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Dicas de viagem para a Tailândia: 10 imprescindíveis

Dicas de viagem para a Tailândia: 10 imprescindíveis

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Aproxima-se o grande momento, tens quase tudo pronto e procuras as melhores dicas de viagem para a Tailândia. Para te ajudar a fazer desta grande aventura um verdadeiro dez de dez. Bem, vieste ao sítio certo! Na IATI amamos este país. Já lá estivemos inúmeras vezes e graças à nossa experiência vamos dar-te informações práticas para viajares para a Tailândia que te vão facilitar muito as coisas. Praias, vida selvagem, selva, templos… Há coisas espantosas para ver e asseguramos-te que graças a estas dicas de viagem para a Tailândia, vais tirar o máximo partido delas. Conhecer os requisitos de entrada do país Em primeiro lugar, e é por aí que temos de começar a lista de dicas de viagem para a Tailândia: os requisitos de entrada do país. Em circunstâncias normais, a Tailândia sempre foi um país que nunca foi demasiado complicado para entrar. Se tivesses um passaporte válido durante pelo menos seis meses após a entrada no país, receberias o chamado visa on arrival, o que te permitia passar 30 dias no país. Após o início da pandemia, o país foi completamente fechado e, após alguns longos meses, reabriu. As medidas de acesso têm vindo a evoluir, tornando-se cada vez mais fáceis de cumprir, e estamos constantemente a atualizá-las neste guia: Requisitos para viajar para a Tailândia e documentos obrigatórios. Para te dar uma ideia, estes são alguns dos requisitos: • Seguro de viagem para a Tailândia: é agora um documento obrigatório para entrar no país e tem de cobrir a tua estadia e mais 10 dias. O melhor para este destino é o IATI Mochileiro, com enormes coberturas, incluindo desportos de aventura, roubo, repatriamento… • Thailand Pass, Formulário T8, App Morchana • Resrva de uma noite (ver condições no artigo de requisitos) Como se pode ver, está a tornar-se cada vez mais fácil viajar pelo país e espera-se que nos próximos tempos mesmo estas restrições desapareçam. Na IATI, estamos constantemente a atualizar o guia de documentos obrigatórios, por isso não hesites em ficar de olho nele, porque talvez quando estiveres a ler isto seja ainda mais fácil. Saúde e vacinações Atualmente não existem vacinas obrigatórias para viagens à Tailândia para viajantes de Portugal. No entanto, os viajantes provenientes de países onde a febre amarela é considerada endémica terão de apresentar provas de vacinação contra esta doença através do cartão internacional de vacinação. Embora não existam vacinas obrigatórias, o conselho básico para viajar para a Tailândia ou qualquer país deste tipo inclui sempre uma consulta de viajante para conheceres as vacinas para a Tailândia recomendadas pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, que neste caso inclui as vacinas para a hepatite A e B, encefalite japonesa e tétano. Se estás a planear ser vacinado, fica ciente de que algumas destas vacinas requerem duas doses com vários dias de intervalo e devem ser administradas com bastante antecedência – não deixes isso para a última hora. Nas principais cidades da Tailândia, como Banguecoque e Chiang Mai, existem hospitais e centros médicos de primeira categoria, mas o custo dos cuidados de saúde pode atingir milhares de euros para os turistas. Por esta razão, o Ministério dos Negócios Estrangeiros sempre insistiu na importância de ter um seguro de viagem para a Tailândia para assegurar a tua proteção desde o início até ao fim da tua aventura. Agora, além disso, este seguro tornou-se um requisito obrigatório para a entrada no país. O IATI Mochileiro é o melhor seguro para este destino. Graças a ela, terás acesso aos melhores especialistas do país sem teres de pagar nada do teu bolso. Além disso, estarás coberto por roubo, mergulho/snorkelling/trekking, problemas com a tua bagagem, incidentes de voo e, entre muitos outros casos, repatriamento. Não arrisques na Tailândia e obtém agora o seguro concebido para este grande destino: Tem cuidado ao alugar uma mota na Tailândia Esta dica para viajar para a Tailândia é na verdade mais importante do que se pensa – não saltes para a próxima se estiveres a planear conduzir no país. Em ilhas como Koh Tao ou em cidades como Chaing Mai, é muito comum, e recomendado, alugar uma mota para explorares a área por ti próprio. Mas, antes de o fazeres, é preciso teres em conta duas coisas: uma questão legal e um esquema. A questão legal é a seguinte. Em Portugal, uma carta de condução de automóvel (B) dá-te permissão para conduzir motociclos até um determinado tamanho de motor. A carta de condução portuguesa não é válida na Tailândia e para conduzires terá de obter uma carta internacional. Aí vem o erro clássico! Quando estás na Tailândia com o carimbo da licença B na tua licença internacional, esta não é válida para motos, pois precisas do A. Isto faz com que muitos turistas recebam multas da polícia tailandesa se forem detidos por qualquer razão. Não é algo que aconteça sempre, mas é algo a ter em conta. Agora vamos falar de um esquema muito recorrente em algumas áreas. Tem havido casos de empresas de aluguer de motos em que um dos requisitos é deixares o teu passaporte como depósito. Nunca o faças! Por um lado, mesmo que se veja em muitos lugares, não é legal. Por outro lado, podem usá-lo contra ti, como podes ver neste vídeo (está em Espanhol). Uma vez devolvida a mota, dizem-te que tem amolgadelas ou arranhões que antes não tinha e obrigam-te a pagar quantias desproporcionadas. Se recusares, não recebes o teu passaporte de volta. Assim, uma das dicas para viajar para a Tailândia a este respeito é não entregares o teu passaporte e que sempre que alugues uma mota deves levar sempre um vídeo da mota para que tenhas provas do seu estado, para que mais tarde não te possam acusar de danos pelos quais não és responsável. Não precisas de levar muito dinheiro Há anos atrás, uma das maiores preocupações ao partir para uma aventura como esta era “Quanto dinheiro devo levar comigo”, mas isso é uma coisa do passado. O protocolo clássico de ter de ir ao banco com semanas de antecedência para pedir moeda estrangeira emprestada ao país que estás a visitar é agora uma coisa do passado, graças à seguinte dica de viagem à Tailândia. Há agora uma série de cartões bancários que não só são gratuitos, como também não cobram qualquer taxa pelo levantamento de dinheiro no estrangeiro. Desta forma, assim que aterrares, podes levantar dinheiro diretamente no aeroporto e não tens de te preocupar em viajar com uma quantia de dinheiro. Estes cartões têm normalmente um limite mensal para levantar dinheiro gratuitamente. Esta dica para viajar para a Tailândia vai poupar-te muito dinheiro! Obter um cartão SIM tailandês para teres internet no país Para além de não teres de gastar dinheiro a levantar dinheiro do banco na Tailândia, não se quer ficar falido utilizando a Internet. Ter acesso à Internet ajuda-te a verificar as tua contas ou a enviar fotografias da tua viagem à família e amigos, mas também é útil para reservar alojamento ou transporte e até para utilizar mapas. Embora existam empresas que te vendem cartões de dados que podem ser entregue em tua casa para que possas ficar online assim que aterrares, gostaríamos de te avisar que é muito mais barato comprar um cartão tailandês à chegada. Demorará alguns minutos e terás de te informar sobre as diferentes empresas e tarifas, mas na realidade o custo é muito mais baixo e a quantidade de dados disponíveis é muito maior em comparação com a primeira opção. Considerar o clima Uma dica/conselho sobre o clima na Tailândia é imperativo. Quer tenhas datas fixas para esta viagem, quer estejas a considerar quando ir para coincidir com a melhor altura do ano, é algo que queres ter em mente. Embora, obviamente, dependendo do local do país onde te encontras, possa mudar (estar em Koh Lanta não é o mesmo que estar em Pai), distinguimos entre as diferentes estações climáticas: • Época quente: Março a Maio. A média sobe tanto em temperatura como em humidade. • Estação das chuvas: Maio a Outubro. Sim, como leste, a época das chuvas na Tailândia coincide com as datas em que muitas pessoas têm férias em Portugal: Verão. Isto significa que vais ter uma viagem chuvosa? De forma alguma, não entres em pânico! Embora possa haver alguns dias de chuva, não vai chover durante todo o dia. Pode haver fortes aguaceiros e depois, dentro de minutos, o sol voltará a brilhar. Além disso, nem sempre chove em todo o país e é fácil de prever onde vai chover. • Época alta: Novembro a Fevereiro. Esta é a nossa época favorita e recomendamos viajar para a Tailândia neste momento, se tiveres dinheiro para isso. As temperaturas são muito mais agradáveis e as probabilidades de chuvas são muito reduzidas. Não participes em atividades com animais Infelizmente, este é um dos países onde é mais comum ser oferecido todo o tipo de atividades irresponsáveis com animais. Mais do que uma dica de viagem para a Tailândia, isto é um pedido. Por favor, não faças parte disto. Desde tirar fotografias com papagaios, macacos, morcegos ou lagartos acorrentados; subir em elefantes; tirar fotografias com tigres drogados, alimentar peixes… há tanto sofrimento e tortura por detrás de cada uma destas atividades que nem a fotografia nem a experiência valem a pena. Por favor, sê um turista responsável e evita tudo isto. Falamos mais sobre o assunto aqui: • O turismo e os animais: atrações a evitar • Como ver os elefantes na Tailândia de forma responsável Informa-te mais sobre o país antes de preparares o teu itinerário A viagem começa a partir do momento em que se começa a pensar no assunto. Criar a tua rota é uma parte muito importante da tua viagem, pois é em torno dela que toda a aventura vai girar. Portanto, leva o teu tempo e desfruta também deste processo. Provavelmente já ouviste falar de centenas de lugares, mas não queres cobrir tudo numa só viagem. Menos é mais. É melhor desfrutares de alguns lugares do que quereres ver tudo e passares meia viagem em autocarros, comboios ou aviões. Em seguida, estudar em profundidade os nossos artigos sobre a Tailândia. Lê, compara, decide o que queres na tua viagem e faz a tua pesquisa. Não te deixes levar pelas fotografias do Instagram e estuda bem cada destino. E se tiveres alguma dúvida, pergunta-nos nos comentários para que te possamos ajudar. Aprende algumas palavras tailandesas Esta dica de viagem para a Tailândia pode ser aplicada a qualquer país: aprende algumas palavras na sua língua e irás colher muitos sorrisos. Não te estamos a dizer para aprenderes a falar tailandês antes da tua viagem, mas se memorizares algumas destas expressões comuns, certamente construirás pontes e aproximares-te-á dos tailandeses: (Se fores um homem, terá de mudar o Ka para Krap). • Obrigado: Kop Kung Ka • Saudação (olá, bom dia, boa noite): Sabadee Ka • Qual é o teu nome?: Kun Chai Arai Ka • Pedir a conta: Check Bin Ka • Pode colocar o taxímetro?: Chai Miter Dai Mai • Quanto é?: Tao Rai • Sem picante: Mai Pet • Eu não como carne (sou vegetariano): Mang Sa Wee Rat Outras dicas para viajar para a Tailândia Estas são as melhores dicas para viajar para a Tailândia, mas antes de fecharmos este guia, vamos dar-te outras dicas que também serão muito úteis: • A família real tailandesa: A família real é, por lei, “sagrada”. É proibido e punível com multa e prisão gozar ou menosprezá-los. Evita tirar fotos “engraçadas” de ti mesmo ao lado de cartazes ou imagens dos monarcas. • Budismo: Respeita as imagens e templos budistas. Isto inclui vestires-te de acordo com as regras nos seus templos (nada de roupa sem alças, calções, decotes, etc.), não tocar nas cabeças de Buda (ou nas dos budistas) ou virar as costas às imagens de Buda. • Compras: Em Banguecoque ou Chiang Mai existem grandes centros comerciais famosos por contrafações. Tem isto em mente quando fizeres compras. Levar uma T-shirt falsa como recordação pode não ter muitas consequências, mas com aparelhos electrónicos poderás ter uma surpresa desagradável. • Electricidade: Na Tailândia utilizam diferentes tipos de tomadas, por isso, em muitos casos, será necessário um adaptador para carregares os teus dispositivos. • Transportes: Circular pela Tailândia é fácil com uma rede eficiente de comboios, autocarros, ferries e aviões. Para algumas viagens, provavelmente irás considerar apanhar um táxi. Para tal, recomendamos-te que descarregues o aplicativo Grab. É o equivalente asiático de Uber e, para além da segurança das viagens controladas por GPS, garantes que não terás de lutar contra o excesso de carga pela tua viagem. • Gastronomia: Experimenta tudo! A Tailândia é um dos nossos países favoritos quando se trata de cozinha asiática. Claro, comerás dezenas de Pad Thai, mas não pares por aí e explora mais. Sugerimos que proves outras iguarias tais como Kai Pad, Pad Krapau, Pad Siuw ou o delicioso Arroz de Manga Stick. O que pensas destas dicas para a tua viagem à Tailândia? Estamos convencidos de que eles te ajudarão muito a desfrutar desta aventura. Além disso, para garantires que tudo corre na perfeição, preparámos estes 3 guias que não queres perder: • Documentos para viajar para a Tailândia • É seguro viajar para a Tailândia? • Melhor seguro de viagem para a Tailândia

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Itinerário de viagem de 15 dias para o Brasil

Itinerário de viagem de 15 dias para o Brasil

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O Brasil é o 5º maior país do mundo, talvez por esta razão estejas um pouco perdido na hora de planeares um bom itinerário de viagem de 15 dias para o Brasil. Na IATI, especialistas em seguros de viagem, estamos conscientes da enorme quantidade de atrações culturais e naturais que o Brasil tem para oferecer e já te falámos de algumas no artigo “O que ver no Brasil“. Agora, vamos facilitar-te ainda mais a vida ao mostrar-te um itinerário por todo o país. Continua a ler e descobre a melhor rota de 15 dias pelo Brasil. Considerações anteriores à viagem de 15 dias pelo Brasil Organizar um roteiro de 15 dias pelo Brasil pode ser um desafio, mas não é impossível. É necessário que faças alguma pesquisa sobre as atrações do país e que decidas de acordo com os teus gostos pessoais. Ainda assim, há mais algumas variáveis que deves ter em conta: • As distâncias no Brasil são enormes. Por isso, como não tens muito tempo, aconselhamos que apanhes o maior número possível de aviões para te deslocares de um sítio para o outro. Felizmente, existem cada vez mais companhias aéreas com preços acessíveis no Brasil (as principais são a Gol e a Azul), mas convém reservares com bastante antecedência para conseguires um bom preço. • 90% do território brasileiro está localizado na zona tropical, no entanto existem diferenças significativas no clima consoante as diferentes áreas do país. Recomendamos que verifiques como vai estar o tempo nas datas em que pretendes ir viajar. Por exemplo, entre Junho e Agosto, na região Sul, pode fazer bastante frio. Se procuras um destino de praia, é melhor deixares esta área de lado e concentrares-te nas zonas nordeste do Brasil. Da mesma maneira que a melhor altura para visitares os Lençóis Maranhenses é de Maio a Agosto (depois da época de chuva) quando as lagoas estão no seu ponto mais alto. Deves também ter em conta que as alturas do ano em que o tempo está mais agradável, são também as alturas em que há mais turismo e os preços são mais caros e é essencial que tenhas o melhor seguro de viagem. • Provavelmente estás a par da importância e enormidade do Carnaval no Brasil. Não o tivemos em conta neste itinerário mas, se planeias ir viajar nesta altura, deves considerar prolongar a tua estadia no Rio de Janeiro. Reserva com bastante antecedência, os preços estão a aumentar cada vez mais! • Este itinerário de viagem de 15 dias ao Brasil que escrevemos é apenas um modelo, podes sempre moldá-lo ao teu gosto. • O nosso roteiro do Brasil começa e termina no Rio de Janeiro, mas também o podes fazer, se encontrares voos baratos, para Salvador de Bahia ou São Paulo. Itinerário pelo Brasil: 15 dias Pronto para ver o percurso? Descobre o melhor itinerário de viagem de 15 dias para o Brasil. Dias 1, 2, 3 e 4: Rio de Janeiro Bem-vindo ao Brasil! Vamos começar esta viagem com o pé direito, ao visitar a cidade mais espetacular do país: o Rio de Janeiro. Esta cidade não só vai conquistar o teu coração pela sua riqueza natural (as praias do Rio de Janeiro, o Pão de Açúcar…), como também pela abundante cultura. O Cristo Redentor, Copacabana ou as Escadarias de Selaron são algumas das atrações do Rio, onde recomendamos que combatas o jet lag e comeces a desfrutar deste passeio de 15 dias pelo Brasil, que ainda agora começou. Dias 5, 6, 7 e 8: Lençóis Maranhenses Uma das muitas maravilhas naturais do Brasil é este parque nacional de 1.550 quilómetros quadrados, com dunas até 40 metros de altura pontilhadas com magníficas lagoas de cor turquesa isto faz com que o cenário destas ‘folhas’ brancas seja praticamente único no mundo e aconselhamos vivamente a que o incluas no teu itinerário de 15 dias no Brasil. A melhor maneira para lá chegar é apanhares um autocarro de São Luis de Maranhão para as Barreirinhas, é uma viagem que demora cerca de 3 a 4 horas e a partir desta aldeia, podes fazer excursões à zona norte do parque, que é a que tem mais infra-estruturas turísticas. Se estiveres à procura de algo mais “íntimo”, faz a tua excursão a partir de Atins, uma pequena aldeia onde as ruas são sulcos na areia do deserto. Dias 9, 10 e 11: Jericoacoara A distância dos Lençóis Maranheses a Jericoacoara é curta e vale a pena conheceres uma das vilas mais charmosas do país. Com as ruas feitas de areia e inúmeros bares e restaurantes com música ao vivo, aqui terás mais ideias do que ver e fazer. Dias 12, 13 e 14: Salvador Podemos descrever Salvador como um museu ao ar livre em que cada canto mostra a diversidade que o Brasil tem para oferecer. A cidade é uma mistura de crenças e etnias, sendo o Pelourinho o ápice desta cultura. Nesta zona vais poder ver a arquitetura colonial, a igreja do Nosso Senhor do Bom Fim, o Elevador Lacerda (que liga a Cidade Alta e Cidade Baixa ) e o Mercado Modelo, conhecido pela venda de lembranças locais. Se chegares a tempo de ver um dos shows do Olodum vais poder presenciar um espetáculo incomparável! Se ainda não estiveres farto de praia e quiseres um pouco mais, podes contar com diversos paraísos na região, como a Praia do Forte, Praia do Porto da Barra, Praia do Farol da Barra, Morro de São Paulo ou Praia de Itapuã. Dia 15: Regresso ao Rio de Janeiro No último dia terás de regressar ao teu ponto de partida, o Rio de Janeiro. Se ainda tens coisas por fazer, aproveita ao máximo! Também podes regressar a São Paulo e descobrir alguns recantos interessantes desta enorme cidade brasileira. A nossa recomendação é que não percas o bairro da Vila Madalena, onde vais poder ver alguma da melhor street art. Esperamos que tenhas gostado deste itinerário de viagem de 15 dias para o Brasil! Aqui poderás ter mais informações sobre o Brasil • Documentos e requisitos para viajar para o Brasil em 2024 • O que ver no Brasil: 10 lugares fascinantes

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5 destinos para celebrar o Carnaval

5 destinos para celebrar o Carnaval

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Para onde viajar durante o Carnaval? Viajar durante o Carnaval é um bom momento se quiseres conhecer a tradição e a cultura de uma cidade ou país de um ponto de vista festivo. Reunimos alguns dos carnavais que não devemos perder e estes são os 5 destinos para celebrar o Carnaval que mais recomendamos: Veneza Os venezianos festejam na rua desde 1162, quando celebraram a vitória da República de Veneza, dançando na Praça de São Marcos. Tornou-se um feriado oficial em Veneza em 1296, e no seu auge no século XVII, as festividades duraram seis semanas, de 26 de Dezembro a Quarta-feira de Cinzas. Hoje em dia, quase 3 milhões de pessoas viajam todos os anos para Veneza para o Carnaval para se juntarem a esta antiga celebração da liberdade com atuações de rua, trajes tradicionais, e os altamente esperados bailes de máscaras extravagantes. Se viajares em casal e pensares em ficar mais tempo na cidade, dá uma olhadela neste artigo: 5 atividades românticas a fazer em Veneza Rio de Janeiro Não podíamos deixar o carnaval no Rio de Janeiro de fora. O Carnaval no Rio de Janeiro é um dos mais conhecidos de todo o mundo. Nesta festa interminável todas os estratos sociais são esquecidos e a cidade inteira pára para festejar durante sete (ou mais) dias. Muitos habitantes no Rio vivem para o Carnaval, praticam durante todo o ano para dançar com a sua escola de samba no altamente competitivo Samba Parade (evento onde as numerosas escolas de Samba da cidade disputam a posição de Grande Campeão). Estas escolas de Samba começaram a aparecer na década de 1920, mas eram demasiado caras para que todos pudessem participar, por isso, no Carnaval dos anos 30, foram para as ruas. Bairros e grupos juntaram-se para criar os seus próprios desfiles de rua elaborados, chamados blocos, que ao contrário do desfile de samba, eram gratuitos. Assim, nasceu o Carnaval da Rua. Hoje, estas festas de rua continuam em todo o seu esplendor, com algumas das mais populares a começarem às 5 da manhã. Se queres uma verdadeira experiência, não podes perder o carnaval do Rio, é um dos melhores destinos para celebrar o Carnaval. Portugal Não precisas de ir para muito longe para desfrutar de uma boa festa de carnaval. Em Portugal muitas localidades festejam à grande esta festividade. Veste o teu disfarce favorito e ruma a umas destes locais: • Torres Vedras – o conhecido – “Carnaval mais português de Portugal”, onde as “matrafonas”, são um dos símbolos fortes do Carnaval de Torres. Os grupos de “matrafonas”, homens mascarados de mulher, surgem por volta de 1926, segundo testemunho oral (Fonte: carnavaldetorresvedras.pt). Sabe mais sobre este carnaval aqui. • Ovar – Como cita o webiste “A Vitamina da Alegria, constitui a maior e mais reconhecida festa da cidade e do concelho, assumindo-se como uma tradição marcante na cultura, no modo de vida e no sentir vareiro. O Carnaval de Ovar é formalmente organizado há mais de 65 anos” • Loulé – Intitualam-se como o “Carnaval civilizado mais antigo de Portugal”, uma vez que a cidade celebra esta data há mais de 110 anos! Carnaval de Nova Orleans O Carnaval de New Orleans é o mais famoso dos Estados Unidos. Aterrou em solo americano graças aos exploradores franceses do século XVII Pierre Le Moyne d’Iberville e Sieur de Bienville, que chegaram à atual Louisiana a 3 de Março de 1699. Desde então, a tradição do Carnaval cresceu para uma celebração milionária, que inclui tudo, desde desfiles de rua, a elegantes bailes da sociedade como em Veneza. Recebem mais de 10 milhões de visitantes, esta celebração não é apenas uma festa espetacular – é um festival de cultura e tradição – onde sociedades secretas e dançarinos de fogo enchem as ruas durante semanas até à chegada da Quarta-Feira de Cinzas. Carnaval da Venezuela Preparado para o último destino para celebrar o Carnaval? Celebrar o Carnaval na Venezuela é uma tradição que tem a sua origem na época colonial, quando a Venezuela era uma colónia de Espanha. No século XVIII, o Bispo de Caracas Díez Madroñero transformou as celebrações do Carnaval em três dias de orações, rosários e procissões. Anos mais tarde, o Presidente da Câmara da altura devolveu o seu significado original e retomou o Carnaval, mas com o que ele considerava elementos mais “refinados”. Desfiles, carros alegóricos e comidas tradicionais foram incluídos para tornar a festividade mais amiga das famílias. Desde então, os venezuelanos têm usado toda a sua criatividade para criar uma atmosfera de alegria e diversidade, mesmo em tempos em que a crise social e económica do país lança uma sombra sobre a sua vida quotidiana. A maior parte deste esforço criativo pode ser vista em danças folclóricas, trajes grandiosos e música de inspiração africana. O que achaste destes destinos para celebrar o Carnaval? Seja qual for o destino que escolheres, temos a certeza que te vais divertir muito. Já estiveste em algum deles? Tens um carnaval preferido? Diz-nos nos comentários para que possamos incluí-lo em futuros artigos. Partilha as tuas fotografias no Instagram com a hashtag #iatipelomundo para que as possamos partilhar com os nossos milhares de seguidores.

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Documentos e requisitos para viajar para a Tanzânia em 2025

Documentos e requisitos para viajar para a Tanzânia em 2025

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Quais são agora os requisitos para viajar para a Tanzânia? Na IATI Seguros estamos apaixonados pelo país africano e temos diferentes guias para te ajudar a preparar para a tua aventura. Desta vez vamos falar-vos sobre os documentos necessários para viajar para a Tanzânia, os que são necessários em tempos normais. Continua a ler para saberes tudo sobre os requisitos para viajar para a Tanzânia e Zanzibar. Lembra-te também de voltar a esta página com frequência, pois estamos constantemente a atualizá-la. Seguro de viagem para a Tanzânia, um documento essencial O Ministério Português dos Negócios Estrangeiros é claro nas suas recomendações de viagem:“é aconselhável fazer um seguro de viagem para a Tanzânia com a maior cobertura possível”. Embora não se trate de um documento obrigatório, o senso comum exige isso, devido a possíveis doenças e perigos que poderás enfrentar durante a tua viagem. O Ministério dos Negócios Estrangeiros salienta também que “os serviços médicos de qualidade são escassos”. Para qualquer problema grave, é aconselhável deixar o país. É portanto essencial que a tua apólice cubra quaisquer custos de repatriamento possíveis. Por todas estas razões, o teu melhor companheiro de viagem nesta aventura é o IATI Mochileiro. Esta é uma política para viajantes todo o terreno, com alta combertura de despesas médicas, tais como hospitalização. Também estarás coberto quando praticares desportos de aventura tais como caminhadas, snorkelling ou mergulho até 40 metros e tudo o que precisares no caso de teres de ser repatriado ou teres de regressar a casa mais cedo devido à morte ou hospitalização de um membro da tua família. Obtém agora o teu seguro com as melhores coberturas: Se temes que a tua viagem possa ser cancelada, podes também contratar a Cobertura de Cancelamento Opcional. Esta protege-te para despesas que podem ser incorridas como resultado de não poderes viajar por qualquer das razões enumeradas na apólice. Preciso de um visto para viajar para a Tanzânia? Os cidadãos portugueses precisam de um visto para viajar para a Tanzânia, mas este pode ser obtido facilmente neste website ou mesmo nas fronteiras do país (seja em terra ou num aeroporto). Podes também pedi-lo através da Embaixada da Tanzânia em Paris. É aconselhável fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência, mesmo que o faças electronicamente. Existem vistos de entrada única (“ordinary visa”), vistos de entradas múltiplas, vistos de negócios, vistos de estudantes, vistos de trânsito e muito mais. Como turista, muito provavelmente necessitarás do primeiro, para o qual necessitarás: • Cópia do teu passaporte. • Voo para fora do país. • Preencher o formulário. • Pagar US$50. Este visto da Tanzânia é válido por até 90 dias no país. Nota que os menores também necessitam de um visto e autorizações dos pais (no caso de um dos pais não estar a viajar com a criança). Documentos de viagem para a Tanzânia e Zanzibar Além de um visto, outro documento necessário para viajar para a Tanzânia é um passaporte. O teu passaporte deve ser válido por pelo menos 6 meses a partir da data de entrada no país e ter pelo menos 3 páginas em branco. Além disso, os funcionários da imigração podem pedir-te uma prova de um bilhete de regresso ao país de origem e documentação de apoio à tua estadia, ou seja, alojamento ou reservas de atividades. Nota que se estiveres a viajar da Tanzânia continental para Zanzibar, as autoridades de Zanzibar efetuarão um controlo de imigração. Por isso, não te esqueças do teu passaporte. Vacinas para viajar para a Tanzânia, são obrigatórias? Não há vacinas obrigatórias para viajar de Portugal para a Tanzânia. No entanto, a vacina contra a febre amarela é obrigatória se vieres de uma zona infetada. Se tiveres estado em trânsito aeroportuário por mais de 12 horas em países onde a doença é endémica, terás de mostrar o teu certificado internacional de vacinação. O Ministério dos Negócios Estrangeiros salienta que outras vacinas recomendadas incluem tifóide, hepatite A e B e tétano difteria. Além disso, é preciso considerar que a malária é endémica na Tanzânia e os especialistas recomendam a tomada de profiláticos. É portanto aconselhável teres uma consulta de viajante com alguma antecedência. Carta de condução para a Tanzânia e Zanzibar Estás a planear alugar um carro durante a tua viagem? Se assim for, precisarás da tua carta de condução portuguesa e da carta de condução internacional. Por outro lado, tem muito cuidado ao conduzir e tem em mente que se conduz do lado esquerdo da estrada. Evita conduzir à noite, pois não é raro que os animais atravessem a estrada, para além do mau estado de muitas estradas. Perguntas mais frequentes sobre documentos de viagem para a Tanzânia e Zanzibar É possível viajar de Portugal para a Tanzânia? Sim, é possível viajar de Portugal para a Tanzânia. Preciso de um visto para viajar para a Tanzânia? Se fores um cidadão português, terás de solicitar um visto. Podes fazê-lo à chegada ou eletronicamente. Quanto custa o visto da Tanzânia? O visto normal ou de entrada única custa 50 dólares. De que preciso agora para viajar para a Tanzânia e Zanzibar? Para além do teu visto e passaporte, terás de preencher um formulário online. Que vacinas são necessárias para viajar para a Tanzânia? Se vens de Portugal, não há vacinações obrigatórias para viajar para a Tanzânia. Nota que, se viajares de um país onde a febre amarela é endémica, terás de receber a vacina da febre amarela e mostrares o teu cartão internacional de vacinação. Esperamos ter-te ajudado a preparar os teus documentos de viagem para a Tanzânia e Zanzibar. Embora existam alguns requisitos, não são muito complicados. Em qualquer caso, se tiveres alguma pergunta, teremos todo o gosto em ajudar-te. Lembra-te de que agora mais do que nunca é essencial viajar com o melhor seguro de viagem para a Tanzânia. O IATI Mochileiro cobre despesas médicas, incluindo hospitalização. Além disso, também estarás coberto em caso de acidente durante um safari ou durante a prática de desportos de aventura, tais como snorkelling nas águas de Zanzibar. Também estaremos ao teu lado se tiveres de ser repatriado ou regressar mais cedo devido à hospitalização ou morte de um membro da família. Contrata agora o teu seguro para a Tanzânia e viaja com paz de espírito: Lembra-te de que os documentos e requisitos de viagem podem mudar. Na IATI estamos constantemente a atualizar esta informação. No entanto, recomendamos verifiques sempre com fontes oficiais.

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O que ver e fazer em Marrocos: 9 coisas a não perder

O que ver e fazer em Marrocos: 9 coisas a não perder

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Marrocos é o país da nossa vizinhança com a cultura mais diferente da Europa. É incrível que um país a 1 hora de Portugal (avião) seja um lugar tão diferente e que, como todos os países árabes, tão acolhedor. Mas o que ver e fazer em Marrocos? O melhor de visitar Marrocos é perderes-te nas medinas, conheceres as pessoas e regateares enquanto descobres gradualmente os cheiros que elas emitem. Por outro lado, há também paisagens espectaculares. Na IATI, queremos apresentar-te o que fazer em Marrocos: 9 planos que não podes perder e com os quais vais descobrir como aproveitar ao máximo esta viagem. Dormir no deserto Podemos garantir que dormir no deserto é uma experiência única que vais recordar para o resto da tua vida. A imensidão, o silêncio e as estrelas vão fazer com que te sintas insignificante no meio do nada. Se fores a Marrocos em casal e estiveres à procura de um acampamento tranquilo de antemão, pode ser uma experiência muito romântica. Em Marrocos, tudo é possível, por isso, aprimora as tuas capacidades de negociação e vais encontrar o lugar ideal. Visite a medina de Marraquexe e a praça Jamaa el Fna A medina de Marrakech é o oposto do deserto, um lugar que está constantemente em “ebulição” desde o início da manhã e onde, mesmo que não se tenha a mínima intenção de fazer compras, acabarás por ceder. Perderes-te nas ruas onde encontras um vendedor atrás do outro é uma experiência. Quando chegar a hora de sair, pergunta-lhes e eles terão todo o prazer em ajudar-te. Recomendamos que tenhas penses o que pretendes comprar de antemão e que negoceis de forma responsável. A negociação em Marrocos é cultural e não há problema em fazê-lo, mas não é mau contribuir para o desenvolvimento do país pagando um preço mais elevado do que um local o faria, desde que seja um preço justo para ti. ✈ 6 lugares a não perder em Marraquexe Comer em frente às cascatas de Ouzoud As Cascatas de Ouzoud ficam a meio caminho entre Marraquexe e Fez. É um belo local situado num solo argiloso onde também se podem ver numerosos rios, desfiladeiros íngremes e até pegadas de dinossauros e pinturas rupestres. O passeio desde onde estacionas o teu carro até à melhor vista da cascata demora cerca de 20 minutos. Ao longo do caminho verás numerosos restaurantes onde poderás provar cous cous ou outra comida típica marroquina. Alguns destes últimos têm vistas espetaculares da cascata, por isso não pares na primeira que vires, mesmo que estejas com fome. Conduz através da Cordilheira do Atlas no teu próprio carro A cordilheira do Altlas é o conjunto montanhoso mais alto de Marrocos. Terás de passar por ali se estiveres a fazer o teu caminho entre o deserto de Merzouga e Marrakech. As estradas serpenteiam através das montanhas e a paisagem é espectacular. Se te atreveres a conduzir o teu próprio carro, deves tomar mais do que as precauções habituais, especialmente com camiões. Não recomendamos fazer esta viagem à noite, uma vez que as estradas não estão em muito bom estado. Comer peixe no porto de Essaouira Esaouira é uma bela cidade amuralhada junto ao mar, a pouco mais de uma hora de carro de Marraquexe. Não percas um passeio pelas suas ruas onde ainda se pode ver a decadência do passado colonial da cidade. Se passeares pelo porto verás muitos restaurantes onde poderás comer peixe e marisco a preços muito bons. Todos eles têm grandes expositores à entrada para que possas escolher o que queres comer. Viajar ao longo da costa entre Esaouira e Agadir Entre estas duas cidades tens quilómetros e quilómetros de costa com grandes praias praticamente intocadas e quase despovoadas, tornando-a uma zona ideal para passear numa carrinha, uma vez que poderás dormir no meio da natureza. Esta área de Marrocos é bastante ventosa, por isso os teus principais companheiros serão provavelmente surfistas de todo o mundo. Visitar os curtumes de Fez Fez é uma das cidades mais visitadas em Marrocos e tem uma bela medina que pode ser realmente difícil de sair. Se tiveres problemas, encontrarás rapidamente alguém para te ajudar em troca de uma pequena gorjeta. Mas sem dúvida o que todos recordamos são os curtumes onde o couro ainda é seco e tingido de forma artesanal. Um lugar colorido com um cheiro muito característico que é obrigatório ver. Passear em torno do Chefchaouen, a cidade azul Chefchaouen é sem dúvida uma das mais belas cidades de todo o país com as suas casas caiadas de um inconfundível azul. Se não quiseres ir de carro, existem boas ligações entre Tânger e Chefchaouen, seja de autocarro ou num dos lendários táxis da Mercedes Benz azuis. Estes carros são importados em segunda mão da Europa e podem durar décadas em Marrocos. Alcazarquivir, uma cidade que recebe poucos turistas Alcazarquivir é uma cidade que, apesar de estar próxima de outras cidades populares como o Chef Chauen, Asilah ou Larache, está completamente fora dos trilhos batidos no norte de Marrocos, o que significa que ainda conserva a autenticidade que se perde com o fluxo de visitantes. É um centro agrícola no qual se destaca o distrito de Bad el Qued, com a Grande Mesquita e a Alcazaba de Gailan, lugares que se podem facilmente encontrar a pé através do centro. A medina não é tão espetacular como outras em Marrocos, mas se lá fores, verás que a relação com os comerciantes é muito diferente. Viagens protegidas em Marrocos Este é um país que vais adorar e no qual viverás um número infinito de experiências únicas. É por isso que, como o próprio Ministério dos Negócios Estrangeiros insiste, é essencial ter um seguro de viagem para Marrocos para garantir a tua total proteção do princípio ao fim. Um simples deslize poderia resultar numa visita a centros médicos de qualidade duvidosa e contas muito altas que poderiam por em risco a tua viagem. O IATI Mochileiro é o melhor seguro para este destino e com a sua grande cobertura de assistência médica e outras centradas no roubo, problemas com a tua bagagem – transporte e mesmo repatriamento, receberás sempre os cuidados de qualidade que mereces e não terás de pagar por isso. Portanto, viaja com a paz de espírito que mereces e obtém já o teu seguro: Agora que sabes tudo o que há para fazer em Marrocos, deves sempre respeitar a sua cultura durante a tua viagem. Um dos maiores benefícios de viajar é que aprender sobre outras culturas ajuda-te a tornares-te mais tolerante e, em última análise, uma pessoa melhor. Tira o máximo partido da tua viagem a Marrocos para fazeres exatamente isso. É por isso que criámos estes 3 guias essenciais para te ajudar a organizares a tua viagem, não os pode perder: • Requisitos e documentos obrigatórios para viajar para Marrocos • É seguro viajar para Marrocos? • 6 destinos imperdíveis em Marrocos

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Polinésia Francesa: 10 lugares que tens mesmo que visitar

Polinésia Francesa: 10 lugares que tens mesmo que visitar

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A Polinésia Francesa é composta por 118 ilhas e 5 arquipélagos. Este território ultramarino da França, que tem a sua própria autonomia, ocupa um espaço tão grande como o de metade da Europa onde, se o Taiti, a capital, estivesse em Paris, as Ilhas Marquesas estariam ao nível de Estocolmo, as Ilhas Austral nos Pirenéus e as Ilhas Gambier na Bulgária. É verdade, não o negaremos, que o Taiti e Bora Bora brilham com a sua própria luz. Campanhas de férias, marketing e lua-de-mel fizeram destas duas ilhas as estrelas da Polinésia. Mas serão elas as melhores? Não. Então porquê a obsessão com o Taiti e Bora Bora? Porque as pessoas não querem arriscar. As pessoas repetem vezes sem conta: Claro, ir à Polinésia Francesa e não visitar Bora Bora? O que acontece se não visitares Bora Bora? O que mudaria na tua vida? Adiantamos-te já: Não iria mudar nada. Além disso, iria levar-te a descobrir que há lugares imperdíveis na Polinésia que são de longe mais incríveis do que o Taiti ou Bora Bora. Mas só os poderás descobrir se te deixares guiar mais pelo que te apetece e menos pelo que te é dito. A Polinésia Francesa é uma teia complexa de línguas, culturas e tradições que variam ao mudar de arquipélago e que tornam o lugar um território muito interessante, cheio de paisagens fascinantes, lendas, culto à natureza e costumes com mais de 2000 anos de idade. É por isso que hoje com a IATI Seguros convidamos-te a voar e abrires a tua mente a alguns dos lugares imperdíveis da Polinésia Francesa que nunca terias pensado. ‘Ia ora na, maeva! (Olá, bem-vindo!) 1. Baleias, Cook Bay e Mount Rotui – Moorea (Ilhas da Sociedade) Começamos o nosso passeio pela Polinésia Francesa com o lugar mais clássico da lista: a ilha de Moorea. Esta é a ilha vizinha de Taiti e é facilmente alcançada por ferry ou avião. É uma ilha com vales montanhosos no interior e produz uma variedade de frutos tropicais, como os deliciosos ananases. Mas se há um motivo para visitares Moorea, é por estes três: • É possível ver baleias durante uma boa parte do ano apenas por snorkelling. • O Monte Rotui é um dos mais impressionantes da Polinésia Francesa e de grande valor histórico. • Cook’s Bay, a baía vizinha onde o explorador e navegador inglês James Cook chegou no século XVIII, é linda. 2. Monte Te’urafa’atiu – Maupiti (Ilhas da Sociedade) Maupiti é a irmã mais nova de Bora Bora. Ou assim o dizem. Com limitações no número de turistas permitidos na ilha e uma restrição de que nenhum hotel ou estância é permitido, Maupiti conseguiu salvar-se do destrutivo turismo de massa que assola Bora Bora. É uma ilha pequena e montanhosa que é fácil de se deslocar a pé. À sua volta encontra-se uma lagoa em toda a gama de turquesas e uma miríade de mares desabitados (ilhotas) a pontilhar o mar. Maupiti é perfeito para conheceres as tradições religiosas da Polinésia Francesa, apreciar a cozinha nas pousadas locais, perderes-te nas praias de areia branca, avistares mantas, e fazer trekking. Não surpreendentemente, o ponto mais alto da ilha, o Monte Te’urafa’atiu, oferece uma vista panorâmica de 360 graus que é obrigatória numa viagem à Polinésia Francesa. 3. Marae de Taputapuatea – Raiatea (Ilhas da Sociedade) Raiatea é o centro geográfico da Polinésia, pois situa-se exatamente no meio do triângulo formado pela Nova Zelândia, Ilha da Páscoa e Havai’i. O povo antigo sabia disso e construiu ali a Taputapuatea Marae, um templo que é Património Mundial da UNESCO e um registo das crenças e costumes do povo antigo. É aconselhável visitar com um guia para compreenderes melhor o significado das plataformas de oração de Taputapuatea, áreas de vida e de trabalho, pois é difícil ter uma ideia da importância das Marae sem alguém que te ajude a interpretar. Hoje em dia, pessoas de toda a Polinésia continuam a vir anualmente visitar e adorar os seus antepassados na mais sagrada de todas as marae. 4. Fundos marinhos, lagoas azuis e tubarões – Fakarava e Rangiroa (Ilhas Tuamotu) As Ilhas Tuamotu são um paraíso para qualquer amante do mar profundo e embora todas elas tenham lugares interessantes, a verdade é que Fakarava e Rangiroa combinam o melhor dos atóis. Uma visita obrigatória na Polinésia Francesa se mergulhar é o teu forte. Podes mergulhar num dos melhores lugares do mundo e ficar maravilhado com a vida marinha, onde tornados de peixes coloridos se misturam com até 10 espécies diferentes de tubarões e enormes mantas. Também se pode caminhar à volta do atol e descobrir a sensação de estar num espeto de terra com o mar de cada lado. Rangiroa oferece um espetáculo natural de golfinhos que saltam diariamente sobre Tiputa Pass, uma lagoa azul onde se deseja que o tempo fique parado e praias desertas onde se pode beber uma cerveja enquanto os tubarões do recife nadam à tua volta. 5. Penhascos, Vulcões, Tatuagens e Tikis – Hiva Oa (Ilhas Marquesas) Se há um lugar na Polinésia Francesa onde a cultura ancestral é mais latente do que em qualquer outro lugar, são as Ilhas Marquesas. Herman Melville, Robert Louis Stevenson, Gauguin e Jacques Brel encontraram nas Marquesas, em alturas diferentes, a razão para escrever, pintar e compor. Hiva Oa é uma das maiores ilhas do arquipélago e um dos lugares imperdíveis da Polinésia Francesa para quem procura experiências culturais que ainda hoje estão muito vivas. Aqui podes conhecer os famosos tikis, conheceres a tradição da tatuagem Marquesan, ver uma dança haka (que foi herdada pelos Maoris) e perderes-te em penhascos e baías solitárias que testemunham o que outrora foi a cratera de um vulcão. 6. Colunas de Basalto – Ua Pou (Ilhas Marquesas) Em Ua Pu, vulcões e montanhas dão lugar a algumas das paisagens mais espetaculares de todo o arquipélago, um dos lugares imperdíveis da Polinésia Francesa. A vida lá é como se estivesses num plano temporal diferente. Não percas lugares tão incríveis como o Vale dos Reis ou as rotas de trekking ou passeios de barco que te permitem ver um dos perfis mais misteriosos que já viste. 7. Baía de Hanavave – Fatu Hiva (Ilhas Marquesas) É preciso ser paciente para chegar a Fatu Hiva porque não tem aeroporto. Mas como todos os lugares que imploram para ser visitados, excede em muito as expetativas. Só para ver vistas como a Baía de Hanavave ou para aprender como se faz a tecelagem de tapa, vale a pena a viagem. Por isso e porque é uma das ilhas mais imaculadas das Ilhas Marquesas, é uma ilha imperdível na Polinésia Francesa. 8. Grutas de estalactites – Rurutu (Ilhas do Sul) Rurutu é outro ponto obrigatório na Polinésia Francesa. As suas falésias apresentam grutas com estalactites e estalagmites que se assemelham às mandíbulas de monstros ameaçadores. Estas grutas são uma das principais atrações de Rurutu, mas não a única: baleias, sítios arqueológicos, lagoa azul, festividades e a arte de artesanato de folhas de palmeira. 9. Igrejas – Mangareva (Ilhas Gambier) A ilha de Mangareva tem pouco mais de 1000 habitantes, mas é no entanto o berço do catolicismo na Polinésia Francesa. Mesmo que não sejas religioso, vale a pena uma visita para assistir a um dos belos e coloridos serviços da igreja. Além disso, a ilha oferece praias de cortar a respiração, trekking, uma das mais belas lagoas turquesa da Polinésia e muitos vestígios arqueológicos que testemunham a importância da ilha ao longo da história. 10. Mistérios de Rapa Iti (Ilhas Australianas) Se Rapa Nui (Ilha de Páscoa) é literalmente a Grande Rapa, Rapa Iti é a pequena Rapa, e é também a mais remota das Ilhas Austral, acessível apenas por um navio que faz a viagem uma vez por mês. Se procuras autenticidade numa ilha mal tocada pelo turismo, tenta Rapa Iti, onde têm a sua própria língua e a ilha mais próxima fica a 500 km de distância. A relação entre Rapa Nui e Rapa Iti não é clara, mas é certo que Thor Heyerdahl, o famoso arqueólogo, estava em ambos. Teorias recentes parecem sustentar que a ilha de Rapa Iti é a mítica Hiva, da qual os antepassados dos nativos Rapa Nui teriam vindo. Seja como for, não são muitos os viajantes que vêm a Rapa Iti e isso é algo que o enche de mistério e de sensações fascinantes, razão pela qual o deixámos como o último dos 10 lugares a visitar na Polinésia Francesa. Esperemos que esta lista te encoraje a sair dos trilhos batidos e a dar uma oportunidade a alguns dos grandes lugares desconhecidos mas essenciais da Polinésia Francesa. Eles valem mesmo a pena. Artigo escrito por Eva Abal, de Una ideia, un viaje

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O que ver e fazer em Ubud (Indonésia)

O que ver e fazer em Ubud (Indonésia)

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Há tanto para ver e fazer em Ubud que talvez estejas um pouco perdido e não saibas como começar a desenhar os teus dias na cidade mais bonita de Bali. Não te preocupes, vieste ao sítio certo. Na IATI, como especialistas em seguros de viagem e amantes desta ilha indonésia, vamos dizer-te tudo o que precisas de saber para que possas visitar Ubud como ela merece. Quantos dias são necessários para visitar Ubud? Muitos viajantes perguntam o que fazer em Ubud num dia, mas na realidade, pensamos que o tempo mínimo a passar nesta área de Bali seria de pelo menos 3 dias. Por outras palavras, 3 dias não só dão tempo suficiente para desfrutar do centro de Ubud, como também permitem explorar facilmente outros lugares que estão próximos. Isto é particularmente importante numa ilha tão grande como Bali, onde as distâncias são enormes. Com uma vasta gama de hotéis e restaurantes acessíveis, Ubud é a base ideal para descobrir a maior parte das atracções culturais de Bali, podes ver isto no nosso roteiro de 7 dias por de Bali. Dito isto, visitar as principais atracções de Ubud e arredores vai demorar cerca de um dia ou um dia e meio, sendo este o tempo mínimo que deve ser atribuído a esta parte da ilha. As melhores coisas a fazer em Ubud, Bali Vamos ao que interessa e estas são as principais coisas a fazer em Ubud, a capital cultural de Bali. 1. Puran Taman Saraswati Começamos o nosso passeio aos melhores lugares para ver em Ubud, com um templo icónico no coração da cidade. O Pura Taman Saraswati é dedicado a Saraswati ou a deusa do conhecimento, da música, das artes, da sabedoria e da natureza no hinduísmo. Para além da bela arquitectura clássica balinesa, o que mais se destaca neste templo são as lagoas repletas de flores de lótus que fazem com que a vista seja admirável. A entrada é gratuita e há um conjunto de cafés no início do parque onde podes apreciar a vista do portão principal e das lagoas. Normalmente também podes visitar o primeiro pátio onde, em algumas noites, se realizam as danças balinesas. No entanto, os horários de abertura são um pouco irregulares. Outros templos para ver em Ubud incluem Pura Gunung Lebah, Pura Dalem Ubud e Templo Batu Karu. Se tiveres mais do que um dia para visitar Ubud, não hesites em incluí-los no teu itinerário. 2. Sacred Monkey Sanctuary O Sacred Monkey Forest Sanctuary, ou simplesmente Monkey Forest, é um dos lugares mais populares para visitares em Ubud. Se sabes um pouco de inglês, já estás a imaginar quem são os grandes protagonistas: os macacos. Trata-se de uma reserva natural no centro de Ubud com mais de 12 hectares, 180 tipos de árvores e onde habitam mais de mil macacos de cauda longa balineses. Para além de poderes observar estes animais a andarem livremente e a serem os donos da floresta, o passeio torna-se inesquecível graças à vegetação luxuriante e ao facto de poderes visitar os seus 3 templos: o Pura Dalem Agung Padangtegal, o Pura Beji (com uma nascente) e o Pura Prajapati. Quanto aos macacos, é preciso ter cuidado com os alimentos e bebidas (mesmo dentro das malas), não te deves aproximar demasiado nem tocar-lhes. Embora aqui, ao contrário de outras áreas em Bali (como Uluwatu), os macacos não costumem “roubar” objetos de valor, deves sempre ter cuidado. Sê um turista responsável, não lhes toques nem os alimentes, mesmo estando habituados aos turistas continuam a ser animais selvagens e assim devem permanecer. A taxa de entrada é de 80.000 rupias indonésias. 3. Passear ao longo da Campuhan Ridge Walk, uma paragem obrigatória em Ubud Já há alguns anos que caminhar ao longo da Campuhan Ridge Walk se tornou uma das coisas impresecndíveis a fazer em Ubud. É um trilho localizado muito perto do centro da cidade, que oferece um passeio bastante agradável e cénico pelos arrozais. Vais encontrar também uma palmeira solitária que transformou Campuhan Ridge Wlak em mais um postal icónico de Bali. O percurso tem cerca de 4 quilómetros de ida e volta e começa no Warwick Ibah Luxury Villas & Spa. Pouco depois de começares, vais ver o Pura Gunung Lebah, um templo que recomendamos que visites. A caminhada termina no Karsa Café, onde podes relaxar, tomar uma bebida e apreciar as magníficas vistas dos campos de arroz. A caminhada demora entre uma hora e meia e duas horas, dependendo do ritmo de cada um. Uma vez que não há muita sombra, é preferível fazê-la de manhã cedo, quando também tem menos gente. Outra boa ideia é começar por volta das 16 horas, no entanto é preciso considerar que visitar Ubud é obrigatório em qualquer viagem a Bali, desta forma, é possível que outros turistas tenham a mesma ideia. Se não te apetecer voltar a pé, podes sempre apanhar um táxi a partir do Karsa Café. Viajar em segurança por Ubud Como podes ver, este destino oferece uma grande variedade de planos e, por esta razão, é essencial que tenhas o melhor seguro de viagem para a Indonésia. Tal como avisa o Ministério dos Negócios Estrangeiros, um pequeno acidente ou doença pode custar-te milhares de euros ou podes ir parar a um centro médico com condições precárias. O IATI Mochileiro é o melhor seguro internacional para Ubud. Para além da grande cobertura que te garante acesso aos melhores médicos e hospitais sem teres de pagar nada do teu bolso, ainda garante que viajas com proteção em casos como roubo, incidentes com bagagens, problemas de transporte e, entre muitos outros, o muito caro repatriamento. Não esperes mais e obtém já o teu seguro: 4. Ubud Art Market Mesmo que não sejas um grande fã de compras, outra paragem obrigatória em Ubud é o Mercado de Artesanato Ubud Art Market. Este conjunto de lojas espalhadas por dois andares e todas as ruas circundantes valem a pena visitar, quanto mais não seja para absorver o ambiente ou negociar (sempre respeitosamente) uma lembrança para levar para casa. Tem em mente que este é um lugar essencialmente turístico e que, embora por vezes consigas encontrar aqui algum artesanato, também vais ver produtos menos elaborados ou confecionados em grandes fábricas. Os preços são um pouco mais altos do que nos outros mercados (o mais barato é geralmente Sukawti), mas se estás a planear comprar várias coisas, certamente obterás bons descontos. 5. Ubud Palace- Palácio Real de Ubud Uma paragem obrigatória em Ubud é a visita ao Palácio Real ou Puri Saren Agung. É aqui que ainda vive a família real e, embora certas áreas estejam fechadas por esta mesma razão, podes sempre passear gratuitamente pelos típicos pátios de arquitetura balinesa. O Palácio foi construído no século XIX mas foi gravemente danificado por um terramoto em 1917. Foi agora completamente reconstruído e acolhe espetáculos de dança balinesa quase todas as noites. 6. Agung Rai Museum of Art – ARMA Não são poucos os museus ou galerias de arte a visitar em Ubud mas, se há um que vale a pena visitar, é o ARMA ou o Agung Rai Museum of Art. Trata-se de uma galeria de arte fundada por Agung Rai, um artista balinês que dedicou a sua vida à preservação da arte e cultura balinesa. O museu, para além de exibir uma ótima coleção de arte tradicional e contemporânea balinesa, está alojado num edifício espetacular rodeado por jardins bem cuidados. Na verdade, é também um resort e um local para várias atividades culturais, tais como espectáculos de dança balinesa. Desta forma, a visita vai além do artístico e oferece-te a oportunidade de relaxares num lugar especial se tiveres mais do que um dia para visitar Ubud. A taxa de entrada é de 100.000 rupias indonésias. Outros museus para ver em Ubud se tiveres mais tempo são o Museum Puri Lukisan, The Blanco Reinassance, Neka Art Museum e Museum Rudana & Rudana Fine Art. 7. Goa Gajah, um templo próximo para ver em Ubud Já sabes que Ubud é a base perfeita para explorares alguns dos melhores templos de Bali. Muitos deles estão bastante longe, pelo que terás de apanhar um táxi, carro ou mota e passar lá várias horas. No entanto, um que está ao fácil alcance e que te encorajamos a visitar a partir de Ubud é o Goa Gajah. Podes chegar facilmente de táxi ou ao alugares um carro ou uma mota com as aplicações Grab ou Gojek. Também conhecido como Gruta do Elefante, devido ao enorme elefante esculpido na entrada da gruta sagrada, este é um templo que se destaca pela sua mistura interessante de arquitetura hindu e budista, bem como pela vegetação luxuriante que o rodeia. O interior do templo é um túnel em forma de T que se acredita ter mais de 1.000 anos de idade. Ao que parece aqui foram feitas ofertas religiosas, bem como meditação e limpezas espirituais. É ainda um lugar sagrado onde podes encontrar várias esculturas: Ganesh, Ratu Brayut e Ratu Jempinis. Em frente à caverna existe uma piscina monumental com cinco anjos hindus. 8. Desfrutar dos arrozais nos arredores de Ubud Ubud não é uma cidade muito grande e rapidamente vais perceber que está rodeada por vegetação luxuriante, sendo que as paisagens mais características são os arrozais. Os arrozais mais conhecidos da ilha estão apenas a 7 quilómetros do centro: os de Tegallalang. Mais uma vez, é preciso ter em consideração que estes também são os mais frequentados, por isso quanto mais cedo fores, melhor. Existem duas caminhadas menos famosas que Tegallalang e Campuhan Ridge Walk que podes fazer de madrugada ou ao final da tarde. A primeira é a Sari Organic Walk, que começa aqui e demora cerca de 30 minutos. Para além de magníficas paisagens, vais encontrar algumas lojas de artesanato, warungs e cafés para relaxar. A última caminhada é aquela que passa pelo Kajeng Rice Field (podes encontrá-la facilmente no Google Maps com este nome e ela começa mais ou menos por aqui), a apenas uma curta distância da estrada principal de Ubud. Embora esteja a tornar-se cada vez mais popular e possas encontrar vendedores de água de coco em quase todas as alturas do dia, parece incrível que seja um refúgio de paz a apenas poucos metros do Palácio Real. 9. Deixa-te levar pelo luxo asiático Sim, tudo isto é óptimo, mas outra coisa para fazeres em Ubud é simplesmente aproveitares a brutal gama de hotéis, restaurantes e serviços a preços que são difíceis de encontrar em qualquer outra parte do mundo. Villas com vista para arrozais por menos de 50 euros, restaurantes muito agradáveis por menos de 10 euros, massagens incríveis também por 10 euros por hora ou aulas de yoga em locais espectaculares por menos de 6 euros. Concluíndo, visitar Ubud significa conhecer o lado mais cultural de Bali, mas também recomendamos que dediques o teu tempo a relaxar, passear pelas ruas mais famosas cheias de cafés e restaurantes (os imprescindíveis são Jalan Monkey Forest, Jl Raya Ubud, Jalan Goutama e Jalan Hanoman) e saborear o ambiente especial que têm. Aqui estão alguns dos nossos lugares preferidos para visitares em Ubud e lugares perfeitos para desfrutares: • Restaurantes: Warung Biah Biah, Moksa Ubud, Prima Warung, Casa Curandera Bali • Cafés: KAFE, Clear Café y F.R.E.A.K Coffee • Massagens: Karsa Spa y NUSA THERAPY – Herbal Massage Center • Yoga: The Yoga Barn y Ubud Yoga House • Hotéis: Pertiwi Bisma 2 y Komaneka at Bisma 10. Assistir a uma atuação de dança balinesa, uma obrigação em Ubud Certamente que já te apercebeste que o lado cultural é a parte mais importante de tudo o que se pode fazer em Ubud. Assim, para completar os teus dias na cidade, recomendamos que te inscrevas num espetáculo de dança balinesa. Em quase todos os templos em Ubud, no Palácio Real e na ARMA, existem espetáculos todas as noites, normalmente alternando entre diferentes tipos de dança. Os mais populares são Barong, Rangda, Janger, Kecak e Legong e os preços rondam as 75.000-100.000 rupias por pessoa. Se tiveres oportunidade de escolher, recomendamos o Barong e o Kecak, que costumam ser os mais impressionantes. Os bilhetes podem ser adquiridos nos portões do templo, onde também podes encontrar informações sobre os horários de abertura. Se tiveres algumas dicas a partilhar para visitar Ubud em Bali, gostaríamos muito que as compartilhasses connosco nos comentários. Pronto para riscar esta lista de coisas para fazer em Ubud? Podes apostar que sim! Estes artigos irão contribuir muito para te manter no bom caminho com o teu planeamento: • É seguro viajar para a Indonésia? • Documentos e requisitos para viajar para a Indonésia • Roteiro de 15 dias pela Indonésia

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Viajar em casal: 8 destinos perfeitos

Viajar em casal: 8 destinos perfeitos

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Precisas de ideias para viajar em casal? Se estás a pensar em surpreender o teu parceiro/a com uma escapadela ou uma viagem mais longa, ou se estás a fazer um brainstorming para decidir sobre a tua próxima aventura, vieste ao lugar certo. Na IATI vamos facilitar-te as coisas sugerindo-te os melhores destinos para viajar em casal. Traz para fora o teu lado romântico com estas viagens à volta do mundo. 1. As Filipinas, de ilha em ilha desfrutando com o teu parceiro/a Palmeiras, águas turquesa, batidos de manga, cabanas junto ao mar… O primeiro dos nossos destinos românticos recomendados é um dos nossos países favoritos: as Filipinas. O arquipélago asiático oferece-te lugares paradisíacos para fazeres da tua viagem em casal uma viagem especial. Quer sejas mais aventureiro ou queiras uma viagem mais tranquila e menos barulhenta, há muito para fazer nas Filipinas. Da escalada ao topo de um vulcão juntos e do canyoning de cascata em cascata, ao saltitar numa ilha num bangka (o barco local) e desfrutar das praias idílicas do país, não há vida suficiente para descobrir todos os paraísos das Filipinas. Para te facilitar o planeamento desta viagem como casal, podes consultar roteiro de viagem pelas Filipinas em 15 dias, Mas na realidade, há tantas viagens para as Filipinas como há viajantes, por isso não hesites em passar algum tempo a planear esta viagem romântica. Sabes, uma aventura não é apenas vivida no país, mas começa no momento em que se começa a sonhar com ela. 2. Itália, a escapadela romântica perfeita para casais Desta vez estamos mais perto de ti para te recomendar uma escapadela romântica para casais. Não podia ser outro destino: Itália, um dos países mais românticos do mundo. Se tiverem apenas alguns dias para desfrutar juntos, poderão procurar voos baratos para cidades como Bolonha, Roma, Veneza ou Florença, onde certamente terão momentos especiais. Se tiveres mais dias, sugerimos uma viagem de carro na Toscana ou, se quiseres viajar como casal no final da Primavera ou início do Outono, quando o tempo ainda está bom mas não tão cheio de gente, poderia considerar uma escapadela romântica para a Costa Amalfitana. Temos a certeza que entre os belos monumentos italianos com séculos de história, as suas paisagens variadas e a comida ótima e os gelados maravilhosos, as faíscas voarão por todo o lado. 3. Polinésia Francesa, viajar em casal para o paraíso do Pacífico Se o orçamento não for problema, o melhor destino dos casais é a Polinésia Francesa. Nas águas cristalinas e turquesa do Pacífico Sul, salpicadas de recifes coloridos, não se pode errar. Tenho a certeza que já viste as fotografias dos bungalows com vista para o mar em muitas ocasiões, onde não faltam grinaldas exóticas de flores, por isso, se estás determinado a dar um presente, a Polinésia é o lugar para o fazer. Podes optar por Bora Bora, onde verás aquele postal de águas turquesa com a forma sinuosa do vulcão como pano de fundo, ou optar por outros lugares incríveis como Moorea. Podes passar semanas na Polinésia sem teres de te preocupar com nada! 4. Bali (Indonésia), o exotismo é garantido nesta viagem em casal Vamos à Indonésia para te dar uma amostra de uma das ilhas mais exóticas e interessantes do Sudeste Asiático. A “Ilha dos Deuses”, Bali, é um lugar ideal para viajar em casal, para se apaixonarem, para terem muitos luxos em hotéis com piscinas infinitas, para se mimarem e se massajarem ou simplesmente para viajarem juntos ao longo de estradas ladeadas por arrozais. O nosso conselho é que, se quiseres desfrutar desta viagem romântica, dá a Bali pelo menos uma semana, pois ficarás surpreendido com o quanto ela tem para oferecer. Para além de passares alguns dias em Ubud e visitar os seus famosos templos e arrozais, a nossa recomendação é que também te disponhas a ir a Munduk, uma pequena aldeia que ainda não é tão conhecida e onde podes descobrir o encanto de um Bali ainda pouco conhecido. Podes também explorar algumas das melhores praias de Bali ou dar o salto para as ilhas vizinhas, tais como Gili ou Nusa Penida. Podes reservar um hotel com vista para o mar e simplesmente celebrares o amor na praia. 5. Menorca (Espanha), uma escapadela romântica perto de casa Espanha também tem muitos destinos românticos para onde viajares. Por exemplo, a pequena e encantadora ilha de Menorca tem algumas das melhores praias de Espanha e algumas das aldeias mais encantadoras das Ilhas Baleares. Seja no Verão, quando não hesitarás em desfrutar das águas turquesa que a rodeiam, ou noutra altura do ano, quando a ilha está mais calma e adquire aquele ar bucólico que te faz apaixonar, Menorca é um lugar ideal para uma escapadela barata e, ao mesmo tempo, espetacular para dois. Da IATI, recomendamos que alugues um carro de aluguer e te percas nas estradas da ilha. Embora seja conhecido pelas suas praias, o interior do Menorca é uma caixa de surpresas e tem muitos hotéis e casas rurais encantadoras pelas quais te apaixonarás. 6. África do Sul, viajar em casal desfrutando de animais em liberdade e paisagens de cortar a respiração Se são um casal aventureiro, adoram animais e paisagens de cortar a respiração, não podemos pensar num destino melhor para viajar em casal do que a África do Sul, o país mais na moda em África. Como já deves ter adivinhado, uma das coisas que tens de fazer na África do Sul é ir num safari, mas não precisas de ir à falência para desfrutar desta aventura que os vai unir como nunca antes. Este é um dos poucos lugares no mundo onde se pode descobrir os parques nacionais, e portanto ver a vida selvagem, com o teu próprio carro alugado. O Parque Nacional Kruger é uma verdadeira jóia para os amantes da natureza e recomendamos que passes pelo menos 4 dias inteiros a percorrer as suas estradas cheias de animais em total liberdade. Além disso, na África do Sul também poderás desfrutar de uma cidade cosmopolita com um cenário natural incomparável: a Cidade do Cabo. A partir daqui podes ir em excursões para ver pinguins africanos na natureza, provar os ricos vinhos sul-africanos ou mesmo observar baleias francas do sul a saltar da costa. Determinados a fazer desta a tua próxima viagem em casal? Dá uma olhadela neste itinerário de viagem de 15 dias para a África do Sul que preparámos para ti. 7. Paris (França), uma escapadela de casal que nunca falha Oh, la la la, não podia faltar. Se temos de falar sobre o destino romântico para viajar em casal por excelência, é Paris. Não surpreendentemente, a “Cidade do Amor” é um dos lugares mais especiais do mundo para se casar. Quer seja para celebrar uma ocasião especial ou simplesmente porque se deseja uma simples escapadela, a capital de Paris é perfeita. Podes encontrar um voo barato e passar 2 ou 3 dias a passear pelos Campos Elísios, a tirar fotografias com a Torre Eiffel, a navegar pelo rio Sena, a jantar em restaurantes giros ou, se quiserem divertir-se como casal, a saltar de atração em atração na Disneyland Paris. Nunca é tarde demais para se sentirem como dois adolescentes! 8. Maldivas, o destino mais exclusivo para viajar com o teua parceiro/a Terminamos esta viagem aos lugares mais românticos para viajar em casal com outro fascinante país insular: as Maldivas. Composto por 26 atóis distribuídos por 90.000 quilómetros quadrados, há muitas ilhas por onde escolher. E embora as Maldivas sejam o lar de alguns dos melhores hotéis de luxo da Ásia onde as cabanas sobre o mar são as estrelas, há já alguns anos que é possível viajar para as Maldivas com um orçamento mais reduzido. Por exemplo, em ilhas como Maafushi, Gulhi ou Dhiffushi podes encontrar hotéis ou albergues que são mais baratos do que os grandes resorts, mas ainda podes desfrutar de deslumbrantes praias onde ficaram rendidos ao amor. Prometemos! Já decidiram para onde vão viajar em casal? Lembra-te que uma das chaves para garantir que tudo corre sem problemas e que não tens de te preocupar com nada é fazê-lo acompanhado de uma boa apólice de seguro de viagem como as que oferecemos na IATI. Faz agora o teu seguro de viagem e preocupa-te apenas em decidir qual o próximo destino.

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O que ver na Irlanda: 7 lugares imperdíveis 

O que ver na Irlanda: 7 lugares imperdíveis 

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O que ver na Irlanda – tantas coisas! Começando por Dublin, a sua capital, que é berço de escritores como Oscar Wilde e onde nasceu a cerveja Guinness. Este país do norte da Europa é sinónimo de portas com casas coloridas e conhecida pelo seu Irish Breakfast, mas há muito mais para além disso. No entanto, adiantamos-te já que podem ser necessárias várias viagens à Irlanda para explorares tudo, até porque a Irlanda não é só Dublin. Prepara a tua bagagem, porque quando terminares de ler este guia já saberás tudo o que precisas de ver na Irlanda para desfrutares do que poderá ser uma das melhores experiências da tua vida. Vamos começar! 1. Explora Dublin Como te dissemos no início deste artigo, Irlanda não é só Dublin, no entanto a maior parte das viagens à Irlanda começam e acabam em Dublin e como tal aconselhamos-te a aproveitares todos os cantinhos da capital. Vagueia pela cidade a pé, Dublin é uma cidade que pode ser percorrida a pé, com muitas coisas para ver e fazer. Visita o bairro Temple Bar, um bairro com muita personalidade e encanto. Vais encontrar diversos restaurantes e pubs típicos irlandeses. Depois de visitares o Temple Bar, passa pelo Castelo de Dublin, o Trinity College, St. Stephen’s Green, Kilmainham Gaol e admira a história e a arquitetura da cidade ao longo do rio Liffey. Se calhar já sabes mas, a cultura dos bares em Dublin é muito divertida, os famosos pubs estão espalhados pelas cidades do país e claro em Dublin, está a maior concentração de pubs do mundo! É também na capital que se encontra o primeiro pub irlandês, o mais antigo deles, com centenas de anos de história, o chamado The Brazen Head. Posto isto, não vás à Irlanda sem tomar um Pint (ou mais) nos famosos Pubs. 2. Conhecer Slieve League O Slieve League está no rank de um dos maiores Cliffs da Europa, com mais de 600 metros de altura. É o segundo maior Cliff da Irlanda, perde em altura apenas para o Croaghaun Cliff e por popularidade para Cliffs of Moher, que esteticamente é mais bonito. Quase 3x a altura das falésias de Moher, estas falésias não estão planeadas para a maior parte dos turistas, pois não são tão conhecidas. Se gostas de trilhos, fica a saber que é possível fazeres o “One Man’s Path” ou “Caminho de um Homem”, uma trilha que sobe o topo de Slieve League, é tão estreita que apenas uma pessoa pode passar. A trilha proporciona uma das mais belas vistas que poderás vivenciar na Irlanda. Aconselhamos-te a teres atenção, não é um trilho perigoso mas é necessário fazeres com precaução. Para além disso, guarda algumas horas para desfrutares do caminho e da paisagem. 3. Beijar a Pedra Blarney no Castelo Blarney O Castelo de Blarney é um local de visita obrigatória. Ao longo dos últimos cem anos, milhões de pessoas visitaram Blarney, tornando-o um dos maiores tesouros da Irlanda. O primeiro edifício no século X foi uma estrutura de madeira. Por volta de 1210 d.C., esta foi substituída por uma estrutura de pedra. Em 1446 o terceiro castelo foi construído por Dermot McCarthy, rei de Munster, do qual a torre de menagem ainda permanece de pé. E porque é que te aconselhamos a subir aos degraus do castelo para beijares a pedra Blarney? De acordo com a lenda, beijar a pedra dá àquele que o faz o dom denominado “the gift of the gab” (grande eloquência ou habilidade na conversação) A Pedra de Blarney é um bloco de pedra calcária carbonífera que foi colocada na torre do castelo em 1446. Os terrenos e jardins circundantes do castelo também valem a visita. 4. Admira a arquitetura de Cobh Cobh é a casa do único terminal de cruzeiros da Irlanda, pelo que se tornou um ponto turístico nos últimos anos. Cobh não é muito grande, pelo que podes conhecer a cidade em poucas horas. Há um pequeno autocarro turístico que te leva a passear pela cidade e a alguns pontos que não podes perder. Cobh é construído numa colina íngreme, por isso se não queres subir descer colinas, este passeio turístico é uma boa opção para ti. Cobh tem também uma Catedral impressionante (St. Colman’s Cathedral), a igreja neo-gótica é uma obra-prima arquitectónica, além de um importante ponto de referência religioso que se destaca nas ruas de Cobh (levou cerca de 47 anos para ser construído). Depois de visitares a Catedral, atravessa a rua e descobre o icónico Deck of Cards, a famosa fila de casas coloridas. 5. Visita Castelos A tua viagem à Irlanda deve incluir alguns dos seus castelos históricos. Alguns que recomendamos: • Trim Castle • Kilkenny Castle • Malahide Castle • Leap Castle • Ross Castle • King John’s Castle • Rock of Cashel • Ashford Castle • Dublin Castle • Birr Castle • Slane Castle • Dunguaire Castle • Bunratty Castle • Rathfarnham Castle 6. Visita os Penhascos de Moher Já te falamos dos penhascos menos conhecidos como o Slieve League, agora falamos-te dos mais populares. Esta atração natural é a mais visitada da Irlanda, os conhecidos The Cliffs of Moher. Esta vista de tirar a respiração capta os corações de todos que o visitam (e não são poucas pessoas). Podes passar de 1 hora a várias horas a vaguear pelos arredores do penhasco e a desfrutar de vistas deslumbrantes. Não percas esta oportunidade. 7. Visita Connemara Situado no Oeste da Irlanda no Condado de Galway, o Parque Nacional do Connemara cobre mais de 7.000 acres de montanhas panorâmicas, extensões de pântanos, prados e bosques. Algumas das montanhas do parque fazem parte da famosa cadeia de montanhas Twelve Bens ou Beanna Beola. Uma das melhores caminhada do parque é a caminhada Diamond Hill Walk. Esta caminhada vai levar-te até à montanha principal do parque, com vistas deslumbrantes. Sabe mais sobre o parque aqui. Temos a certeza que mal podes esperar para ir à Irlanda com tudo o que te dissemos, certo? Não te esqueças de contratar um seguro de viagem, para viajares com a máxima tranquilidade que mereces, sabe mais sobre os nossos seguros aqui. Let´s go!

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Como organizar a tua viagem de autocaravana

Como organizar a tua viagem de autocaravana

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Cada vez mais viajantes estão a juntar-se à vida campista e a escolher desfrutar de viagens numa autocaravana. Poder viajar o mundo completamente sozinho, sem depender de outros transportes e dormir em lugares espetaculares sem necessidade de hotéis, é algo que cria dependência. Preparado para a tua viagem de autocaravana? Se está prestes a embarcar na tua primeira viagem de autocaravana, é provável que mal possas esperar para ligar o motor e começar a percorrer as milhas em busca de aventura. Já passamos por essa primeira vez e, para que a tua seja um sucesso completo, preparámos estas dicas para evitares cometer os erros clássicos na tua primeira viagem de autocaravana. Não saltes nenhum e desfruta desta viagem há muito esperada! Conhece bem a tua autocaravana antes de começares a tua primeira viagem Isto é super importante! Quer tenhas comprado a tua própria autocaravana ou apenas a tenhas alugado para fazer uma viagem a outro país, é totalmente normal que mal possas esperar para ligar o motor e começar a sentir a liberdade de movimento que este tipo de viagem oferece. Mas esperem. Antes de começar, é essencial que te familiarizes com a tua autocaravana. Tanto para conduzir como para viveres nela. Cada veículo é diferente e é importante que, antes de iniciares a tua rota, verifica não só se tudo funciona, mas também se sabes como funciona. Estamos certos de que não vais gostar de chegar ao local onde planeias passar a tua primeira noite e de repente aperceberes-te que não sabes como usar a cozinha, como esvaziar o esgoto ou, entre muitos outros casos, como funciona o sistema elétrico que mantém o teu frigorífico frio. Certifica-te de que cada canto da caravana está sob controlo e que os conheces. O mesmo se aplica à condução. Nem todas as carrinhas (campistas ou não) são iguais e não se quer, por exemplo, ser apanhado numa tempestade súbita e não saber como ativar as luzes ou os pára-brisas ou, tolo mas muito típico, não se tem ideia de como abrir o depósito de combustível ou aceder ao motor. Seria um erro começar a tua primeira viagem numa autocaravana sem a conhecer bem. Viajar com o melhor seguro para autocaravanas O seguro de viagem para autocaravanas é um documento essencial para se viajar com tranquilidade. A IATI, especialistas em viagens de autocaravanas, aconselhamos o melhor seguro para este tipo de viagem: O IATI Mochileiro. Esta apólice super todo-o-terreno, para além de te oferecer a melhor cobertura de aventura do mercado, é também um seguro de viagem completo que te tratará quando necessitares de assistência médica ou mesmo em casos de roubo, perda de chaves e muitas outras coberturas. Não esperes mais e obtém agora o seguro mais avançado para uma viagem numa autocaravana: Verifica os teus pneus antes da viagem Os pneus são uma das partes mais importantes do teu veículo. Eles são o teu contacto com a estrada. Em comparação com os de um carro ou mota, os pneus das carrinhas desgastam-se e esvaziam-se muito mais rapidamente devido à carga pesada que têm de transportar. Um erro típico quando se viaja numa autocaravana pela primeira vez é não ter isto em conta e reparar no estado dos pneus quando já é demasiado tarde. Verificar se a pressão dos pneus está correta antes da viagem (e ocasionalmente durante a viagem) e certificares-te de que os pneus não estão gastos. O desgaste do piso dos pneus pode também informar-te de outros problemas com a tua carrinha. Se for desigual, a pressão dos pneus é provavelmente inadequada (isto acontece com demasiada e pouca pressão) ou estás a distribuir a carga de forma incorreta. Falamos sobre isto na secção seguinte. Tem cuidado com a carga máxima e o equilíbrio Acontece em viagens de mochila e também (ou até mais) em viagens de autocaravana: levamos sempre demasiadas coisas “só por precaução”, que acrescentamos à bagagem no caso de serem necessárias mas que depois acabam por não ser utilizadas em toda a viagem. Numa viagem de estrada, ao contrário de viajar com uma mochila às costas, como sabemos que não teremos de ser nós a transportá-la, acrescentamos cada vez mais coisas. É importante saber que outro erro típico quando se viaja numa autocaravana é não respeitar os pesos máximos que a auto caravana pode e deve suportar. Podes estar apenas a transportar roupa, uma prancha de surf, uma bicicleta, mas tem em mente que também estas a viajar com uma cozinha, um duche, uma sanita… Exceder o peso máximo significa problemas, tanto para a estrutura como para os pneus, que se desgastam e perdem pressão muito mais rapidamente. Para além de não respeitar o peso máximo, outro erro comum quando se viaja numa autocaravana é não distribuir a carga corretamente. Não é necessário calculares exatamente até à grama, mas tenta equilibrar o peso da melhor forma possível. Se o frigorífico, a cozinha e o lavatório estiverem de um lado, seria mais aconselhável que a tua bagagem estivesse do outro lado, a fim de distribuires a carga. Caso contrário, para além de ser muito prejudicial para os pneus, poderás ter problemas nas curva ou se fortes rajadas de vento começarem a abanar o veículo. Planeia (minimamente) a tua rota A imensa liberdade que vem de viajar na estrada “com a casa às costas” faz-nos por vezes pensar que podemos cobrir distâncias enormes sem mais nem menos. Este erro leva muitas pessoas a marcar lugares no mapa e a ligá-los sem qualquer tipo de planeamento e cobrindo mais quilómetros do que o necessário. Um desperdício de tempo e dinheiro que se pode evitar. A tua viagem não precisa de ser planeada a 100%, mas não andes por aí à deriva. Organiza o teu itinerário de modo a não fazeres mais de 200 quilómetros por dia (recomendado) e a não passares novamente pelos mesmos pontos. Otimiza. Determina aproximadamente quanto tempo o percurso do dia te levará, que lugares queres visitar e onde pretendes dormir. Dissemos “dormir”? Este é também um tema muito interessante – falamos sobre ele no próximo ponto! Dormir na autocaravana. Como e onde Não será uma surpresa saber que não se pode simplesmente dormir em qualquer lugar que se goste, na autocaravana. Cada país tem as suas próprias regras e regulamentos, e muitos municípios têm as suas próprias regras e regulamentos. O “paraíso das autocaravanas” que é a Nova Zelândia, onde encontrarás um número infinito de opções, mesmo gratuitas, para passares a noite, não tem nada a ver com países com cada vez mais restrições, como Espanha, onde tens de ter em conta a regulamentação local. Pernoitar: A menos que os regulamentos locais o proíbam, é legal passar a noite no teu veículo. De facto, desde que o que faças dentro do teu veículo não afete nada fora do mesmo, podes comer, ver um filme, dormir uma sesta, andar por aí… Campismo: Acampar é mais do que apenas passar a noite. Inclui, por exemplo, abrir um toldo, retirar cadeiras e mesas, despejar líquidos, retirar móveis. O acampamento numa área não autorizada legalmente é punível por lei. Além disso, fazê-lo dá uma imagem muito má à comunidade de autocaravanas e geralmente significa novas e mais duras restrições. Recomendamos que antes de iniciares a tua rota para o dia, tenhas um par de lugares onde podes eventualmente dormir, de modo a não cometer outro erro clássico do campista viajante, que é começar a procurar um lugar para dormir quando já estás cansado, o que não é aconselhável e não é muito seguro! Se chegares ao teu parque de campismo em tempo útil, terás mais luz e será mais fácil deixares o teu veículo estacionado corretamente, evitando lama ou terreno que possa complicar a tua partida na manhã seguinte. Conhece aqui as áreas de serviço para autocaravanas em Portugal. Está atento ao tempo Isto é de crucial importância. Tanto ao conduzir como ao ficar dentro de caravana e a dormir. Enquanto se conduz, é essencial estar ciente de que a chuva pode significar estradas lamacentas ou aquaplanagem. Reduzir a velocidade e conduzir com maior cuidado (e lembra-te dos pontos anteriores desta lista de erros quando viajares numa carrinha, tais como distribuir o peso ou verificares o estado dos pneus). Ventos fortes e queda de neve (que exigirão que tenhas correntes disponíveis e saibas como encaixá-las) são outros fenómenos a ter em conta. Uma vez parada para a noite ou acampamento, o tempo ainda é algo a ter em conta. Se o tempo estiver quente, o interior da tua carrinha pode tornar-se um verdadeiro forno, não é muito agradável estar lá dentro. Tenta encontrar locais sombreados, facilitar as correntes de ar e ventilar o máximo possível. Se, por outro lado, o lugar que estás a visitar for frio, vais querer procurar um lugar onde o sol aqueça a tua carrinha durante o maior número de horas possível. Tal como no calor, o interior do veículo amplia a temperatura exterior. Portanto, espera que esteja ainda mais frio no interior e leva muita roupa quente. Não é má ideia teres um saco de água quente para encheres com água para uma fonte extra de calor. Prepara a tua autocaravana para voltar à estrada Acordas na autocaravana, talvez com vista para um lago deslumbrante ou para o mar, tomas um café ao pequeno-almoço e decides fazer-te à estrada. Ligas o motor, começas a conduzir e, de repente, há um ruído dentro da tua autocaravana e que te faz parar de repente. Não te certificaste de que tudo estava bem no lugar? Outro erro clássico da tua primeira vez. Antes de retomares a tua viagem, deves certificar-te de que tudo está no seu devido lugar: • Toldo de proteção • Gavetas fechadas e fixadas • Gás bloqueado • Utensílios de cozinha e garrafas no local • Janelas e porta-bagagens fechadas • Cabos de alimentação de veículos desligados da tomada • Etc Verifica tudo, incluindo aparelhos tais como frigoríficos que necessitam de mudar de voltagem enquanto estão na estrada. Controla se a água está suja ou limpa A água é uma parte essencial da tua viagem de autocaravana, tanto suja como limpa. Água suja (cinzenta e preta) é a água que vem da lavagem da louça no teu lavatório ou das fezes e urina na tua sanita. Cada carrinha tem uma capacidade de armazenamento diferente e é importante esvaziá-la frequentemente. Para o fazeres, deves incluir na tua rota locais onde tal seja permitido, geralmente parques de campismo ou estações de serviço. A água limpa não é menos importante. Utiliza-a para lavar louça, lavar a sanita e tomar duches. Aqui, o erro mais típico de uma primeira viagem numa autocaravana é pensares que a melhor opção é encheres o tanque ao máximo. 100 litros de água, como exemplo, equivale a 100 quilos de peso extra. Isto significa um custo de combustível mais elevado, o que é totalmente evitável. É geralmente recomendado ter entre 10-20 litros de água por pessoa por dia. Uma vez que terás de esvaziar água suja ou encher com combustível, aproveita para manter um bom nível de água limpa sem teres de a exagerar. Limpeza da carrinha após a viagem Passaste dias, semanas ou talvez até meses a percorrer quilómetros na tua autocaravana. Chegas a casa e levas principalmente a bagagem e algumas outras coisas. Mas, como última dica neste guia, não demores muito tempo a dar ao teu grande amigo de 4 rodas a limpeza que ele merece. Caso contrário, quando quiseres partir para a tua próxima aventura, terás o dobro do trabalho, metade da vontade e talvez uma surpresa sob a forma de cheiros desagradáveis do frigorífico. Deixa a tua autocaravana pronto para iniciar a próxima rota em qualquer altura! Este guia irá ajudar-te a evitar alguns dos erros clássicos que todos nós cometemos quando viajamos numa autocaravana. Não te esqueças de obter o melhor seguro de viagem para autocaravanas, o teu IATI Mochileiro.

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É seguro viajar para a Índia? 2025

É seguro viajar para a Índia? 2025

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É seguro viajar para a Índia? Levarias quase uma vida inteira a descobrir em profundidade este país asiático. A Índia é um mundo por si só e engloba maravilhas arquitetónicas como o Taj Mahal ou maravilhas naturais como os backwaters do estado de Kerala, mas é também um lugar onde a vida é vivida com grande intensidade. Isto é algo que muitas pessoas adoram, mas por vezes também pode levar a certas inseguranças. Portanto, é muito provável que, se for a tua primeira vez, tenhas muitas perguntas, sendo uma das mais comuns sobre segurança na Índia. Na IATI estamos apaixonados por este fabuloso país e no nosso blogue temos muita informação que te será útil. Desta vez queremos dar-te toda a informação para que possas tomar as decisões por ti próprio, bem como dicas para que possas aproveitar ao máximo a tua aventura. Continua a ler para saberes se é seguro viajar para a Índia. O que diz o Ministério dos Negócios Estrangeiros sobre a segurança na Índia? Sempre que queremos aprofundar a situação de segurança num país, começamos com as recomendações do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Na sua página sobre a Índia, não é feita uma avaliação global do país, mas distribui a informação de acordo com as secções: segurança, saúde, outros… Em relação à segurança na Índia, o Ministério dos Negócios Estrangeiros aborda a seção sobre terrorismo, aconselhando cautela em datas especiais (26 de Janeiro, Dia da República, 15 de Agosto, Dia da Independência e Diwali) e apontando as áreas de risco que devem ser evitadas. Estes são Jammu, Caxemira, a fronteira do Paquistão, Manipur, Bengala Ocidental, Assam e os estados do nordeste da Índia. Por outro lado, embora seja geralmente seguro viajar para a Índia, o Ministério dos Negócios Estrangeiros assinala que alguns esquemas para os turistas ocorrem e que se deve ter cuidado para não cair nessa armadilha. Um dos esquemas mais frequentes é nos aeroportos de Nova Deli ou Mumbai, quando o taxista avisa o turista à chegada que a cidade está em caos e que é necessário reservar outros pacotes turísticos num escritório supostamente governamental. Esta é normalmente a agência de um amigo que tentará vender-te algum serviço a um preço muito elevado. Para evitares isto, recusa estas ofertas e insiste que te levem ao alojamento. Nota também que é necessária uma precaução extra durante os períodos de chuva (Junho a Outubro), uma vez que as inundações por vezes ocorrem durante as monções. Lembra-te de verificar a previsão do tempo antes de viajares para a Índia, especialmente se estiveres a ir para sul. Se fores uma mulher a considerar se é seguro viajar para a Índia, o Ministério diz que não é recomendado viajar sozinha e evita lugares cheios de gente. Também não é aconselhável viajar para lugares onde há pouco tráfego ou viajar à noite. Se continuares a ler, encontrarás abaixo as nossas recomendações sobre este tema. Ao avaliar se é seguro viajar para a Índia, as questões de saúde também devem ser consideradas. Em qualquer caso, o Ministério salienta que “as condições de saúde não são comparáveis às de Portugal, mas em alguns hospitais privados das grandes cidades é possível receber cuidados médicos comparáveis de boa qualidade. São caros. É necessário o pagamento antecipado de serviços médicos. Não é possível receber os benefícios da segurança social portuguesa na Índia. Aconselha-se, portanto, aos viajantes que comprem uma seguro de viagem abrangente que inclua o repatriamento para Portugal, o salvamento aéreo se pretenderem atividades de montanha, e mesmo o transporte do corpo para Portugal. O Estado não é responsável pelos custos dos serviços médicos que um viajante possa necessitar”. É portanto essencial fazer um bom seguro de viagem para a Índia. Mas será seguro viajar para a Índia? Com todas estas recomendações oficiais, poderás ficar um pouco assustado. Fica descansado, podemos assegurar-te que é seguro viajar para a Índia. Não foi por acaso que o país recebeu quase 18 milhões de turistas em 2019, antes da pandemia, e espera-se que o número continue a crescer. Devido à sua localização geográfica, as catástrofes naturais são ocasionais na Índia. Há um risco de inundações durante a época das monções e é necessário estar informado. Por outro lado, doenças que não são comuns na Europa também podem ser encontradas, pelo que é essencial visitares um centro de vacinação internacional com bastante antecedência da tua viagem. Portanto, é seguro viajar para a Índia, mas com cautela. Os assaltos e roubos não são comuns na Índia, embora haja casos de roubo (especialmente em locais com muita gente ou durante as viagens noturnas em transportes públicos) e nos últimos anos o número de burlas turísticas tenha aumentado. Como o Ministério salientou, por vezes, ocorrem fraudes com taxistas ou condutores de rickshaw. Por outro lado, deve ter-se cuidado ao comprar objetos de valor, como pedras preciosas ou pashminas. Claro que, tal como em outros países, há áreas que deves evitar. No caso da Índia, estes são Caxemira, Jammu, a fronteira do Paquistão, Manipur, os estados do nordeste e as zonas rurais de Darjeeling e as colinas de Gorka. Mesmo assim, a Índia é um país enorme, e há tantos lugares para ver onde a segurança é total que o medo de existir conflitos não se justifica, especialmente em áreas não turísticas. No que toca à saúde, a Índia tem a pior reputação pelo número de casos de diarreia ou gastroenterite dos viajantes. É preciso ter muito cuidado ao comer e beber, mas não exageres. Claro que beber água engarrafada é essencial, e não comer demasiada comida frita e picante, pois o teu estômago pode não estar habituado a ela e isto pode fazer com que tenhas várias insdisposições. Por outro lado, o risco de contrair uma doença tropical como a dengue ou a febre tifóide ou de ser afetado pela elevada poluição das grandes cidades, entre muitas outras coisas, não pode ser ignorado. É por isso que precisas de viajar com mais cuidado, protegeres-te o mais possível das picadas de mosquitos e, muito importante, fazer um bom seguro de viagem como o IATI Mochileiro, que cuidará de ti onde quer que estejas, levando-te a hospitais de qualidade. Este seguro tem as melhores coberturas, incluindo as que poderiam resultar de um teste positivo de coronavírus, mas também de um acidente durante a prática de um desporto de aventura como o trekking, mergulho ou parapente. A Índia é um país enorme cheio atrações, por isso este seguro é perfeito para viajantes todo-o-terreno como tu. É seguro viajar sozinho para a Índia? Se és mulher, provavelmente estás a perguntar-te se é seguro viajar para a Índia sozinha. A verdade é que nos últimos anos tem existido alguns casos de violação ou abuso e que as mulheres na Índia sofrem uma grande dose de discriminação. No entanto, estes são incidentes isolados e há muitas de nós, mulheres viajantes, que viajamos pelo país sozinhas, sem quaisquer problemas e desfrutando ao máximo do país. É seguro viajar para a Índia, mas é verdade que não é o lugar mais confortável do mundo para viajares sozinha, especialmente se é a primeira vez que viajas pelo mundo desacompanhado. A primeira coisa que tens de aceitar é que os locais são extremamente curiosos e não hesitarão em olhar para ti como se estivessem a ver um estrangeiro, o que algumas mulheres viajantes podem achar desconfortável no início. Além disso, aqui estão algumas situações ou dicas que te irão ajudar durante a tua viagem: • Há lugares na Índia que são muito mais descontraídos para uma mulher viajante que podem servir para te dar uma introdução muito mais descontraída ao país. Kerala ou Goa dar-te-ão uma receção que nada tem a ver com a loucura de Deli ou Mumbai. • Os locais tenderão a perguntar se estás a viajar sozinha, se és casada e porque o estás a fazer. Para evitares ser embaraçoso, é aconselhável assinalares que tens um marido e que ele te irá acompanhar posteriormente. Algumas mulheres viajantes até usam uma aliança de “casamento”, de modo que é menos provável que lhes sejam feitas perguntas. • Sem seres paranóica ou grosseira, responde aos convites de uma forma fria. A simpatia exagerada, os toques suaves ou um sorriso podem ser interpretados como sinais de sedução. • Veste-te de forma discreta. Claro, podes vestires-te como quiseres, mas cobrir os ombros e pernas garantirá menos atenção. Como é frequentemente quente, é melhor usares roupa solta. As mulheres indianas mostram frequentemente a sua barriga, mas os seus ombros e pernas estão sempre cobertos, pelo que é muito conspícuo para os indianos ver um estrangeiro vestido de forma diferente. Não é perigoso, mas pode ser desconfortável para ti. • Não saias a pé sozinha à noite em lugares onde não caminharias sozinha em casa, e não aceites bebidas ou comida de estranhos se também não o fizeres em casa. • Se ainda não estiveres habituada a viajar sozinha ou se te sentires desconfortável em algum momento, tenta reservar um hostel ou juntares-te a uma visita guiada. Desta forma, irás conhecer outros viajantes e poderás ter vontade de te juntar a eles durante alguns dias. • Habitua-te a ser o centro das atenções. Os locais não estão habituados a ver mulheres a viajar sozinhas, por isso, sim, eles olham para ti e fazem perguntas. Portanto, sê paciente. Se um deles tentar levar-te demasiado longe, o que é invulgar, basta dizeres não com firmeza. Em suma, é seguro viajar para a Índia sozinha, mas segue as recomendações acima e fica ciente de que é um país que por vezes pode ser avassalador. Isto não significa que seja perigoso, mas é um destino que te exigirá um pouco mais de alerta e paciência. É algo que nos acontece a todos em algum momento, por isso não se preocupem. Algumas dicas para viagens seguras na Índia Como já viste é seguro viajar para a Índia, mas é sempre necessário ter cuidado. Aqui resumimos as principais dicas que extraímos das nossas diferentes viagens a este mágico país asiático: • Faz o melhor seguro para a Índia: IATI Mochilleiro. É um seguro concebido para todos os tipos de viajantes, incluindo aqueles que querem praticar desportos de aventura. • Cuida dos teus pertences em áreas com muita gente ou em transportes congestionados, especialmente se planeias dormir. Poderás ser vítima de roubo. • Lembra-te que precisas de solicitar um visto com antecedência. • Se vais comprar algo de valor, tais como jóias ou pashminas, não o faças de imediato e tem cuidado onde o fazes – as fraudes são comuns neste tipo de compra. • Cuidado com o “esquema do taxista”, especialmente nos aeroportos. Apanha táxis pré-pagos ou utiliza aplicações como Uber ou Grab e se começarem a dizer-te que a área para onde vais é perigosa ou que o teu hotel está fechado para te levarem a uma agência turística, não prestes atenção, sai do táxi ou exige que te levem para onde planeias ir. • Descarrega o mapa da Índia na aplicação Maps-me. Desta forma, poderás ver se estás a ser levado no caminho certo ou a localização dos locais para onde queres ir sem uma ligação à Internet. • É aconselhável comprares um cartão SIM local para internet. Será muito útil, especialmente para encontrares o teu caminho. • Lembra-te de trazeres uma fotocópia do teu passaporte e manteres uma cópia virtual dos teus documentos numa cloud como o Google Drive. • Junho a Setembro é a época das monções na Índia, por isso informa-te sobre o tempo e a situação antes de partires, especialmente no sul. • É seguro viajar para a Índia, mas bebe sempre água engarrafada e, se possível, escova os dentes com ela. • Tem cuidado com frutas e vegetais crus. Sem seres paranóico, come apenas frutas que possas descascar e come saladas em restaurantes de renome. Além disso, tem cuidado com a comida picante, especialmente se não estiveres habituado a ela, uma vez que pode deixar-te doente. Mais dicas para uma viagem segura à Índia • É aconselhável transportares os medicamentos básicos num kit de primeiros socorros. • Consulta o teu médico antes de partires, de preferência num centro de vacinação internacional, onde também te poderão aconselhar vacinas. • Usa repelente de mosquitos, especialmente nas áreas mais afetadas pela dengue e ainda mais na época das chuvas. É aconselhável usar mangas compridas e calças compridas ao amanhecer e ao anoitecer. • Se fores assaltado ou roubado, faz uma denúncia e guarda contigo uma cópia do relatório. Há polícia turística em quase todos os cantos da Índia que te poderá ajudar. • Se sofres de doenças respiratórias, evita as grandes cidades, verifica o índice de poluição antes de ires ou usa máscara. É especialmente importante fora da época das chuvas. • Lembra-te que o uso de drones não é permitido na Índia. • Muitas praias na Índia têm bastantes ondas e podem haver correntes – não sejas demasiado confiante, e o equipamento que salva vidas é muito limitado. • Se estiveres a alugar um carro ou uma mota, fica ciente de que as infra-estruturas rodoviárias da Índia são muito inadequadas e que as regras de trânsito são, para não dizer pior, raramente seguidas. Por conseguinte, é aconselhável conduzires com muito cuidado ou evitá-lo e contratar um condutor. • Tem muito cuidado com os macacos. Não só porque podem ser pequenos ladrões, mas também porque nunca se sabe como irão agir e porque são portadores de doenças. Não corras riscos. • É claro que é seguro viajar para a Índia, mas não uses drogas de qualquer tipo. A tolerância é zero e a posse pode levar à prisão. • Embora seja seguro viajar para a Índia, viaja com senso comum e segue estas dicas para viajares para a Índia. Seguro de viagem para a Índia O melhor seguro de viagem para a Índia é o IATI Mochileiro. Graças a ele viajarás com a segurança e com as melhores coberturas, que naturalmente incluem as que poderiam ser causadas por qualquer acidente durante a viagem ou a prática de desportos de aventura. Serás tratado nos melhores hospitais da Índia, sem necessidade de pagares qualquer quantia adiantada ou pagares franquia. Na IATI estaremos lá para ti 24 horas por dia e na tua língua. Além disso, este seguro vai para além de questões médicas. O IATI Mochileiro também te oferece cobertura no caso de teres de ser repatriado, regressares mais cedo a casa por uma razão importante, como a hospitalização de um membro da família, perda ou roubo de bagagem ou atrasos no transporte. Por outro lado, se temes que algo possa estragar a tua viagem, não hesites em contratar a cobertura de cancelamento. Iremos reembolsar-te até 2.000 euros das despesas em que incorreu durante a preparação da tua viagem se não puderes viajar por várias razões, um despedimento profissional ou a hospitalização ou morte de um membro da família. Faz agora o teu seguro IATI Mochileiro e viaja em segurança para a Índia:

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Roteiro de 15 dias pela Índia: a melhor rota

Roteiro de 15 dias pela Índia: a melhor rota

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Pensas em ir para a Índia mas não tens a certeza sobre o melhor roteiro? Não te preocupes, na IATI, especialistas em seguros de viagem, concebemos este roteiro de 15 dias pela Índia, ideal se for a tua primeira vez neste país. Neste artigo, vamos descobrir algumas das cidades mais interessantes do Rajastão, onde encontrarás exemplos da bela arquitectura mughal, lagos sagrados, bazares e desertos, mas visitaremos também o imponente Taj Mahal e um dos lugares mais importantes do Hinduísmo: Varanasi. Continua connosco e prepara o teu itinerário de 15 dias pela Índia. Considerações básicas para esta visita de 15 dias à Índia Este é apenas uma amostra do roteiro de 15 dias pela Índia, o que significa que poderás fazer milhares de combinações diferentes e nunca te cansares de visitar este país mágico. Para te dar uma ideia, a Índia é composta por 27 estados e nesta rota concebemos que só visitarás algumas cidades em 3 deles: Deli, Rajastão e Uttar Pradesh. É um itinerário bastante compacto pela Índia. Portanto, se fores um viajante mais lento, pode não ser o melhor roteiro. Nesse caso, talvez queiras saltar alguns destinos. Por outro lado, embora seja possível fazer esta rota por transportes públicos (comboios ou autocarros), o nosso conselho é que, se quiseres maximizar a tua viagem, é melhor alugares um carro com condutor por vários dias. É especialmente importante durante a região do Rajasthan. Contudo, deves ter em conta que, neste caso, o orçamento aumenta consideravelmente, especialmente se viajares sozinho ou como casal. Esta viagem de 15 dias pela Índia começa e termina em Delhi. No entanto, se planeias visitar também o sul da Índia, poderá ser mais económico voar para Mumbai. Mesmo assim, dentro da Índia encontrarás voos em muitas companhias aéreas low cost por pouco dinheiro. Subodh Agnihotri / Shutterstock.com Roteiro de viagem seguro na Índia Como o governo insiste, é essencial ter um seguro de viagem para a Índia para cobrir as tuas despesas do princípio ao fim, tanto para este como para qualquer outro itinerário no país. Má comida, um acidente, uma insolação ou qualquer doença que não causaria muitos problemas no teu país poderia significar milhares de euros em contas médicas em hospitais duvidosos na Índia. O IATI Mochileiro é o melhor seguro para este destino e, além de te garantir o acesso aos melhores centros médicos do país sem qualquer custo para ti, também te cobrirá em casos como roubo, problemas com a tua bagagem, incidentes de transporte ou, entre muitos outros casos, repatriamento. Não esperes mais e obtém já o teu seguro: Rota de viagem de 15 dias na Índia Pronto para começar a tua viagem de 15 dias pela Índia? Aqui está um esboço do que podes fazer dia após dia. Dias 1 e 2: Nova Delhi Bem-vindo à Índia! A sua capital louca dá-te as boas-vindas e vai habituar-te à idiossincrasia indiana por saltos e limites. Recomendamos que tenhas calma durante dois dias, combatas o jet lag e explores as principais atrações. Por exemplo, começa com o belo Túmulo de Humayun, um Património Mundial da UNESCO desde 1993 e um exemplo espetacular da arquitetura Mughal. Outro sítio histórico interessante é o Forte Vermelho, também Património Mundial. O Jama Masjid, entretanto, é uma das maiores mesquitas da Ásia e uma outra de visita obrigatória em Delhi. Para além destes locais, o mercado Chandni Chowk, Connaught Place e o Main Bazaar vão dar-te uma amostra da vida de rua da Índia. Se não tiveres tempo para os ver a todos, não te preocupes, o último dia desta digressão de 15 dias pela Índia vai deixar-te algum tempo para explorares mais ou fazer algumas compras. Dias 3 e 4: Jaisalmer É tempo de começar a explorar outras partes do teu itinerário de 15 dias na Índia! Para o fazeres, sugerimos-te que faças um voo para Jaisalmer, a tua primeira cidade no estado de Rajasthan. A cidade dourada, localizada junto ao grande deserto de Thar, parecerá mágica. E mesmo que tenhas apenas um dia e meio para a explorar, temos a certeza de que te apaixonarás por ela. O imponente Forte Jaisalmer é um labirinto de palácios, belas casas, templos hindus e jainistas. Dependendo da hora que chegas no teu primeiro dia, podes passar mais ou menos tempo a visitar o interior, mas o nosso conselho é que não percas o Palácio da Maraja (que tem um áudio-guia muito interessante em inglês) e alguns dos 8 templos Jain. Por outro lado, o Jaisalmer é conhecido pelos seus havelis, habitações típicas Rajasthani que normalmente têm uma decoração e arquitetura quase palaciana. O haveli mais conhecido é o Patwa-Ki-Haveli, podes passar por lá para dar uma vista de olhos e vais-te surpreender com as vistas espectaculares do Forte Jaisalmer. Dois outros planos interessantes nesta paragem são uma visita aos cenotáfagos de Bada Bagh, especialmente bonita ao pôr-do-sol, e ao Lago Gadisar. Se tiveres mais dias no teu itinerário, outro plano interessante é passares um dia inteiro ou uma noite no deserto de Thar. Esta é a fronteira natural entre a Índia e o Paquistão e, embora não seja tão fotogénica como Wadi Rum (Jordânia) ou Erg Chebbi (Marrocos), tem algumas belas dunas. Embora não seja necessário, deves ter em conta que a maioria das caminhadas no deserto são feitas em camelos e que estes não estão normalmente em muito bom estado, por isso recomendamos que evites este tipo de caminhadas e faças algum turismo responsável. Se viajares de transporte público, podes optar por apanhar um autocarro ou um comboio noturno de Jaisalmer para Jodhpur, a próxima paragem na tua viagem. A viagem demora entre 4,5 e 7 horas. Se quiseres fazê-lo mais confortavelmente, podes partir para Jodhpur num carro com motorista na manhã seguinte e visitar o Templo Osiyan e o Jardim Mandore. A viagem demorará entre 6 e 8 horas. Dias 5 e 6: Jodhpur Bem-vindo à Cidade Azul! Jodhpur é outro ponto obrigatório na tua viagem de 15 dias à Índia e compreenderás isto assim que puseres os pés na cidade. Dependendo do método de transporte escolhido, chegarás a Jodhpur mais cedo ou mais tarde para desfrutar das suas atrações. Mesmo assim, aconselhamos-te a poupar as tuas energias para desfrutares da sua atração estelar: o Forte Mehrangarh. Esta estrutura imponente, que tem vista para o resto da cidade a partir de uma altura de 120 metros, é um dos melhores edifícios históricos do Rajastão e, ousamos aventurar-nos, da Índia. Não passes muito pouco tempo aqui porque a visita guiada por áudio é um verdadeiro deleite. E, embora o forte ofusque tudo, em Jodhpur também recomendamos que visites o mausoléu de Maharaja Jaswant Singh II, ou seja, o cenotáfio de Jaswant Thada. Lembra-te de passares umas horas a vaguear pelo centro da cidade, desfrutando das suas pequenas casas azuis e outros locais de interesse como a Torre do Relógio ou o Bazar Sardar sem subestimar o encanto de ter um lassi a observar a loucura em redor de Ghanta Gar (o Hotel Shri Mishrilal é um dos nossos locais preferidos para o fazer) ou jantar com vista para o forte iluminado (o Restaurante Gopal Rooftop é uma óptima opção). Dias 7 e 8: Pushkar No sétimo dia deste itinerário de viagem de 15 dias pela Índia, levantamo-nos muito cedo para chegar a Pushkar, uma das cidades mais sagradas da Índia. Pode ser feito por autocarro ou comboio (cerca de 5 horas), avião (90 minutos) ou carro (4 horas). Os hindus consideram o lago de Pushkar para purificar os pecados dos peregrinos e não é raro vê-los descer os ghats (os degraus que conduzem à água) para se banharem. Os rituais são aí realizados todos os dias e, curiosamente, as cinzas de Ghandi foram espalhadas no Ghandi Ghat. Pushkar é uma cidade cheia de templos, mas o mais importante de todos eles é o Brahma Temple. Este é o único templo dedicado a esta divindade hindu, tornando-o um importante local de peregrinação e bem merecedor de uma visita. Se ainda tiveres tempo e energia, também te encorajamos a visitar Savitri Temple, localizado numa montanha e com belas vistas do Lago Pushkar. A propósito, Pushkar é um óptimo local para fazer algumas compras. Se estiveres interessado em levar para casa lembranças, jóias ou roupas, os preços aqui são fenomenais! Dias 9 e 10: Jaipur Na noite anterior ou na manhã do dia 9, podes iniciar a tua viagem a Jaipur, outro dos lugares que visitarás na tua viagem de 15 dias pela Índia. A viagem de autocarro, comboio ou carro demorará pouco menos de 3 horas. A capital do Rajastão é conhecida como a “cidade rosa” e saberás rapidamente porquê quando passeares pelas ruas do centro, que estão alinhadas com edifícios cor-de-rosa. O que vai chamar a tua atenção é o Palácio dos Ventos, com a sua fachada carmesim cheia de janelas. Se quiseres tirar uma boa fotografia, para para tomar um café num dos cafés do passeio do outro lado da rua. Neste dia podes também visitar o Palácio da Cidade e, se tiveres tempo, assistir ao pôr-do-sol no Forte de Nahargarh, um dos locais mais Instagramáveis da Índia, conhecido como a “Grande Muralha da Índia”. Recomendamos-te que passes o último dia do teu passeio pelo Rajasthan a desfrutar do Palácio e Forte Amber. Este edifício está localizado a 10 quilómetros do centro e vais apaixonar-te pela sua bela fachada, na qual se destaca o Ganesh Pol, um belo portão. Se tiveres tempo, volta para o centro de Jaipur para passear pelos bazares e ter um lassi, mas não te esqueças de passar pelo Patrika Gate, um portão colorido onde verás representações artesanais da vida tradicional Jaipur. Dias 11 e 12: Agra (Taj Mahal) O dia 11 do teu itinerário na Índia é um dia de transferências, mas também podes aproveitar ao máximo e visitar locais de interesse ao longo do percurso. Se estiveres com um motorista, o nosso conselho é parar em Fatehpur Sikri, que foi a capital do Império Mongol durante 14 anos. A visita demora normalmente apenas algumas horas, durante as quais se podem ver os belos edifícios avermelhados que serviram de palácios e salas de audiência e, ao seu lado, a imponente Mesquita Jami Masjid. Dependendo da hora a que chegas a Agra, podes visitar o Forte Vermelho, o maior forte da Índia. Para além de muito bonito, das suas janelas terás o teu primeiro vislumbre do poderoso Taj Mahal. Não vás para a cama demasiado tarde porque no dia seguinte da tua digressão de 15 dias pela Índia tens um encontro com uma das Sete Maravilhas do Mundo. O Taj Mahal vai deixar-te sem palavras e, se quiseres desfrutar dele como mereces, aconselhamos-te a visitá-lo por volta das 6 da manhã, quando estiver menos lotado. Uma vez satisfeito com as vistas, podes voltar a Delhi caótica para um descanso ou voar directamente para Varanasi. Em alternativa, apanhar um comboio noturno de Agra. Ter em conta que a viagem demora pouco mais de 16 horas. Dia 13 e 14: Varanasi Se Pushkar tem uma aura especial sobre ela, espera até chegar a Varanasi. Varanasi é a cidade mais santa da Índia, onde muitas pessoas vêm para morrer e ser cremadas nas margens do rio Ganges para alcançar o Nirvana. É nos ghats que estas cremações têm lugar diante do olhar dos seus parentes. Durante estes dois dias do teu itinerário de viagem à Índia, sugerimos que conheças um lugar especial caminhando ao longo do Ganges, fazendo um passeio de barco (ao amanhecer é mais interessante), indo ver o ritual diário do puja do pôr-do-sol no Dasaswamedh Ghat e perde-te nas ruas estreitas da cidade até chegares ao templo dourado Kashi Vishwanath. Dia 15: Regresso a Delhi e regresso a casa Está na hora de voltar! Se ainda tiveres muito para ver em Delhi, recomendamos que regresses na véspera, à tarde. Caso contrário, podes facilmente voltar para a capital e encaminhares-te para o teu voo internacional de regresso. Alternativas a este itinerário de 15 dias na Índia Como mencionámos, este é apenas um dos muitos itinerários de viagem na Índia que se pode fazer. Podes modificá-lo ligeiramente, deixando de fora uma cidade no Rajastão e trocando-a por outra bela cidade: Udaipur. Por outro lado, a Índia é enorme. Por exemplo, poderias fazer uma viagem combinando os estados mais a sul do país: Tamil Nadu e Kerala. Talvez pudesses também dedicar esses 15 dias a esta última ou visitar uma cidade interessante em Karnataka, como Hampi ou Mysore. Se fores uma pessoa da praia, talvez possas explorar as praias de Goa ou as ilhas Andaman ainda por descobrir. Se és mais amante da montanha, poderias também optar por visitar mais lugares do norte. Seja qual for a rota que escolheres na Índia, temos a certeza de que te vais apaixonar. Pronto para embarcares nesta grande viagem de 15 dias à Índia? Para garantir o sucesso da tua rota, preparámos para ti estes 2 guias que não queres perder: • Documentos para viajar para a Índia • Qual é o melhor seguro de viagem para a Índia?

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Melhores destinos de lua-de-mel

Melhores destinos de lua-de-mel

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Aproxima-se o grande dia, o casamento está mesmo ao virar da esquina e quando termina é altura de uma viagem romântica como casal. Se tiveres alguma dúvida sobre que destinos de lua-de-mel escolher, hoje trazemos-te os destinos que estão mais na moda. Lembra-te que a chave é divertires-te e voltares com um sorriso na cara, por isso não te esqueças do teu seguro de viagem para que estejas coberto para qualquer necessidade. Destinos de lua-de-mel da moda Lua-de-mel nas Maldivas Os dias e dias de preparação do casamento têm sido um trabalho árduo e está na hora de relaxar. Uma lua-de-mel nas Maldivas garante dias de relaxamento em praias de areia branca e águas cristalinas. Se também são amantes do mundo marinho, desfrutarão da grande variedade de vida que os seus recifes albergam. Sabe mais sobre as Maldivas no site oficial. Lua-de-mel na Costa Rica Se para além de relaxar nas praias paradisíacas procuras um pouco de aventura e vida selvagem, uma lua-de-mel na Costa Rica pode ser exatamente o que precisas. A Costa Rica tem vulcões, parques nacionais com uma diversidade exuberante e quilómetros de praias com palmeiras ideais para as tuas fotografias. Este é um dos melhores destinos de lua-de-mel para amantes de aventura. Lua-de-mel no Butão O Butão é um destino que até há pouco tempo estava fechado ao turismo, mas tem uma magia que te irá cativar. Viajar para o Butão na tua lua-de-mel é como viajar no tempo. Descobrirás um país quase intocado pelo turismo e desfrutarás de uma grande harmonia entre incríveis templos budistas e vistas sobre os Himalaias. Escalar com a tua cara metade o famoso Ninho do Tigre será algo que nunca esquecerás. Lua-de-mel em Las Vegas e Rota 66 Consegues imaginar casares-te novamente na tua lua-de-mel? Se escolheres esta proposta que está na moda, podes celebrar novamente a cerimónia vestida, por exemplo, como Elvis e Marilyn Monroe. Las Vegas não é um destino que possa durar muito mais do que um par de dias, e é por isso que a maioria dos casais escolhem incluir este destino na famosa Rota 66. Passarão horas juntos ao volante desfrutando de uma estrada maravilhosa com destaques como o Grand Canyon. Lua-de-mel no Japão Uma lua-de-mel no Japão é sempre um destino de moda, mas se coincidir com a Primavera poderão testemunhar juntos um momento único: a flor de cerejeira. Viaja pelo país de ponta a ponta com os seus comboios de alta velocidade, visitando templos incríveis e saboreando a sua gastronomia e tradições. Passar uma noite num ryokan com onsen será uma bela memória difícil de esquecer. Lua-de-mel na Jordânia Outro destino de lua-de-mel da moda é a Jordânia. Viajar para lá como casal assegura noites românticas numa tenda no deserto, passeios à luz da lua na espetacular Petra ou planos interessantes como uma visita à Reserva da Biosfera de Dana. À procura de uma praia na tua lua-de-mel? Bem, não encontrarás aqui uma com águas turquesa, mas com certeza que ficarás entusiasmado com um mergulho no Mar Morto antes de uma sessão de casal. Lua-de-mel em África Se estiveres à procura de destinos de lua-de-mel que estejam na moda onde a praia não seja obrigatória, sugerimos que te dirijas a África. Um safari de casal para destinos como Botswana, Moçambique, África do Sul ou Tanzânia garante momentos diurnos espetaculares com vida selvagem e noites românticas na tua tenda luxuosa. Fica apenas preparado para teres um elefante como vizinho. Lua-de-mel nas Filipinas As Filipinas são um destino muito na moda e as luas-de-mel lá são cada vez mais comuns. Fica nas suas estâncias balneares bem conservadas e desfruta de saltar de uma ilha paradisíaca para outra em Port Barton; maravilha-te com a paisagem cársica de El Nido ou experimenta relaxar numa pequena ilha como Siargao. Se és um entusiasta do mergulho e vais na altura certa do ano, tartarugas, tubarões-baleia e tubarões thresher esperam por ti. Este é um dos melhores destinos de lua-de-mel para amantes de mergulho. Qual deles escolhes? Deixámos algum dos melhores destinos de lua-de-mel de fora? Partilha as tuas fotos no Instagram com o hashtag #iatipelomundo e partilharemos as melhores com os nossos milhares de seguidores. Que cada noite seja uma noite de núpcias e cada lua-de-mel seja uma verdadeira lua-de-mel!

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15 países que oferecem vistos para nómadas digitais

15 países que oferecem vistos para nómadas digitais

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Se podes trabalhar em qualquer parte do mundo, porquê ficar em casa? Por vezes, os nómadas digitais têm vontade de ficar algures durante um período de tempo mais longo, ou estudar opções interessantes em termos fiscais. É por isso que nós na IATI decidimos fazer uma lista de países que oferecem vistos para os nómadas digitais ou para aqueles que podem faezr teletrabalho. Com esse visto, poderás ficar mais de 3 meses (mesmo anos) naquele lugar que tens em vista, sem teres de fazer prolongamentos de vistos continuamente ou tratares de muita burocracia. Europa, África, ilhas das Caraíbas… O que lhe apetece mais? Continua a ler para descobrires 16 países que oferecem vistos para os nómadas digitais. Porque é interessante obter um visa ou um visto para os nómadas digitais? Poderás estar a perguntar-te porque precisas deste tipo de visto e se não é mais interessante simplesmente viajar com um visto turístico. Os vistos para nómadas digitais tornaram-se moda (ainda mais com a pandemia) para facilitar a vida daqueles que fazem teletrabalho e querem ficar mais tempo num país de forma legal e sem terem de tratar de muita papelada. Geralmente, um visto turístico não te permite permanecer num país por mais de 90 dias consecutivos. Contudo, os vistos digitais nómadas concedem frequentemente 6 meses, 1 ano ou mais sem teres de sair do país, o que proporciona estabilidade e segurança, para além de ser mais económico. Os países, vendo a importante fonte de rendimento que estas pessoas representam, estão a facilitar a sua estadia e até a proporcionar benefícios fiscais. Os contratos de trabalho (se trabalhares para uma empresa), prova de salários recorrentes, um depósito monetário e/ou seguro de viagem são normalmente exigidos. E embora estejamos aqui a falar de países que oferecem vistos para nómadas digitais, é de notar que nem todos estes vistos têm o mesmo nome. Servem, de facto, o mesmo propósito, mas desta forma incluem também outras pessoas que trabalham à distância. Viajar em segurança como um nómada digital Cada um destes países implica custos elevados para ti em termos de cuidados de saúde. Se tiveres um deslize que se transforma numa pequena entorse, um acidente, ou qualquer doença que não seria um grande problema no teu país, noutro lugar significaria pagar milhares de euros em casos graves. É por isso que é essencial ter um seguro a longo prazo que te garanta o livre acesso aos melhores especialistas sem custos para o teu bolso. Assim, criámos duas políticas ideais para nómadas digitais como tu, que te facilitam muito as coisas. O IATI Grandes Viajantes é uma apólice de seguro para quem vai viajar durante longos meses, até um ano: IATI Grandes Viajantes O IATI Anual Multiviagem é ideal para aqueles que fazem várias viagens longas de até 3 meses dentro do mesmo ano: IATI Anual Multiviagem Além disso, os dois cobrem muito mais do que apenas a saúde e também estarão ao teu lado em casos como roubo, problemas com os teus voos, incidentes com a tua bagagem e mesmo que necessites de ser repatriado. Não esperes mais e viaja com as melhores garantias para o teu próximo destino digital nómada. Países que oferecem vistos para os nómadas digitais 1. Estónia Apesar de não ser um país que atraísse os que procuram calor durante todo o ano, a Estónia foi um dos primeiros lugares a pensar nos nómadas digitais. Primeiro criou alguns programas de residência digital (e-residency) e de criação de empresas muito atraentes em termos de tributação, mas em Julho de 2020 lançou o Nomad Visa Estonia, que te permite permanecer no país durante um ano sem teres de tratar de muita papelada. Mais informação sobre o visto de nómada digital na Estónia: • Duração: até 1 ano • Custo: 80-100 euros • Requisitos mais importantes: ter uma empresa ou trabalhar para uma empresa, provar pelo menos 6 meses com um rendimento mensal de 3.504 euros. • Website 2. Geórgia O baixo custo de vida, o acesso rápido e barato a outros países europeus e as suas vantagens fiscais fazem da Geórgia um destino interessante para te estabeleceres durante um período de tempo. Para além disso, é um dos países com um visto para nómadas digitais, pelo que podes esquecer a burocracia. O programa Remote From Georgiapermite-te permanecer no país até um ano e é bastante fácil de obter. Mais informação: • Duração: até 1 ano • Custo: sem custos • Requisitos principais: Rendimento mensal de pelo menos 2.000 euros por mês, embora alguns nómadas digam que provar que se tem 24.000 euros no banco é suficiente. • Website 3. México Quem não gostaria de se mudar para o México durante algum tempo e explorar tudo o que tem para oferecer? Tenho a certeza de que és um deles. O país norte-americano permite que os portugueses permaneçam até 6 meses sem terem de fazer nada mais do que transportar o seu passaporte e cumprir o resto dos requisitos para viajar para o México, mas os funcionários da imigração estão a tornar-se cada vez mais perspicazes e tendem a dar-te um visto apenas pelo tempo em que tens o teu bilhete de saída do país. Poderás estar interessado em saber que o México é um país que oferece um visto para nómadas digitais chamado “visto de residente temporário”. Isto permite-te permanecer no México durante um ano, mas é renovável por mais 3 anos, desde que sejam cumpridos certos requisitos. Se já te apaixonaste, os cidadãos portugueses podem requerer a nacionalidade mexicana com apenas dois anos de residência legal no México. Mais informações sobre este visto para nómadas digitais no México: • Duração: 1 ano, prorrogáveis até 4 • Custo: 48$. • Requisitos mais importantes: provar que tens um rendimento mensal mínimo de cerca de 2.300 euros nos últimos 6 meses ou um saldo bancário de mais de 37.000 euros, deves candidatar-te num consulado fora do país. • Website 4. Barbados Imagina trabalhar no teu computador a partir de Barbados – o que poderia ser melhor? Além disso, este foi um dos primeiros países a oferecer vistos para os nómadas digitais. O Barbados Welcome Stamp dá-te a opção de permanecer até 12 meses, com a possibilidade de renovação. Sabe mais sobre este visto para nómadas digitais: • Duração: 1 ano (expansível) • Custo: $2,000 para uma pessoa ou $3,000 por família • Principais requisitos: Rendimento anual de pelo menos 50.000 dólares por ano. • Website 5. Bermudas Se Barbados soa bem, que tal as Bermudas? Este é outro país que está a tentar atrair trabalhadores remotos com um visto muito interessante. Além disso, ao contrário da maioria dos países desta lista, não requer um rendimento mínimo. O chamado Work from Bermuda Certificate permite-te ficar durante um ano sem ter de declarar impostos no local. Mais informações aqui: • Duração: 1 ano • Custo: 263$. • Requisitos principais: Seguro de viagem, prova de rendimento para se sustentar ou uma fonte de rendimento estável. • Website 6. Seychelles É difícil pensar que alguém não gostaria de se teletransportar para as Seychelles… Com locais tão paradisíacos, é difícil resistir, não achas? Bem, este país foi outro dos que começaram a oferecer vistos para os nómadas digitais com a pandemia e o aumento deste tipo de facilidades. O Visitors Workation Permit permite-te permanecer até um ano nas Seychelles sem impostos e com incentivos tais como descontos em alojamento de longa duração. Sabe mais sobre o visto digital nómada nas Seychelles: • Duração: 1 ano • Custo: 45 euros • Requisitos principais: Seguro de viagem, contrato de trabalho se não for trabalhador independente ou prova de que tem uma empresa, bem como fundos suficientes para se sustentar (não declarados). • Website 7. Costa Rica Embora tecnicamente não seja um visto para nómadas digitais, a Costa Rica oferece um visto “rentista” que te permite permanecer no país da Pura Vida durante 2 anos (prorrogável). Por outro lado, a Costa Rica anunciou em 2021 que iria introduzir um visto para os nómadas digitais. Isto é muito apelativo porque te permitiria residir no país sem teres de pagar impostos ou poderes abrir contas bancárias em bancos locais, entre outros benefícios. Ainda não foi aprovado, mas sabemos o seguinte: • Duração: 2 anos • Custo: desconhecido • Principais requisitos: rendimento mensal médio superior a $3.000 e seguro de saúde. • Website 8. Maurícia No meio do Oceano Índico, a leste de Madagáscar, esta nação insular oferece uma oportunidade maravilhosa para trabalhar e explorar lagoas, recifes e montanhas exuberantes. De graça, podes obter o Premium Travel Visa, um visto digital nómada que te permite ficar durante um ano. Sabe mais sobre este visto: • Duração: 1 ano • Custo: nenhum • Requisitos mais importantes: provar que tens um negócio ou que trabalhas para uma empresa à distância. • Website 9. Dubai (Emiratos Árabes Unidos) Sendo uma das cidades mais impressionantes do planeta, com todas as comodidades que possas imaginar, uma enorme variedade de instalações de lazer e um centro para visitar a Ásia e África, o Dubai atrai um enorme número de trabalhadores remotos. É por isso que os Emirados aderiram recentemente à lista de países que oferecem vistos para os nómadas digitais. O programa Work remotely from Dubai permite-te passar um ano na cidade sem teres de tratar de muita papelada e seres considerado quase como um residente. Sabe mais sobre o visto digital nómada do Dubai: • Duração: 1 ano (expansível) • Custo: $287 • Requisitos principais: Seguro de viagem para o Dubai, rendimento mínimo de pelo menos $5.000 nos 3 meses anteriores e prova de propriedade da empresa de pelo menos 1 ano ou um contrato de trabalho com a duração mínima de um ano. • Website 10. Ilhas Caimão Localizadas nas Caraíbas, estas 3 ilhas oferecem também um cenário ideal para passar algum tempo com o teu computador. Embora as exigências monetárias sejam um pouco elevadas, o Global Citizen Concierge dá-te o direito de permanecer durante 2 anos no arquipélago. Os requisitos são os seguintes: • Duração: 2 anos • Custo: $1,469 para uma ou duas pessoas + 7% para pagamento por cartão de crédito • Requisitos principais: prova de rendimentos anuais de pelo menos $100.000 para uma pessoa ou $150.000 para um casal, contrato de trabalho ou prova de constituição de uma empresa, seguro de viagem, carta de referência de uma instituição financeira reconhecida. • Website 11. Anguila (Reino Unido) Governada pelos britânicos, podes nunca ter ouvido falar desta ilha das Caraíbas, mas pode tornar-se a tua casa durante alguns meses. O programa Work from Anguilladá-te a oportunidade de viver aqui durante um ano e benefícios fiscais interessantes. Sabe mais sobre este visto para nómadas digitais: • Duração: 1 ano • Custo: $2.000 para uma pessoa ou $3.000 para famílias de até 4 pessoas • Principais requisitos: Comprovativo de emprego ou negócio (sem rendimento mínimo) • Website 12. Montserrat Continuando com os Territórios Ultramarinos Britânicos, desta vez vamos para o sudeste de Porto Rico, para uma ilha chamada Montserrat. Considerado o “país menos visitado do mundo”, se virmos as suas águas turquesa, florestas tropicais e praias desertas é difícil de acreditar. O culpado é um vulcão, que destruiu parte das infra-estruturas da ilha. No entanto, agora recuperada e com uma natureza avassaladora, Montserrat oferece um visto para nómadas digitais com gosto pela aventura. O selo Montserrat Remote Work tem as seguintes características: • Duração: 1 ano • Custo: 500$ para uma pessoa ou 750$ para uma família de até 3 pessoas. • Requisitos mais importantes: ter um contrato de trabalho, uma empresa ou que ofereça serviços freelancer ou de consultoria, rendimento anual mínimo de 70.000 dólares, seguro de viagem. • Website 13. Bahamas Sabias que podes dizer que estás a trabalhar a partir das Bahamas e fazer inveja a todos os seus amigos? Sim, este é outro país que oferece vistos para os nómadas digitais. A Bahamas Extended Access Travel Stay permite-te viver no país durante um ano sem teres de te preocupar com nada enquanto desfrutas das praias. Sabe mais sobre o visto digital nómada das Bahamas: • Duração: 1 ano (prorrogável até 3) • Custo: $1,025 • Requisitos mais importantes: Carta do teu empregador ou prova de que trabalhas para ti próprio, seguro de viagem. • Website 14. Cabo Verde Como se pode ver, as ilhas estão a reunir-se e muitas delas estão a oferecer vistos para os nómadas digitais. O arquipélago africano também tem o seu Remote Working Program e é um óptimo local para desfrutares de bom tempo sem estares muito longe de Portugal com voos baratos. Mais informações sobre o Programa de Trabalho à Distância: • Duração: 6 meses (prorrogáveis por mais 6 meses) • Custo: 54 euros. • Principais requisitos: rendimento de pelo menos 1.500 euros por mês nos 6 meses anteriores (2.700 euros para as famílias), seguro de viagem. • Website 15. Curaçau Mesmo ao largo da costa da América do Sul, esta ilha irá surpreender-te com os seus edifícios coloridos de estilo holandês, praias e recifes. É um país confortável para se passar algum tempo, com boas ligações aos Estados Unidos, Brasil, Colômbia e outras ilhas próximas. Para atrair o turismo durante a pandemia, lançaram também um visto ideal para nómadas digitais: o @Home Curaçao. Aqui estão as suas características: • Duração: 6 meses (prorrogáveis por mais 6 meses). • Custo: 294$. • Requisitos mais importantes: nenhum rendimento mínimo, mas deves provar que tens um contrato, que tens uma empresa ou que trabalhas como freelancer ou faz serviços de consultoria. • Website Perguntas mais frequentes sobre países que oferecem vistos a nómadas digitais O que é um “visto digital nomad”? É um visto concebido para aqueles que querem ficar mais tempo do que um visto de turista ou obter certos benefícios sem se tornarem 100% residentes. São geralmente dados a pessoas com um rendimento mínimo mensal ou anual, que podem provar que trabalham para uma empresa ou que criaram a sua própria empresa. É concedido por períodos que vão de 6 meses a um ano. Onde vivem os nómadas digitais? Onde eles quiserem! Como o nome sugere, são pessoas que se podem deslocar para onde quiserem porque trabalham online. Por conseguinte, estão interessadas nos vistos digitais nómadas, caso queiram ficar mais tempo. Que países são os mais interessantes para os nómadas digitais na Europa? Se não quiseres ir para longe de casa ou precisares de trabalhar num fuso horário semelhante ao dos países europeus, poderás estar interessado em vistos digitais nómadas para a Estónia, Geórgia, Cabo Verde, Ilhas Maurícias ou Seicheles, por exemplo. Se estou à procura de calor durante todo o ano, em que países de vistos nómadas digitais eu estaria interessado? Há muitas ilhas que oferecem vistos digitais nómadas. Bons exemplos são Barbados, Bermudas, Seicheles, Maurícias, Ilhas Caimão, Anguila, Montserrat, Bahamas, Cabo Verde e Curaçau. Outros países que te podem interessar são o México ou a Costa Rica. Esperamos ter-te ajudado a escolher o teu próximo destino de teletrabalho! Vê-se que cada vez mais países estão a oferecer vistos para nómadas digitais, uma vez que se aperceberam que cada vez mais pessoas têm a flexibilidade de trabalhar onde quiserem.

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