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As 7 Maravilhas do Mundo Moderno

As 7 Maravilhas do Mundo Moderno

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Já alguma vez ficaste hipnotizado por aquelas fotografias impossíveis do Cristo Redentor ao pôr-do-sol? Ou sentiste um arrepio só de imaginar os gladiadores a lutar no Coliseu? A verdade é que as 7 maravilhas do mundo moderno têm esse poder quase mágico de nos transportar através do tempo e do espaço. No artigo de hoje queremos levar-te a passear por cada uma destas maravilhas, para que as conheças, desfrutes da sua história e decidas qual a próxima que vais visitar! As 7 Maravilhas do Mundo Moderno Tudo começou com os gregos antigos, que sempre tiveram aquele jeito especial para identificar grandeza. Foram eles que criaram a primeira lista das sete maravilhas do mundo antigo, e desde então que andamos fascinados por esta ideia de catalogar o extraordinário. Mas o que faz exactamente de algo uma maravilha do mundo? Não é só o tamanho (embora impressione!). Tem de ser aquela construção que te deixa plantado no chão, de boca aberta, a pensar “como raio conseguiram fazer isto?”. É preciso que desperte essa sensação de espanto que só experimentamos quando nos deparamos com algo verdadeiramente excepcional. Cada maravilha do mundo funciona como uma janela para a alma de uma civilização. São como livros gigantes escritos em pedra, mármore e pura determinação humana. A importância das 7 maravilhas do mundo Vamos ser sinceros contigo. Estas maravilhas são muito mais que spots fotogénicos para o Instagram (embora as fotos sejam mesmo espectaculares). São pontes emocionais entre nós e os nossos antepassados, lembretes tangíveis de que os seres humanos sempre foram capazes de coisas extraordinárias. Pensa nisso: cada monumento representa gerações inteiras que dedicaram as suas vidas a criar algo que durasse para sempre. E funcionou! Séculos depois, continuamos aqui, maravilhados com o que conseguiram alcançar. Além disso, estas estruturas movimentam economias inteiras. Há cidades que vivem literalmente do turismo gerado por uma única maravilha do mundo moderno. É impressionante como uma estátua ou um templo podem sustentar milhares de famílias. Diferenças entre as maravilhas do mundo antigo e moderno A diferença principal? O processo democrático, por assim dizer. Enquanto as maravilhas do mundo antigo foram escolhidas por uns quantos intelectuais gregos, as novas sete maravilhas do mundo resultaram de uma votação global gigantesca. Foi uma organização suíça chamada New Open World Corporation que organizou esta eleição planetária, recebendo mais de 100 milhões de votos de todas as partes do mundo. Imagina só pessoas desde o Brasil até à China a votar nos seus monumentos favoritos! Das sete maravilhas antigas, apenas a Grande Pirâmide de Gizé sobreviveu ao teste do tempo. As outras? Terramotos, guerras, negligência… O tempo não perdoa! Mas deixaram-nos algo precioso: a inspiração para continuarmos a sonhar em grande. As 7 Maravilhas do Mundo Moderno Cristo Redentor: a estátua mais icónica do Rio de Janeiro Ah, o Cristo Redentor! Esta estátua consegue algo que poucos monumentos alcançam: torna-se parte da identidade de uma cidade inteira. Quando pensas no Rio de Janeiro, é impossível não visualizar aqueles braços abertos no topo do morro do Corcovado. Inaugurada em 1931, tem 30 metros de altura e fica a 710 metros acima do nível do mar. Mas as medidas não captam a emoção que sentes quando a vês pela primeira vez. É como se toda a cidade se curvasse perante aquela presença. A viagem de comboio até lá em cima? Pura magia. Atravessas a Floresta da Tijuca enquanto a expectativa cresce a cada curva. E quando finalmente chegas… bem, há momentos na vida que as palavras simplesmente não chegam. ✈️ Itinerário de viagem de 15 dias para o Brasil Machu Picchu: ruínas da cidade inca no Peru Se há algo que nos deixa completamente fascinados é como Machu Picchu conseguiu permanecer escondida durante séculos. Esta “cidade perdida dos incas” é um mistério envolvido numa paisagem de cortar a respiração. Construída no século XV, a 2.400 metros acima do nível do mar, representa o auge da engenharia inca. As pedras encaixam com uma precisão que faria inveja aos melhores pedreiros de hoje, e tudo isto sem uma pinga de cimento! Chegar lá não é propriamente fácil nem rápido. Podes fazer a Trilha Inca (prepara as pernas!) ou apanhar o comboio desde Cusco. Qualquer que seja a tua escolha, garantimos-te que assim que vires aquelas ruínas a aparecer no meio da neblina matinal será inesquecível. ✈️ É seguro viajar para o Peru? Chichén Itzá: o legado da civilização maia Os maias eram verdadeiros génios da matemática e astronomia, e Chichén Itzá é a prova viva disso. Esta antiga cidade na península de Yucatán é como um livro de ciências a céu aberto. A Pirâmide de Kukulkan é a estrela do espectáculo. Durante os equinócios, a sombra projectada cria a ilusão perfeita de uma serpente a descer as escadas. Consegues imaginar o nível de precisão necessário para calcular isso há mais de mil anos? E é que o complexo tem muito mais para oferecer. O maior campo de jogos de bola da Mesoamérica, o Observatório onde estudavam as estrelas, o Cenote Sagrado onde faziam oferendas aos deuses… Cada canto deste complexo espectacular conta uma história diferente sobre uma das civilizações mais avançadas das Américas. ✈️ O que ver e fazer em Cancún Coliseu: o grandioso anfiteatro de Roma O Coliseu de Roma é daqueles monumentos que carregam o peso da História nos seus arcos de pedra. Imagina só: há dois mil anos, 50.000 pessoas enchiam estas bancadas para assistir a combates de gladiadores! Construído no século I d.C., este anfiteatro era uma verdadeira maravilha tecnológica. Tinha elevadores, alçapões, um sistema complexo de drenagem… Até batalhas navais simuladas conseguiam organizar ali! Os romanos não brincavam quando se tratava de entretenimento. ✈️ Como visitar o Coliseu romano: bilhetes, preços, horários e conselhos Taj Mahal: a maravilha do mundo em mármore branco Se existe uma história de amor escrita em pedra, é o Taj Mahal. O imperador Shah Jahan mandou construir este mausoléu para a sua esposa Mumtaz Mahal, que morreu durante o parto. Vinte e dois anos de trabalho, mais de 20.000 artesãos, tudo por amor. O mármore branco muda de cor ao longo do dia como se tivesse vida própria. Rosa ao nascer do sol, dourado ao meio-dia, prateado sob o luar… É como se o próprio monumento respirasse com as horas que passam. A verdade é que nenhuma fotografia consegue captar a elegância desta maravilha. Os jardins perfeitamente simétricos, os canais de água que reflectem a cúpula, cada detalhe pensado para criar uma visão do paraíso na Terra. ✈️ Como visitar o Taj Mahal? Petra: a cidade perdida na Jordânia Petra é pura cinematografia natural. Aquele momento em que emerges do Siq (um corredor estreito de 1,2 quilómetros entre rochas) e te deparas com o Tesouro esculpido na parede rosa… é de deixar qualquer um sem palavras. Os nabateus que criaram esta cidade perdida entre o século 4 a.C. e o século 2 d.C. eram verdadeiros mestres da arte e do comércio. Petra era o ponto de encontro das caravanas que ligavam a Arábia ao Mediterrâneo, uma Nova Iorque do mundo antigo. E é que o sítio arqueológico é imenso! Centenas de túmulos, casas, templos, até um anfiteatro para 3.000 pessoas. As ruínas de Petra estendem-se por quilómetros, cada recanto revelando novos segredos desta civilização extraordinária. ✈️ Guia para visitar Petra: o que ver na cidade perdida dos nabateus Grande Muralha da China: obra-prima da engenharia antiga Quando se fala da Grande Muralha da China, os números são simplesmente estonteantes. Mais de 21.000 quilómetros serpenteando pelo norte da China: é como dar meia volta ao planeta! Ao contrário do que muita gente pensa, não é uma muralha única mas sim um sistema complexo construído ao longo de séculos. Torres de vigia, fortalezas, portões… tudo pensado para defender o império das invasões do norte. E há aquele mito de que se vê do espaço? Bem, não é bem assim. Mas continua a ser uma das estruturas mais visitadas do mundo, e caminhar sobre esta maravilha do mundo moderno é sentir o peso de séculos de história sob os pés. Conhecer as 7 Maravilhas do Mundo Dicas para visitar as maravilhas do mundo moderno Vamos partilhar contigo algumas lições: planear é meio caminho andado. Cada uma destas maravilhas tem os seus truques e peculiaridades. Por exemplo, se queres visitar Machu Picchu durante a época seca (maio a setembro), é melhor reservares com meses de antecedência. O número de visitantes diários é limitado. Já o Taj Mahal? Evita os fins-de-semana se não gostas de multidões! Uma coisa que faz toda a diferença é contratares guias locais certificados. Não só conhecem histórias fascinantes que não encontras em lado nenhum, como também te ajudam a navegar pelas armadilhas turísticas. Acredita, vale cada cêntimo. O que esperar ao visitar cada maravilha Cada destino tem a sua personalidade própria. No Cristo Redentor, prepara-te para multidões (especialmente aos fins-de-semana), mas também para vistas de cortar a respiração sobre toda a baía do Rio de Janeiro. Em Machu Picchu, a altitude pode pregar-te partidas. Leva tempo para te aclimatares e não te esqueças de muito protetor solar. A intensidade do sol a essa altitude não brinca! O Coliseu? Duas horas chegam para a visita básica, mas se gostas realmente no Império Romano, reserva o dia todo para explorares também o Fórum Romano nas redondezas. Petra merece pelo menos um dia inteiro. Há sempre mais um túmulo para descobrir, mais uma escultura escondida numa parede rochosa. É viciante! E quais são as 7 maravilhas do mundo antigo? Já que falámos tanto das modernas, vale a pena recordar as originais. A lista das 7 maravilhas foi criada pelos antigos gregos, sempre com aquele olho clínico para identificar grandeza. Incluía a Grande Pirâmide de Gizé (a única sobrevivente!), os Jardins Suspensos da Babilónia, a Estátua de Zeus em Olímpia, o Templo de Ártemis em Éfeso, o Mausoléu de Halicarnasso, o Colosso de Rodes e o Farol de Alexandria. A Grande Pirâmide continua lá, firme e forte na necrópole de Gizé, desafiando os milénios. Construída cerca de 2580-2560 a.C., foi o edifício mais alto do mundo durante quase 4.000 anos. Não é impressionante? As restantes desapareceram, vítimas do tempo, terramotos ou guerras. Mas deixaram-nos algo precioso: a inspiração para continuarmos a sonhar em grande escala. Viaja seguro enquanto visitas as Maravilhas do Mundo Quando planeias conhecer as 7 maravilhas do mundo moderno, a segurança deve ser sempre uma prioridade. Na IATI Seguros, compreendemos a importância de viajares com tranquilidade, sabendo que estás protegido em caso de qualquer imprevisto. Cada destino apresenta os seus próprios desafios e riscos. Desde a altitude elevada em Machu Picchu, que pode causar mal de altitude, até às multidões no Coliseu ou no Taj Mahal, onde existe risco de pequenos furtos. Alguns destinos, como Petra, exigem caminhadas longas em terreno irregular, enquanto outros, como o Cristo Redentor, podem ter condições meteorológicas imprevisíveis. Um seguro de viagem adequado da IATI cobre não apenas despesas médicas urgentes, mas também cancelamentos de viagem, perda de bagagem, atrasos de voos e muito mais. Os nossos seguros são especificamente desenhados para diferentes tipos de viagem, desde escapadelas de fim de semana a aventuras de várias semanas pelos destinos mais remotos do mundo. Não deixes que um imprevisto arruíne a tua viagem aos monumentos mais extraordinários do planeta. Com a IATI Seguros, podes concentrar-te no que realmente importa: criar memórias inesquecíveis enquanto exploras estas maravilhas que representam o melhor da criatividade e engenhosidade humanas. Lembra-te: viajar é uma das experiências mais enriquecedoras da vida, mas fazê-lo com segurança torna cada momento ainda mais especial. Escolhe a IATI e descobre o mundo com total tranquilidade.

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Documentos e requisitos para viajar para a Jordânia em 2025

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6 minutos de leitura

Quais são agora os documentos e requisitos para viajar para a Jordânia? Muitos viajantes têm questões e é normal com tantas mudanças provocadas pela pandemia. Para resolver estas dúvidas e para que não tenhas problemas quando chegares ao país, na IATI Seguros elucidamos-te sobre toda a documentação para viajares para a Jordânia em 2025 e outros detalhes para preparares a tua aventura. Se ainda faltar algum tempo para a tua viagem, não te esqueças de ir verificando a informação com frequência, pois estamos constantemente a atualizar o nosso blogue. Continua a ler para saberes mais sobre os requisitos para viajar agora para a Jordânia. Seguro de viagem para a Jordânia, um requisito obrigatório Viajar com seguro para a Jordânia é agora um requisito obrigatório. O conselho de turismo Jordano (Visit Jodan) é muito claro a este respeito e, além disso, o Ministério dos Negócios Estrangeiros, nas suas recomendações para viagens a este país, aponta também o seguinte: “Existem hospitais e clínicas privadas de boa qualidade na capital, Amã, e em alguns centros urbanos. É comum os doentes terem de pagar qualquer tratamento no local (…) É aconselhável viajar para a Jordânia com um seguro médico completo, que pode incluir repatriamento, uma vez que os custos de hospitalização e tratamento são muitas vezes extremamente elevados. Podem exceder 5.000 euros por dia em casos de hospitalização na UCI ou tratamento cirúrgico”. Se contratar um seguro de viagem já é importante em qualquer viagem, tornou-se agora fundamental e de senso comum. Ninguém gosta de se encontrar noutro país com um problema de saúde, especialmente em tempos de pandemias e vírus a surgir. O IATI Mochileiro é o teu melhor aliado na Jordânia. Este seguro cobre despesas médicas até 500.000 euros, desde uma simples visita ao médico por uma diarreia até à hospitalização por acidente. Por outro lado, o IATI Mochileiro é um seguro concebido para viajantes off-road, pelo que tem uma cobertura alargada para desportos de aventura. Também estaremos lá para ti se estiveres a planear mergulhar no Mar Vermelho ou caminhar no Wadi Rum. A estes pode acrescentar-se outras coberturas para atrasos de voos, roubo de bagagem ou se precisares de ser repatriado, sem teres de pagar dinheiro antecipadamente ou pagar franquia. Não hesites mais e viaja em segurança com a IATI. Adquire o teu agora: Documentos para viagens à Jordânia Numa situação normal, o documento de viagem mais importante para a Jordânia é o teu passaporte. Não é válido transportar apenas o teu cartão de cidadão e deves verificar se o teu passaporte é válido durante pelo menos 6 meses no momento da entrada na Jordânia. O Ministério dos Negócios Estrangeiros salienta que ter um carimbo israelita no teu documento não é normalmente uma barreira à entrada na Jordânia, embora dependa das autoridades fronteiriças. Preciso de um visto para viajar para a Jordânia? Para além de um passaporte, é necessário um visto para viajar para a Jordânia. No entanto, não tens de te preocupar muito, pois podes obter um no aeroporto de Amã ou na maioria dos postos fronteiriços, seja por terra, mar ou ar. O visto da Jordânia é um visto de entrada única e permite-te 30 dias no país. Custa 40 dinares jordanos (aproximadamente 48 euros), embora valha a pena considerar a compra de um “Jordan Pass” através deste website oficial antes da tua viagem. Isto isenta-te de ter de pagar um visto se passares pelo menos 3 noites no país e permite-te o acesso a cerca de 40 atrações turísticas sem teres de pagar mais, incluindo Petra. Os preços começam em 70 dinares. Se quiseres ficar mais tempo, podes renovar o teu visto numa esquadra da polícia. As autoridades sanitárias solicitam que aqueles que permanecem mais de 2 meses sejam submetidos a testes de SIDA. Continua a ler para saber mais. Requisitos para viajar de Portugal para a Jordânia em 2025 Atualmente, os requisitos para viajar de Portugal para a Jordânia são os seguintes: • Passaporte válido por pelo menos 6 meses a partir da entrada na Jordânia. • Visto: este pode ser obtido à chegada ao país ou pode ser dispensado através da compra de um Jordan Pass. • Fazer um seguro de viagem para a Jordânia. Este é um requisito obrigatório, tal como declarado pelas autoridades Jordanas Anteriormente, era necessário fazer um PCR antes de viajar e outro à chegada. No entanto, a 1 de Março 2022 estes requisitos para viajar para a Jordânia foram abandonados e agora é muito mais simples. As vacinas são necessárias para viajar para a Jordânia? Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros, não há vacinações obrigatórias para as viagens à Jordânia. A Fundação IO sublinha que, para além das vacinas gerais recomendadas antes da viagem (tétano, difteria, tosse convulsa, hepatite B e MMR), são recomendadas vacinas contra a febre tifóide, hepatite A, raiva, cólera, meningite meningocócica, gripe e pneumococo, dependendo da natureza da viagem e para pessoas em grupos de alto risco. É portanto aconselhável visitares um centro internacional de vacinação com antecedência. Carta de condução para a Jordânia Se planeias alugar um carro ou mota durante a tua viagem, deves estar ciente de que um dos documentos exigidos para a Jordânia é uma carta de condução internacional. Pode ser facilmente obtida num balcão IMT, com um custo de 30€. O Ministério dos Negócios Estrangeiros aconselha-te a ter extremo cuidado ao viajar, pois em caso de acidente, podes acabar por ser convocado para tribunal e por vezes processado. Perguntas mais frequentes sobre documentos de viagem para a Jordânia De que precisas para viajar de Portugal para a Jordânia? Em situações normais, só precisarás de um passaporte válido com 6 meses de validade a partir da data de chegada à Jordânia. Podes requerer um visto diretamente no país. Preciso de visto para a Jordânia? Quanto custa o visto para a Jordânia? Sim, mas podes obtê-lo diretamente à chegada. Custa 40 dinares jordanos. Se fores turista e passares mais de 3 noites no país, vale a pena considerar a compra de um Jordan Pass. Os preços começam em 70 dinares e está isento de taxas de visto e inclui a entrada em mais de 40 atrações turísticas. As vacinas são necessárias para viajar para a Jordânia? Não, as vacinas não são um requisito para viajar para a Jordânia. Esperamos ter clarificado os requisitos para viajar para a Jordânia. Lembra-te de reunir toda a documentação para evitar quaisquer problemas à chegada. Nós na IATI estamos cientes da situação em constante mudança, por isso estamos constantemente a atualizar os nossos artigos. Verifica mais tarde para ver se há quaisquer alterações. Viajar com seguro é um requisito obrigatório para a Jordânia, mas também essencial para explorar o mundo com tranquilidade. Portugal e a Jordânia não têm quaisquer acordos de seguro de saúde, pelo que, em caso de acidente, serás responsável pelos custos e logística. Quer se trate de um simples acidente como uma entorse no tornozelo ou uma indigestão, ou uma hospitalização devido à covid-19, ter o apoio logístico e financeiro da melhor companhia de seguros de viagem é primordial. O IATI Mochileiro é o teu melhor companheiro para explorar a Jordânia. Esta apólice oferece-te uma cobertura de despesas médicas até 500.000 euros. Além disso… Irás viajar com a paz de espírito de que estaremos sempre ao teu lado se o teu voo for atrasado ou cancelado, se a tua bagagem for roubada ou se tiveres de ser repatriado. Se ao planeares a tua viagem tiveres medo de que algo a estrague, podes também contratar uma cobertura de cancelamento. Graças a isto, receberás até 6.000 euros para despesas incorridas durante o planeamento e que não poderás recuperar no caso de não conseguires realizar a viagem por uma das razões enumeradas na apólice. Faz agora o teu seguro com a IATI e viaja com paz de espírito:

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Quais são agora os documentos e requisitos para viajar para a Jordânia? Existem documentos especiais? Muitos viajantes têm dúvidas sobre estas questões e é normal com tantas mudanças provocadas pela pandemia. Para resolver estas dúvidas e para que não tenhas problemas quando chegares ao país, na IATI Seguros elucidamos-te sobre toda a documentação para viajares para a Jordânia em 2025. Se ainda faltar algum tempo para a tua viagem, não te esqueças de ir verificando a informação com frequência, pois estamos constantemente a atualizar o nosso blogue. Continua a ler para saberes mais sobre os requisitos para viajar agora para a Jordânia. Seguro de viagem para a Jordânia, um requisito obrigatório Viajar com seguro para a Jordânia é agora um requisito obrigatório. O conselho de turismo Jordano (Visit Jodan) é muito claro a este respeito e, além disso, o Ministério dos Negócios Estrangeiros, nas suas recomendações para viagens a este país, aponta também o seguinte: “Existem hospitais e clínicas privadas de boa qualidade na capital, Amã, e em alguns centros urbanos. É comum os doentes terem de pagar qualquer tratamento no local (…) É aconselhável viajar para a Jordânia com um seguro médico completo, que pode incluir repatriamento, uma vez que os custos de hospitalização e tratamento são muitas vezes extremamente elevados. Podem exceder 5.000 euros por dia em casos de hospitalização na UCI ou tratamento cirúrgico”. Se contratar um seguro de viagem já é importante em qualquer viagem, tornou-se agora fundamental e de senso comum. Ninguém gosta de se encontrar noutro país com um problema de saúde. O IATI Mochileiro é o teu melhor aliado na Jordânia. Este seguro oferece as melhores coberturas médicas, desde uma simples visita ao médico por uma diarreia. Por outro lado, o IATI Mochileiro é um seguro concebido para viajantes off-road, pelo que tem uma cobertura alargada para desportos de aventura. Também estaremos lá para ti se estiveres a planear mergulhar no Mar Vermelho ou caminhar no Wadi Rum. A estes pode acrescentar-se outras coberturas para atrasos de voos, roubo de bagagem ou se precisares de ser repatriado, sem teres de pagar dinheiro antecipadamente ou pagar franquia. Não hesites mais e viaja em segurança com a IATI. Adquire o teu agora: Documentos para viagens à Jordânia Numa situação normal, o documento de viagem mais importante para a Jordânia é o teu passaporte. Não é válido transportar apenas o teu cartão de cidadão e deves verificar se o teu passaporte é válido durante pelo menos 6 meses no momento da entrada na Jordânia. O Ministério dos Negócios Estrangeiros salienta que ter um carimbo israelita no teu documento não é normalmente uma barreira à entrada na Jordânia, embora dependa das autoridades fronteiriças. Preciso de um visto para viajar para a Jordânia? Para além de um passaporte, é necessário um visto para viajar para a Jordânia. No entanto, não tens de te preocupar muito, pois podes obter um no aeroporto de Amã ou na maioria dos postos fronteiriços, seja por terra, mar ou ar. O visto da Jordânia é um visto de entrada única e permite-te 30 dias no país. Vale a pena considerar a compra de um “Jordan Pass” através deste website oficial antes da tua viagem. Isto isenta-te de ter de pagar um visto se passares pelo menos 3 noites no país e permite-te o acesso a cerca de 40 atrações turísticas sem teres de pagar mais, incluindo Petra. Os preços começam em 70 dinares. Se quiseres ficar mais tempo, podes renovar o teu visto numa esquadra da polícia. As autoridades sanitárias solicitam que aqueles que permanecem mais de 2 meses sejam submetidos a testes de SIDA. As vacinas são necessárias para viajar para a Jordânia? Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros, não há vacinações obrigatórias para as viagens à Jordânia. A Fundação IO sublinha que, para além das vacinas gerais recomendadas antes da viagem (tétano, difteria, tosse convulsa, hepatite B e MMR), são recomendadas vacinas contra a febre tifóide, hepatite A, raiva, cólera, meningite meningocócica, gripe e pneumococo, dependendo da natureza da viagem e para pessoas em grupos de alto risco. É portanto aconselhável visitares um centro internacional de vacinação com antecedência. Carta de condução para a Jordânia Se planeias alugar um carro ou mota durante a tua viagem, deves estar ciente de que um dos documentos exigidos para a Jordânia é uma carta de condução internacional. Pode ser facilmente obtida num balcão IMT, com um custo de 30€. O Ministério dos Negócios Estrangeiros aconselha-te a ter extremo cuidado ao viajar, pois em caso de acidente, podes acabar por ser convocado para tribunal e por vezes processado. Perguntas mais frequentes sobre documentos de viagem para a Jordânia De que precisas para viajar de Portugal para a Jordânia? Em situações normais, só precisarás de um passaporte válido com 6 meses de validade a partir da data de chegada à Jordânia. Podes requerer um visto diretamente no país. Preciso de visto para a Jordânia? Quanto custa o visto para a Jordânia? Sim, mas podes obtê-lo diretamente à chegada. Custa 40 dinares jordanos. Se fores turista e passares mais de 3 noites no país, vale a pena considerar a compra de um Jordan Pass. Os preços começam em 70 dinares e está isento de taxas de visto e inclui a entrada em mais de 40 atrações turísticas. Quais são os requisitos para viajar para a Jordânia? Apenas é necessário preencher um formulário. As vacinas são necessárias para viajar para a Jordânia? Não, as vacinas não são um requisito para viajar para a Jordânia. Esperamos ter clarificado os requisitos para viajar para a Jordânia. Lembra-te de reunir toda a documentação para evitar quaisquer problemas à chegada. Nós na IATI estamos cientes da situação em constante mudança, por isso estamos constantemente a atualizar os nossos artigos. Verifica mais tarde para ver se há quaisquer alterações. Viajar com seguro é um requisito obrigatório para a Jordânia, mas também essencial para explorar o mundo com tranquilidade. Portugal e a Jordânia não têm quaisquer acordos de seguro de saúde, pelo que, em caso de acidente, serás responsável pelos custos e logística. Quer se trate de um simples acidente como uma entorse no tornozelo ou uma indigestão, ou uma hospitalização, ter o apoio logístico e financeiro da melhor companhia de seguros de viagem é primordial. O IATI Mochileiro é o teu melhor companheiro para explorar a Jordânia. Esta apólice oferece-te as melhores coberturas médicas, tais como hospitalização. Além disso, viajarás também com a paz de espírito de que estaremos sempre ao teu lado se o teu voo for atrasado ou cancelado, se a tua bagagem for roubada ou se tiveres de ser repatriado. Se ao planeares a tua viagem tiveres medo de que algo a estrague, podes também contratar uma cobertura de cancelamento. Faz agora o teu seguro com a IATI e viaja com paz de espírito:

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Amã: O que ver e fazer num único dia

Amã: O que ver e fazer num único dia

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Mesmo que o teu sonho seja visitar a icónica Petra, não te esqueças de passar algum tempo também na capital da Jordânia e arredores. O que ver e fazer em Amã num dia? Esta cidade, embora bastante moderna, possui vários monumentos históricos que não podes perder. A IATI, líder em seguros de viagens online, vai propor-te um roteiro que se divide em duas partes: um passeio histórico-cultural pela manhã e uma caminhada mais casual pela mais moderna Amã, de tarde. Amã, a capital da Jordânia Esta cidade tem cerca de 4 milhões de habitantes e é considerada uma das populações mais liberais do Médio Oriente. O nome de Haman foi dado pelos amonitas no s. XIII AC que chamaram a cidade de “Rabbath Amon” (que significa “Grande cidade dos filhos de Ammon”). A cidade foi posteriormente conquistada pelos assírios, persas e gregos, até que finalmente caiu nas mãos dos romanos. No séc. III AC, o Faraó Ptolomeu II Filadélfia deu o seu nome à região e assim a cidade foi renomeada Filadélfia. Também fazia parte da Decápolis, uma liga de dez cidades do Império Romano que funcionava como cidades-estado. Durante a era omíada, a cidade recuperou seu nome original de Amã. Como podemos constatar, passaram por esta região imponentes civilizações! Cidadela de Amã e Museu Arqueológico da Jordânia Se te consideras um amante da história, não podes perder a Cidadela de Amã e os seus 7.000 anos de história. Este local é um compêndio da história de várias civilizações: as ruínas de um templo romano dedicado a Hércules, os restos de um palácio omíada do século VIII que preserva a sua cúpula azul restaurada, uma antiga cisterna de água, uma igreja bizantina … Além disto, existe também o Museu Arqueológico da Jordânia, com algumas peças de grande importância para a história do país. Além de aprender mais sobre a Jordânia, a visita à Cidadela também é obrigatória pelas incríveis vistas que terá de lá para Amã, uma cidade que se ergue sobre 7 colinas. As casinhas brancas estão aglomeradas e podemos apreciar, de forma surpreendente, o traçado labiríntico e totalmente caótico das ruas. É seguro viajar para a Jordânia? Descobre tudo o que precisas de saber neste artigo! O Teatro Romano em Amã Quando Amã ainda era conhecida como Filadélfia, como toda a cidade romana que se preze, tinha o seu próprio teatro. A sua capacidade e decoração mostram-nos o quão importante deve ter sido a vila naquela época. Sobe aos seus degraus mais altos: a vista panorâmica do complexo, construído no século II, é verdadeiramente impressionante! Ao lado dele encontras um pequeno odeon da mesma época do teatro e também um pequeno, mas muito interessante Museu de Tradições. Esta visita também te dará uma nova perspetiva sobre a Jordânia, uma vez que aqui foram colecionadas informações sobre a vida ancestral dos beduínos e também os usos e costumes da sociedade jordaniana de hoje. Sem dúvida, imperdível numa visita a Amã num único dia. Cidade de Amã (Centro) Após as visitas mais histórico-culturais, convidamos-te a descobrires o lado mais moderno e cosmopolita da tua visita de um dia a Amã. O centro da cidade é caótico e animado. O ponto de partida para te perderes nas suas ruas é a Mesquita Al-Husseini. A um passo de distância, encontras vários bazares e um grande mercado de rua (aberto de dia e à noite) onde podes procurar e experimentar os produtos locais. Pode ser uma ótima opção para uma pequena pausa para o almoço! Aproveita para descobrir e saborear a deliciosa culinária jordaniana. Rua arco-íris Se não ficaste convencido com nenhum produto local no mercado, a outra opção é ir para a Rainbow Street. Vais-te sentir “em casa”, já que esta área da capital é muito moderna e totalmente ocidentalizada. Lá encontrarás inúmeras pizzarias, hambúrgueres e cafés com um ambiente mais cosmopolita. Mesquita do Rei Abdallah I Antes de deixar a capital do Reino Hachemita da Jordânia, um pouco mais longe do centro está a espetacular Mesquita do Rei Abdallah I. Esta mesquita tem uma impressionante cúpula azul que se tornou o emblema da capital. Foi construída na década de oitenta e tem capacidade para 3.000 fiéis. O seu interior é semelhante ao de qualquer outra mesquita, porém vale a pena visitá-la à noite, pois, com a iluminação, seus minaretes de aspecto futurista vão deixar-te sem palavras. Outras excursões à periferia Lembra-te, antes de saíres de Amã, que desde a capital também poderás fazer muitos passeios interessantes. Assim, depois de riscares da tua lista as coisas essenciais para ver e fazer em Amã num único dia, podes escolher as seguintes propostas: • A uma hora de Amã fica o Mar Morto. Encontrará na capital inúmeras opções de passeios de um dia. Poderá testar os incríveis efeitos do seu lodo na pele e divertir-se com a incrível flutuabilidade das suas águas altamente salinas. • Outra visita que não deves perder é Jerash (Gerasa). Este sítio arqueológico, ruínas de uma antiga cidade romana que fazia parte da Decápolis como Amã, não tem nada a invejar a lugares como Hierápolis ou Éfeso (na Turquia), o Partenon (na Grécia) ou Pompéia (na Itália). Também podes reservar passeios de um dia a partir de Amã. Jerash fica a uma hora e meia da capital. • Outra das visitas mais típicas é visitar Madaba e o Monte Nebo, lugares emblemáticos da religião cristã, a apenas 40 minutos de Amã. Madaba, conhecida como a Cidade dos Mosaicos, possui um importante mapa da época bizantina: a cartografia mais antiga da Terra Santa e de Jerusalém. Quanto ao Monte Nebo, é um pico que é mencionado várias vezes nas Escrituras e, por isso, é considerado um local sagrado para os fiéis. Do seu cume, em dias claros, poderás ver Jerusalém à distância. Artigo escrito por Sandra Candal, de El Viaje de mi vida

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Guia para visitar Petra: o que ver na cidade perdida dos nabateus

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A cidade de Petra é uma daquelas maravilhas do mundo que todos deveriam visitar nas suas vidas. E embora esta frase soe como um cliché muito banal, desta vez não é um exagero. Não é nem mais nem menos do que uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno. Petra impressiona, tanto pelas fotos, filmes e documentários que viu antes de chegar, como ao vivo. Este monumento é o destaque de qualquer viagem à Jordânia, destino para o qual damos duas dicas fundamentais: faça um seguro de viagem com o qual viajar protegido e adquira o Jordan Pass, documento que inclui o visto de entrada no país e um grande número de visitas de interesse, como a própria visita a Petra. Um bom guia para visitar Petra deve consistir em pelo menos dois dias. E é que embora a face mais conhecida de Petra seja a famosa fachada do que se conhece como “o Tesouro”, na realidade Petra é muito mais do que isso. A sua extensão é enorme. Se dedicar um único dia a esta visita, provavelmente só conseguirá ver a fachada de cima. Para contextualizar este monumento, convém mencionar que não se sabe exatamente quando Petra foi edificada, mas que seu momento de maior esplendor foi no século I AC. como a capital do Império Nabateu. Foi a pedra angular de uma rota comercial pela qual circulavam mercadorias valiosas, e sua importância foi tal que chegou a hospedar uma população de mais de 30.000 pessoas. Posteriormente, passou a fazer parte do Império Romano, e depois do Bizantino, sendo seriamente destruída por um terramoto em 363. As rotas comerciais mudaram, a cidade foi esquecida e em meados do século 7 apenas os beduínos mais próximos sabiam da sua existência. No início do século XIX, em 1812, o explorador suíço Jean Louis Burckhardt redescobriu Petra ao entrar na área vestido como um homem muçulmano, após ganhar a confiança dos beduínos da região. A partir daí Petra abriu-se para o Ocidente e hoje é um dos lugares mais visitados do mundo. O que fazer em Petra no primeiro dia de visita Qualquer bom guia para visitar Petra dará este conselho: levante-se cedo. Percorrerá muitos quilómetros a pé, possivelmente ao sol e com temperaturas elevadas, por isso quanto mais cedo começar melhor, de forma a poder aproveitar as horas mais frescas e se livrar das multidões atraídas por esta série de monumentos. Para começar com toda a alegria, “não deixe para amanhã o que pode fazer hoje”, e, só por precaução, recomendamos que dedique o seu primeiro dia de visita em Petra aos seus locais mais emblemáticos. O Siq O Siq é um estreito desfiladeiro de pedra que dá acesso a Petra, uma passagem natural sinuosa tão estreita que mesmo em alguns pontos já não se consegue ver o céu. A sua formação deu-se por deslocamentos tectónicos, não por erosão, e embora não seja o único acesso à zona arqueológica, é a principal, a mais famosa e a mais recomendada. O Tesouro O Tesouro é o elemento mais famoso de Petra. O seu nome verdadeiro é Al Khazna e o termo “tesouro” vem de uma antiga lenda que afirmava que um tesouro estava escondido na sua urna superior. Em Petra existem muitas outras fachadas como esta, mas sem dúvida esta é a mais bonita porque o seu estado de conservação é excepcional, e também a sua localização no meio do canyon e no final do Siq tem algo de mágico. Tem quase 40 metros de altura e é esculpido em detalhes. Estima-se que tenha sido esculpido no século I AC. e é praticamente perfeito. Uma verdadeira maravilha para onde quer que deambule o seu olhar. O Teatro Conforme percorre este passeio por Petra, chegará ao teatro. É o único teatro conhecido que não é construído, mas esculpido na rocha, e é de origem nabateia. Posteriormente, os romanos se encarregaram de ampliá-lo e teria na altura capacidade para cerca de 4.000 pessoas distribuídas em três níveis de arquibancadas. Por se tratar da própria rocha da montanha, ela está completamente camuflada e a área do cenário é a mais deteriorada. As Tumbas Reais Ao sairmos do teatro, chegamos às Tumbas Reais, a maior área coberta por fachadas em Petra. No total, temos quatro fachadas diferentes, uma ao lado da outra, de enormes dimensões. São conhecidos como Urna, Coríntia, Seda e Palácio, sendo este último o maior de todos, pois já teve até cinco pisos com diferentes estilos decorativos. Sem dúvida são espetaculares, mas o seu estado de conservação é delicado, pois sofreram muito com a erosão e por isso não parecem tão perfeitos quanto o Tesouro. Rua das colunas Continuamos o nosso caminho pela estrada principal de Petra e chegamos à Calle Columnada. É o melhor lugar para imaginar Petra como uma verdadeira cidade e não apenas como um local funerário, pois esse é o verdadeiro propósito das fachadas que vemos de um lado e do outro: para acolher sepulturas. Na rua Columnada percorremos a antiga estrada da cidade, onde certamente se concentrava a área comercial, deixando de lado as colunas que ainda existem. O Mosteiro Como já vos dissemos, em Petra é preciso caminhar muito, e a subida ao Mosteiro coloca-nos todos à prova. Mas o esforço vale a pena, pois é um dos lugares mais bonitos deste guia para visitar Petra. O nome deste monumento é Ad Deir, data do século 2 DC. e com 47 metros de largura e 48 metros de altura, é a maior fachada de Petra. Para lá chegar terá de ultrapassar um desnível de cerca de 800 degraus em 2,5 quilómetros, mas as vistas de cima são uma verdadeira maravilha. O que fazer em Petra no segundo dia de visita Se seguir os passos deste guia para visitar Petra no segundo dia, pode passá-lo parando em alguns locais que deixou para trás no primeiro dia e subindo até alguns dos melhores miradouros de toda a zona arqueológica. Além disso, não deve perder o show Petra by Night, no qual o Tesouro é iluminado por velas. Só é comemorado às segundas, quartas e quintas-feiras, por isso um segundo dia em Petra pode garantir-lhe a entrada neste espectáculo. Os pontos de vista do tesouro Assim que começar seu segundo dia de visita em Petra, bem cedo, pode aproveitar para subir até dois dos miradouros que oferecem as melhores vistas do Tesouro, os favoritos dos instagrammers. O acesso a um deles é feito pela parede que se ergue em frente à fachada do Tesouro, é fácil, rápido e oferece uma vista de meia altura. Mas se contornar a montanha, passando em frente às Tumbas Reais, pode subir até o topo do maciço rochoso que permite ver o Tesouro de cima. Em ambos os casos, aliás, encontrará uma casa de chá beduína estrategicamente localizada. O Altar dos Sacrifícios Em Petra existem mais locais de interesse do que as suas famosas fachadas, e o Altar dos Sacrifícios é um bom exemplo disso. Espera-o uma boa subida, novamente para chegar a esta área sagrada, mas quando chegarmos ao topo poderemos descansar ao lado da área cerimonial onde antes eram realizados sacrifícios de animais. Daqui também teremos uma das melhores vistas da cidade de Petra. O grande templo Terá passado pelo este monumento no dia anterior, mas é agora, no segundo dia, que o encorajamos a explorar cuidadosamente o Grande Templo. Está localizado próximo à Calle Columnada e com seus 7.000 m² é o maior monumento arqueológico de Petra. Vale a pena explorar as salas, colunas e áreas sagradas deste complexo nabateu do século I AC, se olhar com atenção encontrará alguns vestígios de alvenaria e pinturas a fresco nos seus recantos mais distantes. O Templo Qasr al-Bint Muito perto do Grande Templo, seguindo o caminho como se se dirigisse ao Mosteiro, encontra-se o templo Qasr al-Bint. Apesar de ter sido criado no século 1 AC., vários dos seus muros de 23 metros de altura ainda estão de pé, razão pela qual é considerado o principal e mais importante templo de Petra Nabateia. Para muitos, é o edifício que merece a maior admiração de todo o complexo. A Igreja Conforme mencionado anteriormente neste guia para visitar Petra, a cidade foi nabateia, depois romana e depois bizantina. E é a esta época, do Império Bizantino, que pertencem os restos mortais da igreja que podemos encontrar em Petra. Não está longe da rua com colunatas, é do século V DC. e vale a pena contemplar o espetacular mosaico que cobria todo o seu piso. O Centro de Visitantes Por fim, antes de sair de Petra, não deixe de visitar o seu Centro de Visitantes, mesmo que seja para passar apenas alguns minutos. Graças ao seu Museu poderá dar forma a tudo o que viu no terreno, com uma infinidade de material didáctico e multimédia que o ajudará a compreender Petra como a cidade comercial muito importante que foi. Além de lhe facultar um contexto histórico, também poderá desfrutar de uma exposição completa com as peças mais bem preservadas que surgiram nas escavações. Nenhum guia para visitar Petra estaria completo sem o seu Centro de Visitantes. Artigo escrito por Roberto Ruiz, do El Mundo Patas Arriba

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