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Documentos e requisitos para viajar para o Nepal em 2025

Documentos e requisitos para viajar para o Nepal em 2025

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Quais são agora os requisitos para viajar para o Nepal? Quais são os documentos mais importantes que precisas de levar contigo? Na IATI, apaixonados por este país asiático, vamos dizer-te tudo o que precisas de saber para que não tenhas quaisquer problemas ao entrar neste país. Continua a ler para descobrires quais os documentos e requisitos para viajar para o Nepal em 2025. Seguro de viagem para o Nepal, um documento essencial O Ministério dos Negócios Estrangeiros é muito claro nas suas recomendações de viagem: “A rede sanitária é muito deficiente. Os cuidados médicos ocidentais são caros, sendo normalmente exigido que o pagamento seja feito de imediato. É aconselhável a subscrição de um seguro de viagem que inclua situações de emergência, repatriamento para Portugal e resgate aéreo, se tencionar fazer montanhismo”. Além disso, o bom senso e a situação médica atual tornam essencial que sejas acompanhado pelo melhor seguro para o Nepal. O IATI Mochileiro é o teu fiel companheiro de viagem nesta aventura. É uma apólice especialmente concebida para viajantes todo-o-terreno como tu, que querem explorar cidades, mas que também querem praticar desportos de aventura. No caso do Nepal, isto é ainda mais importante. O IATI Mochileiro cobre a prática de desportos de aventura e no caso do trekking é o único seguro no mercado que estará lá para ti se tiveres um acidente até 5.400 metros de altitude. Por outras palavras, serás atendido até no cobiçado Campo Base do Everest, mesmo que tenhas de ser transferido de helicóptero ou repatriado para Portugal num avião médico. O MNE é muito claro e assinala que, na ausência de seguro, o Estado português não é responsável pelas despesas incorridas, que não são normalmente poucas. O IATI Mochileiro oferece também uma cobertura de despesas médicas até 1.000.000 euros. Contrata já o teu seguro e viajem com a IATI: Documentos para viajar para o Nepal Em situações normais, não há muitos documentos para viajar de Portugal como turista para o Nepal. Um em particular: um passaporte válido por pelo menos 6 meses. Isto porque os portugueses podem tirar partido do sistema de Visto de Chegada se o objetivo for o turismo. É necessário visto para viajar para o Nepal? Sim, os portugueses precisam de um visto para viajar para o Nepal. Contudo, se estiveres a viajar como turista, não será muito difícil obteres um, uma vez que pode ser feito no aeroporto obtendo o chamado “visto à chegada“. O processo é o seguinte: • Passo 1: preenche o “Cartão de Chegada” que te será dado no avião e depois faz um registo online através das máquinas no aeroporto de chegada. Aqui terás a tua fotografia tirada e terás de indicar quanto tempo vais permanecer no Nepal, uma vez que o preço dependerá disso. Terás também de digitalizar o teu passaporte. Se quiseres saltar esta etapa, podes também fazê-lo online com antecedência neste link. • Passo 2: Pagar e obter o visto. O custo depende do número de dias que pretendes ficar no Nepal. A partir de hoje custa 30 USD para até 15 dias, 50 USD para até 30 dias e 125 USD para até 90 dias. O visto do Nepal é gratuito para crianças com idade inferior a 10 anos. As autoridades nepalesas aconselham o transporte de dinheiro, e o pagamento pode ser feito em várias moedas (não em rupias indianas), embora exista também uma casa de câmbio. Guarda sempre o recibo. • Passo 3: Dirije-te ao balcão de imigração com o formulário preenchido, o recibo e o teu passaporte. O funcionário da imigração irá carimbar o visto no passaporte. Posso solicitar o visto antes da viagem? Se por qualquer razão, ou porque não queres esperar em filas à chegada, podes solicitar um visto de turista na Embaixada do Nepal em Lisboa. Nota que este será válido para entrada por um período máximo de 6 meses a partir da data de emissão. Trata-se de um visto de múltiplas entradas. Além disto, pode ser prorrogado no Departamento de Imigração em Katmandu ou no Gabinete de Imigração em Pokhara por um total máximo de 150 dias de visto num ano civil (Janeiro-Dezembro). Se o seu objetivo de viagem for outro que não turismo, é melhor verificares com uma embaixada ou consulado nepalês se necessitas de solicitar outro visto no país. Existem vacinas obrigatórias para viajar para o Nepal? A única vacina necessária para viajar para o Nepal é a vacina contra a febre amarela para aqueles que vêm de áreas infetadas. Portugal não é uma área endémica para esta doença, mas alguns países da América Latina e África são, pelo que se vais transitar a partir destes países, deves trazer o teu certificado internacional de vacinação, demonstrando que foste vacinado contra a mesma. Por outro lado, o Ministério recomenda que seja vacinado contra a hepatite A, a febre tifóide e a cólera. Dependendo da época do ano, a vacinação contra a encefalite japonesa também pode ser aconselhável. Por conseguinte, é sempre aconselhável ir a um centro de vacinação internacional com 3-4 semanas de antecedência e obter o conselho de um médico especializado. Registo de viajante para o Nepal O MNE assinala que é altamente aconselhável inscreveres-te no Registo de Viajantes, especialmente se fores fazer caminhadas. Ao fazê-lo, garantes que serás informado em caso de uma situação de emergência. Podes introduzir os teus dados aqui. Perguntas mais frequentes sobre documentos para viajar para o Nepal Preciso de um visto para viajar para o Nepal? Sim, no entanto se o teu objetivo de viagem for o turismo, podes obter um visto à chegada. Este é conhecido como um “visto à chegada” e pode ser obtido no aeroporto ou no ponto de entrada terrestre. Por quanto tempo posso permanecer no Nepal? Até 90 dias, embora possas solicitar uma prorrogação de visto para permanecer no Nepal por um período máximo de 150 dias num ano civil. Há alguma vacina obrigatória para o Nepal? A vacinação contra a febre amarela só é obrigatória se vieres de uma zona endémica, mas não é esse o caso em Portugal. Outras vacinas como a febre tifóide, hepatite A e cólera são recomendadas, pelo que é aconselhável ir a um centro de vacinação internacional. Posso conduzir no Nepal com a minha carta de condução portuguesa? Embora o MNE recomende alugar um carro com um condutor profissional, assinala que uma carta de condução portuguesa não é válida no Nepal. Por conseguinte, terás de obter uma carta de condução internacional. Esperamos ter-te ajudado a preparar os teus documentos de viagem para o Nepal. Agora, mais do que nunca, é essencial viajar com o melhor seguro de viagem para o Nepal. O IATI Mochileiro oferece uma cobertura de até 1.000.000 euros para despesas médicas. Além disto, é também o seguro mais completo do mercado para caminhadas no Nepal, pois estaremos lá para ti se tiveres qualquer acidente durante uma caminhada até 5.400 metros acima do nível do mar, ou seja, até ao próprio Campo Base do Evereste. Além disso, a nossa cobertura de busca e salvamento inclui o salvamento por helicóptero. Também podes contar connosco se precisares de ser repatriado ou regressar mais cedo da tua viagem devido à hospitalização ou morte de um membro familiar ou para outros problemas típicos de viagem, tais como atraso no transporte ou roubo ou danos na bagagem. Viaja com tranquilidade e obtém já o teu seguro:

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Descobre o aeroporto mais perigoso do mundo

Descobre o aeroporto mais perigoso do mundo

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Se uma das tuas experiências de sonho é subir o majestoso Evereste, então prepara-te, pois escalar os 8848m da montanha mais alta do mundo não será o único desafio que terás de ultrapassar. Isto porque, para lá chegar, temos obrigatoriamente de voar para aquele que é conhecido como o aeroporto mais perigoso do mundo: o aeroporto de Lukla, no Nepal. Estamos a falar de um aeroporto com uma pista demasiado curta e inclinada onde radar ou torre de controlo, simplesmente não existem. Neste artigo a IATI Seguros explica-te todo o mistério por detrás deste aeroporto, bem como o porquê de ser o aeroporto onde mais acidentes de aviação existem. Mas antes de encarar uma aventura pelos Himalaias não te esqueças de fazer o teu seguro de viagem com a IATI Seguros para que possas viajar com a máxima segurança. Lukla: o aeroporto mais perigoso do mundo O aeroporto de Lukla fica, tal como o nome indica, na aldeia de Lukla. Curiosamente esta aldeia só existe por causa do aeroporto e não o contrário, como costuma sempre acontecer. A aldeia é habitada por sherpas, um grupo étnico nepalês que vive há milénios sob as duras condições das montanhas dos Himalaias. Na verdade, a história deste aeroporto recua até 29 de Maio de 1953. Nesta data, o neozelandês Edmund Hillary e o sherpa Tenzing Norgay atingiram o pico do Evereste, consagrando-se nos primeiros seres humanos a conquistar o pico da montanha mais alta do mundo. Depois deste feito, Hillary e Norgay decidiram investir no turismo e tornar a escalada ao Evereste acessível a toda a gente. Construir um aeroporto foi o passo inicial dado que aquela zona dos Himalaias fica numa região do Nepal inacessível por outros meios de transporte. Hillary pagou assim 364 USD pelo único terreno que tinha uma área suficientemente plana para construir uma pista de aviação. Ainda assim, as características para construir um aeroporto não poderiam ser as piores. Afinal de contas tem uma pista demasiado curta e super inclinada, no meio de montanhas altíssimas, com um clima bastante imprevisível, num dos países mais pobres do mundo, com recursos precários para uma manutenção eficiente. Mesmo o piso do aeroporto só foi cimentado em 2001 pois até lá era literalmente feito de terra batida. Aliás, há uma história engraçada que acompanha este acontecimento. Quando o aeroporto ficou construído Hillary viu que o piso em terra estava ainda demasiado fofo para aguentar o peso dos aviões sem ceder. Assim, decidiu dar uma festa e embebedar todos os sherpas, levando-os a dançar na pista do aeroporto, para que estes amassassem o solo. Apenas três aviões podem operar neste aeroporto: o britânico De Havilland Twin Otter, o alemão Dornier DO-228 e o checo LET L-410. Além disso, a pista tem apenas 527 m e uma inclinação de 7%. Embora, aparentemente, 7% pareça pouco significativo, tal indica que, uma das pontas do aeroporto está 64m mais alta que a outra ponta. Esta diferença corresponde à altura de um prédio de 21 andares. Por outro lado, a aldeia de Lukla está no meio de montanhas altíssimas, e só numa das pontas do aeroporto há um precipício ao invés de mais montanhas. Por este motivo, todos os aviões têm de aterrar e descolar em direções opostas, algo que nunca acontece nos outros aeroportos. Em todos os outros a direção de aterragem e descolagem é sempre a mesma. Como se não bastasse, o aeroporto de Lukla fica a 2860 metros de altitude, uma altura demasiado alta onde o ar é já bastante rarefeito. Este é também um aeroporto sem torre de controle onde a única coisa que existe é uma sala de rádio que informa sobre as condições meteorológicas. Radar ou qualquer outro equipamento que auxilie à navegação são também inexistentes. Por isso, qualquer piloto que voa para Lukla tem de voar e aterrar por sua própria conta e risco. A aterragem é completamente visual e só pode ser feita de dia já que o aeroporto também não tem iluminação. Não é qualquer piloto que pode voar até Lukla ou pilotar este tipo de aviões. O governo nepalês só autoriza àqueles que completaram pelo menos 100 hora de voo em condições STOL (Short Take Off and Landing), 1 ano de experiência a voar no Nepal também em condições STOL e já ter sido co-piloto em voos para Lukla pelo menos umas 10 vezes. Contudo, embora estas regras sejam bastante restritas, a fiscalização pura e simplesmente não acontece. No final de contas, todos os meses há, pelo menos, um acidente de aviação em Lukla, quase sempre sem vítimas mortais. Todos os dias há voos que aterram e descolam deste aeroporto. A verdade é que, apesar de todas estas condições precárias, centenas de pessoas chegam em segurança, o que demonstra o quão seguro é viajar de avião nos dias de hoje. Artigo escrito por: Patricia Carvalho

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O guia completo para fazer um trekking nos Himalaias

O guia completo para fazer um trekking nos Himalaias

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A cordilheira dos Himalaias tem cerca de 2400 km de comprimento que se estendem por 5 países, Paquistão, Índia, China (incluindo Tibete), Nepal e Butão. O nome Himalaias vêm do sânscrito e significa “morada da neve”. Só na cordilheira dos Himalaias existem cerca de 100 picos com mais de 7200 metros de altitude e 14 montanhas com mais de 8000 metros, incluindo o gigante Evereste. Neste artigo, a IATI Seguros preparou um guião completo com toda a informação necessária para te aventurares num trekking nos Himalaias. O Nepal é o país mais famoso e mais procurado para começar esta aventura já que além de o país estar bem preparado para trekkings, as paisagens aqui são absolutamente deslumbrantes. Trekking nos Himalaias: com ou sem guia? A primeira questão a colocar é a necessidade de ter ou não um guia para se fazer um trekking nos Himalaias. Não é obrigatório fazer o percurso com uma agência e há centenas de pessoas a percorrer os trilhos diariamente, por conta própria. De facto, os trilhos estão já bem marcados e em boas condições para que se possa fazer sozinho. Neste caso, os gastos em alimentação e alojamento rondarão os 10 a 20 USD por dia (os preços aumentam com o aumento de altitude). Porém, é também possível contratar um guia individual cujo preço começa nos 15 USD por dia, até aos 50 USD/dia, dependendo do tipo de guia que se pretende (nível de fluência em inglês, anos de experiência, etc). Neste valor está excluído o preço dos hotéis e refeições já que o percurso a fazer pode ser personalizado e combinado diretamente com o guia. Existem também pacotes com tudo incluído, onde te juntarás a outro grupo, num total de 10 a 12 pessoas. Estes pacotes já incluem guia, refeições, hotéis, medicação, porta-bagagens e por vezes também voos internos. O preço neste caso já sobe para os 800/1000 USD para um trekking de 8 a 10 dias. Permissão para o trekking: Para entrar na área conservada dos Himalaias, precisas de ter uma autorização especial, chamada permit, do governo nepalês, bem como um cartão TIMS. O TIMS card (Trekker’s information management system) é um cartão com todas as nossas informações pessoas registadas, enquanto que o permit nos dá acesso a determinada zona específica da cordilheira dos Himalaias. Ambos podem ser feitos em qualquer agência de turismo no bairro de Thamel, em Kathmandu, ou na cidade de Pokhara. Para tal, precisas de levar o passaporte, 3 fotografias tipo passe e o comprovativo de seguro de viagem (no caso de não teres um seguro de saúde válido no Nepal, não te será concedido o permit). O TIMS card tem um custo de 2000 rupias nepalesas (20 USD). Já o preço do permit depende da zona do Nepal onde pretendemos fazer o trekking: • 2000 rupias (20 USD) para Annapurna Conservation Area (ACA), Manaslu Conservation Area (MCA) e Gaurishankar Conservation Area (GCA); • 3000 rupias (30 USD) para os parques nacionais (Sagarmatha (Everest), Langtang, Makalu Barun, Rara, Shey-Phosundo, Chitwan, Khaptad, Bardiya, Shivapuri). Melhor época do ano para fazer um trekking no Nepal: Dezembro a Fevereiro – É Inverno no Nepal e embora o céu esteja limpo, as temperaturas negativas não convidam ao trekking; Fevereiro a Abril – É Primavera no Nepal e, portanto, é uma das melhores épocas para se fazer um trilho; Maio a Junho – É Verão no Nepal, o que significa temperaturas altas e muita poeira no ar, o que dificulta a visibilidade para as montanhas. Junho a Setembro – É época das chuvas, o que significa ser também época das avalanches já que a chuva amolece a neve; Outubro a Dezembro – É Outono no Nepal e por isso é a melhor época do ano para fazer um trekking. Trekkings mais famosos: Acampamento Base do Evereste: Este é o trekking mais famoso dos Himalaias, que te levará até ao primeiro campo base dos Evereste, situado a 5364 metros de altitude. O trekking dura aproximadamente 11 dias e é necessário voar de Kathmandu até à vila de Lukla. Acampamento base do Annapurna: Este é o trekking mais procurado por caminhantes inexperientes. O trilho começa na cidade de Pokhara e pode levar entre 7 a 25 dias a ser completado, já que há vários circuitos possíveis. O ponto alto será o acampamento base do monte Annapurna, que se situa nos 4130 metros de altitude. É aqui que fica o conhecido “Santuário Annapurna”, onde há uma vista de 360 graus sobre o monte Annapuruna I (8091 m), Annapurna III (7555 m), Machhapuchhare (6993 m), Varhha Shikar (7647 m) e Khansar Kang (7485 m). Manaslu: Este trilho passa pelos 8 maiores picos do mundo, sem “subir” propriamente a nenhum. O permit para esta zona é bastante caro e por isso este não é uma opção muito procurada. Makalu: O monte Makalu é a 5ª montanha mais alta do mundo com 8462 metros de altitude. Para este trekking são necessários cerca de 16 dias, e não há hotéis pelo caminho pelo que terá de acampar ao longo do trilho. Mustang: Este trilho leva cerca de 18 dias a ser completado. Não é um trekking muito procurado já que é necessário mais do que um permit para entrar nesta região. Langtang: Este é um dos trekkings mais famosos já que fica a apenas 100 km de Kathmandu, com início na aldeia de Dunche. O ponto mais alto chega aos 3850 metros, em Kyangjing Gompa. É um dos trilhos mais fáceis de fazer e dura entre 5 a 8 dias. O que levar: Todo o material de trekking que precisares poderá ser comprado ou alugado no bairro de Thamel, em Kathamandu, ou ainda em Pokhara. Pertences como um casaco para a neve ou um saco de cama podem ser alugados por menos de 1 USD por dia. Tudo o resto pode ser encontrado nas centenas de lojas próprias para o efeito. De qualquer das formas não te esqueças que terás de carregar tudo às costas, durante 6 ou 7h por dia, durante vários dias. Tenta levar apenas o necessário: • Impermeável; • Calças de trekking; • Camisolas térmicas; • Botas de trekking e meias quentes; • Gorro e luvas; • Casaco de neve; • Mochila; • Saco de cama; • Toalha de banho e produtos de higiene pessoal; • Lanterna; • Bastão; • Canteiro para água; • Mapa; • Comida (com o aumento da altitude as refeições ficam cada vez mais caras. Pode compensar abasteceres-te com alguns snacks); • Farmácia (além da medicação básica sugerimos ainda que leves pastilhas purificadoras de água e medicação para o mal de altitude). Segurança: • Faz um bom seguro de viagem com cobertura para desportos ao ar livre. O seguro IATI Mochileiro é o ideal para a tua aventura pelos Himalaias; • Certifica-te de que a tua saúde está em dia. Fazer um trekking nos Himalaias não é perigoso, mas não esperes encontrar centros de saúde ou hospitais no meio das montanhas; • Faz uma preparação física antes da viagem. O ideal é preparares-te com uma antecedência de 3 meses – não te esqueças que terás de caminhar cerca de 20 km por dia, com pelo menos 5 kg às costas; • Levar um kit de farmácia e de primeiros socorros. Vale a pena levar estes essenciais para um caso de emergência; • Cuidado com a altitude – sobe devagar, especialmente a partir dos 3000 metros onde é recomendável subir apenas 400 metros por dia. A partir dos 3000 metros faz dias de aclimatização, que são basicamente dias de descanso em que se fica no mesmo lugar, de modo a que o corpo se habitue àquela altitude. Caso sintas sintomas como dor de cabeça, fadiga generalizada, taquicardia, falta de apetite ou dificuldades para respirar, não subas mais. Espera que o teu corpo se habitue e, se os sintomas perdurarem por mais de 8 horas, começa a fazer o caminho de regresso. Os sintomas deverão parar assim que baixar de altitude. A doença de montanha não é grave se tratada com responsabilidade. Não arrisques. Artigo escrito por: Patrícia Carvalho

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Curiosidades sobre o Nepal, um país único por descobrir

Curiosidades sobre o Nepal, um país único por descobrir

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O Nepal é um pequeno país situado entre a Índia e a China que muitas vezes nos passa despercebido. É aqui que se encontra parte da cadeia montanhosa dos Himalaias, bem como o ponto mais alto do mundo, o famoso Evereste. Queres ficar a par de 10 curiosidades sobre o Nepal? Fica connosco! Os motivos para visitar o Nepal são muitos e por isso mesmo preparamos este artigo recheado de curiosidades nepalesas para te aguçar a vontade de viajar. Mas antes de mais não te esqueças de contratar um seguro médico internacionalpara que possas viajar com a máxima segurança. 10 curiosidades sobre o Nepal que não conhecias Embora não seja um país muito procurado, a verdade é que o turismo no Nepal tem vindo a crescer. A maior oferta turística do país está claramente voltada para os pacotes detrekking nos Himalaias mas a verdade é que o Nepal tem ainda uma candura e autenticidade difíceis de encontrar nos destinos mais turísticos. Por lá diz-se que quem visita o Nepal, acaba por regressar, “à primeira vêm cá pelas montanhas, à segunda vêm pelas pessoas.” O Nepal abriga o ponto mais alto do mundo, o monte Evereste com 8848 m de altitude. É este marco que confere ao Nepal o título de “teto do mundo”. Efetivamente, o Evereste é a maior atração do país e, por ano, milhares de pessoas visitam o Nepal quer para tentar chegar ao ponto mais alto do mundo, quer para fazer pequenos trekkings até algum campo base. Existem caminhadas para todos os gostos, com diferentes níveis de intensidade e duração. Na verdade, não se trata só do Evereste já que o Nepal abriga 8 das 14 montanhas com mais de 8000 m de altitude. Sidarta Gautama, Buda, nasceu na cidade de Lumbini, no Nepal. Este é o segundo motivo que torna o Nepal num destino apelativo, principalmente para os simpatizantes do budismo. Na verdade, Sidarta Gautama era um príncipe que nasceu e cresceu num esbelto e riquíssimo palácio no Nepal. Contudo, a dada altura decidiu renegar todos os bens materiais e fugiu do seu castelo com o objetivo de encontrar o propósito da vida. Após várias experiências e anos de meditação acaba por atingir a iluminação, ou estado de Nirvana, já na Índia. A bandeira do Nepal é a única do mundo que não tem uma forma quadrilátera. Pois bem, a bandeira do Nepal não têm a típica forma quadrilátera, mas sim a forma geométrica de dois triângulos. Aparentemente estes dois triângulos representam tanto as montanhas dos Himalaias como as duas religiões predominantes do país, o Budismo e Hinduísmo. Sabias desta curiosidade sobre o Nepal? O Nepal é um dos países mais pobres do mundo, ocupando a posição 149 no índice de desenvolvimento humano (IDH). O Nepal é um país pobre com uma economia baseada na agricultura e no turismo. Cerca de 90% da população trabalha na agricultura e o analfabetismo ronda os 80%. 25% da população vive abaixo do limiar da pobreza. O Nepal tem uma cultura fortemente influenciada pela Índia pelo que, também aqui, existe o sistema de segregação de castas. Embora este tenha sido desmantelado em 2015 a verdade é que o seu simbolismo permanece ainda fortemente no país e não contribui para o seu desenvolvimento. O Nepal é um dos poucos países asiáticos que nunca foi colonizado. Índia, Myanmar, Camboja, Laos, Vietname, Malásia, Indonésia, Filipinas, todos estes países foram, em algum momento da sua história, colonizados por algum país europeu. O Nepal, a par da Tailândia, orgulha-se de ser dos poucos países asiáticos que nunca foram dominados. O Budismo e Hinduísmo são as principais religiões do país. Cerca de 80% da população nepalesa é hinduísta já que o país sofreu uma grande influência indiana, a nível cultural. Mas não fosse este o país de Buda, cerca de 10% da população é praticante do budismo e são muitos os templos budistas que encontramos pelo país. Mais uma curiosidade sobre o Nepal – A 25 de Abril de 2015 um grande sismo abalou o país. O sismo de 25 de Abril de 2015 vai ficar para sempre recordado na história e na mente de todos os nepaleses que viveram este trágico dia. Foram milhares e milhares de pessoas que viram os esforços de uma vida serem destruídos com o sismo de magnitude 7.8 na escala de Richter, que abalou o país. Centenas de pessoas morreram e grande parte da infraestrutura do país ficou destruída. Apesar das ajudas internacionais a verdade é que, ainda hoje, o país recupera de um dos maiores desastres da sua história. Algumas das atrações de Catmandu que não podes perderjá foram restauradas e estão prontas a receber turistas. O Nepal tem uma das maiores densidades demográficas do continente asiático. Quem já foi à Ásia sabe que a palavra de ordem são pessoas ou multidões e encontrar um canto sem ninguém pode ser um grande desafio. Todos os países asiáticos, além de serem gigantes, comparados com países europeus, são também largamente populosos. O Nepal pode não ganhar em tamanho, mas está à frente na competição para o país com maior densidade demográfica já que aqui há uma média de 184 habitantes por km quadrado. A população nepalesa é composta por 12 etnias diferentes: a mais famosa são os sherpas. Mais uma curiosidade do Nepal é que a sua população nepalesa está bastante marcada pela sua multiculturalidade dadas as 12 etnias diferentes que habitam no país. A mais famosa e abundante são os nepali. Porém, aquela que suscita mais curiosidade são os sherpas. Os sherpas são uma etnia que vive nas montanhas dos Himalaias, e que, dadas as extremas condições ambientais desta região, desenvolveram a capacidade de sobreviver a baixas temperaturas e a um ambiente pobre em oxigénio. A principal forma de subsistência deste povo está em carregar grandes pesos de uma forma bastante tradicional, que foi passando de geração em geração. Comummente, os sherpas costumam carregar material de alpinismo e mesmo malas de viajantes, durante os seus trekkings nos Himalaias. O sherpa mais famoso é o Tenzing Norgay Sherpa, o primeiro homem a escalar o Evereste em 1953. Há vários filmes e documentários que relatam o modo de vida dos sherpas e alguns estudos têm sido feitos para entender de que modo é que este povo se desenvolveu geneticamente para se tornar mais apto que os restantes. O prato mais famoso do Nepal é o Dal Bhat. Pois bem, o famoso Dal Bhat é na verdade um prato de arroz cozido com uma sopa de lentilhas ao qual se podem acrescentar vários legumes cozidos e/ou salteados. De facto, Dal significa lentilhas e Bhat significa arroz. Este prato é a refeição típica do Nepal e todos os nepaleses comem Dal Bhat pelo menos uma vez por dia. Que te pareceram estas curiosidades sobre o Nepal? Sabes mais alguma? Deixa um comentário! Autora: Patrícia Carvalho, Girl from Nowhere

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5 atrações para ver na cidade de Catmandu

5 atrações para ver na cidade de Catmandu

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Catmandu, a capital do Nepal, é uma cidade vibrante e barulhenta. Repleta de história, palácios e templos, que fica a poucos passos da principal atração do Nepal: os Himalaias. A IATI coloca a mochila às costas e parte contigo nesta aventura cheia de mística, onde o melhor seguro de viagens te acompanha: IATI Mochileiro. Se tens a curiosidade de conhecer o Nepal, acredita que não vais ficar desiludido e, provavelmente vais quer ficar mais tempo do que aquele que inicialmente tinhas planeado. A melhor parte de ser um viajante independente é poderes fazer aquilo que mais gostas, no ritmo que melhor se adapta a ti. O seguro IATI Mochileiro combina uma elevada cobertura médica (1.000.000€), e inclui as nossas coberturas clássicas com outras especiais: desportos de aventura, procura e salvamento ou equipamentos informáticos. Além disso, oferece a possibilidade de contratar uma nova apólice no destino, no caso de decidires prolongar a viagem, iupi! O Nepal é uma celebração de culturas antigas e ricas tradições, e um dos locais mais fascinantes que podes conhecer. 5 atrações imperdíveis em Catmandu A cidade está a abarrotar de gente, é caótica, mas encantadora. Tudo será muito intenso, uma profusão de visões, cheiros e sons. 1 – Thamel Thamel é a parte mais antiga da capital. Também era conhecida como Tabitha Bahal, e merece uma visita obrigatoriamente. É um dos bairros mais movimentados da cidade de Catmandu. Aqui vais encontrar de tudo, até equipamento de montanha para te preparares para as caminhada, a preços muito baixos. Existem, também, lojas de antiguidades, livrarias, restaurantes cafés e uma mistura de diferentes hotéis e albergues. 2- Boudhanath Stupa Construída no século XIV, a Stupa de Boudhanath é a maior stupa budista (monumento construído sobre os restos mortais de uma pessoa importante) do Nepal, e é considerada um dos lugares mais sagrados para os budistas. Os gigantescos olhos de Buda no topo, e as coloridas bandeiras de oração fazem dela uma construção que prende o olhar. A stupa foi atingida pelo terramoto em 2015, mas foi restaurada e aberta aos visitantes apenas 18 meses depois. 3- Templo de Swayambhunath Localizado no alto de uma colina, a oeste da cidade de Catmandu, pode ser alcançado por uma subida de 365 degraus em pedra. Uma das primeiras coisas que vais notar, mesmo antes de começares a caminhada, são os macacos. Centenas deles vivem e circulam pelas instalações do templo. Acredita-se que eles sejam sagrados, embora seja melhor não pensar sobre o motivo: dizem que eles foram formados a partir dos piolhos da divindade budista Manjushri, que foi criada neste local. Este santuário ostenta uma stupa branca imponente com os cativantes olhos de Buda e uma torre dourada cintilante. Swayambhunath oferece uma vista panorâmica da cidade e mostra-te exatamente como Catmandu está no fundo de um vale, com os milhares de casinhas todas acumuladas no fundo. Neste local vais encontrar muitos monges, peregrinos e muitos habitantes que vêm até aqui rezar, ou fazer uma paragem para comer. 4- Praça de Durbar É incontornável a passagem por esta praça. Aqui sente-se a vida quotidiana Nepalense. O coração da cidade velha, a praça Durbar já foi o lugar onde o rei foi coroado. O Palácio do Rei, lugar de onde era governado o país, continua ali. Também conhecido como Hanuman Dhoka, é Património Mundial da UNESCO. Os templos e palácios de estilo pagode, que remontam ao período do séc. XV, foram gravemente atingidos pelo terramoto em 2015, mas apesar das rachas tudo continuam majestosamente de pé. 5- Templo Pashupatinath É um dos lugares mais sagrados para os hindus devotos e está localizado na margem do rio Bagmati. Foi construído no século V e depois renovado pelos Reis Malla. O templo principal do complexo é dedicado ao deus Shiva, e é restrito apenas aos hindus. Aqui pode ver as cerimónias de cremação dos hindus, das 07h-10h. E conversar com grupos de Sadhus, amigáveis e felizes de ser fotografados por uma pequena gorgeta, em troca da qual eles vão-te benzer. O slogan “Once is not enough” do Gabinete de Turismo do Nepal faz todo o sentido, já que não podes absorver tudo na primeira visita. O Nepal é mais do que altos picos e Sherpas, e podes facilmente ter noção disso ao explorar Catmandu. Autores: Onde andam os Duarte?

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6 roteiros de trekking no Nepal

6 roteiros de trekking no Nepal

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O Nepal é o lar das montanhas mais altas do mundo, sendo que oito dos dezasseis picos com 8 mil metros de altitude estão neste país. Tal é o contraste que existe nos seus vales, florestas, montanhas e glaciares, que a maioria dos turistas viaja para o Nepal à procura de rotas de trekking que os façam experimentar estas paisagens na primeira pessoa. Os 6 melhores roteiros de trekking no Nepal Queremos mostrar-te quais são as melhores rotas de trekking no Nepal para uma viagem de aventura e pura adrenalina. Escolhas a que escolheres, lembra-te de fazer um seguro de assistência em viagem que inclua atividades de aventura. 1. Acampamento Base do Evereste Um dos trekkings mais populares no Nepal é o que vai até ao acampamento base do Evereste. Se queres estar ao pé do topo do mundo, esta é a rota é ideal para ti. Esta rota atinge uma altitude de 5.370m no seu ponto mais alto ao longo de 15 dias. Durante a caminhada, ficarás alojado nas aldeias sherpas, o grupo étnico que fugiu do Tibete quando este foi ocupado pela China. O seu povo vai receber-te de braços abertos e ajudar-te em tudo o que precisares. As paisagens deste roteiro começam com florestas verdes e terminam em terras áridas antes de atravessares o glaciar Khumbu. Durante a caminhada, estarás cercado por montanhas tão altas como Ama Dablam, Island Peak e, como é óbvio, o Evereste. Alguns dos pontos mais populares deste trekking até ao acampamento base do Evereste são o mosteiro budista de Tengboche e a povoação de Namche. Se quiseres ver as expedições de escaladores, recomendamos que faças este trekking durante o mês de abril ou maio. 2. Rota dos Lagos Gokyo Se quiseres desfrutar da região do Evereste durante mais dias, recomendamos que faças a rota dos lagos de Gokyo. Esta é de maior dificuldade que a do acampamento base do Evereste, pois dura mais tempo acima dos 5.000 metros de altitude. Este trekking pode demorar entre 10 e 15 dias a ser feito, dependendo do ritmo e do roteiro que queiras seguir. O trekking levar-te-á aos Lagos de Gokyo, que pertencem ao sistema de água doce mais alto do mundo. Dada a sua proximidade, há muitos caminhantes que juntam o trekking dos lagos de Gokyo com o do acampamento base do Evereste e fazem o topo no Kala Pattar. 3. Campo Base do Anapurna O trekking até ao acampamento base do Anapurna é possivelmente o mais movimentado e popular do Nepal. Dado que a área é de fácil acesso fácil e os caminhos são mais simples, muitos turistas optam por ir ao Anapurna. Esta caminhada pode ser feita em cerca de 7-8 dias e não é de grande dificuldade se fores subindo progressivamente. Sendo a rota mais movimentada, existem muitos serviços de alojamento, restaurantes, água quente e Wi-Fi. É uma caminhada confortável para quem não está preparado para uma aventura maior. A altitude máxima atingida é de 4,130m e pode ser feita em qualquer época do ano, sendo a época depois das monções (setembro a novembro) a mais popular. 4. Circuito do Anapurna Nesta próxima rota de caminhada continuaremos na região dos Anapurnas. Esta rota circular atravessa os picos desta área, num total de 250 km. Dada a amplia variedade de alojamentos ao longo do percurso, podes demorar os dias que quiseres para completar esta rota de trekking. No circuito dos Anapurna, começas a quase 800 metros de altitude e atinges os 5416 metros. Com uma ascensão progressiva, é um caminho viável para a grande maioria das pessoas. O circuito passa por aldeias onde poderás entrar em contato com os habitantes locais e ver os quatro picos de Anapurna, Machapuchare (6.993m) ou Dhaulagiri (8.176m), entre outros. 5. Reino Secreto de Mustang Se o que estás à procura é de uma rota menos popular e com uma paisagem tirada de Marte, a região de Mustang é aquilo que estás à procura. Muitos viajantes nomearam Mustang como o Shangri-La da atualidade. O reino de Mustang é um território tibetano no Nepal, tem o seu próprio rei e é governado por sete famílias nobres. Até 1992 não abriu as portas ao turismo e hoje em dia o seu acesso ainda é complicado. Com vistas para os Himalaias, encontrarás templos escondidos, campos verdes e um grande deserto em alta altitude. Durante o trekking no Nepal por Mustang poderás visitar as suas 30 aldeias, bem como a sua capital, Lo Manthang. Para entrar neste reino terás de viajar de 4×4 desde Pokhara ou num pequeno avião desde Katmandu, além de teres de pagar uma taxa de US$500. 6. Vale de Kathmandu Por último, mas não menos excitante, recomendamos o trekking pelo próprio vale de Kathmandu. Se preferires um trekking de curta duração no Nepal, os arredores da capital oferecem paisagens variadas. Recomendamos que comeces a tua rota apanhando um autocarro de Kathmandu para Changunarayan, onde poderás visitar o templo hindu mais antigo do Nepal. De Changunarayan podes ir para Nagarkot, onde terás vistas espetaculares sobre a cordilheira dos Himalaia ao nascer do sol. No dia seguinte, podes continuar o teu roteiro por Dhulikhel, uma aldeia pela qual passava a rota comercial para o Tibete. No último dia, podes caminhar até Panauti, onde poderás visitar outra praça semelhante à Praça Durbar de Kathmandu. Esta é apenas uma das muitas opções para trekking no vale de Kathmandu. Para fazer uma rota de trekking nesta área, não precisarás ter licença de trekker e normalmente a dificuldade será muito baixa. Como podes ver, existem muitas opções para fazer trekking no Nepal. É um país cheio de roteiros para todas as dificuldades e níveis de preparação física. Não é surpreendente encontrar por aqui pessoas mais velhas e crianças menores de idade acompanhadas pelos seus pais. Já escolheste a caminhada que farás na tua próxima viagem ao Nepal? Artigo traduzido por Susana Almeida

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