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Conselhos para viajar para os Estados Unidos

Conselhos para viajar para os Estados Unidos

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O grande momento está a aproximar-se! Esta lista de conselhos para viajar para os Estados Unidos vai facilitar-te muito a vida na realização desta grande viagem que tanto desejas. Aqui encontrarás as informações práticas necessárias para que a tua visita ao país seja um sucesso. Cidades emblemáticas como Nova Iorque, estradas icónicas como a Route 66, parques nacionais mundialmente famosos como Yellowstone ou eventos desportivos como a SuperBowl são apenas a ponta do icebergue que leva milhões de pessoas a rumar a este destino todos os anos. Graças a estes conselhos para viajar para os Estados Unidos que preparámos para ti, vai ser tudo muito mais fácil. Tudo pronto? Vamos começar! Descobre quais os documentos necessários para esta viagem Em primeiro lugar, esta lista de conselhos para uma viagem aos Estados Unidos da América deve começar pelo mais importante, os documentos obrigatórios para entrares no país. A partir de hoje, estes são os que deves levar contigo: • Passaporte: Quer se trate de uma viagem de turismo, estudo ou trabalho, o passaporte é obrigatório e não poderás viajar só com o teu Bilhete de Identidade. Também é importante ter em conta que o passaporte deve ser válido por pelo menos 6 meses a partir da data de entrada no país e ter 2 páginas livres. • Bilhete de saída: É também essencial que tenhas um bilhete para deixar o país. Se estás a planear uma viagem longa e não sabes quando vais sair do país, é aconselhável comprar um bilhete de avião barato para qualquer lugar, de modo a poderes apresentá-lo no controlo de imigração. Caso contrário, se chegares sem bilhete de partida, serás deportado de volta para o teu país de origem sem a mínima consideração. • Visto: Se o motivo da tua viagem é o turismo e vais ficar menos de 90 dias nos Estados Unidos, não precisas de visto. No entanto, neste caso, é obrigatório requereres a autorização ESTA. E por último mas não menos importante: • ESTA: O ESTA (Electronic System for Travel Authorization) é um requisito obrigatório. Uma dica importante para viajar para os Estados Unidos é solicitá-lo com bastante antecedência para que, no caso de te ser negado, possas resolver o incidente antes da tua viagem. O ESTA permite-te viajar até 90 dias consecutivos no país e é válido por 24 meses. Assim, se viajares novamente para os Estados Unidos nos próximos 2 anos, não precisarás de o requerer de novo. Se precisares de mais conselhos em relação aos documentos consulta este artigo: Documentos e Requisitos para viajar para os Estados Unidos. Viajar em segurança nos Estados Unidos, os melhores conselhos Como sabes, este é um dos países mais caros do mundo em termos de cuidados de saúde. Um pequeno acidente, uma doença que no teu país seria barato de tratar, ou exames médicos de rotina podem fazer com que as faturas sejam de milhares de euros e arruinar completamente a tua viagem. Eis um pequeno exemplo: • Transferência de ambulância, entre 400€ e 1.200€. • Cuidados de urgência, entre 150 e 3.000€. • Uma radiografia, entre 150€ e 3.000€. • Cirurgia para apendicite, a partir de 35 000€ • Tornozelo partido, entre 17.000€ e 35.000€. Seguro de viagem para os Estados Unidos Como vês, são valores astronómicos que deves evitar a todo o custo. Por esta razão, o próprio Ministério dos Negócios Estrangeiros insiste em várias ocasiões, na sua página sobre o país, na importância vital de ter um seguro de viagem para os Estados Unidos para garantir a melhor proteção do início ao fim desta viagem, a fim de evitares este tipo de despesas. O IATI Estrela é o melhor seguro para este destino e, graças à sua cobertura de assistência médica muito elevada, garante-te o acesso aos melhores especialistas do país sem que tenhas de pagar um único dólar do teu bolso. Além disso, este seguro vai muito além da saúde e também te cobrirá em todos os casos que podem ocorrer numa viagem deste tipo. Assim, também estaremos ao teu lado, com grande cobertura, em casos como roubo, problemas com a tua bagagem, incidentes de transporte ou, entre muitos outros, se precisares de ser repatriado (algo que vale milhares e milhares de euros). Agora já percebes porque é que o seguro internacional é uma dica de viagem essencial para viajar para os Estados Unidos? Pois bem, ainda mais há! Graças ao Complemento de Cancelamento de Viagem, podes reaver o teu dinheiro se tiveres de cancelar a tua viagem por qualquer um dos muitos motivos cobertos pela apólice – vale bem a pena e já ajudou milhares de viajantes a reaver o seu dinheiro! Não arrisques nos Estados Unidos e faz já o teu seguro agora: Aluguer de automóveis e carta de condução internacional Em muitos destinos do mundo, recomendamos sempre a utilização de transportes públicos para ires para diferentes cidades, mas aqui a história é diferente. Os Estados Unidos são um país “desenhado para conduzir”. Obviamente, se fores percorrer longas distâncias, viajarás de avião, mas a forma mais confortável de te deslocares é com o teu próprio carro alugado. Estas dicas para conduzir nos EUA vão ajudar-te: • Carta de condução: como o Ministério dos Negócios Estrangeiros indica no seu website, as cartas de condução portuguesas não são válidas nos EUA (regra geral). Por conseguinte, é necessário que tenhas uma Carta de Condução Internacional. No entanto, como os diferentes estados do país têm leis diferentes, terás também de levar contigo a tua carta de condução portuguesa. Nalguns locais é obrigatório levar ambas as cartas e noutros, como na Califórnia, por exemplo, apenas a portuguesa é aceite. • Idade para conduzir: Cada Estado tem regras diferentes. Se és um jovem viajante ou se viajas em família e tencionas pôr um dos teus filhos a conduzir, é importante saber que há Estados onde a idade mínima para conduzir é 25 anos. Informa-te com antecedência para não teres uma surpresa desagradável que possa estragar a tua viagem. • Cartão de crédito obrigatório: Tal como noutros destinos como o México ou a Colômbia, é obrigatório ter um cartão de crédito onde a empresa possa bloquear um depósito que será utilizado no caso de acontecer alguma coisa ao carro. Os cartões de débito não serão úteis para este efeito. Cartões sem taxas nos Estados Unidos O dinheiro é outra parte muito importante desta viagem. Vais gastá-lo em alojamento, alimentação, transportes, atividades… mas podes evitar gastar dinheiro quando se trata de pagar ou levantar dinheiro do banco. Há alguns anos, a única opção era trocar dinheiro num banco português (o que obrigava a viajar com dólares). Quando se tratava de utilizar um cartão bancário, havia dois problemas: era preciso pagar uma comissão elevada para o utilizar no estrangeiro e, em muitos casos, a taxa de câmbio aplicada era muito desfavorável. Felizmente, hoje em dia existem vários cartões bancários que não cobram nenhuma destas comissões. O seu funcionamento é muito simples: carrega-se com o dinheiro que se quer e usa-se no estrangeiro sem medo de “perder dinheiro ao usar o seu dinheiro”. Por isso, o nosso conselho para viajar para os Estados Unidos neste sentido é adquirires um par deles e, enquanto estiveres no país, paga tudo o que puderes com um cartão para evitar depender de dinheiro. Planeia bem o teu itinerário Viajar para os Estados Unidos assemelha-se mais a “Viajar para a Europa” do que a “Viajar para o país X”, devido ao vasto território que abrange. Por esta razão, é essencial que planeies o teu itinerário antes da viagem (para além do facto de te poder ser pedido pela imigração quando entras no país). Por este motivo, preparámos para ti alguns guias detalhados com os quais poderás organizar a tua viagem na perfeição. Não os percas: • Havaí: Itinerário de viagem, 10 dias no paraíso • As melhores cidades dos Estados Unidos • Dicas para organizar a Rota 66 • Dicas para viajar para Nova York: 20 truques para a tua primeira viagem • Os 6 parques mais bonitos dos EUA • Top 5 locais a não perder em Miami • Como visitar o Grand Canyon Descobre mais dicas no nosso arquivo dos Estados Unidos! Bagagem para os Estados Unidos, o que levar? Dependendo da zona do país que vais visitar e da época do ano, é óbvio que vais precisar de um determinado tipo de vestuário. Nova Iorque no Natal é sinónimo de frio e o Grand Canyon no verão é sinónimo de calor. Para além do vestuário, que será diferente para cada itinerário, eis algumas coisas que deves levar na tua mala ou mochila para os Estados Unidos: • Cópia dos teus documentos: Nunca se sabe quando e porque é que se vai precisar deles e, no caso de precisar, é importante tê-los sempre à mão. Por isso, é essencial que tenhas um par de cópias em papel e uma cópia digital (no telemóvel ou na nuvem) de documentos como o passaporte, o ESTA, o seguro de viagem para os Estados Unidos, as reservas de alojamento e os voos. • Adaptador de tomada: As tomadas elétricas nos Estados Unidos são diferentes das da Europa. Por conseguinte, precisarás de um adaptador que possas também utilizar noutras viagens. Tem em conta que a voltagem nos Estados Unidos é de 120 V em vez de 220 V, pelo que os teus aparelhos poderão demorar mais tempo a carregar. • Cadeado TSA: Nos aeroportos dos Estados Unidos, os controlos de bagagem são efetuados de forma aleatória. Se tiveres utilizado um cadeado normal para proteger a tua mala, este será quebrado sem pensar duas vezes. Por isso, uma dica útil para viajar para os Estados Unidos é adquirir um dos chamados cadeados TSA. Para além de serem seguros, podem ser abertos pelas autoridades fronteiriças sem terem de os destruir. Mais alguns itens para levares na tua mala… • Bateria externa: Vais passar por cidades impressionantes que vais querer fotografar com o teu telemóvel, ligares-te à Internet e utilizares o GPS. Para não ficares sem bateria a meio do dia, é muito útil viajar com uma power bank que te permita carregar a qualquer altura. • Aplicações: Não é algo que vás literalmente levar na tua bagagem, mas é algo que vais levar contigo. É muito útil ter uma aplicação de tradução se não fores fluente na língua e descarregar mapas dos locais que vais visitar, para não dependeres de wi-fi ou de cobertura. Google Maps e Maps Me são os nossos dois favoritos. Voos baratos para (e através) dos Estados Unidos Tanto para os voos internacionais para os Estados Unidos como para os voos domésticos através do país, quanto maior for a antecedência com que comprares os teus bilhetes, maior será a probabilidade de encontrares melhores preços. Ao contrário da Europa, onde, graças às companhias aéreas de baixo custo, é possível atravessar o continente a preços muito baixos, aqui os voos são muito mais caros. Esquece a ideia de fazer um “coast to coast” por 100 euros. A gorjeta é obrigatória É assim que as coisas são, quer queiramos quer não. Aqui, a gorjeta é obrigatória em qualquer bar ou restaurante (mesmo nos táxis ou nos paquetes dos hotéis, por exemplo). Por muito que se veja um preço na ementa de um restaurante, é preciso acrescentar os impostos (que aqui seria o IVA) e a gorjeta. Normalmente, esta já está incluída na fatura, mas pode ser alterada. É esperado que deixes uma gorjeta de 15-20%. Uma gorjeta de 10% pode ser entendida como um sinal de que o serviço não foi correto e recusar-se a pagar uma gorjeta pode mesmo levar a problemas e discussões. Uma dica para viajar para os Estados Unidos, para tornar a tua estadia mais agradável, é aceitar que este é o caso desde o início. Por muito zangado ou injusto que te sintas pelo facto de os empregadores pagarem tão mal aos trabalhadores e te obrigarem a compensar com uma gorjeta, não vais conseguir mudar a situação. Cada vez mais cidadãos parecem estar a tentar encontrar alternativas, mas se vieste aqui para te divertires é melhor não te deixares ofuscar por isso. Registo Viajante Estes conselhos para viajar para os Estados Unidos são fornecidos pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros. Recomenda-se que te inscrevas no Registo de Viajantes, o que pode ser feito aqui. Desta forma, o governo tem um registo da tua estadia no país em caso de emergência ou necessidade e poderá contactá-lo a ti e aos contactos que designares para o efeito. É uma coisa fácil de fazer e provavelmente nunca precisarás de o utilizar, mas não custa nada e, em caso de emergência grave, pode ser de grande ajuda. Passe anual para os parques nacionais Yosemite, Yellowstone, Bryce Canyon, Everglades, Zion… Os Parques Nacionais dos Estados Unidos são impressionantes e aparecem frequentemente em muitas das rotas pelo país. Se planeias visitar vários deles, dá uma vista de olhos ao passe “America the Beautiful”. Por 85 dólares, dá-te acesso durante um ano a todos os Parques Nacionais do país. É adequado para dois carros, o que o torna uma boa opção para partilhar com um amigo que planeie visitar nos próximos meses e queira partilhar o custo contigo. Como é um passe de veículo, é adequado para até 4 ocupantes dentro do veículo. O que é que achas destes conselhos para viajar para os Estados Unidos? Temos a certeza de que, graças a eles, a tua viagem será um sucesso total. Aproveita esta viagem ao máximo!

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Itinerário de viagem de 4, 5 e 6 dias em Budapeste

Itinerário de viagem de 4, 5 e 6 dias em Budapeste

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Budapeste, a capital da Hungria, é uma cidade repleta de história, cultura e paisagens incríveis, principalmente para amantes de arquitectura. Com as impressionantes pontes sobre o Rio Danúbio, banhos termais relaxantes e uma ótima gastronomia, Budapeste oferece uma experiência única para os viajantes. Se estás a planear uma viagem para esta cidade fascinante, quer tenhas apenas 4 dias ou mais, hoje trazemos-te um itinerário de viagem de 4, 5 e 6 dias em Budapeste para garantir que aproveitas ao máximo a tua estadia. Itinerário para 4 dias em Budapeste Dia 1: Chegada e explorar o coração da cidade Começa este itinerário de viagem para Budapeste ao explorar a atmosfera vibrante desta cidade. Visita a emblemática Praça dos Heróis, um símbolo da história e da grandeza da nação húngara. Depois, dirige-te para o Parque da Cidade, onde poderás descansar um pouco da viagem em jardins bem cuidados e lagos tranquilos. Não percas a oportunidade de admirar o Castelo de Vajdahunyad, que conta histórias fascinantes do passado húngaro. Ao anoitecer, mergulha na animada atmosfera da rua Andrássy, onde encontrarás uma diversidade de lojas, restaurantes e cafés para aproveitares a tão conhecida vida noturna de Budapeste! Nota: É bastante fácil deslocares-te na cidade de transportes públicos. Dia 2: Explora o distrito do Castelo de Buda No segundo dia, vamos mergulhar na riqueza histórica do Castelo de Buda, onde vais encontrar o Palácio Real e a belíssima Igreja de Matias. Não percas a oportunidade de contemplar a vista panorâmica do Rio Danúbio e da cidade a partir do Bastião dos Pescadores. Durante a tarde, aventura-te pelos enigmáticos corredores do Labirinto do Castelo de Buda e desfruta de um momento de tranquilidade no Monte Gellért. Além disso, não deixes de visitar o Museu de História de Budapeste, que oferece uma fascinante viagem pela história da cidade, desde a sua fundação até os tempos mais recentes. Para encerrar o dia em grande estilo, revigora-te com um banho relaxante em um dos banhos termais históricos de Budapeste. Dia 3: Descobre o lado de Pest Hoje vamos explorar o animado Distrito de Pest. Começamos este terceiro dia do nosso itinerário de viagem para Budapeste com um passeio pela elegante Avenida Andrássy, onde poderás admirar a Ópera Estatal Húngara. Em seguida, vamos mergulhar na história do bairro judeu, visitando a impressionante Grande Sinagoga, uma das maiores do mundo, e o Museu do Holocausto. À noite, vamos experimentar a animada vida noturna de Budapeste, seja em bares em ruínas ou num relaxante cruzeiro pelo Rio Danúbio. Dia 4: Desfruta da Ilha Margarida e aproveita este último dia para relaxares Hoje é dia de desfrutar de um ambiente tranquilo na Ilha Margarida, um verdadeiro jardim no meio do Rio Danúbio. Vamos explorar os seus belos jardins, fontes e participar nas atividades ao ar livre. Mais tarde, aconselhamos que faças um passeio de barco pelo rio ou visites um dos fascinantes museus da cidade, como o Museu de Belas Artes ou o Museu de História de Budapeste. Para terminar a tua estadia em Budapeste em grande, vamos saborear uma refeição memorável, apreciando os autênticos sabores da culinária húngara. Tens mais dias em Budapeste? Itinerário extra Itinerário de 5 dias em Budapeste Para enriquecer ainda mais a tua experiência em Budapeste, reserva um dia para uma emocionante excursão fora da cidade. Szentendre, uma charmosa cidade às margens do Danúbio, é o destino perfeito para explorar. Com a sua arquitetura barroca pitoresca, galerias de arte acolhedoras e uma atmosfera artística única, Szentendre promete cativar os teus sentidos e oferecer uma pausa tranquila do reboliço da cidade. Desfruta de um passeio pelas ruas, descobre as lojas de artesanato local e mergulha na cultura húngara. Esta escapadela proporcionará um novo ponto de vista sobre a região e adicionará uma dimensão extra à tua aventura em Budapeste. Itinerário de 6 dias em Budapeste Além dos itinerários anteriores, aproveita um dia extra para relaxar e explorar tudo o que Budapeste tem para oferecer. Dedica este dia a descobrir os animados mercados da cidade, onde poderás encontrar uma infinidade de lembranças e produtos locais únicos, como bordados tradicionais e cerâmicas artesanais. Passeia entre as bancas coloridas, absorve os aromas tentadores e desfruta da autenticidade do comércio local. Para um final perfeito para o teu dia de exploração, visita um dos famosos banhos termais de Budapeste. Nestes espaços históricos, poderás relaxar e recarregar as tuas energias, desfrutando de uma experiência revigorante antes de te despedires desta cidade verdadeiramente encantadora. Budapeste é uma cidade única, com estes itinerários cuidadosamente planeados, poderás explorar os seus destaques e criar memórias duradouras da tua viagem à Pérola do Danúbio. Não vás embora sem ler estes artigos: • O que ver em Budapeste: 13 coisas obrigatórias • Os melhores planos low cost em Budapeste

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Documentos e requisitos para viajar para o Chile em 2025

Documentos e requisitos para viajar para o Chile em 2025

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Se estás à procura dos documentos e requisitos para viajar para o Chile em 2025, não precisas de procurar mais. Hoje vamos falar-te de todos os documentos que precisas de reunir para desfrutar deste maravilhoso país sul-americano. Podes começar a planear esta aventura que te levará a descobrir lugares incríveis, como a Ilha de Páscoa, o Deserto de Atacama ou a Patagónia. Continua a ler porque vamos contar-te tudo sobre os documentos e requisitos para viajar para o Chile em 2024. Seguro de viagem para o Chile, um documento essencial Tendo em conta que estamos fora do conforto da nossa rede hospitalar de casa, é altamente recomendável ter um seguro de viagem com coberturas médicas quando se viaja para o Chile. Além disto, o Ministério dos Negócios Estrangeiros português, nas suas recomendações para viajar para o Chile, é muito claro e afirma: “O Chile possui um dos sistemas de saúde privada mais desenvolvidos da América Latina, sendo os seus custos muito elevados. É por isso aconselhável subscrever um seguro de saúde“. O IATI Mochileiro é o melhor seguro para viajar para o Chile e perfeito para quem viaja em todo-o-terreno como tu. Não só estarás coberto até 1.000.000 euros em despesas médicas, incluindo as que podem resultar da covid-19, mas também por acidentes durante a prática de desportos de aventura. Assim, se estás a planear fazer um trilho, mesmo um dos mais exigentes como o do Parque Nacional Torres del Paine, estaremos lá para ti em qualquer circunstância. A IATI estará ao teu lado mesmo em situações de busca e salvamento. Preciso de um visto para viajar para o Chile a partir de Portugal? Se és cidadão português, é muito fácil. Os portugueses não precisam de visto para viajar para o Chile para estadias de até 90 dias para fins turísticos. Se a tua estadia for mais longa ou se viajares por outros motivos, como trabalho ou estudos, é melhor informares-te junto da embaixada ou do consulado chileno mais próximo. Documentos para viajar para o Chile em 2024 Apenas alguns documentos são necessários para viajar para o Chile. Especificamente: • Passaporte válido que tenha pelo menos 6 meses de validade. • Bilhete de saída: nem sempre é solicitado, mas as autoridades de imigração chilenas podem exigi-lo. • Comprovativo de meios financeiros para a estadia: tal como o bilhete, nem sempre é solicitado, mas pode acontecer. Para o efeito, podes apresentar um extrato bancário, por exemplo. Lembra-te que o valor imposto é de 46 dólares por cada dia de estadia. Quando chegares ao Chile, no controlo de passaportes, a chamada Policía de Investigaciones (PDI) dar-te-á o chamado “cartão de turista”. É importante que o guardes até à tua saída do país. Vacinas para viajar para o Chile Atualmente, de acordo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros, não existem vacinas obrigatórias ou recomendadas para viajar para o Chile. No entanto, como cada viagem e cada viajante são diferentes, é aconselhável consultar um médico para obter aconselhamento de acordo com o teu caso específico. Quanto à vacina contra a covid-19, neste momento, estar vacinado com o calendário completo de vacinação não é um requisito para viajar para o Chile. Perguntas frequentes sobre os requisitos para viajar para o Chile Já posso viajar para o Chile a partir de Portugal? Sim, desde 1 de outubro de 2021 podes viajar para o Chile a partir de Portugal. Em 12 de maio de 2023, todos os requisitos de covid foram eliminados. De que documentos necessito para viajar para o Chile a partir de Portugal? Os cidadãos portugueses que viajem por um período inferior a 90 dias em turismo apenas necessitam de passaporte, bilhete de partida e comprovativo de fundos suficientes para a estadia. Existem vacinas obrigatórias para viajar para o Chile? Neste momento, a vacinação contra a covid-19 já não é um requisito obrigatório para viajar para o Chile. Não há vacinas obrigatórias. Aproveita esta aventura ao máximo Já sabes quais são os requisitos para viajar para o Chile? Esperamos ter-te ajudado a planear a tua viagem. Se tiveres alguma dúvida, teremos todo o gosto em responder-te nos comentários. Como podes ver, ter um seguro de viagem é essencial. Ser tratado num centro de qualidade, instantaneamente e sem teres de te preocupar com papelada ou dinheiro adiantado garante que viajas com a tranquilidade de que mereces. É por isso que o IATI Mochileiro é o teu melhor aliado nesta aventura. Graças a esta apólice, terás até 1.000.000 euros de cobertura de despesas médicas. Para além disto, o Chile é um país de natureza avassaladora, onde não faltam oportunidades para fazer caminhadas (vais querer ver as Torres del Paine!) e outras atividades de aventura. O IATI Mochileiro é um seguro adaptado aos viajantes todo-o-terreno, uma vez que também estará ao teu lado em caso de acidente durante a prática deste tipo de desporto, incluindo ações de busca e salvamento. Contrata já a tua apólice e desfruta do Chile com a tranquilidade de estar acompanhado pelo melhor seguro de viagem: Não vás embora sem ler estes artigos sobre o Chile: • 10 lugares fora do normal para ver no Chile

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O que ver na Madeira: uma viagem ao Havaí do Atlântico

O que ver na Madeira: uma viagem ao Havaí do Atlântico

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A ilha portuguesa da Madeira foi proclamada, inúmeras vezes, como o “Melhor Destino Insular da Europa” nos conhecidos World Travel Awards, os prémios mais conceituados do mundo do turismo. Mais uma vez batendo destinos como as Canárias, as Baleares, Malta, Sicília ou os Açores, a verdade é que aquele que é conhecido como o “Havai do Atlântico” é um destino incrível e sedutor que apaixona todos os que o visitam. Na IATI, líder em seguros de viagem, preparámos este guia do que ver e fazer na Madeira, com o qual não vais perder absolutamente nada deste destino que tanto nos orgulhamos. Continua a ler, pois vamos levar-te numa viagem épica à Madeira, a ilha cheia de natureza, falésias, praias e lugares encantadores que não vais querer perder. Funchal Uma viagem à Madeira começa normalmente na capital da ilha, o Funchal. Aqui vivem nada mais nada menos que 110.000 pessoas, quase metade dos 260.000 habitantes da ilha. Isto significa que o Funchal é o local mais animado da Madeira, com muito para oferecer aos visitantes que passam alguns dias a deambular pelas suas ruas íngremes em busca de tudo o que a cidade tem para oferecer. O Funchal merecia um artigo exclusivo onde te diríamos tudo o que podes fazer, mas se tivéssemos de resumir as coisas essenciais para fazer, estas seriam: • Teleférico do Funchal: Uma ótima maneira de começar a explorar tudo o que há para ver na Madeira é apanhar o Teleférico do Monte para superar os mais de 500 metros de desnível até ao topo da cidade. Aqui, para além das incríveis vistas panorâmicas da cidade com o Oceano Atlântico como pano de fundo, existem alguns locais de visita obrigatória no Funchal, como a Igreja de Nossa Senhora do Monte, onde repousam os restos mortais do Imperador Carlos I da Áustria. • Jardim Botânico da Madeira: A Madeira é também conhecida como a “Ilha das Flores”, graças à enorme variedade de flores que o clima único da ilha proporciona. O Jardim Botânico da Madeira, no Funchal, é o local ideal para as apreciar, num cenário único como a imponente Quinta do Bom Sucesso e a sua espetacular varanda com vista para o mar. • Forte de Santiago: Construído no século XVII em frente ao mar, serviu para proteger a Madeira dos diferentes ataques sofridos pelos piratas. • Rua de Santa Maria: Embora recomendemos que passeies pela parte antiga da cidade, não podes perder a rua mais famosa, a Rua de Santa Maria. Aqui encontras uma grande variedade de lojas, bem como arte de rua que pinta muitas das portas nesta rua. • Mercado dos Lavradores: O principal mercado da Madeira merece uma visita enquanto estás no Funchal. Graças ao clima da ilha, aqui encontras um mosaico colorido da grande variedade de frutas disponíveis. Santana Santana é a segunda maior cidade do arquipélago e não pode faltar na tua lista de coisas para ver na Madeira. A principal atração desta cidade, que atrai milhares de viajantes, são as suas casas tradicionais. As Casinhas de Santana são conhecidas pela sua forma triangular e pelo seu aspeto namoradeiro, onde o telhado é feito de colmo seco e as flores rodeiam as janelas das fachadas coloridas. Apesar de ainda serem utilizadas como habitação, algumas delas estão abertas ao público como casas-museu e podem ser visitadas. Depois de conheceres estas casas de arquitetura tradicional, vai ao Parque Temático de Santana. Aqui poderás conhecer a evolução, a história e os segredos desta zona da Madeira através de divertidas atrações. A não perder! Se a tua visita à ilha for em julho, estás com sorte, pois poderás fazê-la coincidir com uma das mais conhecidas festividades do arquipélago: as “24 horas de dança”. Uma maratona histórica de danças folclóricas em que participam tanto os habitantes locais como os turistas. Estás pronto para isso? Quer estejas a sair de Santana ou a caminho de lá, não podes deixar de parar nos vários miradouros das suas imensas falésias, é uma vista verdadeiramente espetacular! Porto Moniz Continuamos o nosso roteiro de locais a visitar na Madeira com mais um local pitoresco. A pequena vila de Porto Moniz, situada no noroeste da ilha, tem pouco mais de 3.000 habitantes, mas quando chega a época turística, as suas ruas e a sua costa enchem-se de turistas desejosos de aproveitar todas as suas possibilidades. A principal atração no Porto Moniz são as suas famosas Piscinas Naturais. Estas estão totalmente equipadas para um banho seguro, com diferentes zonas onde te podes esticar e apanhar sol, tanto no chão como em espreguiçadeiras, bem como acessos em forma de escadas que facilitam o banho nestas incríveis águas azul-turquesa sem teres de te preocupar com o mar como acontece nas falésias próximas. O acesso está aberto das 9h às 17h/19h (inverno ou verão) e a entrada custa uns simbólicos 1,50 euros, que permitem também o acesso aos balneários e à cafetaria. Sendo um local tão único, é normalmente frequentado pelos turistas que visitam a ilha, mas mesmo assim, vale definitivamente a pena visitá-lo. Se procuras uma alternativa menos concorrida, não muito longe dali podes encontrar as Piscinas Naturais Velhas, que apesar de terem menos infra-estruturas são também um local espetacular. Não podes deixar o Porto Moniz sem apreciar as vistas panorâmicas do topo do Miradouro da Santinha, vale mesmo a pena! Aldeias da Madeira para ver Para além do Funchal ou de outras cidades que merecem uma visita, há várias pequenas vilas que não devem faltar num roteiro de locais a visitar na Madeira. Toma nota das seguintes e incluí-as no teu itinerário: • Camata do Lobos: Esta pequena vila piscatória foi a primeira povoação da ilha, em 1430. Assim, aqui podes visitar alguns dos locais históricos mais antigos da Madeira. A Capela dos Pescadores ou o Convento de São Bernadino são dois exemplos. Passeia pela sua promenade apreciando as xavelhas e termina a tua visita no Cabo Girão, o segundo penhasco mais alto do mundo que oferece vistas de tirar a respiração. • Machico: Aqui também encontras uma boa dose de edifícios históricos com mais de 450 anos, praias para um mergulho relaxante e uma escolha de trilhos a não perder se quiseres incluir caminhadas na tua viagem à Madeira. • Caniçal: A terceira vila que sugerimos que visites na Madeira é nada mais nada menos que o Caniçal. Situada na zona mais vulcânica da ilha, foi um ponto-chave da indústria baleeira até à proibição da caça e comércio destes animais em 1981. No Museu da Baleia podes conhecer a sua história, mas nós fizemos-te vir aqui por outra razão, para fazeres um percurso até ao Miradouro da Baía d’Abra, um local onde as imensas muralhas da Península de São Lourenço se juntam ao mar. Porto Santo Se escolheste uma ilha como destino de viagem, é provável que um dos planos que tens em mente é deitares-te na praia e aproveitar o sol, o mar …., a areia? Se isso é uma necessidade para ti, temos boas e más notícias. A má notícia é que a Madeira não é uma ilha conhecida pelas suas praias de areia. São escassas e pouco marcantes, devido à sua origem vulcânica e orografia. A boa notícia é que podes ir ver as praias que queres na tua lista de coisas para ver na Madeira e também conhecer uma nova ilha. A ilha vizinha, Porto Santo, é a outra ilha habitada do arquipélago e tem mais de 9 quilómetros de praia para aproveitares a praia à vontade. Em Porto Santo, não podes perder a Vila Baleira com as suas casas caiadas de branco, o percurso pedestre até ao Pico do Castelo ou os diferentes miradouros que te darão uma vista ampla da ilha. Uma vez que a viagem da Madeira para o Porto Santo demora duas horas de ferry, recomendamos que passes pelo menos uma noite no local para tirares o máximo partido da tua visita. Caminhadas na Madeira Não queremos fechar esta lista de coisas para fazer na Madeira sem mencionar uma das atividades estrela da ilha, as caminhadas. Se és um amante de caminhadas, há todo o tipo de trilhos para escolheres aqui. O clima particular da ilha resulta em impressionantes florestas tropicais cobertas de fetos, tais como a Levada do Caldeirão Verde ou a Levada das 25 fontes, onde em muitas secções a vegetação luxuriante impedirá que o sol chegue até ti e terás de usar roupas quentes mesmo nos dias mais ensolarados. No outro extremo, podes também caminhar por paisagens vulcânicas onde o clima será árido e o protetor solar será um aliado indispensável. Qual é a tua escolha? Temos a certeza que te vais apaixonar pela Madeira. Não vás embora sem ler este artigo: • Descobre as 7 curiosidades da Ilha da Madeira

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Destinos de Norte a Sul de Portugal para viajar na Páscoa

Destinos de Norte a Sul de Portugal para viajar na Páscoa

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A Páscoa está a chegar e todos sabemos que isso é sinónimo de uma boa escapadinha! Mas com tantos destinos incríveis em Portugal pode ficar difícil escolher um. Hoje contamos-te tudo sobre os destinos de Norte a Sul de Portugal para viajar na Páscoa, para todo o tipo de aventureiros. Na IATI, somos apaixonados por escapadinhas e embora adoremos viagens maiores, muitas vezes esquecemo-nos do quão bom é viajar para Portugal e tudo o que o nosso país tem para oferecer, desde destinos de praia até montanha e destinos do interior, para qualquer que seja o teu gosto. 5 destinos para visitar no norte de Portugal Douro, Porto O Douro, conhecido por ser o berço do vinho do Porto, vais sair deslumbrado com uma paisagem que torna esta região uma escolha absolutamente cativante para uma escapadinha de Páscoa. Aqui, vais ser convidado a explorar os encantos do rio Douro em passeios de barco que oferecem vistas deslumbrantes das vinhas em socalcos, a mergulhar nas tradições vinícolas através de degustações em adegas e a desvendar os segredos da arquitetura encantadora da cidade do Porto. Cada momento nesta região é uma experiência sensorial, imersiva e inesquecível. Se procuras um destino calmo este é para ti! Caminha Caminha, situada no norte de Portugal e quase na fronteira de Espanha, é muito mais do que apenas uma vila pitoresca – é um refúgio onde história, beleza natural e serenidade se juntam em perfeita harmonia. As praias de Caminha são verdadeiros paraísos de tranquilidade. Aqui, vais poder desfrutar de momentos de paz e relaxamento, seja a apanhar sol numa enseada escondida, a caminhar ao longo da costa ou a saborear um delicioso piquenique à sombra de uma falésia. Para aqueles que procuram uma escapadinha tranquila perto da natureza, Caminha é o destino perfeito. Com uma atmosfera relaxante e acolhedora, esta vila convida todos os viajantes a desacelerar, a conectar-se com o meio ambiente e a recarregar as energias num ambiente verdadeiramente relaxante. Viana do Castelo Situada nas margens do rio Lima e banhada pelo oceano Atlântico, esta cidade encantadora oferece uma variedade de experiências para todos os gostos e idades. Com as suas praias deslumbrantes, centro histórico e uma rica herança cultural, Viana do Castelo é um destino imperdível para uma escapadinha de Páscoa. Explora o icónico Santuário de Santa Luzia, caminha pelas ruas do centro histórico e saboreia a deliciosa gastronomia local. Guimarães Conhecida como o berço de Portugal, Guimarães é uma cidade repleta de história e beleza. Explora o centro histórico classificado como Património Mundial pela UNESCO e mergulha na rica história desta cidade. Aproveita para comer umaboa francesinha e tortas de Guimarães. Descobre tudo sobre o que visitar em Guimarães. Quintadona, Penafiel Agora trazemos-te um dos destinos de Norte a Sul de Portugal para viajar na Páscoa, para os amantes de turismo rural. Quintadona, situada em penafiel, oferece-te uma escapadinha serena longe das multidões. Nesta aldeia de xisto aproveita para passear pelos vinhedos, desfruta da tranquilidade do campo e saboreie a deliciosa gastronomia local (não te vais arrepender). 5 destinos para visitar no centro de Portugal Aveiro Conhecida como a “Veneza de Portugal”, Aveiro é famosa pelos seus canais espalhados pela cidade, moliceiros coloridos e deliciosos ovos moles. Em Aveiro também encontras as famosas “casas às riscas” junto à Ria de Aveiro e a uns minutos a pé de praias de areia branca com muito areal para que possas relaxar e aproveitar a natureza. Aproveita também para visitares as salinas e a famosa “cONFEITARIA peixinho” para provares os ovos moles e outros doces típicos. Nazaré Nazaré, conhecida como o lar das maiores ondas do mundo e com uma rica herança cultural, é uma escolha irresistível para uma escapadinha de Páscoa. Além das suas praias deslumbrantes, que cativam com sua beleza intocada, esta vila piscatória oferece aos visitantes uma oportunidade única para explorar as suas tradições únicas e quem sabe, assistir a uma das maiores ondas de todo o mundo. Não deixes de apreciar a arte tradicional das mulheres que secam o peixe ao sol, uma prática que remonta a gerações e que faz parte do tecido cultural vibrante desta comunidade costeira. Não será preciso frisar que aqui vais comer muito bom peixe e marisco e desfrutar da verdadeira essência de uma vila de praia. Coimbra Coimbra, uma cidade com mais de dois milénios de história, é uma explosão cultural e arquitetónica situada no coração de Portugal. Lar de uma das universidades mais antigas da Europa e Património Mundial da UNESCO, Coimbra respira tradição, conhecimento e vitalidade. A Universidade de Coimbra, com a sua famosa Torre da Universidade e Biblioteca Joanina, é um verdadeiro símbolo da cidade, atraindo estudantes e visitantes de todo o mundo. Além disto, os monumentos históricos, como a Sé Velha e o Mosteiro de Santa Cruz, contam a história fascinante desta cidade que foi outrora a capital de Portugal. Mas Coimbra não é apenas um museu a céu aberto, os bares e restaurantes ao longo do Rio Mondego são também uma paragem obrigatória. Óbidos Uma encantadora vila medieval rodeada por muralhas antigas, Óbidos é um destino que parece saído de um conto de fadas. Perde-te nas ruelas da cidade, descobre os segredos do castelo e prova a famosa ginjinha de Óbidos. Vila Nova de Foz Côa Vila Nova de Foz Côa, conhecida pelas fascinantes gravuras rupestres pré-históricas, é um destino imperdível para os entusiastas da história e da arqueologia. Ao visitar o Parque Arqueológico do Vale do Côa, vais ser transportado para uma viagem aos tempos antigos, onde podes testemunhar de perto as maravilhas artísticas deixadas pelos nossos antepassados. Além disso, explorar as aldeias históricas circundantes permite uma imersão completa na cultura e no estilo de vida dos povos que habitaram a região ao longo dos séculos. Em Vila Nova de Foz Côa, é possível literalmente mergulhar na pré-história de Portugal, descobrindo os mistérios e segredos que estes antigos vestígios revelam sobre as origens da civilização humana. 5 destinos para visitar no sul de Portugal Odeceixe Odeceixe, situada na costa alentejana de Portugal, é uma vila tranquila que combina o charme de uma comunidade piscatória com a beleza natural das praias selvagens. Rodeada por falésias e paisagens verdejantes, oferece aos visitantes um ambiente relaxante e autêntico. As praias douradas são ideais para desfrutar de momentos de serenidade à beira-mar, enquanto as ruas estreitas do centro histórico convidam a passeios descontraídos. Os trilhos pela região proporcionam vistas deslumbrantes e oportunidades para conectar-se com a natureza. Em Odeceixe, a tranquilidade é a palavra de ordem, oferecendo uma pausa relaxante da agitação da vida quotidiana. Sem dúvida um dos destinos de norte a sul de Portugal para viajar na semana da Páscoa! Évora Évora, situada no coração do Alentejo, é um verdadeiro tesouro histórico e cultural. Ao percorrer as suas ruas, é impossível não te perderes na atmosfera única desta cidade encantadora. Explora os monumentos históricos, desde a Sé Catedral até ao misterioso Templo de Diana, e deixa-te envolver pela rica herança cultural que Évora oferece como Património Mundial da UNESCO. Cada passo nesta cidade revela uma parte da sua fascinante história e tradições únicas, convidando os visitantes a uma viagem no tempo que não irão esquecer. Para não mencionar que a gastronomia é excecional! Sagres O ponto mais sudoeste da Europa, Sagres é um paraíso para os amantes do surf, da natureza e da tranquilidade. Explora as praias selvagens, visita o Forte de Sagres e deixa-tee encantar pela atmosfera única deste destino costeiro. Tavira Tavira, situada nas margens do Rio Gilão, é uma cidade algarvia com um charme bastante único. Explora as ruínas do Castelo de Tavira e admira a vista panorâmica sobre a cidade e o mar. Passeia pelos jardins públicos e desfruta da serenidade do ambiente. As praias de areia dourada, como a Praia do Barril e a Ilha de Tavira, oferecem momentos de paz à beira-mar. Com uma gastronomia rica e variada e uma herança cultural fascinante, Tavira é um destino imperdível para quem procura explorar o Algarve autêntico. Lagos Lagos, no Algarve, é uma cidade costeira com praias verdadeiramente espetaculares. Alguns pontos-chave incluem as antigas muralhas da cidade e a Fortaleza de Ponta da Bandeira. Nas praias, como na Ponta da Piedade, há oportunidades para desportos aquáticos ou simplesmente relaxar ao sol. A cidade também oferece uma vida noturna animada e restaurantes de qualidade. Lagos é ideal para quem procura cultura, aventura e lazer à beira-mar. Esperamos ter-te ajudado a planear a tua escapadela em Portugal! Qualquer dúvida ou sugestão deixa nos comentários, adoraríamos ouvir. Não vás embora sem ler estes artigos: • O que visitar em Évora? • O que visitar em Guimarães? • Roadtrip pela Costa Vicentina: o que não perder

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Ideias de Turismo Responsável

Ideias de Turismo Responsável

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Hoje, no blog da IATI Seguros, a referência no que toca a seguros médicos de viagem, Mar Villalba, do blog Mi Ruta, dá-nos a conhecer um pouco mais sobre o Turismo Responsável. As férias estão a aproximar-se, e já estamos todos a pensar na próxima viagem ou na próxima escapadela…. Com certeza que sonhamos com aquela praia espetacular, com florestas refrescantes, com excursões divertidas, com a surpresa de conhecer outras culturas e trazer aquela fotografia espetacular para publicar rapidamente nas nossas redes sociais. E certamente procuramos aquela oferta irresistível de voo e alojamento, mas já pensaste em como a tua visita afeta estes destinos? Para onde quer que viajes, a tua primeira responsabilidade como viajante é viajar em segurança, por isso não te esqueças de fazer um seguro de viagem. O que é o turismo responsável? Turismo responsável significa que, onde quer que vamos no mundo, adotamos uma atitude responsável. Isto significa viajar de uma forma que respeite e beneficie as populações locais, a sua cultura, a sua economia e o seu ambiente. Mas se não estivermos familiarizados com o termo, por vezes é difícil saber o que significa ser um turista responsável. As Nações Unidas declararam 2017 o Ano do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento: um ano inteiro dedicado a recordar-nos que o turismo não é apenas uma questão de ver lugares, mas de nos ligarmos às pessoas e culturas locais, respeitando os seus recursos naturais e o seu património, e que a nossa visita tem sempre um impacto positivo no destino. Como ser um viajante responsável Antes de viajar: O primeiro sinal de respeito para com uma pessoa é tentar conhecê-la. Antes de viajar, procura informações sobre o local que vais visitar: a sua história, cultura, economia, natureza, religião, gastronomia… e, por cortesia, aprende algumas expressões na língua local. Todos nós procuramos pechinchas quando viajamos, mas nem sempre temos consciência de que por detrás destas ofertas existem empresas cujas condições de trabalho dos seus empregados raiam a exploração. Se puderes, escolhe operadores turísticos, companhias aéreas e hotéis que se comprometam com os seus trabalhadores, as comunidades de acolhimento e o ambiente. Outra decisão antes de viajar é escolher o meio de transporte; há meios mais ou menos poluentes, podes tomar a decisão com base no preço, na distância ou no conforto, mas e se tivermos em conta, a partir de agora, também o critério da sustentabilidade? Durante a viagem: Se em casa reciclas, gostas de animais, respeitas os teus vizinhos, independentemente da sua cultura ou religião, e cozinhas produtos frescos na tua cozinha… não te esqueça de todos estes bons hábitos quando estiveres de férias. Escolhe um alojamento que respeite o ambiente e comporta-te como se estivesse em casa. Nos hotéis, não abuses do duche ou das toalhas, pois a água é um bem comum e muito escasso. Se ficares em apartamentos ou no campo, não te esqueças de gerir os teus resíduos. Come produtos locais, aprecia a gastronomia local, os mercados de produtos frescos, os restaurantes onde os habitantes locais se divertem, assim comes de forma mais saudável e terás um impacto económico positivo no destino. Integra-te na cultura: há lugares onde certas palavras ou gestos têm significados diferentes, podem até ofender, por isso integra-te na cultura local e respeita os seus costumes. Há sítios onde não é permitido entrar em templos sem cobrir a cabeça, por exemplo. Lembra-te que és tu que os vais visitar. Para as mulheres, é uma boa ideia viajar sempre com um lenço ou xaile, para o ter sempre à mão quando precisares de cobrir os ombros ou a cabeça. Se reservares excursões ou atividades, fá-lo com empresas ou guias locais, desta forma apoiarás o desenvolvimento local e o desenvolvimento económico de pequenos empresários, mesmo projetos que são o sustento de pequenas cidades. Utiliza os transportes públicos, aluga uma bicicleta ou anda a pé: irás encontrar pessoas locais e conhecer o destino muito melhor do que atrás da janela de um carro ou de um táxi. Não economizes nas entradas em parques, monumentos ou museus. Gostas de os encontrar em perfeitas condições, não é verdade? Se há uma coisa que muitos viajantes gostam de fazer é regressar a casa com uma lembrança para recordar a sua viagem. Aproveita para conhecer o artesanato local, compra uma lembrança única e autêntica. Estarás a ajudar a manter vivo o artesanato tradicional, ao mesmo tempo que apoias pequenos empresários e artistas independentes. Mas evita comprar objetos feitos de presas ou chifres de animais em vias de extinção ou de plantas protegidas. E não regateies – a não ser que se trate de um costume local, o artesanato envolve muitas horas e habilidade, e uma pequena quantia para ti pode ser extremamente importante para o vendedor. Provavelmente já pensaste em visitar um jardim zoológico, andar de elefante ou nadar com golfinhos. Nunca participes em atividades com animais, sem fazer primeiro o trabalho de casa. Muitas destas atividades são apresentadas aos turistas como esforços de conservação ou como diversão amiga dos animais, mas a realidade pode ser muito mais negra do que pensas, com animais criados em cativeiro, maltratados e negligenciados. Exclui as atividades que utilizam os habitantes locais como adereços, como as visitas a orfanatos, onde muitas vezes as crianças não são órfãs, mas sim filhos de famílias que foram forçadas a acreditar que mandando os seus filhos para longe lhes darão uma melhor educação e uma vida melhor. Na minha opinião, há poucos viajantes irresponsáveis, mas muitos desinformados. Se és um amante de fotografia, já te sentiste muitas vezes tentado a fotografar lugares ou pessoas que podem não gostar muito das câmaras. Pede autorização antes de fotografar, em algumas culturas, é também uma violação das suas crenças espirituais e culturais. Além disso, pedir autorização antes de fotografar dá-te a oportunidade de ter uma conversa e é disso que gostamos quando viajamos, não é? Podes oferecer uma cópia dessa fotografia para ajudar a fazer um intercâmbio. Há destinos excitantes para descobrir mas, infelizmente, mostram-nos situações de extrema pobreza. Pensa em como é ético tirar fotografias de crianças com olhos grandes e sorrisos bonitos nesses países. Ultimamente, o “turismo de pobreza” está na moda e não podemos dizer que seja muito responsável, embora isso dependa também das intenções da viagem. Tem cuidado ao dar presentes ou dinheiro a mendigos ou crianças, por vezes é inevitável e com boas intenções, mas só vai perpetuar o estereótipo do turista como salvador, e muitas vezes essas moedas que dás nem sequer chegam às mãos da pessoa a quem as deste, especialmente no caso de crianças mendigas, muitas vezes vítimas de uma organização. Apoiar a comunidade através de uma escola local ou de um projeto de desenvolvimento pode ser mais construtivo. E, em caso de dúvida, um sorriso é um sinal internacional de cordialidade e simpatia, por isso, se tiveres um problema, sorri! Depois da viagem: Espalha a palavra, partilha com outros viajantes sobre questões, organizações e causas locais, mantendo o ciclo do turismo responsável. Cumpre as tuas promessas e, acima de tudo, DESFRUTA DA VIAGEM!

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Viajar sozinha para Marrocos, é seguro?

Viajar sozinha para Marrocos, é seguro?

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Eu sei, viajar para Marrocos sozinha pode ser intimidante. É perigoso? Quais são os melhores sítios para uma primeira viagem a solo como mulher? Estas e muitas outras são perguntas são comuns fazermos a nós próprias quando começamos a considerar este destino. Para que possas tomar uma decisão ou, se já a tomaste, planear a tua viagem com mais calma e com informação em primeira mão, hoje vou contar-te como é viajar para Marrocos sozinha, se é perigoso ou não, e também te darei algumas dicas para que tudo corra bem enquanto desfrutas deste grande país africano. Continua a ler e descobre como é viajar para Marrocos sozinha como mulher. É possível viajar para Marrocos sozinha como mulher? Claro que sim! Embora não seja um dos destinos mais populares para viagens a solo, Marrocos é uma óptima opção se procuras um lugar não muito longe, barato e ao mesmo tempo muito diferente da Europa. Com uma cultura totalmente diferente da nossa, vais sentir como se tivesses ido para longe de casa e terás a desconexão de que estás à procura. Felizmente, um número crescente de companhias aéreas de baixo custo voam de Portugal para Marrocos. Com um pouco de antecedência, podes comprar voos baratos para Marraquexe, Rabat, Essaouira ou Fez a partir de 30 euros cada viagem. Também é possível percorrer o país de autocarro ou de comboio, a preços inferiores a 20 euros cada viagem. Depois disso, podes dormir por apenas 15 euros por noite ou comer por apenas 5 euros, o que é importante, tendo em conta que não tens ninguém com quem partilhar as despesas. Embora eu tenha a certeza que sabes que há muito para fazer em Marrocos. Marraquexe é a jóia da coroa, mas também tens cidades espectaculares como Fez, Meknes e Chefchaouen, desertos que parecem saídos de um filme, como Merzouga, lugares de natureza magníficos como as Gargantas de Todras e o Vale do Draa, entre muitos outros lugares. Se uma das tuas preocupações é a língua, conseguirás comunicar perfeitamente bem em Marrocos. A maior parte da população fala francês e, nas zonas mais turísticas, estão habituados a lidar com os visitantes em inglês e espanhol. Mesmo que não falem a mesma língua, não terão qualquer problema em entender-se com algumas palavras ou gestos – as pessoas em Marrocos são muito hospitaleiras e vão ajudar-te em tudo o que puderem. Por último, embora possa não parecer à primeira vista, há sempre muitos viajantes a solo em Marrocos. Nas cidades mais turísticas, há muitos albergues e excursões onde se pode aproveitar a oportunidade para conhecer pessoas, se alguma vez precisares de partilhar uma viagem com alguém. É realmente seguro viajar sozinha em Marrocos? Como é que é? Tudo o que foi dito acima é ótimo, mas de certeza que o que mais te preocupa é a segurança, certo? A primeira coisa que precisas de saber é que Marrocos é o destino mais seguro do Norte de África. Como em qualquer país, há um pouco de malandrice para com os turistas e há sempre uma ou outra burla a evitar. No entanto, tal como te dissemos em É seguro viajar para Marrocos? e o próprio Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) sublinha nas suas recomendações de viagem, “em termos gerais, Marrocos é um país seguro para os viajantes”. Como na maior parte dos lugares, é aconselhável evitar as zonas fronteiriças e as zonas rurais isoladas, especialmente quando se viaja sozinho, e ter cuidado nas grandes cidades depois do pôr do sol. Para além disso, com um mínimo de precaução, quase não terá problemas. Como mulher a viajar sozinha em Marrocos, é bastante provável que te sintas por vezes um pouco encarada e que recebas também alguns piropos. Não quero ser branda e dizer-te que isso não vai acontecer e deves estar ciente disso. Dito isto, não acho que este seja um país perigoso ou um país a evitar, apenas temos de estar conscientes disso e processá-lo e geri-lo como acharmos melhor. Do meu ponto de vista, normalmente é melhor ignorar a situação e continuar, mas se em algum momento te sentires desconfortável ou se a situação se agravar, procura ajuda e sê assertiva. Muitas vezes também é útil tentar manteres-te discreta. Não é necessário cobrir o cabelo, mas vestir roupas largas que cubram os ombros e os joelhos é normalmente mais confortável para evitar olhares incómodos. De acordo com a minha experiência, também é melhor evitar andar pelas medinas à noite, especialmente porque se tornam numa espécie de labirinto e podes acabar por te sentir sobrecarregada. Quer esteja a viajar sozinha em Marrocos ou acompanhada, deves também ter em atenção que os vendedores serão bastante insistentes. Quer estejas ou não interessada no que tens à tua frente, é provável que comecem a tentar vender-te alguma coisa e a tentar negociar. Habitua-te à ideia, indica que não estás interessada e segue em frente. Se te convier, negoceia sempre com respeito e tendo em conta que o preço inicial será, muito provavelmente, 50% superior ao que realmente vale. Em termos de saúde, exceto nas zonas muito rurais, as condições sanitárias são boas e não são necessárias vacinas. Como em qualquer viagem, é aconselhável ter cuidado com a comida e a bebida, especialmente quando se consomem bebidas em bancas de rua, onde podem estar misturadas com água que o estômago não tolera. Claro que é fundamental viajar com um bom seguro de viagem que esteja ao teu lado quando mais precisares, para que não te sintas desprotegida. Neste sentido, recomendo vivamente a subscrição do IATI Mochileiro, a melhor apólice para Marrocos, que responderá mesmo que te atrevas a praticar um dos muitos desportos de aventura que pode fazer durante a tua viagem. Destinos recomendados para viajar sozinha em Marrocos – O que fazer sozinha em Marrocos? Se é a tua primeira viagem a Marrocos sozinha e ainda te sentes tonta, é uma boa ideia começares com destinos que são normalmente confortáveis, com uma grande variedade de restaurantes e hotéis, ou acessíveis. Aqui, recomendo alguns que penso que podem servir para uma escapadela. Marraquexe De certeza que não estamos a dizer nada de novo, mas Marraquexe é uma das cidades mais impressionantes de Marrocos e, claro, a mais visitada. A praça Jemaa el Fna é o seu centro nevrálgico e cada visita é completamente diferente. De manhã, está cheia de comerciantes, de bancas de sumos de fruta e, infelizmente, de muitas pessoas que fazem espectáculos com animais selvagens, que pedimos que evitem. À noite, pelo contrário, é uma loucura com barracas de comida e grupos de música a que podes sempre juntar-te. Perde-te na medina, põe à prova as tuas capacidades de regatear se vires algo que te interesse, visita as mesquitas, os jardins e relaxa num riad. Se tiveres mais tempo, há muitas excursões de Marraquexe em que podes participar. A melhor é a que te leva ao deserto de Merzouga, possivelmente um dos mais belos desertos do planeta. Chefchaouen É impossível ainda não teres visto uma fotografia de Chefchaouen, pois as suas ruas pintadas de azul são extremamente pitorescas. Esta bela cidade é um destino confortável e agradável para visitar por conta própria em Marrocos, com um tamanho manejável, variedade de alojamento e atividades para ocupar um ou dois dias. Essaouira Apetece-te mudar de ares ou estás apaixonadq pelo surf? Outro lugar que recomendo que incluam na vossa viagem sozinhas em Marrocos é Essaouira, uma cidade localizada junto ao Oceano Atlântico com extensas praias que raramente encontrarão lotadas. Não são certamente as mais bonitas do continente africano, mas são agradáveis e perfeitas para fazer uma pausa. Outros destinos que também podem ser do seu agrado são Rabat, Fez, Tânger ou Meknes. Há muito para descobrir em Marrocos! Dicas para viajar sozinho em Marrocos Embora espero já te ter dado razões e recomendações suficientes para viajares sozinha em Marrocos, aqui ficam algumas dicas que penso que te ajudarão ainda mais: • Embora não seja obrigatório, o uso de roupas largas que cubram os ombros e os joelhos fará com que sejas menos o centro das atenções e sentir-te-ás mais confortável. • Viaja com um bom seguro de viagem que te possa proteger nas situações mais complicadas. O IATI Mochileiro é a apólice mais completa, que te cobrirá mesmo que decidas explorar o deserto ou as montanhas do Atlas. • Compra um cartão SIM local, pois estando ligado, poderás consultar informações sempre que te apetecer, utilizar o tradutor ou aplicações como o Google Maps. Mesmo assim, recomendo que descarregues o mapa de Marrocos do Maps.me, que pode ser consultado mesmo quando não tens rede. • Se possível, evita andar sozinha à noite, especialmente nas medinas. É provável que não te aconteça nada, mas das 21h às 22h é melhor não te exporse a situações que podem tornar-se incómodas. • Embora seja seguro viajar sozinha em Marrocos, poderás receber alguns comentários ou olhares inapropriados, ou encontrares-te numa situação que te deixe desconfortável. Normalmente, é melhor ignorá-los, mas se for necessário, sê direta. Se fores muito clara, é muito provável que a pessoa se retraia e/ou que as pessoas à tua volta te ajudem. • Se não estás habituada a viajar sozinha, podes sentir-te muito mais confortável se tiveres um carro do hotel à tua espera na estação de autocarros/comboios ou no aeroporto. Contacta-os com antecedência. • Recomendo vivamente que passes algumas noites da tua viagem num riad, mas se sentires falta de companhia, os hostels são bons locais para conhecer pessoas. • Parece um pouco ridículo, mas um truque que muitas vezes funciona para evitar que te façam tantas perguntas curiosas é usares uma aliança de casamento. Podes sempre dizer que és casada e que o teu marido está no alojamento ou que chegará em breve. • Se apanhares um táxi, combina o preço com antecedência. • Evita as bancas de sumos na Praça Jaama el Fna, pois algumas utilizam água não segura para reduzir a quantidade real de fruta. • Fazer uma excursão gratuita ou uma visita guiada logo que chegues a uma cidade vai fazer-te sentir mais à vontade para te deslocares ao teu próprio ritmo, além de que ficarás a saber pormenores e curiosidades através de um habitante local. • Viaja com mente aberta e tenta compreender Marrocos de uma perspetiva diferente. • Como sempre digo, não deixem o vosso bom senso e intuição em casa, pois são muito importantes na tomada de decisões. Espero ter-te ajudado a perceber como é viajar para Marrocos sozinha e a resolver algumas das dúvidas que possas ter tido. No entanto, se tiveres alguma dúvida, podes escrevê-la nos comentários. Se já tiveres viajado para Marrocos sozinha como mulher, gostaria de ler as tuas experiências. Não te vás já embora, porque o blog da IATI tem muita informação sobre o país para te ajudar a preparar a tua viagem: • É seguro viajar para Marrocos? • Documentos e requisitos para viajar para Marrocos • Marrocos – 10 coisas que precisas de saber antes de viajar Artigo escrito por Claudia Rodríguez de Viajar por Filipinas.

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10 lugares fora do normal para ver no Chile

10 lugares fora do normal para ver no Chile

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Apesar de o Chile ser um país enorme, com mais de 4300 km só no continente, a verdade é que a maioria das pessoas acaba por visitar os mesmos sítios: o Parque Nacional Torres del Paine em Puerto Natales, Santiago, Valparaíso, a Ilha de Páscoa e o Deserto de Atacama. Portanto, os sítios clássicos e não lugares fora do normal para ver no Chile. Talvez alguns aventureiros façam uma viagem pela vasta e bela Carretera Austral, um cruzeiro pelos fiordes gelados, uma roadtrip por Chiloé ou um passeio pela Região dos Lagos. Mas o Chile tem tesouros escondidos que merecem ser visitados. É por isso que na IATI, especialistas em seguros de viagem para o Chile, gostaríamos de te mostrar alguns lugares fora do normal para ver no Chile. Para chegar a alguns deles é preciso gastar muito tempo e paciência, mas isso justifica-se e já vais descobrir porquê. E já que o Chile está cheio de recantos mágicos e tradições desconhecidas a cada passo, natureza deslumbrante e surpresas inesquecíveis… Vamos ao Chile? 1. O novo fim do mundo: Puerto Williams, Ilha Navarino Existe vida para além de Ushuaia, a famosa cidade do fim do mundo? Claro que sim. E não só há vida, como do outro lado do Canal de Beagle fica a nova cidade do fim do mundo: Puerto Williams. Com pesar para uns e alegria para outros, esta (desconhecida e) pequena cidade alcançou o título de cidade em 2019, ultrapassando a famosa Ushuaia. Mas para além das querelas argentino-chilenas, Puerto Williams é um lugar único. Ali o tempo passa de forma diferente, com verões hostis em que as chaminés não param de fumegar e as sopas e a carne de caranguejo são quase uma religião. A sua população divide-se entre civis, militares e Yaghan, um grupo étnico esquecido que outrora possuía os inexplorados fiordes patagónicos e canais fueguinos antes da passagem do Fitz Roy. A partir de Puerto Williams, é possível encontrar rotas de trekking tão exigentes e selvagens quanto incríveis, entre florestas de lengas e montanhas de bico com neve permanente. Entre elas está a famosa rota dos Dientes de Navarino (considerada o trekking mais austral do mundo) e ainda muito pouco explorada, na qual te podes aventurar por tua conta e risco, já que não há guardas florestais. Também é possível fazer uma viagem inesquecível ao Parque Nacional do Cabo Horn para quem procura aventura e emoção. Ou ir até à pequena (e mais a sul) cidade de Puerto Toro, onde uma vez por mês o barco de Punta Arenas faz escala no porto. E para os amantes da história, é imprescindível navegar até à baía de Wulaia, onde ocorreu a tragédia atribuída a Jemmy Button, um inocente fueguino que se vendeu por um botão de madrepérola ao capitão Fitz Roy, em troca de o levar para Inglaterra para o civilizar. Como chegar a Puerto Williams: De barco a partir de Ushuaia, de barco a partir de Punta Arenas ou de avião a partir de Punta Arenas. 2. Puerto Eden, Ilha de Wellington Se Navarino era o domínio do povo Yaghan, Puerto Eden era o domínio dos Kawésqar. Puerto Eden e todos os fiordes que se estendem a sul do sul. Os últimos avós ainda lá vivem e falam uma língua que se extinguirá quando eles desaparecerem. Hoje, Puerto Eden tem apenas 170 habitantes, um alojamento, 3 pequenas mercearias que abrem quando se toca à campainha da porta ao lado, um quilómetro de passadiços de madeira que vão de um lado ao outro da aldeia, uma equipa médica que vem uma vez por mês e um clima muito húmido e frio. Puerto Eden está longe do ritmo do resto do mundo. Fica a 14 horas de barco de Puerto Natales e a 12 de Caleta Tortel. Não há carros, não há estradas, não há lugar para ir sem ser um barco. Em Puerto Eden, o tempo passa devagar, inabalável, com pouco para fazer, mas muito para fazer. Vidas monótonas para quem não vive lá, onde cada família cozinha o seu próprio pão e corta a sua própria lenha. E, no entanto, um refúgio de paz no meio do frio e do eterno nada. Como chegar a Puerto Eden: De barco desde Puerto Natales (16 horas), Caleta Tortel (14 horas) ou Puerto Montt (24 horas). 3. Puerto Raúl Marín Balmaceda, Região de Aysén Com um nome maior do que o tamanho do povo que o habita, Puerto Raúl Marín Balmaceda é um dos lugares off-road mais bonitos da Carretera Austral. A localidade está situada numa ilha de árvores e areia, entre dois rios e o mar. Os seus caminhos entre antigas árvores autóctones, as casas de madeira escondidas entre a densa vegetação, a esplêndida fauna marinha e a enorme praia onde o pôr do sol se funde com o mar e as vistas do vulcão nevado Melimoyu, fazem de Puerto Raúl Marín Balmaceda um dos recantos mais espectaculares do país. Como chegar a Puerto Raúl Marín Balmaceda: De barco a partir de Quellón (Chiloé) ou de autocarro a partir de La Junta (apenas 3 dias por semana). Viajar com segurança no Chile Estes “off-routes” vão levar-te a lugares fora dos circuitos habituais. Por isso, se para o passeio típico o Ministério dos Negócios Estrangeiros já insiste na importância vital de ter um seguro de viagem para o Chile, agora é que não deves mesmo hesitar em fazer um seguro. Um golpe de calor, um acidente, uma viagem que se transforma num entorse ou qualquer doença que não teria qualquer importância no nosso país, pode traduzir-se em enormes despesas médicas que podem comprometer a tua viagem. O IATI Mochileiro é o melhor seguro para este destino e, para além de te dar acesso gratuito aos melhores especialistas, cobre também casos como roubo, incidentes com o seu transporte, repatriamento ou problemas com a bagagem. Não arrisques no Chile e faz já o teu seguro: 4. Ilhas Juan Fernández Este arquipélago fica a 700 km da costa chilena. Inspirou Daniel Dafoe a escrever a sua aclamada peça de teatro Robinson Crusoé (que acabou por dar o nome a uma das ilhas), depois de conhecer a história de um marinheiro escocês que ali passou quatro anos, abandonado pela mão de Deus no início do século XVIII. No entanto, só em 1877 é que foi fundada a primeira (e única) cidade: San Juan Bautista. É povoada por apenas 1.000 pessoas, mas está aninhada num parque nacional. E o arquipélago tem muito para oferecer: desliga-te do mundo, faz caminhadas, navega pelos mares pouco viajados, pesca com os habitantes locais e, claro, come as famosas lagostas. Se estás à procura de lugares fora do normal para ver no Chile, este é o lugar certo. Como chegar a Juan Fernández: De avião ou por mar (várias frequências por mês). 5. Coñaripe, Região de Los Ríos A pequena aldeia de Coñaripe está localizada num lugar que parece mágico, na comuna de Pangüipulli, Región de los Ríos. E é um daqueles lugares fora do normal para ver no Chile, onde só chegas ao seguir as recomendações de uns e os conselhos de outros. Para quem não é chileno, é difícil imaginar incluir Coñaripe numa viagem ao Chile, mas os habitantes locais conhecem-na bem: uma estância balnear no Lago Calafquen, uma aldeia de pequenas casas de madeira, atividades aquáticas e o implacável vulcão Villarrica, ativo e fumegante, como pano de fundo. Mas Coñaripe é também a base de operações para subir às Termas Geométricas, um complexo termal com mais de 20 piscinas no meio do desfiladeiro por onde corre um rio que forma cascatas. Um espetáculo zen sob a forma de passadiços de madeira vermelha que atravessam uma vegetação luxuriante e selvagem. A entrada é cara, mas vale a pena passar um dia inteiro lá. Como chegar a Coñaripe: De Pangüipulli e Villarrica há vários autocarros por dia. 6. Capelas de mármore, Região de Aysén No meio da Carretera Austral fica a pequena cidade de Puerto Río Tranquilo, às margens do Lago General Carrera, um lago de águas turquesas compartilhado com a Argentina e que é coroado como o segundo maior da América do Sul. O seu nome tehuelche, Lago Chelenko, é um testemunho das suas águas tempestuosas quando se embarca para visitar as cavernas e capelas de mármore que a erosão do vento e a passagem do tempo moldaram nas suas margens. É um dos lugares fora do normal para ver no Chile que nunca vais esquecer! Como chegar a Puerto Río Tranquilo: Há autocarros diários desde Cochrane e Coyhaique. 7. Punta de Lobo (Pichilemu), Região de O’Higgins O paraíso dos surfistas da América do Sul está em Pichilemu, onde praias como Punta de Lobos e Infiernillo recebem competições internacionais todos os anos. É uma cidade pequena e arejada que te vai arrebatar com as suas paisagens costeiras e pores-do-sol. Se passares por aqui, não te esqueças de visitar a Laguna del Perro e as salinas de Cahuil, mundialmente conhecidas pelo processo artesanal de produção de sal. Como chegar a Pichilemu: De autocarro desde Talca. 8. Antofagasta, Região de Antofagasta Antofagasta está fora da rota turística do Chile. É uma cidade mineira cara, com pouco interesse cultural. E, no entanto, está rodeada por mais do que alguns pontos turísticos interessantes, uma vez que se estende por 15 km da bela costa do Pacífico de um lado e as colinas do deserto laranja do outro. Se estiveres disposto a visitá-la, não percas os seguintes locais: • A Mão do Deserto: Um ícone com mais de 30 anos mas que faz as delícias de todos os instagramers em voga. • Hito Trópico de Capricornio: Recomendado para os amantes de lugares únicos. • La Portada de Antofagasta: Uma escavação natural na rocha à saída da cidade com falésias e o mar. • Hornitos: Uma aldeia de casas baixas junto a uma extensa praia delimitada por falésias de areia sedimentar que dão origem a magníficas formações rochosas. Como te deslocares em Antofagasta: Só podes fazer isto se alugares um carro. 9. Parque Nacional Pan de Azúcar, regiões de Antofagasta e Atacama. Este parque, que cobre uma área de mais de 40.000 hectares, tem uma parte continental e outra insular. Está fora dos lugares mais conhecidos do Chile, mas guarda segredos maravilhosos. Há trilhas para caminhadas que correm entre o deserto, o Oceano Pacífico e um mar de cactos solitários. Também é possível aproximares-te da Isla Pan de Azúcar a partir da enseada, onde os pescadores te levarão a ver uma colónia de pinguins de Humboldt. Aqui tens o site oficial do parque, onde é altamente recomendável passar uma noite num dos parques de campismo e admirar um céu estrelado que é difícil de igualar. Se visitares o parque na primavera, terás a oportunidade de ver um dos mais belos fenómenos que ocorrem no Chile: o deserto florido. Um mar de areia salpicado de milhões de flores que se estendem ao longo do setor costeiro da Região de Atacama, de Huasco a Chañaral. Como chegar ao parque: Só de carro alugado. 10. Laguna Verde e Nevado Ojos del Salado, Região do Atacama Na fronteira andina com a Argentina ergue-se o vulcão Ojos del Salado, que se gaba de ser a montanha mais alta do Chile, o segundo pico mais alto das Américas (depois do Aconcágua) e também o vulcão ativo mais alto do mundo. É isso mesmo. São 6.893 metros que se elevam como nenhum outro, no meio de uma paisagem avassaladora. Para os mais aventureiros, há empresas que organizam caminhadas de 15 dias até ao vulcão. Para os menos preparados para o trekking, uma boa opção é fazer uma excursão de carro até ao Paso San Francisco, onde a estrada deixa atrás de si paisagens incríveis, incluindo a Laguna Verde, com a sua paisagem inesquecível. IMPORTANTE: Antes de embarcares numa viagem aos Andes, verifica primeiro se os passos de montanha estão abertos e se pode conduzir nas estradas. Não se deve brincar com estas coisas. Como chegar ao parque: Apenas de carro alugado. Com isto terminamos a nossa compilação destes 10 lugares fora do normal para ver no Chile. Esperamos que, se algum deles te chamou a atenção, que o visites e incluas no teu roteiro de viagem ao Chile. Nenhum deles te vai desiludir, prometemos!

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Dicas para viajar para Marrocos pela primeira vez

Dicas para viajar para Marrocos pela primeira vez

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É a sua primeira vez no país e estás perdido? Não te preocupes, estes conselhos para viajar para Marrocos serão uma óptima maneira de começar a preparar a sua próxima visita de uma forma lógica e ordenada. Na IATI, especialistas em seguros de viagem, há muitos anos que orientamos os viajantes de todo o mundo e Marrocos é, pela sua proximidade, pela variedade de paisagens e cultura, um dos mais cobiçados. Por isso queremos ampliar o nosso guia do país com estas informações práticas. Continue a ler para descobrir as melhores dicas para viajar para Marrocos pela primeira vez. Verifique os documentos necessários para visitar Marrocos e não seja demasiado confiante. Apesar de estar muito perto de nós, portugueses, um dos primeiros conselhos que podemos dar para viajar para Marrocos é verificar a validade do seu passaporte. Lembre que não pode entrar no país apenas com o teu cartão de cidadão, vai precisar do teu passaporte e que este deve ser válido por pelo menos 6 meses a partir do momento em que entra no país. Por isso, para evitar um susto, é aconselhável verificar a data de validade com antecedência, pois conseguir uma marcação para a renovação é muitas vezes pode ser complicado na maioria das cidades. A boa notícia é que os portugueses não precisam de visto para estadias inferiores a 90 dias. Se tenciona alugar um carro ou trazer o seu próprio de Portugal, deve saber que a carta de condução nacional é válida por um ano a partir da data de entrada. No nosso artigo Requisitos para viajar para Marrocos, encontrará todas as informações de que necessita. Quantos dias são necessários para viajar para Marrocos Marrocos é um país para viajar sempre que tiver oportunidade. Com voos operados por companhias aéreas de baixo custo para diversas cidades marroquinas, pode fazer uma viagem de 4-5 dias ou uma rota mais longa de algumas semanas ou mais, depende de si! Do nosso ponto de vista, uma recomendação para viajar para Marrocos e tirar o máximo partido da viagem é dedicar pelo menos 10 dias e, se possível, 2 semanas. É necessário tomar alguma vacina para viajar para Marrocos? De acordo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), é aconselhável estar vacinado contra a tuberculose e a hepatite A quando se viaja para Marrocos. Por esta razão, nunca é demais visitar um centro de vacinação internacional e obter aconselhamento profissional. Não é obrigatório tomar uma das vacinas contra o coronavírus para entrar no país, mas é sempre aconselhável viajar com precaução e evitar zonas com muita gente. Por outro lado, nunca é demais ter cuidado com a comida, especialmente nas bancas de rua, e beber sempre água engarrafada. Leve consigo um kit básico de primeiros socorros, incluindo medicamentos antidiarreicos, protectores estomacais, probióticos, sais de reidratação e analgésicos. Proteção em viagem, o melhor conselho para viajar para Marrocos Nas suasrecomendações de viagem, o MNEé muito claro e indica que os cuidados de saúde de qualidade em Marrocos só estão disponíveis em hospitais e clínicas privadas, o que significa que mesmo a mais pequena consulta pode resultar em facturas avultadas. É por isso que é crucial viajar com um seguro que o cubra em qualquer altura e sem necessidade de pagar adiantado. O Ministério também aconselha que a apólice inclua o repatriamento médico. O IATI Mochileiroé o seu melhor companheiro para esta aventura, proporcionando-lhe uma cobertura de seguro de saúde muito elevada, mesmo que decida praticar alguns dos muitos desportos de aventura disponíveis em Marrocos. Viajará com a segurança de poder dirigir-se aos melhores centros sem ter de esperar, mas também estará protegido para além dos aspectos puramente médicos. Esta apólice cobre também em caso de roubo de bagagem, atrasos no transporte ou se tiver de ser repatriado ou regressar mais cedo a casa por motivos importantes, como hospitalização ou morte de um familiar. Como se deslocar em Marrocos: carro ou transportes públicos? É possível fazer tipos diferentes de deslocações pelo país, pelo que um dos conselhos para viajar para Marrocos que podemos dar é que o faça da forma que mais lhe convier. Como existem vários aeroportos, pode voar para Fez, Marraquexe ou Rabat, para dar alguns exemplos, ou até mesmo para um aeroporto intermédio. A Royal Air Maroc é a “Iberia de Marrocos” e tem várias ligações domésticas. Há também comboios e autocarros em Marrocos, que são baratos e ideais para quem tem tempo livre ou quer poupar dinheiro. Para viagens curtas, pode sempre optar pelos grand taxis, que são táxis partilhados que fazem a ligação entre vilas ou cidades próximas. Naturalmente, os táxis com taxímetro, também conhecidos como petit taxis, também estão disponíveis dentro das cidades. Por outro lado, uma vez que pode levar o seu carro em ferries do sul do continente para Ceuta, Melilla ou Tânger, outra boa ideia é explorar Marrocos no seu próprio carro. Neste caso, o que aconselhamos é que seja muito cuidadoso e paciente, e que se adapte a conduzir como eles o fazem. Os sinais de trânsito estão em francês e árabe. Se estiver a fazer uma escapadela das principais cidades, há muitas excursões, por isso não tem de se preocupar com nada. É claro que pode viajar para Marrocos 100% por sua conta. Como lhe dissemos em É seguro viajar para Marrocos, este é um dos países mais seguros de África. Basta evitar a fronteira com a Argélia, ter muito cuidado com guias não oficiais e, claro, com os seus objectos de valor em zonas com muita gente. Cada viajante é diferente. Enquanto alguns gostam de improvisar e ver como se sentem em cada lugar para prolongar ou encurtar os dias, outros gostam de ir com tudo organizado e preocupar-se apenas em divertir-se. Na nossa opinião, uma dica para viajar para Marrocos se for a sua primeira vez é obter muita informação para fazer, pelo menos, um esboço do percurso que quer seguir, especialmente se vai visitar várias cidades. Se for uma viagem curta, em que não precisa de fazer vários transferes, será muito mais simples, mas se estiver a planear um itinerário mais longo, é importante considerar diferentes opções porque Marrocos é um país grande com muitas possibilidades. Para poupar tempo e esforço, pode dar uma vista de olhos a esta viagem de 7 dias por Marrocos. Verá que, na realidade, existem 3 itinerários diferentes que se centram em determinados aspectos do país. Se não tiver muitos dias, dê uma vista de olhos a estes guias: • Marraquexe – lugares imperdíveis • O que fazer em Marrocos • 6 destinos imperdíveis em Marrocos Escolher uma boa altura do ano, conselhos para viajar para Marrocos Estamos a falar de um grande país com um grande número de ecossistemas diferentes, pelo que só podemos falar em termos gerais. No entanto, se tivéssemos de lhe dar algumas dicas para viajar para Marrocos relacionadas com a estação do ano ou com o clima, diríamos que a melhor altura para visitar Marrocos é na primavera e no outono. Entre abril e junho e outubro e novembro, as temperaturas são mais moderadas nas zonas mais quentes do país e, exceto em alturas muito específicas como a Páscoa ou os fins-de-semana prolongados, não encontrará tantos turistas. Isto também se traduz em preços mais baixos para alojamento e voos, especialmente se reservar com antecedência. Se não gosta de calor, tenha em conta que, exceto no litoral, as temperaturas podem atingir mais de 40ºC em julho e agosto. Por outro lado, recomendamos que se informe sobre a altura em que se celebra o Ramadão. Durante este período, muitos estabelecimentos comerciais estão fechados de manhã à noite. Os estabelecimentos orientados para o turismo estão normalmente abertos, pelo que é pouco provável que fique sem comer, mas noutras alturas terá mais escolha. O que vestir numa viagem a Marrocos De certeza que é uma dor de cabeça quando se trata de fazer a mala, não é? A primeira coisa que precisa de saber é que as mulheres em Marrocos, apesar de ser um país muçulmano, não são obrigadas a cobrir o cabelo ou a usar hijab. No entanto, muitas delas usam-no diariamente. É verdade que nas zonas turísticas e nas grandes cidades, os marroquinos estão habituados a ver os viajantes vestidos de todas as maneiras. No entanto, se quiser dar menos nas vistas ou respeitar a sua cultura, o melhor é usar roupas que cubram os joelhos e os ombros. Se viajar no verão, certifique-se de que as suas roupas são respiráveis, e se viajar no inverno, não seja demasiado confiante e leve um casaco. Além disso, não se esqueça de levar sapatos confortáveis, pois é provável que tenha de andar muito. Outros artigos essenciais para levar para Marrocos: • Protetor solar, especialmente se viajar no verão. • Boné/chapéu. • Kit básico de primeiros socorros. • Um lenço para se cobrir quando entrar nas mesquitas. Quanto às tomadas, não se preocupe, têm as mesmas que em Espanha, pelo que não precisará de um adaptador. Calcular os custos da viagem em Marrocos Quer seja para ver quanto dinheiro levar ou porque está a fazer alguns cálculos para ver quanto a viagem lhe pode custar, aqui estão alguns custos de referência em Marrocos: • Alojamento: entre 30 e 60 euros por quarto duplo. • Comida: entre 5 e 8 euros por prato. • Excursões no deserto: entre 50 e 80 euros. • Aluguer de automóveis: entre 20 e 30 euros por dia Desfrutar da cozinha marroquina Isto é algo que se aplica a todo o lado, mas achamos que uma dica de viagem muito importante para Marrocos é afastar o medo e experimentar absolutamente tudo. A comida aqui é impressionante, seja nos restaurantes ou nas bancas de rua, por isso dê tudo por tudo e, no mínimo, experimente as seguintes iguarias: Tajine: quer seja de carne, peixe ou vegetariano, vai apaixonar-se por este tipo de guisado. Couscous: provavelmente já o provou pelo menos uma vez na vida, mas é obrigatório na sua viagem a Marrocos. Também pode escolher com o que o acompanhar. Harira: a sopa mais tradicional de Marrocos. Tenha cuidado se não for fã de comida picante porque tende a ser um pouco “diabólica”. Pastilla ou pastilla: um “pastel” normalmente recheado com carne de pombo e condimentado com muitas especiarias. Kefta: uma carne condimentada que se come normalmente num espeto. Para terminar, nada melhor do que doces marroquinos regados com chá de menta. Comprar um cartão SIM local, uma das melhores dicas para viajar para Marrocos. Não se esqueça de que utilizar o seu operador habitual em Marrocos vai implicar contas bastante elevadas. Por isso, uma dica para poupar dinheiro é optar por uma empresa de eSim ou, se quiser ficar ainda mais barato, usar uma operadora local marroquina. Como gerir o seu dinheiro em Marrocos: trocar ou levantar nas caixas automáticas? A moeda oficial em Marrocos é o dirham marroquino e encontrará notas de 20, 50, 100 e 200 dirham, bem como moedas de 0,5, 1, 5 e 10 dirham, 10 e 20 cêntimos. Posso pagar em euros em Marrocos? Sim, normalmente aceitam-nos, mas é claro que tem de ter em conta que a taxa de câmbio que aplicam não é a melhor. Por outro lado, é verdade que se pode pagar com cartão em cada vez mais locais, mas não em todos, pelo que será necessário dinheiro. Por esta razão, a nossa recomendação é que, em primeiro lugar, se utilizem cartões de bancos ou instituições que não cobrem comissões pelo pagamento em moedas diferentes do euro ou pelo levantamento de dinheiro nas caixas automáticas. O Revolut e o N26 são atualmente boas opções, mas tenha em conta que todos os ATM marroquinos cobram taxas locais de cerca de 3 euros pelos levantamentos, pelo que uma dica para viajar para Marrocos é levantar o máximo possível. Em alternativa, leve euros em dinheiro e procure as casas de câmbio que lhe ofereçam uma boa taxa. Nas grandes cidades não terá grandes problemas, bastando certificar-se de que obtém a taxa de câmbio que lhe é proposta. Como se comunicar em Marrocos As línguas oficiais de Marrocos são o árabe e o amazigh, que engloba as várias línguas berberes. Para além disso, devido ao seu passado, o francês também é falado e, como se pode imaginar, graças ao turismo, muitos marroquinos falam inglês. Por isso, um dos nossos melhores conselhos para viajar para Marrocos é tentar conversar com as pessoas e aprender sobre a sua cultura. Além disso, é preciso saber regatear – em espanhol, com as mãos ou com uma calculadora à sua frente, vai ter de regatear! Mas faça-o com respeito e valorize o seu trabalho, especialmente se se tratar de artesanato. Mais conselhos de viagem úteis para Marrocos Podíamos passar horas a dar dicas para viajar para Marrocos, por isso decidimos acrescentar mais algumas a esta “caixa de conselhos de viagem”: • Não perca a oportunidade de dormir num riad, que são antigos palácios ou casas dispostas à volta de um pátio central e que lhe proporcionarão uma experiência muito autêntica. Se visitar o deserto, não há nada como ficar numa tenda e desfrutar de uma noite de mil estrelas. • Peça autorização às pessoas antes de as fotografar. Normalmente não é um problema, mas não terá uma má surpresa. • Note-se que a utilização de drones só é permitida com autorização do governo. • Descarregue um mapa de Marrocos de uma aplicação como o Google Maps ou o Maps.me. Ajudá-lo-á muito em locais como as medinas, que são labirínticas, ou no caso de zonas rurais sem cobertura. • Negoceia! É muito possível que te peçam o dobro do que vales. Mas faça-o sempre com respeito e com um sorriso no rosto. Se se tratar de um trabalho artesanal, valorize-o e não se iniba de pagar menos um euro. • Se for apanhar um táxi, verifique se o taxímetro está a funcionar e, utilizando o Google Maps ou uma aplicação semelhante, certifique-se de que não lhe dá mais voltas do que devia. • Se estiver a viajar sozinho, é aconselhável não andar desacompanhado pelas medinas à noite. Marrocos é um país seguro, mas é melhor evitá-lo. • É aconselhável beber água engarrafada e utilizar apenas água engarrafada para lavar os dentes para evitar surpresas desagradáveis. • Se quiser beber um sumo de laranja típico na Praça Jemaa el Fna, em Marraquexe, certifique-se de que é espremido à sua frente e não servido de um jarro, pois pode ser um pouco desagradável para a boca. • Abra a sua mente, esqueça os seus preconceitos e divirta-se! Marrocos é um país muito diferente do nosso e, se não tiveres viajado muito ou se só tiveres viajado na Europa, podes ficar chocado no início. No entanto, não se compare, deixe-se levar e, acima de tudo, aprenda muito. • Seja um viajante responsável e exclua todas as actividades que envolvam animais. Passeios de camelo, espectáculos com macacos ou cobras, carrinhos de burros… Por favor, não contribua para os maus tratos aos animais. • Se já esteve no país e gostaria de acrescentar algumas dicas para viajar para Marrocos ou, pelo contrário, tem alguma dúvida, pode escrever-nos nos comentários. No blogue da IATI estamos constantemente a acrescentar informações para as suas próximas aventuras. Não perca estes artigos sobre Marrocos que temos para si: • Requisitos para viajar para Marrocos • É seguro viajar para Marrocos?

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Como preparar a tua viagem para a neve

Como preparar a tua viagem para a neve

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Quando o inverno se aproxima, a ideia de uma escapadela à neve é tentadora para muitos. A paisagem branca, as pistas de ski, e as atividades de inverno oferecem uma experiência única que atrai viajantes de todas as idades. No entanto, uma viagem para a neve exige uma preparação cuidadosa para garantir a tua segurança e para que desfrutes ao máximo a tua viagem. Vamos dizer-te o passo a passo de como preparar a tua viagem para a neve e, claro, incluir o melhor seguro para a neve que te vai proteger em qualquer ocasião indesejada. Escolher o melhor destino A primeira etapa é escolheres o destino que melhor se aplica às tuas necessidades e aquilo que procuras. Se já tens um destino em mente ótimo, senão não te preocupes que vamos dar-te a conhecer alguns dos mais conhecidos. Destinos de neve na Europa Na Europa vais encontrar muitos destinos de neve que atraem amantes de ski de todo o mundo. Os Alpes Europeus, que atravessam países como França, Áustria, Suíça e Itália, são uma escolha popular devido às suas grandes montanhas, muitas estâncias de ski e encantadoras aldeias alpinas. Outros destinos europeus incluem os Pirinéus em Espanha e Andorra, bem como a Escandinávia, a Noruega e a Suécia, onde podes desfrutar de ski nas paisagens árticas e de observação de auroras boreais. Se quiseres explorar mais quais os melhores destinos europeus, lê o artigo: 5 melhores destinos de neve na Europa. Destinos neve fora da Europa Fora da Europa, há uma variedade de destinos de neve igualmente cativantes. As Montanhas Rochosas no oeste dos Estados Unidos e Canadá são famosas pelas pistas desafiadoras e paisagens espetaculares. No Japão, destinos como Niseko e Hakuba oferecem uma experiência única com quantidades excecionais de neve e a oportunidade de explorares a cultura japonesa. Nova Zelândia, Queenstown e Wanaka vão dar-te uma experiência de ski no hemisfério sul, com desportos de inverno emocionantes e cenários deslumbrantes. Claro que existem muito mais destinos e bem menos conhecidos, dependendo do teu nível no ski e snowboard e das tuas preferências podes, sem dúvida, explorar estes destinos menos conhecidos. Considerações que deves ter ao escolher o destino Escolher o destino é a parte mais importante de como preparar a tua viagem para a neve, no entanto deves ter alguns aspetos em conta: • Nível de Experiência: Certifica-te de que o destino que escolheste oferece pistas adequadas ao teu nível de experiência. Algumas estâncias de ski são mais amigáveis para principiantes, enquanto que outras são mais desafiadoras e adequadas para pessoas mais experientes. • Orçamento: Os custos variam de acordo com o destino. Algumas estâncias de ski de renome podem ser mais dispendiosas, enquanto destinos menos conhecidos podem ser mais acessíveis. • Interesses Adicionais: Pensa nos teus interesses para além do ski. Alguns destinos oferecem atividades como spa, restaurantes requintados, vida noturna animada e passeios culturais. • Época da Viagem: A época da tua viagem também é um fator muito importante. Os destinos de neve têm diferentes épocas de pico, e a disponibilidade de neve pode variar. Pesquisa qual a melhor altura para a prática de ski ou snowboard no destino que escolheste. Qual a melhor época para viajar para a neve? A época ideal para a tua viagem para a neve vai sempre depender do destino que escolheres. De uma forma geral, a “temporada de inverno” começa em dezembro e pode durar até março em muitos destinos. No entanto, é importante considerar que as semanas do Natal e Ano Novo são tipicamente muito concorridas, com preços mais elevados e estâncias de ski completamente lotadas. A época que vai de meados de janeiro até meados de fevereiro é muitas vezes considerada a melhor altura para desfrutar de condições de neve ideais e evitar as multidões. Se preferes esquiar com temperaturas mais amenas, a primavera (março e abril) pode ser uma excelente opção. No entanto, deves ter em conta que a neve pode ser mais escassa, dependendo do destino e do clima. Que tipo de equipamento devo levar para a neve? Não podíamos deixar de incluir neste guia de como preparar a tua viagem para a neve que tipo de equipamento deves levar. Isto envolve considerar o tipo de roupa essencial para o frio, o equipamento de ski ou snowboard e muito importante: proteção solar. Roupa essencial para a neve Levar roupa adequada para a neve é crucial para te manteres aquecido e seco nas temperaturas mais baixas. Isto inclui: casacos impermeáveis, calças de neve, camadas térmicas, luvas, gorros, cachecóis e botas resistentes à água. Escolher roupas que ofereçam isolamento térmico e resistência ao vento é essencial para enfrentar o frio da montanha, mesmo que possas sentir mais calor durante as horas mais quentes do dia quando o sol está a refletir na neve, ter camadas para todo o tipo de clima é essencial. Equipamento de ski ou snowboard Se estás a planear praticar ski ou snowboard, é fundamental escolheres o equipamento adequado. Para ski, precisas de skis, bastões e botas de próprias para ski, enquanto que para snowboard apenas é necessário a prancha e botas específicas. Assegura-te de que o teu equipamento está em boas condições e que se ajusta ao teu nível de habilidade. Não te preocupes, se não tiveres nenhum deste equipamento podes alugá-lo em praticamente todas as estâncias e lá, os técnicos e professores, vão ajudar-te a escolher os melhores tamanhos e materiais para o teu nível de experiência. Importância de Proteção Solar Muitas pessoas subestimam a importância da proteção solar durante uma viagem à neve. A neve reflete a luz do sol de forma intensa, o que pode resultar em queimaduras solares, e acredita que é bastante comum. Utilizar protetor solar de alta qualidade, óculos de sol com proteção UV e um chapéu ou gorro para proteger a pele e os olhos é essencial para desfrutares dos dias de sol na montanha. Seguro de viagem para a neve Se estás a considerar uma viagem à neve, uma etapa essencial no teu guia de como preparar a tua viagem à neve é contratar um bom seguro de viagem. Garantir que estás protegido em casos de acidentes, perda de bagagem, assistência médica e muitos outros, é essencial para viajares descansado e aproveitares esta viagem magnífica ao máximo. A melhor apólice para este tipo de viagens é o IATI Estrela com o suplemento de desportos de aventura. É o nosso seguro de viagem internacional mais completo, tem uma das mais altas coberturas de despesas médicas do mercado e os limites mais elevados na sua vasta gama de coberturas complementares. Conta também com um pacote completo de aventura, que pode ser adicionado à tua apólice mesmo para desportos de Inverno ou trekking a grande altitude. Aulas de ski e snowboard Quer sejas um principiante à procura de uma preparação sólida, ou um atleta mais experiente em busca de melhorias na técnica, considera a opção de ter aulas. Instrutores qualificados nas estâncias podem personalizar aulas que atendam às tuas necessidades e objetivos, seja para aprender as técnicas básicas, aperfeiçoar as habilidades mais avançadas, ou simplesmente ganhar confiança nas pistas. Independentemente do teu nível de experiência, aulas de ski são essenciais para garantir uma experiência segura e gratificante nas montanhas. Esperamos que este guia te tenha ajudado a planear a tua viagem para a neve. Se tiveres alguma dúvida não hesites em deixar nos comentários. • 5 melhores destinos de neve na Europa – para apreciadores de aventura

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Como organizar o teu Carnaval no Rio de Janeiro

Como organizar o teu Carnaval no Rio de Janeiro

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Passar o carnaval no Rio de Janeiro é uma das melhores experiências do mundo! Imagina uma cidade inteira cheia de cores, purpurina e música! Tem festa para todos os gostos, estilos e idades. Mas em terras cariocas, o carnaval não dura apenas um fim de semana, então é preciso organização para poderes aproveitar ao máximo esta data tão mágica. Vem descobrir como organizar o teu Carnaval no Rio de Janeiro! No calendário oficial, a festa vai acontecer entre os dias 10 (sábado) e 13 (terça) de fevereiro. O Pré-Carnaval acontece no fim-de-semana dos dias 3 e 4 e o Pós-Carnaval em 17 e 18. No ano passado, a Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (DEAT) estimou que o número de turistas estrangeiros cresceu 20% em 2023 com relação a 2020. Para a alegria do folião que procura o Rio como destino de Carnaval, o órgão também registou uma queda de 34% na taxa de crimes contra turistas. Então, se queres subir as escadas de Santa Teresa, dar um mergulho em Copacabana, ver o Cristo de longe pelas ruas de Botafogo ou conhecer o Centro do Rio de Janeiro – tudo isto enquanto segues um trilho elétrico- já podes começar a pensar na fantasia! Como descobrir onde vão estar os blocos de rua? Os blocos de rua ocupam toda a cidade e são gratuitos, mas como posso saber onde eles vão estar? No carnaval de 2023, a Riotur (Oficina de Turismo do Rio de Janeiro) lançou o “Partiu bloquimmm”, um aplicativo interativo que mostra onde os 415 blocos oficiais estarão por data, hora e geolocalização, ou seja, onde é a concentração, por onde irá passar e quais as ruas que estarão fechadas. Os blocos mais locais, que não são tão cheios de turistas, costumam sair pela manhã (beeeem cedo) e passam por locais longe da Zona Sul, como Centro, Santa Teresa, Glória ou Flamengo. E atenção às redes sociais já que, muitas vezes, eles mudam de lugar. Para nós, os melhores blocos para curtires o Carnaval no Rio são: • Cordão do Boi Tolo – o bloco sem fim! Já chegou a durar 10h o percurso com muita animação. • Amigos da Onça – um repertório de música brasileira em ritmo de carnaval e sempre com uma marchinha sob forma de paródia carnavalesca. • Bengalafumenga – famoso por juntar diferentes ritmos, como o funk e o samba. • Cordão do Boitatá – mais de 100 músicos arrastam uma multidão ao som de marchinhas clássicas. • Carmelitas – o bloco onde muitos animadores se fantasiam de freira, já que uma delas é a fujona do convento. • Mulheres de Chico – um bloco liderado por mulheres, que transforma as músicas do Chico Buarque em ritmos de carnaval. • Sargento Pimenta – transforma as músicas dos Beatles em ritmos de carnaval. Costuma estar super cheio! Pré-carnaval Depois do ano novo, já começam a aparecer bloquinhos pelas ruas do Rio e todo o mês de fevereiro é intenso na cidade. O fim-de-semana que antecede o feriado do carnaval no Rio é o pré-carnaval oficial. Ou seja, não é preciso esperar exclusivamente pelo feriado para aproveitar a animação e festa, inclusive os cariocas dizem que o pré é melhor que o carnaval em si. Menos cheio e mais “raíz”. Há vários blocos já neste fim de semana, ensaios nas quadras das Escolas de samba e muitaaaaas festas por toda a cidade. E claro, o ritmo oficial da cidade nesta época é o samba. Como ir ver os desfiles no sambódromo? Ao contrário dos blocos, que costumam sair cedo, o desfile na Sapucaí é realizado à noite. Para ver o “Maior show da Terra” na arquibancada, os bilhetes variam, em 2024, entre R$124 e R$1474, de acordo com o dia e setor escolhido. No entanto, há também a opção de ires nos camarotes, onde podes encontrar famosos, políticos e celebridades. Os bilhetes estão à volta dos R$2.000 a R$3.000 e incluem open bar, buffet e shows exclusivos! Os camarotes mais famosos são: Nosso Camarote, Camarote nº1, Arara, Camisa 10, entre outros. No Grupo especial estão as principais escolas de samba do carnaval do Rio e o desfile acontece no domingo e na segunda-feira de carnaval. Na quarta-feira de cinzas é a apuração das notas e no seguinte sábado as seis melhores Escolas voltam à avenida no famoso Desfile das Campeãs. Como desfilar na Sapucaí? Quase todas as escolas de samba têm fantasias disponíveis ao grande público em algumas alas, já que nem toda gente tem disponibilidade para frequentar os ensaios ao longo do ano. Elas custam entre R$1.000 e R$4.000 e, na maioria dos casos, os detalhes do pedido são acertados via whatsapp, o que pode incluir até o envio da fantasia. Apesar de algumas pessoas chegarem apenas na altura dos desfiles, o ideal é ir à quadra da Escola que fores desfilar. No pré-carnaval há sempre festas ou feijoadas com muito samba e onde podes aprender o samba enredo do ano. Aqui estão as principais escolas do grupo especial: • Portela • Mangueira • Grande rio • Vila Isabel • Beija Flor • Salgueiro Mais algumas dicas • Leva ténis confortáveis • A tua bolsa é a tua melhor amiga. • Protetor solar!!! • A melhor forma de te moveres pela cidade é o metro. Esperamos ter-te ajudado a planear a tua viagem no Carnaval para o Rio de Janeiro. Não vás embora antes de leres outros artigos que temos sobre o Brasil para que possamos responder a qualquer dúvida que ainda tenhas: • Documentos e Requisitos para viajar para o Brasil em 2023 • Seguro de viagem para o Brasil 2023 • Itinerário de viagem de 15 dias para o Brasil

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O que ver e fazer em Taiwan: 10 planos imperdíveis

O que ver e fazer em Taiwan: 10 planos imperdíveis

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Embora existam muitas coisas para ver e fazer em Taiwan, a verdade é que ainda são poucos os que se atrevem a descobrir esta ilha que se situa na fronteira entre o Sudeste Asiático e a Ásia Oriental. A antiga Formosa, como lhe chamavam os exploradores portugueses, é uma interessante mistura de holandês, espanhol, francês, japonês e chinês, pelo que merece uma visita de pelo menos de duas semanas. Para além da sua curiosa e divertida capital, Taipé, visitar Taiwan significa explorar belos parques naturais, lagos, aldeias tradicionais e praias, mas também descobrir uma gastronomia incrível e ser surpreendido pela simpatia dos seus habitantes. Para que possas organizar a tua viagem sem enlouquecer, na IATI, especialistas em seguros de viagem, vamos contar-te as principais coisas a fazer em Taiwan e algumas dicas que certamente te ajudarão a tirar o máximo partido desta viagem. Quantos dias são necessários para visitar Taiwan? Como vais ver, apesar de não ser um destino muito conhecido, mesmo entre os amantes da Ásia, há muitas coisas para ver e fazer em Taiwan. No entanto, a maioria dos viajantes tende a concentrar-se em explorar Taipé e os seus arredores. Para isso, são necessários pelo menos quatro ou cinco dias completos, pelo que, se quiseres descobrir mais do resto do país, um número mais ou menos aceitável é de 15 dias. É claro que podes viajar para Taiwan por muito menos ou muito mais tempo sem te aborreceres, mas, na nossa perspetiva, duas semanas é o tempo ideal, especialmente se planeias viajar meio mundo para chegar aqui. Por outro lado, como é bastante comum não encontrar voos diretos para a ilha a partir da Europa, muitos viajantes decidem combinar a sua viagem a Taiwan com outras cidades asiáticas, como Hong Kong ou Singapura. Passa 2 ou 3 dias em cada uma delas e terás uma aventura completa. O que fazer em Taiwan: coisas a não perder Surpreendentemente, ainda não há muita informação na Internet sobre tudo o que há para ver e fazer em Taiwan. Por isso, vamos pôr mãos à obra e falar-te das suas principais atrações. Começaremos pelas mais importantes ou essenciais e deixaremos para o fim aquelas que não costumam estar incluídas nos roteiros de uma primeira viagem ao país ou que consideramos valer a pena se tiveres mais de 10 dias. Vem descobrir o que ver em Taiwan. 1. Descobrir Taipé, as melhores coisas para fazer em Taiwan Se só tens uma semana para visitar Taiwan, recomendamos que te concentres em explorar a capital e os seus arredores. Taipé é uma cidade fascinante. Por vezes, vais senti-te como se estivesses na ordenada cidade de Tóquio ou Osaka, mas outras vezes vais sentir-te como se estivesses na caótica cidade de Banguecoque ou Saigão. Devido aos diferentes povos que por ela passaram, é uma mistura interessante que vale bem a pena descobrir. Conhecer Taipé é passear pelos melhores mercados da Ásia, provar o famoso “tofu malcheiroso”, visitar templos espectaculares como o de Longshan, mergulhar na história no Chiang Kai-shek Memorial Hall, subir ao topo do Taipei 101 (que foi um dos edifícios mais altos do mundo até 2010), ver o pôr do sol na Montanha do Elefante ou passear pela Akihabara taiwanesa: o bairro de Ximending. 2. Caminhada no Parque Nacional de Taroko Situado a noroeste da cidade de Hualien, o Parque Nacional de Taroko é uma das atrações obrigatórias de Taiwan e, naturalmente, um dos locais mais famosos. As conhecidas Gargantas de Taroko foram formadas pela colisão da placa oceânica das Filipinas com a placa continental da Eurásia há mais de 6 milhões de anos, altura em que foram criadas as montanhas de pedra com mais de 3.000 metros acima do nível do mar que podemos ver atualmente. O rio Liwu também atravessa o parque, criando uma paisagem luxuriante pontilhada de pontes suspensas, quedas de água e trilhos escavados na rocha. Embora normalmente seja melhor explorar o parque num dia de táxi (a melhor forma de evitar estar dependente dos horários) ou de autocarro a partir de Hualien, se puderes, é melhor passares pelo menos dois dias com calma naquilo que é conhecido como “rotas cénicas”. Se fores um entusiasta de caminhadas, poderás passar várias semanas aqui, porque há realmente caminhadas para todos os gostos. 3. Lago da Lua do Sol (Sun Moon Lake) O maior lago para ver em Taiwan é o Lago da Lua do Sol, localizado em Yuchi. Mais do que pelo lago em si, que é lindo, recomendamos que o incluas no teu itinerário pelo que encontras nos arredores. No cais de Shusishe há muitos hotéis e restaurantes com excelentes vistas, bem como locais para alugar uma mota ou bicicleta e passeares ao teu próprio ritmo, descobrindo locais como o Templo Wenwu, o Templo San Sheng, o Templo Longfeng e o Pagode Ci’en. Também se pode fazer um passeio de barco ou, se quiseres pôr as pernas a mexer, há vários trilhos para caminhadas à volta do lago. 4. Visite Kaoshiung, uma das cidades imperdíveis de Taiwan A segunda maior cidade do país é Kaoshiung, mas rapidamente vais aperceber-te que o ambiente é muito mais descontraído do que o de Taipei. Embora talvez não seja tão encantadora como a capital, para nós, é uma cidade interessante que oferece a oportunidade de aprenderes mais sobre a cultura e a cozinha de Taiwan. Para abrir o apetite, aqui estão algumas das coisas para fazer em Kaoshiung: • Come alguma coisa no Mercado Noturno de Liuhe e no Mercado Noturno de Rueifong e continua a explorar a paixão taiwanesa pelos mercados noturnos – são fantásticos! • Visita a Lagoa de Lótus e os seus curiosos templos, incluindo o Templo do Dragão e do Tigre e o Templo da primavera e do outono. • Caminha pelo trilho da Montanha dos Macacos, aprecia as vistas do Pacífico a partir dos seus miradouros e, claro, cumprimenta os macacos. • Fofoca no Pier-2 Art Center com murais de arte de rua e esculturas divertidas. • Dirige-te ao Fo Guang Shan Buddha Museum: um recinto brutalista onde encontrarás uma enorme estátua de Buda, bem como pagodes. É um local muito venerado pelos budistas porque contém uma relíquia de Buda, um dos seus dentes. • Dá um passeio ao longo do rio Love. • Sobe à 85 Sky Tower, o arranha-céus mais alto de Taiwan antes de ser ultrapassado pelo Taipei 101. 5. Jiufen, uma das melhores coisas para fazer em Taiwan Se não tens muito tempo para visitar Taiwan e vais concentrar-te em Taipé, uma das excursões mais interessantes que podes fazer é a Jiufen. Trata-se de uma antiga cidade mineira com ruas sinuosas repletas de casas de chá (a Amei Tea House é uma das mais conhecidas), restaurantes e lojas de recordações e de artesanato, sob um belo céu de lanternas vermelhas. Como está situada na encosta de uma montanha, tem uma excelente vista para o mar. No entanto, tem em atenção que Jiufen não é um local secreto, pelo que não é raro encontrares muita gente. Por isso, evita os fins-de-semana e feriados ou tenta chegar o mais cedo possível. A título de curiosidade, este local também inspirou algumas das cenas do filme de animação Spirited Away. Uma vez que não vais demorar muito tempo a visitar, é uma boa ideia combinares Jiufen com outros locais como Nanya Rock, Jinguashi Gold Mine, Shifen ou Yehlui. Falaremos sobre alguns deles ao longo desta lista de coisas para ver e fazer em Taiwan. 6. Explorar Shifen e a sua queda de água Diz-se que a cascata de Shifen é o “Pequeno Niágara de Taiwan” devido à sua forma semi-circular. Embora esta afirmação seja um pouco ousada, uma vez que a cascata não tem mais de 20 metros de altura, é um belo cenário natural não muito longe de Taipé, o que a torna um refúgio perfeito da azáfama da cidade. A forma mais pitoresca de lá chegar é de comboio até à estação de Sandiaoling e depois uma caminhada de 20 minutos até à cascata. Esta estação foi construída para transportar carvão ao longo das antigas ruas de Shifen e agora existe um mercado animado para passear. Mais coisas para ver em Taiwan se tiveres mais tempo 7. Parque Yehliu O Geoparque Yehliu é outro local a visitar em Taiwan, localizado na costa norte do país. É uma estreita faixa de terra de quase 2 quilómetros para o Oceano Pacífico, onde se pode encontrar mais de 180 curiosas estruturas de pedra formadas pela erosão chamada hoodoo. Algumas delas têm uma forma tão bizarra que lhes foram atribuídos nomes como cabeça de rainha, cabeça de princesa, sapato de fada ou pedra de gengibre. Tal como Jiufen, é também um local muito conhecido que pode ser extremamente concorrido. Por esta razão, aconselhamos a não ir aos fins-de-semana e a estar no portão logo que este abra às 8 horas. Chegar aqui a partir de Taipé não demora mais de uma hora de autocarro e podes combinar a tua visita com Jiufen ou Shifen, por exemplo. 8. Parque Nacional de Kenting Se tiveres saudades da praia, outro local a visitar em Taiwan é o Parque Nacional de Kenting, na ponta sul da ilha. Hengchun que será a tua base para desfrutares da costa taiwanesa com praias de areia dourada, como White Sand Bay e Little Bay Beach. Todas estas praias são populares entre os habitantes locais e os turistas nos meses de verão, mas se quiseres algo mais intacto, recomendamos a praia de Kenting. A melhor maneira de percorrer a área é com uma mota de aluguer, embora existam também muitos trilhos para caminhadas que o levarão a pontos de interesse como a Seaview Tower e a Fairy Tower. 9. Tainan, a cidade mais antiga para visitar em Taiwan Tainan, que significa “cidade do sul” em chinês, é também a cidade mais antiga do país, tendo sido fundada pelos holandeses para facilitar o comércio com os Países Baixos. Foi também a capital do país durante a dinastia Qing, pelo que não é de admirar que seja a capital religiosa, culinária e cultural. Por uma questão de superlativos, estima-se que Tainan tenha o maior número de templos por metro quadrado do mundo. São mais de 1600, dois dos quais são os mais antigos da ilha. Por isso, recomendamos um passeio pela cidade velha, que é muito agradável de percorrer. É também uma paragem fácil entre o Lago Sun Moon e Kaoshiung. É preferível passar pelo menos duas noites para descobrires a cidade à vontade. 10. Mergulhar no mundo do chá É uma afirmação um pouco genérica, mas não deves perder a oportunidade de aprofundares mais um pouco a cultura do chá de Taiwan. Desde as casas de chá de Jiufen até às plantações de chá de Pinglin, passando pelos famosos bubble teas, que parecem ter sido inventados neste país. Um dos locais mais famosos para experimentar o famoso chá de leite é o Xing Fu Tang, no distrito de Ximen, em Taipé. Qual é a melhor altura para viajar para Taiwan? Uma das perguntas mais comuns a fazer quando se planeia uma viagem a Taiwan é a estação do ano, especialmente tendo em conta que pode ser afetada por tufões. A melhor época é, sem dúvida, de outubro a abril ou maio, quando não está tão quente e há menos risco de chuvas torrenciais. No entanto, não te esqueças de que a ilha tem um clima subtropical, pelo que é comum haver aguaceiros e temperaturas diurnas na casa dos 30 graus. A época do ano mais fresca para viajar para Taiwan é entre dezembro e fevereiro, quando as temperaturas máximas não ultrapassam os 22°C e as mínimas não descem abaixo dos 14°C. Obviamente, nas zonas montanhosas é mais difícil chegar a Taiwan. No entanto, nas zonas montanhosas, é de esperar que os termómetros desçam abaixo de zero. Esperamos que esta lista de lugares a visitar em Taiwan te tenha inspirado e que tenhas finalmente a coragem de descobrir este país asiático que acolhe cada vez mais viajantes. Se tiveres alguma dúvida ou sugestão, gostaríamos de te ouvir nos comentários.

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5 viagens tendência para 2025

5 viagens tendência para 2025

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Estamos a chegar ao final de 2024, e cada ano novo traz uma nova gama de viagens tendência que emergem como os favoritos dos viajantes que procuram experiências autênticas e inesquecíveis. À medida que nos aproximamos de 2025, explorar o mundo e as diversas culturas continua a ser uma prioridade para muitos aventureiros e ainda bem. Tendo tudo isto em conta, na IATI, os teus parceiros em viagens seguras, estamos ansiosos para destacar os destinos que prometem ser tendência em 2025. Continua a ler e descobre quais os 5 viagens tendência para 2025. Mongólia Com uma enormidade de paisagens com estepes e uma rica herança nômade, a Mongólia está a tornar-se um destino imperdível para os amantes de natureza e cultura. Viajar pela Mongólia oferece-te a oportunidade de explorares o estilo de vida dos nômades, acampar em yurts tradicionais, admirar as paisagens e descobrir a autenticidade de uma cultura milenar. O que visitar na Mongólia Aconselhamos que explores os mosteiros históricos como o Gandantegchinlen Khiid em Ulaanbaatar ou o Mosteiro Erdene Zuu em Kharkhorin, se os visitares não só vais absorver a rica história religiosa, mas também vais desfrutar de festivais locais onde a gastronomia desempenha um papel fundamental. Para os amantes da natureza, uma viagem ao Lago Khövsgöl, muitas vezes chamado de “irmão mais novo” do Lago Baikal, oferece um cenário espetacular para caminhadas, passeios a cavalo e tranquilidade. Por fim, acaba com um “mergulho” na rica herança nômade da Mongólia. Podes experimentar os festivais locais, como o Naadam, onde vais testemunhar desportos tradicionais, que incluem corridas de cavalos e arco e flecha, e que celebram a identidade e tradições únicas deste país fascinante. Para os amantes de comida, experimenta pratos tradicionais como o Buuz (bolinhos de massa recheados com carne) e o Airag (leite de égua fermentado). Benin, África Ocidental Benin é um das 5 viagens tendência para 2025 . Situado na costa oeste da África, Benin é um país rico em história, cultura e diversidade. Com uma história marcada por reinos antigos, Benin oferece aos viajantes uma experiência única que combina a riqueza do seu património com uma vibrante vida contemporânea. O que visitar em Benin Benin é lar de uma série de destinos imperdíveis. A cidade histórica de Ouidah é conhecida por ter tido um papel central no comércio de escravos. Em Ouidah, o Museu de História é uma paragem obrigatória para compreenderes a profundidade da história do país. Além disto, o Templo dos Pítons é um local fascinante para testemunhares as tradições religiosas locais. A capital, Porto Novo, oferece uma rica mistura de influências culturais e é lar do Palácio Real, um símbolo da realeza do antigo Reino do Dahomey. Podes ainda explorar o Parque Nacional de Pendjari, conhecido pela diversidade de vida selvagem, sendo o lar de elefantes, leões, búfalos e uma variedade de aves. E se és amante de gastronomia, vais deliciar-te com a gastronomia diversificada que inclui pratos tradicionais como o Jollof Rice, preparado com arroz, vegetais e frango, e o Akpan, uma espécie de mingau de milho. Índia A Índia sempre foi um destino cativante, mas para 2025, a procura pelas suas cidades vibrantes, festivais coloridos e espiritualidade continua a crescer. Desde o esplendor arquitetónico de Rajastão até as margens do Ganges em Varanasi, a Índia promete uma viagem única repleta de cores, sabores e uma espiritualidade que encanta todos viajantes, daí continuar a ser uma viagem tendência para 2025. O que visitar na Índia Isto vai sempre depender para onde vais viajar mas deixamos-te aqui algumas dicas sobre o que ver na Índia. • Os magníficos palácios de Rajastão, como o Palácio da Cidade em Jaipur, e os espetaculares templos como o Taj Mahal em Agra são apenas algumas das maravilhas arquitetônicas que fascinam visitantes de todo o mundo. • As cidades vibrantes como Mumbai e Delhi são um reflexo da energia e da modernidade do país, onde podes encontrar tudo, desde mercados de rua movimentados até arranha-céus. • Visita os centros espirituais como Varanasi, as margens do rio Ganges, onde cerimónias religiosas acontecem e a espiritualidade é tangível. Se ainda não estás convencido, a gastronomia indiana é uma celebração dos sentidos, com uma variedade de pratos que variam de região para região. Desde o famoso caril de frango ao biryani perfumado, passando pelos paneer tikka para os apreciadores de vegetarianismo, a Índia oferece uma explosão de sabores que cativam paladares e contam histórias de tradições milenares. Chile A diversidade do Chile é impressionante e isto torna-o uma das 5 viagens tendência para 2024. Com paisagens que vão desde desertos a glaciares, este país é um paraíso para os amantes da natureza. Vais ter a oportunidade de explorar o Deserto do Atacama, percorrer a Patagônia e descobrir a rica cultura enraizada nas cidades chilenas. O que visitar no Chile O Deserto do Atacama, considerado um dos desertos mais áridos do mundo, oferece paisagens surreais e atividades como observação de estrelas e caminhadas inesquecíveis. A região da Patagónia chilena, com os glaciares e uma riqueza de vida selvagem, é um paraíso para os amantes da natureza. A capital, Santiago, é uma mistura de arquitetura moderna e história colonial, oferece uma cena cultural vibrante com museus, galerias de arte e uma vida noturna agitada. Valparaíso, com as suas ruas coloridas e street art, é património mundial da UNESCO e um ponto turístico imperdível. Além disto, explora as ilhas remotas de Rapa Nui (Ilha de Páscoa) e mergulha na cultura ancestral dos moais, estátuas de pedra únicas, e praias de areias brancas incríveis. Em termos de gastronomia, o ceviche fresco e o marisco são uma parte essencial da dieta chilena, assim como a centolla, o caranguejo gigante, típico da região da Patagónia. Além disto, a cultura vinícola do Chile é notável, proporcionando uma vasta seleção de vinhos reconhecidos mundialmente. México Do património histórico das civilizações antigas às praias deslumbrantes e à vibrante vida noturna, o México cativa os viajantes com uma infinidade de experiências. A riqueza da cultura mexicana, gastronomia e paisagens diversificada, que vão desde selvas exuberantes a praias de areias douradas, tornam o México um destino obrigatório para 2025. O que visitar no México Alguns dos lugares mais emblemáticos para visitar no México incluem: • Cidade do México (CDMX): A capital do país é um centro cultural vibrante, visita o Museu Nacional de Antropologia, a Catedral Metropolitana e o Palácio de Bellas Artes. A Praça do Zócalo é o coração histórico da cidade, onde se encontram diversos pontos de interesse. • Teotihuacán: Localizada nos arredores da CDMX, é uma cidade arqueológica com pirâmides impressionantes, como a Pirâmide do Sol e a Pirâmide da Lua, remontando à civilização mesoamericana. • Chichén Itzá: Situada na Península de Yucatán, é uma das mais famosas cidades maias, reconhecida como Património Mundial pela UNESCO, e é lar da icónica Pirâmide de Kukulcán. • Cancún e Riviera Maya: Destinos turísticos populares com praias de areias brancas, resorts de luxo e sítios arqueológicos próximos, como Tulum e Cobá. • Oaxaca: Uma cidade colonial rica em cultura e tradição, com uma culinária reconhecida pela diversidade de pratos e mercados vibrantes. A gastronomia mexicana é reconhecida mundialmente, sendo uma mistura de sabores e ingredientes que oferecem uma explosão de sabor. Pratos como tacos, guacamole fresco e os diversos tipos de mole são apenas uma amostra do que a cozinha mexicana tem a oferecer. Além disto, a vasta gama de frutas tropicais e a famosa variedade de pimentas dão um toque especial a muitos pratos tradicionais. Esperamos que o teu ano 2025 seja repleto de boas viagens, sempre protegidas com os melhores seguros IATI. Não vás embora sem consultar alguns artigos destas 5 viagens tendência para 2025: • Roteiro de 15 dias pela Índia • É seguro viajar para a Índia? • Documentos e requisitos para viajar para o México

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Conselhos para viajar para a África do Sul

Conselhos para viajar para a África do Sul

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Há alguns anos, era um país que poucas pessoas consideravam visitar, mas, de repente, algo mudou e cada vez mais viajantes estão a aventurar-se. Para garantir que aproveitas ao máximo a tua estadia, elaborámos este guia completo sobre conselhos para viajar para a África do Sul. Neste artigo, responderemos a todas as perguntas que estão na tua cabeça e, muito provavelmente, a outras em que ainda nem sequer pensaste. Para além disso, acrescentaremos informações valiosas a estas respostas para que possas tirar o máximo partido de cada passo da tua viagem. De Joanesburgo à Cidade do Cabo, das baleias de Hermanus às hienas do Parque Nacional Kruger ou mesmo aproveitando a rota dos jardins, este guia é o teu melhor aliado para tirares o máximo partido da África do Sul. Prepara os teus binóculos e vamos começar! Requisitos obrigatórios para viajar A primeira coisa a saber antes de partires para qualquer país é que documentos são necessários para a entrada. Assim, a primeira dica para viajar para a África do Sul é ter em mente o seguinte: • Passaporte/CC: O CC não é válido para entrar no país e terás de apresentar o teu passaporte. O passaporte deve ter pelo menos duas páginas em branco para que as autoridades sul-africanas o possam carimbar. Além disso, o passaporte deve expirar pelo menos 30 dias após a data prevista para a saída do país. • Visto: os cidadãos com passaporte português estão isentos de visto, desde que a sua estadia no país não exceda 90 dias. Para estadias mais longas, é necessário um visto sul-africano. Tudo isto é explicado e detalhado neste guia: Documentos e requisitos para viajar para a África do Sul. Saúde na África do Sul A saúde e a segurança são um tema que frequentemente suscita dúvidas antes de muitas viagens. Em primeiro lugar, estando num país como este, podes perguntar-te: “Há alguma vacina?” Neste aspeto, podes ficar descansado que a única vacina a que deves estar atento quando viajas para este destino é a vacina contra a febre-amarela e, importante, apenas para viajantes provenientes de zonas afetadas pela doença. É também altamente aconselhável marcar uma consulta com semanas de antecedência num centro médico internacional, para que o teu estado vacinal possa ser avaliado e para que sejam feitas recomendações relativamente às vacinas, que, embora não sejam obrigatórias, são altamente recomendadas. Além disto, é muito provável que sejas aconselhado a tomar medicação preventiva da malária se visitares zonas de risco. O que diz o Ministérios dos Negócios Estrangeiros? Ainda no que respeita à saúde, é muito importante saber que, fora dos centros médicos privados (onde os custos são muito elevados), os cuidados de saúde são, de facto, muito deficientes. Por isso, o próprio Ministério dos Negócios Estrangeiros insiste e alerta, com mensagens claras como esta, para a importância vital de ter o melhor seguro de viagem para a África do Sul: “A rede hospitalar pública tem vindo a degradar-se. No entanto existe uma boa rede de clínicas e hospitais privados sendo, portanto, muito conveniente viajar munido de um seguro de saúde que cubra todos os riscos.” Ter uma apólice internacional garante-te acesso gratuito aos melhores especialistas do país sem teres de pagar nada do teu bolso. O melhor seguro para este destino é o IATI Mochileiro. Para além de uma enorme cobertura médica que te garante poder fazer face a qualquer acidente, doença ou tratamento, protege-te com coberturas 100% pensadas para uma viagem como esta: roubos, problemas com a bagagem, incidentes com o seu transporte e, entre muitos outros, o caríssimo repatriamento que as autoridades insistem sempre em cobrir. E tem mais! Também podes subscrever o Suplemento de Cancelamento de Viagem e receber o teu dinheiro de volta se tiveres de cancelar a tua viagem por qualquer um dos muitos motivos tidos em conta. Não arrisques, desfrute da viagem que mereces e faz já o teu seguro: Planear o teu itinerário Agora que já sabes o que precisas para entrar no país e como é o cenário sanitário, é hora de começar a planear a tua viagem, certo? A próxima dica para viajar para a África do Sul é planeares o que queres ver e como o vais fazer, tendo em conta os dias que tens disponíveis. Alugar um carro é quase essencial e a maioria dos viajantes escolhe uma destas duas opções. Ou alugam um carro do princípio ao fim e percorrem o país, ou combinam o aluguer de carro com voos para encurtar o longo percurso. Esta segunda opção é geralmente a melhor se tiveres menos de 20 dias para viajar. No nosso blog, podes encontrar outros guias essenciais para dar forma a esta grande viagem que mereces, por exemplo: • Documentos e requisitos para viajar para a África do Sul: Recomendamos que comeces por aqui para ter um primeiro contacto com tudo o que necessitas para visitar este paraíso. • Roteiro de 15 dias pela África do Sul: Este itinerário vai ser o teu aliado perfeito para compreenderes como organizar a tua viagem. Utiliza-o como base e modifica-o a teu gosto. Como te deslocares no país Agora que o tema da condução na África do Sul já foi abordado, vamos falar um pouco mais sobre o assunto e sobre como se deslocar no país. O aluguer de um carro é inevitável e é necessário teres uma carta de condução internacional. Quando te sentares ao volante, irás reparar que, à medida que sais das cidades e entra nas estradas, irás ver constantemente postos de controlo da polícia com câmaras móveis de controlo da velocidade. É uma dica de viagem óbvia para a África do Sul, mas não aceleres e respeita os sinais. Não é invulgar ser mandado parar pela polícia, mesmo que estejas a cumprir o limite de velocidade. Há casos em que podes ser ameaçado com uma multa (ou mesmo mandado parar) por coisas tão surreais como “ir a 70 numa estrada que tem um máximo de 80, mas que desce um pouco”. Mantém a calma, o mais provável é que ele esteja à espera que lhe dês uma “gorjeta” ou mesmo uma bebida fresca. Aconselhamos-te a não dar nada, a ser educado e a prolongar a situação o mais possível. Se te disserem que te vão multar, aceita-o sem protestar e diz que vais à esquadra da polícia para oficializar a situação. O mais provável é que ele queira evitar que isto se saiba e te diga que te está a fazer um favor e que te deixa ir embora. Outras dicas de condução na África do Sul Para terminar com as dicas sobre as estradas sul-africanas, aqui ficam mais duas. A primeira são as portagens. Existem dois tipos, as manuais, em que se pára e se paga no balcão, e as “digitais”, grandes arcos por baixo dos quais se passa e se pensa que não se está a pagar. Quando devolveres o carro alugado, receberás uma fatura com o montante em dívida. Não te preocupes, não são caras. Também deves estar ciente de que os sul-africanos, por vezes, não gostam de esperar muito tempo para ultrapassar na estrada e vão dar-te a entender isso ao se aproximarem atrás de ti se não lhes facilitares a passagem. A coisa normal a fazer nestes casos é encostar e conduzir, se possível e seguro, com metade do carro na faixa de rodagem. Eles vão ultrapassar-te e ativar as luzes de aviso em sinal de “Obrigado! O passo seguinte é ativar os faróis altos e eles entenderão isso como um sinal de “de nada”. E os transportes públicos? Quanto aos transportes públicos na África do Sul, é melhor esqueceres tudo. As deslocações neste destino podem ser resumidas da seguinte forma: • Em cidades como Joanesburgo: é melhor deslocares-te de carro ou no autocarro turístico. Se possível, evita sair à noite. Durante o dia, podes deslocar-te a pé para locais próximos, como centros comerciais em zonas seguras. • Cidade do Cabo: Um pouco mais segura do que Joanesburgo. Mais possibilidades de jantar fora à noite com cautela e sem ostentação nas zonas turísticas. Recomenda-se a deslocação de carro. No centro, é possível andar a pé durante o dia. • Hermanus: normalmente é seguro deslocares-te a pé. • Entre cidades: Os transportes públicos são lentos e não são muito seguros em algumas zonas. É melhor viajares de carro ou de avião para longas distâncias. Sugestão para quem viaja de automóvel: A primeira coisa a fazer quando se entra no carro é trancar todas as portas para evitar roubos quando se pára nos semáforos. Internet na África do Sul Hoje em dia, todos nós queremos ter acesso à Internet quando viajamos. Não só para ver e bisbilhotar nas redes sociais, mas também para coisas que já fazem parte da viagem, como reservar alojamento, usar a aplicação do seguro de viagem, apanhar um táxi, encomendar comida para evitar sair à noite se não for seguro, consultar mapas… etc. O Wifi estará disponível em quase todos os alojamentos durante a tua viagem (exceto em locais muito específicos, como o Parque Nacional Kruger) e, em comparação com os países vizinhos, é de uma qualidade notável. Quanto à Internet móvel, a melhor relação qualidade/preço e cobertura é comprar um cartão SIM da Vodacom quando chegares ao país. É um processo muito simples e rápido, muito mais barato do que o oferecido pelas empresas que gerem um eSIM a partir de Portugal. O sinal, tanto desta como de outras empresas, é bom na maior parte do país. No Parque Nacional Kruger, o sinal é muito mau e desaparece à medida que se avança para norte. Melhor altura do ano para visitares a África do Sul Ao contrário de outros países, onde há alturas do ano em que as pessoas insistem em não viajar por causa do tempo, aqui não precisas de evitar nenhum mês em particular se as tuas férias estiverem marcadas e tiveres de viajar numa determinada altura do ano. No entanto, se tiveres a opção de escolher qualquer altura do ano, poderás achar úteis estas dicas de viagem relacionadas com o clima na a África do Sul. Estando no hemisfério oposto, quando é verão aqui é inverno lá (e vice-versa), pelo que julho e agosto são os meses mais frios. Durante o dia, isto não te afeta muito, mas à noite as temperaturas descem e é necessário usar mais camadas de roupa quente. O lado positivo: menos mosquitos e menos hipóteses de contrair malária. Por outro lado, as melhores temperaturas são as registadas entre dezembro e março, onde as temperaturas são mais agradáveis e menos frias ao longo do dia. No entanto, é também uma altura em que temos o Natal ou a Páscoa o que significa que os próprios sul-africanos viajam mais, os preços sobem e a disponibilidade de alojamento e de voos diminui. Se tencionas visitar o país nesta altura, é altamente recomendável que faças a tua reserva com a maior antecedência possível. Os meses intermédios, como outubro, novembro e abril, para além de terem um clima agradável, são frequentemente associados a boas alturas para apreciar a vida selvagem em parques nacionais como o Kruger. Dinheiro na África do Sul A moeda oficial da África do Sul é o rand sul-africano, que, na data em que este guia de Conselhos para viajar para a África do Sul foi escrito, tem uma taxa de câmbio de 1€ = 19,45 rand. É um país onde é muito comum pagar com cartão na maioria das lojas, e não terás dificuldade em encontrar caixas de multibanco para levantares dinheiro. Como já deves saber, os bancos tradicionais costumam cobrar altas taxas por transações no exterior. Além disto, eles aplicam a sua própria taxa de câmbio, desfavorável para o viajante. Felizmente, nos últimos anos, surgiram diferentes “bancos digitais” ou “bancos para viajantes” que permitem levantar dinheiro e fazer pagamentos no estrangeiro sem cobrar taxas extras, o que também significa que não é necessário levares dinheiro para o país e trocá-lo. Outras dicas para a tua viagem pela África do Sul Para concluir toda esta informação sobre este destino, queremos partilhar mais umas dicas que certamente apreciarás: • Guarda os teus documentos na “nuvem”: Tanto para esta viagem quanto para qualquer outra, é muito útil ter uma cópia do teu passaporte e reservas num serviço de armazenamento em nuvem, como o Google Drive, ou no teu e-mail, e, se possível, faz também o download no teu telemóvel. Desta forma, se os perderes, terás uma cópia de segurança que pode salvar-te de muitos problemas. • As tomadas na África do Sul são do tipo D e tipo M, com 3 pinos grandes. Mais do que uma dica, é uma necessidade se quiseres carregar o teu telemóvel e outros dispositivos durante a viagem: não te esqueças de levar um adaptador. • Na maioria dos serviços que envolvem atendimento ao público, é esperada uma gorjeta de cerca de 10-15% do custo. Também vais notar que nos postos de gasolina, eles podem tentar ajustar a pressão dos teus pneus e lavar as janelas, para receberem uma gorjeta também. • Existe um protocolo ao cumprimentar as pessoas que, quando não é seguido, pode levar a mal-entendidos ou ser interpretado como falta de educação. Sempre que te dirigires a alguém, principalmente em hotéis, lojas e restaurantes, espera-se a seguinte conversa prévia antes de entrar no assunto: “Olá, como está?; Bem, obrigado, e você?; Bem, obrigado”. Após essa saudação, podes pedir o cardápio do restaurante ou a chave do teu quarto de hotel. • Verifica os feriados nacionais, como o Natal, a Semana Santa e as férias escolares. Os sul-africanos gostam de passar alguns dias no Parque Nacional Kruger, e os alojamentos nessas datas costumam encher rapidamente. • Aproveita a viagem que mereces e não corras riscos, obtém agora o teu seguro de viagem para a África do Sul:

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