa. Autora: Janete Silva, Flearound

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Vistos de turismo para o Sudeste Asiático

Vistos de turismo para o Sudeste Asiático

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O Sudeste Asiático engloba uma das 6 divisões da Ásia da qual faz parte a região da Indochina bem como inúmeras ilhas. No total é composto por 11 países, sendo eles Tailândia, Laos, Camboja, Vietname, Myanmar, Malásia, Singapura, Brunei, Filipinas, Indonésia e Timor-Leste. Neste artigo fornecemos-te toda a informação necessária sobre a obtenção de vistos para todos os países do Sudeste Asiático. E não te esqueças de fazer o teu seguro de saúde internacional IATI para viajares com a máxima segurança. Vistos de turismo para o Sudeste Asiático Embora para alguns destes países haja isenção de visto para portugueses, para muitos outros é necessário fazer o pedido de visto com alguma antecedência. Além disso, todos os países desta região exigem um passaporte com uma validade mínima de 6 meses. Caso contrário poderá ser negada a entrada. Brunei Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar no Brunei para uma estadia até 90 dias. Poderá ser solicitado o bilhete de saída do país. Extensão: O Brunei prevê apenas a extensão de vistos de trabalho que deverão ser requeridos na embaixada do país. Camboja Visto: Cidadãos portugueses precisam de visto para entrar no Camboja. O visto pode ser obtido à chegada do país, visa on arrival, quer a partir dos aeroportos de Siem Reap ou Phnom Penh, quer a partir das fronteiras terrestres (com exceção das fronteiras de Bavet e Ka-Om, nestes casos terás de ter o visto previamente). São necessárias duas fotos tipo passe. Este visto tem um custo de 30 USD ao qual acresce uma taxa de processamento de 7 USD. O visto pode também ser obtido online, e-visa, através do site oficial, com um custo de 36 USD. Extensão: Poderás solicitar apenas uma extensão de visto por ano, por mais 30 dias numa das embaixadas do país, com um custo de 50 USD. Filipinas Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar nas Filipinas para estadias até 21 dias. É necessário apresentar o bilhete de saída do país, à chegada. Extensão: É possível estender o visto num dos postos de emigração do país por mais 29 dias, com um custo de 50 USD. Indonésia Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar na Indonésia para estadias até 30 dias. É necessário apresentar um bilhete de saída do país. Extensão: Caso queiras permanecer na Indonésia mais do que os 30 dias previstos não poderás usufruir da isenção de visto. Desta forma, assim que chegares ao país terás de requerer o visa on arrival, que tem um custo de 35 USD. Quando o visto de 30 dias estiver quase a expirar terás de te deslocar a uma embaixada ou consulado na Indonésia e pedir a extensão do visto por mais 30 dias. Esta extensão tem um custo de 25 USD. Laos Visto: Cidadãos portugueses precisam de visto para entrar no Laos. Este pode ser obtido à entrada do país quer por via terrestre, quer por via aérea. O visto tem uma duração de 30 dias e custa 35 USD para portugueses. É também necessário levar uma fotografia tipo passe, caso contrário terás de pagar mais 5 USD. Extensão: Caso pretendas permanecer no país por mais tempo terás de pedir extensão de visto numa das embaixadas. Este tem um custo de 3 USD mais 2 USD por cada dia extra. Malásia Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar na Malásia para estadias até 30 dias. Extensão: A Malásia prevê a extensão de visto por mais 30 dias perante circunstâncias específicas. Para tal, terás de consultar a embaixada no próprio país. Outra forma será cruzar uma das fronteiras terrestres, Tailândia ou Singapura, e voltar a entrar no país. Myanmar Visto: Cidadãos portugueses precisam de visto para entrar no Myanmar. Este é obtido previamente a partir do site oficial, e-visa. O visto tem a duração de 28 dias, custa 50 USD e tem uma validade de 90 dias após a data de emissão. Com e-visa poderão entrar no país a partir dos três aeroportos principais (Yangon, Naypidaw e Mandalay), bem como por algumas fronteiras terrestres. Porém, em termos de fronteiras terrestres, a legislação está constantemente a mudar pelo que será preferível fazer uma pesquisa antecipada. Extensão: Não são permitidas extensões de visto para o Myanmar. Tailândia Visto:Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar na Tailândia para estadias até 30 dias. Atenção que apenas é permitido entrar no país por via terrestre duas vezes por ano. Já por via aérea o limite é de 6 vezes por ano. Extensão: Quem quiser permanecer mais tempo no país terá que pedir extensão numa das embaixadas do país, antes do prazo expirar. Cada pedido de extensão custa 60 USD e permite permanecer no país por mais 30 dias. Singapura Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar em Singapura para estadias até 90 dias. Extensão: A Singapura prevê a extensão de visto até um máximo de 90 dias após a data de entrada no país. Como portugueses têm um visto de 90 dias acabam por não poder requerer extensão. Deste modo será obrigatório sair do país e voltar a entrar. Timor-leste Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar em Timor-Leste para estadias até 90 dias. Extensão: É possível pedir extensão de visto para Timor-Leste no serviço de emigração em Díli. Este custa 35 USD para uma extensão de 30 dias e 75 USD para 60 dias. Vietname Visto: Cidadãos portugueses precisam de visto para entrar no Vietname. A maioria dos países europeus têm isenção de visto para o Vietname para estadias até 15 dias. Embora Portugal esteja na lista para conseguir isenção de visto, para já ainda não é possível pelo que terás de recorrer à via comum. Caso entres no país por via aérea poderás solicitar o visto à chegada, visa on arrival. Para tal, terás antecipadamente de preencher um formulário online no site oficial sendo que em 2 ou 3 dias úteis receberás uma carta de aprovação. É com ela que, à entrada do país, te concederão o visto. Caso pretendas entrar no país por via terrestre terás de ter já o visto contigo. Para tal, terás de te deslocar a uma embaixada dos países vizinhos e solicitar o mesmo com alguma antecedência. Em ambos os casos são necessárias duas fotografias tipo-passe. O preço base do visto para uma estadia de 30 dias entrada única ronda os 50 USD, mas há várias opções de entradas múltiplas no site oficial. Extensão: O visto para o Vietname poderá ser estendido numa das embaixadas do país. Há várias opções de extensão, consoante o tempo de estadia e o número de entradas permitidas pelo que o preço varia consoante a opção pretendida. Autora: Patrícia Carvalho, Girl from Nowhere

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Roteiro de 10 dias na Malásia e Singapura

Roteiro de 10 dias na Malásia e Singapura

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Malásia e Singapura são dois países da região do Sudeste Asiático que muitos turistas têm atraído nos últimos anos. Se a Malásia é um país de misturas e contrastes dada a sua multiculturalidade, já Singapura é um país moderno e futurista, onde tudo parece ter saído de um filme. Contudo, desengane-se quem pense que Singapura é um país caríssimo para visitar. Em relação aos países vizinhos o custo de vida é bastante alto, mas em comparação aos países europeus Singapura é bastante acessível e bem mais barato do que cidades como Londres, Paris ou Berlim. Neste artigo desenhamos um roteiro de 10 dias na Malásia e Singapura para explorar ambos os países. Mas antes demais não te esqueças de contratar um seguro de vida internacional para que possas viajar em segurança. O que ver em 10 dias na Malásia e Singapura O nosso roteiro começa na cidade-estado de Singapura, que visitarás durante 3 dias para depois viajares até à Malásia e desfrutares de 7 dias a descobrir o país e algumas das suas praias e ilhas. 3 dias – Singapura Singapura é uma das únicas três cidades estado do mundo e, portanto, é relativamente pequena pelo que 3 dias serão mais do que suficientes para a visitar. No primeiro dia sugerimos começar pela Fountain of Wealth, uma fonte situada no meio de um grande complexo empresarial. A 10 minutos a pé daqui fica o Esplanade, bastante famoso por receber inúmeros espetáculos de teatro. Ainda que não queiras assistir a nenhum espetáculo, vale a pena passar por aqui já que terás uma visão espetacular sobre o famoso hotel Marina Bay. Daqui segue em direção à Helix bridge que por sua vez te levará ao shopping do Marina Bay. Mesmo por trás deste estão os famosos jardins luminosos Gardens by the bay. Se quiseres assistir ao show de luzes noturnos, vale a pena confirmar o horário no site oficial. A entrada é gratuita mas se quiseres subir lá cima o preço do ticket será de 8 SGD (dólares de Singapura). Podes também comprar um outro ticket (28 SGD) que te dará acesso não só aos jardins, como a todo o complexo onde existem vários shows e atividades. De seguida, segue para a Waterfront street onde poderás ver o famoso leão Merlion, um dos cartões-postais de Singapura. Para o fim do dia sugerimos o Bar Cé La Vie para poderes relaxar e beber algo. Uma opção interessante para jantar poderá ser um dos restaurantes Michelin tão característicos de Singapura. No segundo dia sugerimos começar pela Little India, um famoso bairro com um estilo bastante diferente. Daqui continua para a Arab Street e deslumbra-te com a Sultan Mosque. Não te esqueças que, se quiseres entrar, deverás cobrir os joelhos e ombros. De seguida sugerimos que sigas até à famosa Hill Street, onde estão concentradas as maiores lojas de luxo de Singapura. Depois vale a pena descansar um pouco e beber algum refresco em Clarke Quay, uma zona de bares e restaurantes com uma vibe muito animada. Se ainda tiveres pernas para andar continua para a Chinatown e aproveita para jantar num dos muitos mercados noturnos conhecidos como Hawker Centres (os mais famosos são o Chinatown complex, Old airport road e Maxwell road). Para o terceiro dia sugerimos a ilha de Sentosa, onde a diversão será garantida. Aqui poderás desfrutar tanto de praias artificiais, saltos de para-quedas e até andar de teleférico. É também em Sentosa que fica o Museu Madame Tussauds e os Estúdios da Universal. Estes são alguns dos locais que recomendamos visitar em Singapura. Na restante parte do dia sugerimos que partas para Kuala Lumpur. Poderás fazê-lo diretamente de avião ou mesmo de autocarro já que existem autocarros a todas as horas a ligar ambas as cidades. A viagem fica por 15 SGD e dura aproximadamente 5h. 3 dias – Kuala Lumpur Kuala Lumpur é uma típica capital asiática. Porém, embora aparentemente confusa e cheia, é bem mais limpa e organizada do que Banguecoque ou Hanói. Para te moveres em Kuala Lumpur sugerimos que utilizes a opção Grab, similar ao uber. É simples, prático e bastante barato em Kuala Lumpur. Se queres descobrir mais informações sobre a Malásia, lê o nosso artigo sobre os 10 factos sobre a Malásia que desconhecias. O dia nesta cidade começa na zona moderna onde estão as tão famosas Petronas Towers. Em frente está um pequeno jardim com um chafariz onde poderástirar imensas fotos e tentar tirar uma fotografia com as torres completas, acredita que não será tarefa fácil já que estas têm 452 m de altura. Dentro do edifício existe também um shopping com uma enorme concentração de lojas de marcas de luxo. Do outro lado das torres fica o KLCC Park, um parque verde com um lago que convida também ao descanso. Poderás também subir ao topo das Petronas e deslumbrar-te com a vista desde lá de cima. Porém, uma opção também bastante fiável será optar por subir à KL Tower, pois não só fica mais barato, como também terás uma vista sobre as Petronas. Depois e para terminar o dia sugerimos um dos imensos Sky Bars onde poderás tomar uma bebida enquanto aprecias o pôr-do-sol do alto de Kuala Lumpur. Alguns dos mais famosos incluem o Heli Lounge Bar, Luna Bar e Marini’s on 57. De seguida segue para a Changkat Bukit Bintang, uma rua de bares e restaurantes bastante famosa. No segundo dia sugerimos que visites a zona mais antiga da cidade. Aqui incluem-se o Central Market onde poderás comprar imensos souvenirs. Logo a seguir fica a famosa Chinatown, também conhecida como Petaling street, com alguns templos chineses e também o templo hindu Sri Mahamariamman. Continua para a zona árabe onde encontrarás o famoso edifício do Sultão Abdul Samad, a antiga estação de comboios Jalan Sultan Hishamuddin a Dataran Merdeka, a principal praça da cidade onde foi proclamada a independência da Malásia. Por fim vale também a pena visitar a zona da Little India – Brickfields e jantar no mercado noturno Alor Street. No terceiro e último dia não poderás deixar de visitar as tão famosas Batu Caves. Estas situam-se a sensivelmente 13 km de Kuala Lumpur, no distrito de Gombak, mas o trajeto até lá de comboio é bastante acessível e utilizado pela maioria dos turistas. Para tal terás apenas de te deslocar à estação de comboios KL Sentral Station e apanhar o comboio Komuter na plataforma 3. A viajem durará em média 45 minutos e terás de sair na paragem designada por Batu Caves. 5 minutos de caminhada e estarás nas famosas escadas coloridas. Leva contigo uma garrafa de água pois tens à tua espera 272 degraus. 2 dias – Penang, George Town Neste roteiro de 10 dias na Malásia e Singapura, a próxima paragem na Malásia será a cidade de George Town, onde poderás fugir um pouco à confusão e poluição das grandes cidades. George Town é uma cidade na ilha de Penang e a melhor forma de lá chegar será de avião desde KL já que os voos internos na Malásia são bastante baratos e muitas vezes mais acessíveis que os preços de autocarro. Outra opção poderá também ser de comboio ou autocarro. Aqui sugerimos que num dos dias aproveites a cidade de George Town, famosa pela sua Street Art. Afinal o seu centro histórico foi considerado Património Mundial pela UNESCO. O melhor será pedires no teu hotel um mapa da cidade, onde costumam estar assinalados os principais pontos com arte de rua. Passeando a pé pelo centro histórico acabarás também por passar por alguns monumentos históricos como o City Hall, Queen Victoria Clock Tower e Fort Cornwalls. A Malásia é um país multicultural, portanto é provável que tropeces a toda a hora em templos, igrejas e mesquitas. Os mais famosos em George Town são a Mesquita Kapitan Keling, a Catedral de Assunção e o templo hindu Sri Mahamatiamman. Vale também a pena visitar os Clan Jetties, o antigo bairro chinês que ainda sobrevive na ilha de Penang. No segundo dia sugerimos uma visita ao Parque Nacional de Penang, as paisagens são incríveis e há vários trilhos para fazer que terminam em praias paradisíacas. Embora seja uma ilha, Penang não tem praias atraentes em comparação com outras ilhas, mas acredita que estas valem a pena. O principal trilho dura cerca de 1h30 e termina numa fantástica praia deserta. Se não quiseres fazer o caminho de volta, poderás utilizar um taxi-boat para regressar. No final do dia assiste ao pôr do sol no Penang Hill e regressa depois à cidade. Sugerimos também que experimentes um dos muitos mercados noturnos como o Chulia Hawker ou o Padang Kota Lama. 2 dias – Langkawi (1ª opção praia) Por fim e como não poderia deixar de ser, reservamos dois dias da tua viagem para ficares pela praia. Langkawi é, a seguir a Penang, a maior ilha da Malásia e, portanto, tem várias estruturas de restaurantes, alojamentos e atividades. A melhor forma de cá chegar desde Penang será diretamente de avião já que Langkawi tem aeroporto. Aqui poderás tirar dois dias para relaxar na praia ou poderás também incluir algumas atividades como tours de snorkeling por algumas ilhas desertas ou mesmo fazer alguns trilhos. Um dos pontos altos de Langkawi é o teleférico, um dos maiores da Malásia que oferece uma visão panorâmica sobre a ilha e termina numa famosa ponte suspensa. Esta ilha é também conhecida por ser dutty free, o que pode atrair alguns turistas viciados em compras. Embora tenha mais estrutura e atividades, Langkawi não oferece praias paradisíacas como a Tailândia. Se estiveres à procura de um local calmo apenas para desligar a mente, continua para a próxima sugestão. 2 dias – Perenthian (2ª opção praia) As Perenthian são um conjunto de pequenas ilhas situadas na costa oeste da Malásia. As duas ilhas principais são Perenthian Besar, tranquila e mais adequada para famílias, e Perenthian Kecil, com um ambiente mais jovem e festivo. Ambas são praias de areia clara e com poucas infra-estruturas, já que aqui não circulam quaisquer veículos motorizados. Esta zona é também muito conhecida pela prática de mergulho já que assenta sobre uma zona de corais. Existem muitas escolas de diving na zona e é uma das principais atividades destas ilhas. Tirando isto aproveita estes dois dias para relaxar, beber um copo num dos muitos bares de praia e para assistir aos magníficos pores do sol. Que te pareceu este roteiro de 10 dias na Malásia e Singapura? Antes de começares a tua viagem, recomendamos que faças uma Consulta do Viajante e tomes as vacinas recomendadas para viajar para o Sudeste Asiático. Autora: Patrícia Carvalho, Girl from nowhere

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10 factos sobre a Malásia que não sabias

10 factos sobre a Malásia que não sabias

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A Malásia é um país que muitas vezes passa ‘debaixo do radar’ no roteiro dos visitantes ao Sudeste Asiático. No entanto, este país maioritariamente muçulmano que divide o continente asiático da Oceânia, é um país cheio de personalidade, particularidades e natureza absolutamente incrível. Se decidires ires explorar essa natureza, aconselhamos-te a que não te esqueças do teu seguro de viagem e verifiques quais as vacinas recomendadas para a Malásia! Hoje trazemos-te 10 factos sobre este país único a não perder numa visita ao Sudeste Asiático que muito provavelmente não conhecias 10 factos desconhecidos sobre a Malásia Desde as montanhas imponentes, às florestas imensas e ilhas paradisíacas… a Malásia é palco de uma biodiversidade única no planeta. Podes encontrar espécies raríssimas, tais como, o tigre da Malásia (simbólico no país), plantas carnívoras e o icónico, mas fortemente ameaçado, orangotango de Bornéu. 1 – Grande multiculturalidade A Malásia é composta por 50% de Malaios, 23% Chineses, 7% Indianos e uma grande variedade de povos indígenas. Esta multiculturalidade apareceu nos tempos coloniais e originou um nível de inglês muito alto e uma tolerância religiosa por todo o país. 2 – Território dividido A Malásia é divida em 2 grandes territórios, a Malásia Peninsular e a parte norte da ilha de Bornéu e centenas de pequenas ilhas. Bornéu é uma ilha partilhada com a Indonésia e Brunei que depois da Gronelândia e da Nova Guiné é a terceira maior ilha do mundo! 3 – As maiores torres gémeas do mundo Petronas Towers situadas na capital Kuala Lumpur são o 6º edifício mais alto do mundo e, depois dos ataques do 11 de Setembro, tornaram-se as torres gémeas mais altas do mundo. Estas torres estão ligadas por uma ponte no 41º andar. 4 – Não existe ‘4º andar’ O som da palavra ‘quatro’ é semelhante à palavra ‘morte’ em chinês e por isso existem muitos edifícios sem 4º andar. Passam directamente do 3º para o 5º ou então é substituído o 4º andar pelo 3ºA. Curioso, não? Portanto em algumas zonas da Malásia este artigo só teria 9 pontos e este ponto não existiria. 5 – A maior flor do mundo Rafflesia é a maior flor do mundo e pode ser encontrada pelas florestas da Malásia. Esta flor pode medir até 1 metro de diâmetro e pesar até 10 kilos. Alguns locais chamam-lhe a flor-cadáver ou flor-carne pelo odor nauseabundo que emite. 6 – … e a maior folha do mundo! A maior folha do mundo também vive na Malásia. Alocasia Macrorrhiza pode ser encontrada na ilha de Bornéu e medir até 3 metros de comprimento e 2 metros de largura. 7 – Um feriado diferente O dia do nascimento do chefe de estado do país (também chamado de rei) é feriado nacional. 8 – Uma das maiores populações das maiores serpentes venenosas do mundo A Malásia tem uma das maiores populações da cobra-real que é a maior serpente venenosa do planeta. Esta espécie de serpente, que pode medir mais de 5 metros de comprimento, está ameaçada por destruição do seu habitat. 9 – A maior gruta do mundo A maior gruta do mundo é também em território Malaio na ilha de Bornéu. A gruta Sarawak tem mais de 700 metros de comprimento e dizem que cabe um avião Boeing 747 lá dentro. Consegues imaginar?! 10 – E claro… a maior rotunda do mundo! A maior rotunda do mundo é em Putrajaya, a capital administrativa da Malásia. Esta rotunda mede mais de 3,5 km de diâmetro e no meio tem edifícios icónicos da cidade e até uma mesquita! Claramente o povo Malaio tem um orgulho muito grande e faz questão de ser os maiores em muita coisa! São certamente factos impressionantes e que tornam este país tão único na Ásia e no mundo! Infelizmente também são dos maiores produtores de óleo de palma o que ameaça muito da sua natureza, mas torcemos para que isso mude para que a sua biodiversidade prospere. Esperemos que estes factos tenham colocado a Malásia na tua bucket list. A verdade é que é um sítio no planeta que merece muito a tua visita Muita da bela natureza da Malásia é também perigosa. Se decidires explorá-la, não arrisques e viaja seguro com a IATI Seguros! Autor: TravelB4Settle

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Koh Rong: o paraíso do Camboja

Koh Rong: o paraíso do Camboja

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Ainda que muita gente não associe o Camboja a um destino paradisíaco, perto da costa de Sihanoukville, encontra-se Koh Rong, a segunda maior ilha do Camboja: um sonho de águas transparentes e areia branca. Hoje desde a IATI trazemos-te algumas dicas para que possas aproveitar esta cantinho de paraíso ao máximo! Contrata o teu seguro de viagens IATI Mochileiro e parte à aventura! Koh Rong: a segunda maior ilha do Camboja O Camboja é internacionalmente conhecido por ser casa do maior complexo religioso do mundo: Angkor Wat, mas existe um mar de outras maravilhas para conhecer e explorar e Koh Rong é isso mesmo, uma daquelas ilhas de filme onde alguém naufragou. Contudo, como sempre, facilmente estes lugares ficam inundados por serviços virados ao turismo e há sempre sítios que devemos evitar se queremos desfrutar da natureza em paz. Transporte Se preferires reservar tudo com antecedência, podes utilizar o site 12go Asia ou o Cambotickets para ver os autocarros desde o sítio onde te encontrar até Sihanoukville e o ferry de Sihanoukville até Koh Rong. Actualmente, com a Camboticket tens um desconto de 10% se fizeres a reserva desde a App, se preferires comprar pessoal existem imensas agências tanto nas cidades como em Sihanoukville para o ferry. Pensa antes do tempo Sendo uma ilha tudo passa a ser mais caro, levantar dinheiro ou mesmo trocar é difícil e não existem muitos supermercados nem uma vasta lista de restaurantes. Por isso podes levantar dinheiro antes de deixar Sihanoukville e recomendamos a que compres alguns snacks para os dias seguintes. Em frente ao porto existe uma barraca de fruta e sumos que é uma opção barata, saudável e sem plástico para pequenos-almoços, compra bastante fruta e leva-a contigo, vai fazer falta. P.s- Podes levar a tua própria caneca ou copo para os sumos e assim evitas copos descartáveis. Evita o porto O porto onde chegam a maioria dos barcos, é onde encontras a maior concentração de bares (onde normalmente há bastantes festas e happy hours), restaurantes e hoté Se preferes algo mais tranquilo para poder aproveitar o cenário tranquilo, podes optar por alojamento noutras partes da ilha, sendo que provavelmente o único sítio para comer vai ser o restaurante do teu alojamento. Experimenta o Nice Foods II Como dissemos antes os preços dos restaurantes vão-te parecer muito diferentes comparados aos que te habituaste pelo resto do país, mas nas ilhas o acesso é menor e é normal acontecer. Para não gastares todo o orçamento das férias em comida, recomendamos que visites este restaurante que é, sem dúvida o mais barato a ilha, gerido por uma família local. Viagem de barco Existem várias opções de tours à volta da ilha, esta é uma ótima opção para conhecer os pontos opostos da ilha, fazer snorkelling, ver o pôr-do-sol e passar um dia no mar enquanto conheces novas pessoas. Caminhadas Não existem estradas e o caminho faz-se ou pelo mato ou pela areia, por isso mesmo esta é a melhor forma de conheceres os cantos à ilha, tem atenção ao repelente de insectos e à lanterna que vais precisar, uma vez que o sol se põe, se estiveres afastado do porto a visibilidade é reduzida. Alojamento Como já referimos, onde ficar depende muito do que procuras, mas se queres algo deserto e paradisíaco afasta-te do porto e procura um bungalow ou uma tenda glamping em frente ao mar, ainda que tenhas de caminhar 40m desde o porto, acordar na praia com o barulho apenas das ondas, vai valer a pena. Se tiveres oportunidade, acorda para o nascer do sol! Aproveita com calma Quer estejas de passagem, a viajar pela Ásia ou numas férias prolongadas, aproveita o lugar incrível onde estás, não é todos os dias que tens a oportunidade de nadar em águas como essa ou de adormecer com o bater das ondas. Agarra um livro, deita-te na cama de rede e relaxa, o mundo pode esperar mais uns dias. Koh Rong é um dos locais que te aconselhamos no nosso roteiro de 10 dias pelo Camboja. Autora: Janete Silva, Flearound

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Os melhores lugares para fazer mergulho na Indonésia

Os melhores lugares para fazer mergulho na Indonésia

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A Indonésia é um paraíso imperdível para os amantes de mergulho. Geograficamente estas ilhas situam-se naquele que é conhecido como o triângulo de coral, a região que abriga a maior variedade de espécies marinhas do mundo. Além disso os preços para esta prática são também bastante apetecíveis. A Indonésia é mesmo considerada como o lugar mais barato para obter a certificação PADI, que depois te dará maior autonomia para explorar a vida subaquática. Neste artigo apresentamos-te os melhores locais da Indonésia para fazer mergulho. Mas antes, não te esqueças de contratar um seguro de saúde internacional para desfrutares da vida marinha com a máxima segurança. Os melhores locais para mergulhar na Indonésia A Indonésia está já bem preparada a nível de escolas de mergulho e de instrutores profissionais, quer para iniciantes como para experts. Caso esta seja a tua primeira vez terás de assistir a uma curta aula onde te serão apresentados os princípios básicos para a prática de mergulho. De seguida farás o batismo de mergulho em piscina e só depois estarás habilitado para ir para o mar. O preço para o batismo e primeiro mergulho no mar ronda em torno de 1 000 000 IDR. Se pretendes obter o certificado PADI existem já vários pacotes de cursos com aulas teóricas e práticas, tanto em piscina como no mar. Estes cursos têm, em média, uma duração de 3 dias com cerca de 4 a 5 mergulhos no mar a diferentes profundidades, desde os 10 aos 30 metros. Os cursos custam cerca de 5 000 000 IDR. Se, por outro lado, já tiveres o certificado poderás fazer diretamente mergulho no mar quantas vezes quiseres. Cada diving custará cerca de 500 000 IDR. Amed, Bali Na ilha de Bali, Amed é, sem dúvida, o melhor lugar para a prática de mergulho. A praia de Jemeluk é o spot principal já que aqui se encontram centenas de corais e peixes tropicais e moluscos como os tridacnas, nudibrânquios e até mesmo o peixe leão. Mas não é só vida marinha que poderás encontrar por aqui. Ainda na praia de Jemeluk existe um templo submerso cercado de corais e numerosos cardumes. Nas proximidades existem também dois barcos naufragados da Segunda Guerra Mundial que atraem a atenção dos turistas, o USS Liberty e o Japanese Shipwreck. A melhor escola de mergulho em Amed é a Adventure Divers Bali. Ilhas Gili As ilhas Gili são também um paraíso para os amantes de mergulho já que é aqui que fica o famoso turtle point que, por recolher certas condições naturais, alberga dezenas de tartarugas marinhas. Poderás ver desde tartarugas-de-pente, de couro, amarelas e verdes. Além disso a posição geográfica destas ilhas é ótima para a prática de mergulho já que a corrente é praticamente inexistente e por isso a visibilidade é excelente. A zona tem também paredes de corais onde podes até conseguir ver alguns tubarões de pequeno porte. A Blue Marlin Dive e a DSM Dive são algumas das escolas mais famosas em Gili Trawangan. Nusa Penida Nusa Penida é uma pequena ilha perto de Bali também muito aconselhada para a prática de mergulho. Especialmente porque é aqui que se localiza o chamado manta point cleaning station. São locais típicos do oceano onde pequenos peixes e parasitas se reúnem e se alimentam da pele morta de mantas e tubarões, sendo, portanto, regiões onde podemos ver estes seres vivos em abundância. Num único mergulho poderás ver dezenas de mantas sendo que estas pode chegar até aos 5 metros de comprimento. Já entre Maio e Outubro é também possível avistar o gigante peixe-lua. Octopus Dive, Blue Corner Dive e Nusa Penida Watersport são algumas das escolas presentes nesta ilha. Flores A ilha das Flores, bem perto da ilha de Komodo, faz também parte dos melhores lugares para fazer mergulho na Indonésia. Aqui a corrente é mais forte, o que traz os nutrientes necessários para alimentar as mais de 1000 espécies de peixes presentes no Parque Nacional de Komodo. Por este motivo, todos os peixes, mantas e tubarões que encontrarás aqui serão de maiores dimensões face às outras zonas. Aqui poderás encontrar mantas, cavalos marinhos, golfinhos, tubarões e até o polvo-de-anéis-azuis. A biodiversidade aqui é imensa, já foram catalogadas cerca de 3200 espécies de peixes e 600 espécies de corais. E ainda hoje se continuam a encontrar novas espécies. Algumas escolas de mergulho na ilha das Flores incluem a Divine Diving e a Dive Komodo. Raja Ampat Raja Ampat tem, oficialmente, o ambiente marinho mais rico e variado de todo o mundo já que fica exatamente no centro do triângulo de coral. Aqui existem cerca de 1 500 espécies de peixes, 500 tipos de corais e mais de 700 espécies de moluscos. Mas Raja Ampat não é para todos. Pouco importa se tens muita ou pouca experiência em mergulho já que aqui, o que realmente importa, é ter dinheiro. Esta ilha fica a noroeste da Nova Guiné e faz já parte da província da Papua Ocidental. Por este motivo, fica extremamente caro voar até lá. As facilidades da ilha não são comparáveis às restantes o que também torna tudo relativamente mais caro. Porém, se for para a tua carteira, certamente terás uma das melhores experiências subaquáticas da tua vida. Outros artigos interessantes sobre a Indonésia: • É seguro viajar para a Indonésia? • Roteiro de 7 dias por Bali • Bali, a ilha dos deuses ou das multidões? • Conhece o lado menos turístico de Bali • Locais a não perder no Sudeste Asiático Autora: Patrícia Carvalho

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Os melhores destinos do Sudeste Asiático: 17 atrações imperdíveis

Os melhores destinos do Sudeste Asiático: 17 atrações imperdíveis

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O Sudeste Asiático é um dos destinos mais populares do mundo, e não é difícil perceber porquê: praias paradisíacas, um povo extremamente hospitaleiro e afável, uma cultura milenar fascinante, paisagens naturais de tirar o fôlego e uma gastronomia absolutamente deliciosa são apenas alguns dos seus atributos mais relevantes. É, para além disso, uma zona do mundo onde é mais barato viajar e mais fácil também, devido aos extremamente bem definidos circuitos turísticos dentro e entre os seus vários países. Depois de escolheres quais destinos queres visitar, é só tratar do seguro de viagem, verificar quais as vacinas que deverias tomar antes de visitar o Sudeste Asiático e partir para a aventura! Os Melhores Destinos do Sudeste Asiático 1. Bangkok, Tailândia Para muitos viajantes, Bangkok é a primeira paragem no Sudeste Asiático — e dá para perceber porquê. A cidade é um dos maiores pontos de entrada da região e oferece uma experiência única, com templos impressionantes, ruas sempre cheias de movimento e uma comida de rua que te vai fazer babar. Bangkok é uma autêntica explosão de sentidos. Desde os vendedores de comida de rua até aos templos icónicos como o Wat Pho e o Grande Palácio, vais sentir-te parte da cultura. A cidade é uma mistura perfeita entre o caos organizado e a paz espiritual. Dica de viagem: Tens de experimentar uma massagem tailandesa em Bangkok. Depois de um dia a explorar a cidade, faz uma paragem num dos spas ou casas de massagem tradicionais. São baratos e vais sair de lá como novo! ✈️ Ficaste curioso? Dá uma olhadela a este artigo: O que ver e fazer em Banguecoque. 2. Ayutthaya, Tailândia – Templos Históricos Ayutthaya, em tempos capital do Reino de Sião, está localizada a apenas uma hora de distância de Bangkok. Esta cidade histórica está repleta de ruínas de templos e edifícios que mantêm viva a memória de outros tempos grandiosos. Talvez reconheças a sua mais famosa escultura: a cabeça de Buda presa numa árvore. 3. Ilhas Phi Phi, Tailândia As Phi Phi Islands são um verdadeiro paraíso tropical, daqueles que vão meter muita inveja no teu Instagram. As ilhas são o local perfeito para snorkelling e mergulho, com recifes de coral coloridos e uma vida marinha vibrante, incluindo tartarugas e cardumes de peixes exóticos. Dica de viagem: Evita as multidões ao visitar Maya Bay fora de época e considera contratar um barco privado para explorar as ilhas de forma mais tranquila. E não percas a oportunidade de experimentar a deliciosa comida local nos pequenos restaurantes à beira da praia! 4. Siem Reap, Camboja – Portal para Angkor Wat Se há um destino que te vai deixar sem palavras, é Siem Reap. Esta cidade é a porta de entrada para Angkor Wat, o maior complexo religioso do mundo e uma das maiores maravilhas arqueológicas. Designado Património da Humanidade pela UNESCO em 1992, é aqui que se encontram as ruínas de templos milenares que faziam parte do Império Khmer entre os séculos IX e XV. Dica de viagem: Levanta-te cedo e assiste ao nascer do sol sobre Angkor Wat – é, sem dúvida, um dos momentos mais mágicos da tua viagem ao Sudeste Asiático. Para uma experiência ainda mais completa, considera contratar um guia local que te conte as histórias e os mitos por trás destes templos incríveis. 5. Phnom Penh, Camboja A capital do Camboja tem uma história complexa e muitas vezes dolorosa. No entanto, é também uma cidade vibrante e em crescimento, que merece ser explorada. O Museu do Genocídio Tuol Sleng e os Killing Fields são locais que contam a história sombria do regime dos Khmer Vermelhos. Depois de um dia a explorares o seu passado, o passeio à beira do Rio Mekong vai dar-te a oportunidade de relaxares. Dica de viagem: Phnom Penh tem uma vida noturna interessante, com bares junto ao rio onde podes desfrutar de uma bebida ao pôr do sol. 6. Hanoi, Vietname A capital vietnamita é conhecida pela sua arquitetura colonial francesa, templos antigos e uma vibrante cultura de rua. O Bairro Antigo de Hanoi é um labirinto de ruas estreitas cheias de história, enquanto o Lago Hoan Kiem oferece um refúgio tranquilo no coração da cidade. Dica de viagem: Faz uma excursão até à Baía de Ha Long, onde vais encontrar as icónicas montanhas que se erguem das águas cor esmeralda. É uma das paisagens mais impressionantes do Sudeste Asiático. • Documentos e requisitos para viajar para o Vietname • Roteiro de 10 dias no Vietname • Halong bay – Cruzeiro no Vietname 7. Ho Chi Minh, Vietname Antiga Saigão, Ho Chi Minh é uma metrópole dinâmica que combina a história com a modernidade. Os famosos Túneis Cu Chi são uma das maiores atrações da cidade. Esta rede de túneis, construída nos anos 60 durante a Guerra no Vietname, chegou a estender-se da cidade até à fronteira com o Camboja e ajudava as tropas vietnamitas a movimentarem-se em segredo durante a Guerra. Dica de viagem: Para te sentires um verdadeiro local, senta-te numa das esplanadas de rua e prova o típico pho ou um banh mi. E não te esqueças do café vietnamita com leite condensado – é uma bomba de sabor e tens de experimentar! 8. Hoi An, Vietname – A Cidade Mais Bonita Hoi An é considerada uma das cidades mais bonitas de todo o Sudeste Asiático, senão mesmo a mais bonita. A zona da cidade histórica está preenchida por lojas, restaurantes e bares que ocupam hoje em dia as antigas casas de mercadores, pescadores e artesãos, que se mantiveram perfeitamente conservadas até ao dia de hoje. Foi classificada Património Mundial pela UNESCO em 1999. 9. Halong Bay, Vietname Classificado como Património Mundial pela UNESCO em 1993, Halong Bay significa em português “a baía do dragão que desce para o mar”. Diz a lenda que as 3000 ilhas de Halong Bay foram criadas por um dragão que ao descer para o mar, raspou com a cauda nas montanhas. Dica de viagem: Recomendamos um tour de barco pela baía durante pelo menos 2 dias com estadia incluída no barco, passeio de kayak, aula de culinária, entre outras atividades para aproveitar ao máximo o local. 10. Luang Prabang, Laos Esta antiga capital do Laos é um destino encantador, conhecido pelos seus templos budistas dourados e pela atmosfera tranquila. As cascatas de Kuang Si, localizadas a poucos quilómetros de Luang Prabang, parecem quase desenhadas por mãos humanas de tão perfeitas que são. As suas águas transparentes são perfeitas para um mergulho nos dias de maior calor. ✈️ 7 razões pelas quais deverias visitar Laos 11. Bagan, Myanmar Bagan é um dos destinos a não perder numa viagem por Myanmar. Com mais de 2000 templos, Bagan fascina os seus visitantes com o seu ambiente místico, a sua extensa área verde e história milenar. Dica de viagem: Não percas a oportunidade de ver o nascer do sol do topo de um dos templos ou (caso o orçamento o permita) de um balão de ar quente. 12. Yangon, Myanmar A antiga capital de Myanmar é famosa pela impressionante Pagoda Shwedagon, uma das mais sagradas do país. A cidade oferece uma mistura fascinante de arquitetura colonial britânica e tradições budistas. Dica de viagem: Prova o mohinga, um dos pratos típicos de Myanmar. É uma sopa de peixe com noodles, super popular entre os locais e uma verdadeira delícia! Deixamos-te ainda um roteiro de 10 dias pelo Myanmar para que possas começar a preparar esta aventura. 13. Kuala Lumpur, Malásia A capital da Malásia é a mistura perfeita entre tradição e modernidade. Kuala Lumpur é famosa pelas suas Torres Petronas, mas a cidade tem muito mais para oferecer além do seu horizonte futurista. Desde templos hindus nas Batu Caves até aos mercados de comida de rua de Jalan Alor, KL é uma cidade onde podes vivenciar a verdadeira diversidade cultural do Sudeste Asiático. Dica de viagem: Explora a Little India e Chinatown para sentires o contraste de culturas, e não te esqueças de experimentar o nasi lemak, o prato nacional da Malásia. 14. Batu Caves, Malásia As Batu Caves são uma das maiores atrações religiosas na Malásia. Este local de celebração hindu está localizado a cerca de 30 minutos de comboio de Kuala Lumpur. Na base da sua grande escadaria com 272 degraus encontras a maior estátua da divindade hindu Murugan do mundo, com 42 metros de altura. Todos os anos (entre o fim de janeiro e início de fevereiro) as Batu Caves são alvo de uma peregrinação em massa por ocasião do festival Thaipusam. 15. Singapura – Gardens By The Bay Singapura tem um ambiente totalmente diferente do que se vive nos outros países do Sudeste Asiático. Tem um ambiente bastante mais ocidentalizado do que os seus países vizinhos e é orientada por uma série de regras que fazem com que seja um dos locais mais limpos e seguros do mundo. Os Gardens by the Bay, localizados junto à baía de Singapura, são uma das suas maiores atrações, apresentando-se como um verdadeiro oásis de 101 hectares, construído pelo Homem, no meio de uma cidade preenchida por arranha-céus. Dica de viagem: Não percas também o espetáculo noturno de luzes e música épica das Super Trees. 16. Bali, Indonésia Bali, ou a “Ilha dos Deuses”, é daqueles destinos que não podes mesmo perder no Sudeste Asiático. Além de ser famosa pelas praias paradisíacas, cultura e espiritualidade, é também um destino super acessível — perfeito para quem quer viajar bem sem gastar muito. Bali é o equilíbrio perfeito entre aventura e relax. Tens as ondas perfeitas para surfar em Uluwatu e, em Ubud, encontras a paz total com os retiros de yoga e meditação. Os templos, como o icónico Tanah Lot, dão-te um vislumbre da tradição hindu muito presente na ilha. E o melhor de tudo? As experiências são todas bem em conta, desde a comida deliciosa aos tratamentos de spa. Dica de viagem: Em Ubud, explora as plantações de arroz e pára num dos cafés locais para provar o famoso café Luwak. E já que estás por lá, aproveita para marcar uma aula de yoga ou um tratamento de spa com vistas para a selva. Alguns artigos que te podem ajudar a planear os teus dias em Bali: • As melhores praias de Bali: 8 sítios a não perder • Onde encontrar a melhor comida de rua em Bali • Conhece o lado menos turístico de Bali 17. Ijen Crater, Indonésia (Java) Já imaginaste o que seria assistir de perto a um espetáculo de luzes azuis a saírem diretamente da cratera de um vulcão? Para assistir a este espetáculo só terás de viajar até à ilha de Java, na Indonésia, e fazer um trekking de cerca de 2h45 até à cratera Ijen. A luz azul provém do gás sulfúrico que é emitido a cerca de 600ºC. Atrações Imperdíveis Templos e Sítios Religiosos • Angkor Wat (Camboja) – O maior complexo religioso do mundo • Templos de Bagan (Myanmar) – Mais de 2000 templos históricos • Templos de Ayutthaya (Tailândia) – Antiga capital do Reino de Sião • Batu Caves (Malásia) – Santuário hindu com escadaria de 272 degraus • Wat Pho e Grande Palácio (Bangkok, Tailândia) Maravilhas Naturais • Halong Bay (Vietname) – 3000 ilhas cársticas • Kuang Si Waterfall (Laos) – Cascatas de águas turquesa • Ijen Crater (Indonésia) – Vulcão com chamas azuis • Ilhas Phi Phi (Tailândia) – Paraíso tropical • Gardens By The Bay (Singapura) – Jardins futuristas Cidades Históricas • Hoi An (Vietname) – Cidade histórica mais bonita da região • Luang Prabang (Laos) – Antiga capital real • Ayutthaya (Tailândia) – Ruínas da antiga capital • Bagan (Myanmar) – Planície dos templos Experiências Culturais • Cu Chi Tunnels (Vietname) – História da Guerra do Vietname • Mercados flutuantes (Tailândia) – Comércio tradicional • Massagem tailandesa (Tailândia) – Relaxamento tradicional • Culinária de rua – Em todos os países da região Quando visitar o Sudeste Asiático A melhor altura para visitar o Sudeste Asiático varia conforme o país, mas geralmente: • Época seca (novembro a março): Ideal para a maioria dos destinos • Época das chuvas (maio a outubro): Menos turistas, preços mais baixos, mas possível chuva Dicas essenciais para a tua viagem Preparação Antes da Viagem • Verifica os requisitos de visto para cada país • Informa-te sobre as vacinas recomendadas • Contrata um seguro de viagem adequado • Leva repelente de insetos e protetor solar Durante a Viagem • Respeita os costumes locais e tradições religiosas • Regateando é comum nos mercados • Experimenta a comida de rua (com precaução) • Mantém-te hidratado e protegido do sol • Leva sempre contigo uma cópia dos documentos importantes Transportes • Os voos low-cost conectam facilmente os países • Autocarros e comboios são opções económicas • Motas e tuk-tuks são ideais para distâncias curtas • Apps de transporte como Grab funcionam bem na região Seguro de Viagem IATI Mochileiro: o teu companheiro no Sudeste Asiático Viajar pelo Sudeste Asiático é uma experiência incrível, mas como qualquer aventura, deve ser feita com segurança. O IATI Mochileiro é o seguro de viagem ideal para os aventureiros que querem explorar esta região fascinante sem preocupações. Porque Escolher o IATI Mochileiro? O IATI Mochileiro foi especialmente concebido para aqueles que saem para ver o mundo sem saber ao certo por que países irão passar ou a duração da sua viagem. É perfeito para viagens ao Sudeste Asiático, combinando uma elevada cobertura médica com proteção para atividades de aventura. Características Principais: • Cobertura médica até 1.000.000€ – Tranquilidade total em caso de emergência médica • Mais de 60 desportos e atividades de aventura cobertas – Desde mergulho até trekking • Mergulho até 40m de profundidade – Ideal para explorar os recifes de coral das Filipinas ou Tailândia • Caminhadas até 5.400m de altura – Perfeito para trekkings nas montanhas do Nepal ou Vietname • Cobertura de busca e salvamento – Essencial para atividades em locais remotos Destinos Recomendados: O IATI Mochileiro é especialmente recomendado para: • Países do Sudeste Asiático: Índia, Nepal, Tailândia, Vietname, Indonésia, Filipinas • América Latina: México, Costa Rica, Peru, Colômbia, Brasil, Argentina • África: Quénia, Tanzânia, Madagáscar, África do Sul Opções Adicionais: • Cobertura de cancelamento opcional: Até 2.000€ (deve ser contratada até 7 dias após reservar a viagem) • Suplemento IATI AirHelp: Indemnização até 600€ por problemas com voos • Flexibilidade única: Pode ser adquirida mesmo depois do início da viagem (com período de carência de 72 horas) Importante Saber: • Não é válida para pessoas com mais de 70 anos • Para a cobertura de cancelamento, existe um período de espera de 72 horas Porque Precisas de Seguro no Sudeste Asiático? Viajar pelo Sudeste Asiático, embora seja relativamente seguro, apresenta alguns riscos específicos: 1. Atividades de aventura: Mergulho, snorkeling, trekking, escalada 1. Condições climáticas: Época das monções, calor extremo 1. Alimentação: Adaptação à comida local pode causar problemas digestivos 1. Transportes: Acidentes com motas, autocarros ou embarcações 1. Cuidados médicos: Custos elevados em hospitais privados O IATI Mochileiro garante que podes desfrutar de todas as aventuras que o Sudeste Asiático oferece com total tranquilidade, sabendo que estás protegido em qualquer situação. Não vás embora sem ler os nossos artigos sobre o Sudeste Asiático: • Informações úteis para viajar para o Sudeste Asiático • Mochila para o Sudeste Asiático: como podes preparar a tua • Qual é a melhor altura para viajar para o Sudeste Asiático?

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Vacinas para viajar ao Sudeste Asiático

Vacinas para viajar ao Sudeste Asiático

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Estás a preparar essa grande viagem pela qual esperaste tanto tempo. Tens os voos, a mala praticamente feita, compraste o guia e já tens o melhor seguro de viagens para estar coberto em caso de problemas. Mas, de repente, és assaltado por uma nova dúvida. Tenho de tomar alguma vacina para viajar pelo Sudeste Asiático? Quais? São obrigatórias? Hoje vamos responder a todas as tuas perguntas para que saibas quais são as vacinas necessárias para viajar ao Sudeste asiático. Que vacinas preciso para viajar pelo Sudeste asiático? Para te facilitar a vida, deixamos aqui uma lista das vacinas necessárias para os países mais visitados e, de seguida, falaremos um pouco sobre cada uma delas. Relembramos que esta informação é para ser utilizada como um guia para preparar a tua viagem, mas a última palavra sobre a tua saúde deve ser sempre a do teu médico. Utiliza esta página para saber quais as vacinas que precisas, mas tem em conta que, dependendo do teu historial, poderão recomendar-te algumas variações no teu centro de vacinação. Vacinas para viajar para a Tailândia – Vacinas obrigatórias para viajar à Tailândia: Febre amarela, no caso de ter estado nos últimos 12 meses num país com risco de contágio. – Vacinas recomendadas para viajar à Tailândia: Hepatite B, Febre tifoide, Tétano/Difteria e VASPR. No caso de estadias longas, também a da Hepatite A, que se contagia através do sangue ou por transmissão sexual. Vacinas para viajar pelo Camboja – Vacinas obrigatórias para viajar ao Camboja: Febre amarela, no caso de ter estado nos últimos 12 meses num país com risco de contágio. – Vacinas recomendadas para viajar ao Camboja: Hepatite A, Febre tifoide, Tétano/Difteria, Raiva, Cólera, Hepatite B, Encefalite japonesa, VASPR. Vacinas para viajar pelo Laos – Vacinas obrigatórias para viajar ao Laos: Febre amarela, no caso de ter estado nos últimos 12 meses num país com risco de contágio. – Vacinas recomendadas para viajar ao Laos: Hepatite A, Febre tifoide, Tétano/Difteria, Raiva, Cólera, Hepatite B, Encefalite japonesa e Meningite. Vacinas para viajar pelo Myanmar – Vacinas obrigatórias para viajar ao Myanmar: No caso de ter estado num país com risco de contágio de Febre Amarela, esta vacina será necessária. – Vacinas recomendadas para viajar ao Myanmar: Hepatite A, Febre tifoide, Tétano/Difteria, Raiva, Cólera, Hepatite B, Encefalite Japonesa e Meningite. Vacinas para viajar pela Indonésia – Vacinas obrigatórias para viajar à Indonésia: No caso de ter estado num país com risco de contágio de Febre Amarela, esta vacina será necessária. – Vacinas recomendadas para viajar à Indonésia: Hepatite A, Hepatite B, Tétano/Difteria, Encefalite Japonesa, Febre Tifoide e Gripe. Vacinas para viajar pela Malásia – Vacinas obrigatórias para viajar à Malásia: No caso de ter estado num país com risco de contágio de Febre Amarela, esta vacina será necessária. – Vacinas recomendadas para viajar à Malásia: Hepatite A, Hepatite B, Encefalite Japonesa, Febre Tifoide e Raiva. Vacinas para viajar pelas Filipinas – Vacinas obrigatórias para viajar pelas Filipinas: Febre amarela, no caso de ter estado nos últimos 12 meses num país com risco de contágio. – Vacinas recomendadas para viajar pelas Filipinas: VASPR, Febre Tifoide, Poliomielite, Encefalite Japonesa, Raiva, Cólera, Hepatite A, Hepatite B e Tétano/Difteria. Vacinas para viajar pelo Vietname – Vacinas obrigatórias para viajar ao Vietname: Febre amarela, no caso de ter estado nos últimos 12 meses num país com risco de contágio. – Vacinas recomendadas para viajar ao Vietname: Hepatite A, Febre tifoide, Tétano/Difteria, Raiva, Cólera, Hepatite B, Encefalite Japonesa, Meningite e VASPR Informação sobre as vacinas mais comuns necessárias para viajar pelo Sudeste Asiático Cólera – Esta vacina só costuma ser recomendada se pensas viajar para zonas, sobretudo rurais, onde esta doença é endémica. Não costuma ser necessária se só vais visitar os locais mais turísticos. Febre Amarela – Deves ter reparado que, em todos os países que mencionamos nesta lista de vacinas para o Sudeste Asiático, repetimos muitas vezes a Febre Amarela. Mas não, a doença não está presente em nenhum destes países. E é exatamente por isso que é obrigatório tomar esta vacinas, para que a doença não se propague. Deverás tomar a vacina para a Febre Amarela se estiveste nos últimos 12 meses em algum país no qual se possa apanhar esta doença. Consulta esta página para saber que países são. De certeza que ficarás surpreendido por encontrar na lista alguns países como a Argentina. Encefalite Japonesa – Esta doença é contraída através da picadura de um mosquito, muito presente nos pântanos e em zonas como os arrozais. Para além da vacina, é recomendável levar uma boa dose de repelente de insetos. Raiva – É muito comum encontrar cães vadios por todo o Sudeste Asiático e muitos deles costumam ser portadores de Raiva. Também poderás contrair esta doença pela mordida de um macaco. Se vais viajar para países onde provavelmente te encontres com estes animais, não duvides e vacina-te. Hepatite A e B – A grande maioria das pessoas já contam com a vacina da Hepatite B, já que está incluída no calendário de vacinação da grande maioria dos países. A Hepatite A pode ser contraída por via sanguínea e transmissão sexual, ainda que não seja tão comum. A Hepatite B, por sua vez, é contraída através de alimentos ou água em mau estado. Tétano – Também está incluída no plano nacional de vacinação. Contagia-se através de cortes com materiais oxidados. Mais vale prevenir que remediar e estas vacinas podem poupar-te muitas dores de cabeça. Por esse motivo, viajar com seguro médico para o Sudeste Asiático é a garantia perfeita para que, perante qualquer problema, possas ter uma solução rápida e efetiva. O IATI Mochileiroé um dos favoritos de quem decide visita estes países. Oferece-te a melhor cobertura médica, e também cobre atividades como o mergulho e o trekking. E agora que já sabes tudo o que precisas sobre as vacinas obrigatórias para cada um dos diferentes países, porque não dar uma vista de olhos aos nossos artigos sobre o Sudeste Asiático? Artigo traduzido por Susana Almeida

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