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Destinos de praia baratos: onde aproveitar o sol sem gastar muito

Destinos de praia baratos: onde aproveitar o sol sem gastar muito

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Imaginas-te a relaxar numa praia paradisíaca, mas achas que o teu orçamento não permite? Não precisas gastar uma fortuna para desfrutar de férias memoráveis junto ao mar. Neste artigo, vamos explorar os melhores destinos de praia baratos, seja em Portugal, na Europa ou em lugares mais exóticos, e dar-te dicas de como aproveitar o sol sem comprometeres o teu bolso. Continua a ler e descobre as várias opções que tens para este verão! Destinos de praia baratos em Portugal Portugal é conhecido pelas suas belas praias, e felizmente, há várias opções acessíveis para quem quer ficar por cá a desfrutar do sol e do mar. Aqui estão alguns dos melhores destinos de praia baratos no país: Praia da Nazaré Além das suas ondas famosas, encontras alojamento e restaurantes acessíveis. Não percas as vistas deslumbrantes sobre o Atlântico e aproveita para surfar. Costa Vicentina Localizada no Alentejo e Algarve, a Costa Vicentina é perfeita para quem procura tranquilidade e beleza natural. Praias como Odeceixe e a Zambujeira do Mar são ideais para escapar da multidão, com alojamentos a preços razoáveis fora da época alta. Figueira da Foz Com uma extensa faixa de areia dourada, a Figueira da Foz é uma escolha popular entre os portugueses. Além de ser acessível, a cidade oferece diversas opções de entretenimento e restaurantes económicos. Ilhas Berlengas Se procuras uma experiência única, as Berlengas, ao largo de Peniche, oferecem praias cristalinas e uma atmosfera remota. Embora o custo do barco para as ilhas possa ser um pouco mais alto, o alojamento em acampamentos torna o destino económico. Praias do Norte Se não tens medo de água fria e da ocasional nortada, porque não experimentar algumas das praias do Norte do nosso país? Apúlia, Esposende, Moledo, Amorosa, Vila Praia de Âncora ou Viana do Castelo são algumas das cidades onde encontrarás praias excelentes com alojamento a bom preço. Costa da Caparica Localizada a poucos quilómetros de Lisboa, esta praia é perfeita para quem quer combinar a visita à capital com dias relaxantes à beira-mar. Os preços dos alojamentos são bastante acessíveis, especialmente fora da época alta. 🌴 5 destinos de praia imperdíveis para visitares no final de Agosto Destinos de praia baratos na Europa Para quem deseja explorar a Europa sem gastar muito, há várias opções de praias deslumbrantes que oferecem qualidade e preço acessível. Grécia – Aposta nas ilhas menos conhecidas Embora Santorini e Mykonos sejam populares e caras, ilhas como Paros e Naxos oferecem uma experiência autêntica a preços mais baixos, com praias de areia fina e tascas acolhedoras. Croácia – Costa Croata Split e Zadar, na costa croata, são famosas pela sua beleza natural e têm uma excelente relação custo-benefício. Além das praias, a região oferece rica história e cultura a preços competitivos. Zadar é uma excelente alternativa a Dubrovnik, com praias igualmente deslumbrantes e muito mais acessível. Podes explorar ilhas próximas, relaxar em praias de águas cristalinas e desfrutar da comida local sem gastar muito. Varna – Bulgária Situada no Mar Negro, Varna oferece praias extensas, vida noturna animada e preços incrivelmente baixos para um destino europeu. Perfeita para quem quer relaxar sem comprometer o orçamento. Sunny Beach – Bulgária Sunny Beach é um dos destinos baratos de praia na Europa mais procurados pelos viajantes com orçamento reduzido. Tens festas, gastronomia deliciosa e alojamento a preços muito simpáticos. Ilhas Canárias – Espanha As Ilhas Canárias, como Tenerife, Gran Canaria ou Lanzarote, são conhecidas pelo clima agradável durante todo o ano e pelos preços acessíveis. 🌴 Guia para desfrutar das melhores praias das Ilhas Canárias Destinos de praia baratos fora da Europa Se procuras destinos mais exóticos, há várias opções internacionais que surpreendem pelo preço e pela beleza. Brasil – Florianópolis Conhecida pelas suas praias diversificadas, Florianópolis oferece uma excelente relação custo-benefício, com boas opções de alojamento e alimentação acessível. Índia – Goa Goa é famosa pelas suas praias paradisíacas e um custo de vida incrivelmente baixo. A mistura de águas quentes e uma cultura vibrante fazem deste destino um excelente negócio. Antalya – Turquia Antalya combina praias deslumbrantes com um património histórico fascinante. O custo de vida é bastante reduzido e podes encontrar bons hotéis e restaurantes sem comprometer o orçamento. Ilha da Boavista – Cabo Verde Se queres fugir ao frio sem gastar uma fortuna, Cabo Verde é uma escolha acertada. A Ilha da Boavista tem praias extensas de areia dourada e águas cristalinas. A vida é acessível, os restaurantes servem peixe fresco a preços simpáticos e a hospitalidade local faz-te sentir em casa. Agadir e Essaouira – Marrocos As praias de Agadir e Essaouira são perfeitas para quem quer combinar cultura e relaxamento. Marrocos é conhecido pelos seus preços acessíveis e pela hospitalidade dos locais. 🌴 As melhores praias em Marrocos Destinos de praia baratos com água quente Quem não gosta de um mergulho em águas mornas? Se é isso que procuras, aqui estão alguns destinos com praias de água quente a preços acessíveis: Tailândia As ilhas tailandesas, como Koh Samui e Koh Lanta, são perfeitas para quem procura praias de água quente e um bom preço. Além disso, é possível encontrar voos e alojamento com ótimos descontos. Camboja A Ilha de Koh Rong ainda não foi invadida pelo turismo de massas, o que significa que podes encontrar praias paradisíacas e acomodação acessível. A comida local é incrivelmente barata e deliciosa. Filipinas Com mais de 7.000 ilhas, as Filipinas oferecem praias de água quente a preços acessíveis. Palawan e Boracay são dois exemplos perfeitos de paraísos tropicais. México Cancún e Playa del Carmen são destinos famosos pelas suas águas mornas e areias brancas. Apesar da popularidade, é possível encontrar opções de alojamento acessíveis, especialmente se planeares a viagem com antecedência. 🌴 As 12 melhores praias do México Destinos de praia baratos no Brasil O Brasil, com as suas inúmeras praias paradisíacas, oferece várias opções acessíveis para quem deseja relaxar à beira-mar sem gastar muito: Praia do Forte (Bahia) Com águas cristalinas e uma excelente infraestrutura, a Praia do Forte é uma ótima opção para quem deseja relaxar e ainda aproveitar atividades como mergulho e passeios de buggy. Maragogi (Alagoas) Conhecida por suas piscinas naturais, Maragogi oferece preços acessíveis em hospedagens e passeios, especialmente fora da temporada alta. Cabo Frio (Rio de Janeiro) Com praias bonitas e uma vida noturna animada, Cabo Frio é uma excelente escolha para quem busca diversão e relaxamento sem gastar muito. 🌴 Pipa, para além da Praia do Amor Dicas para poupares nas tuas férias de praia Aqui estão algumas dicas para tornar a tua viagem ainda mais económica: • Viaja fora da época alta: Os preços de alojamento e voos são muito mais baixos durante a temporada baixa. • Reserva com antecedência: Planear a viagem com antecedência pode garantir preços melhores, tanto para voos quanto para alojamento. • Evita zonas demasiado turísticas: As praias menos conhecidas costumam ser mais económicas e proporcionam uma experiência mais autêntica. Qual o melhor seguro para as tuas férias? Temos várias opções de seguros de viagem que podes encontrar n anossa página, no entanto, recomendamos que escolhas um seguro mais completo como o IATI Mochileiro que inclui vários desportos de aventura como snorkle, mergulho até 40 metros, surf e windsurf, esqui aquático ou o kitesurf.

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É seguro viajar sozinha para o Camboja? Como é?

É seguro viajar sozinha para o Camboja? Como é?

12 minutos de leitura

Se estás a pensar em viajar sozinha para o Camboja, mas tens alguns receios ou dúvidas, vieste ao sítio certo. Vou contar-te como é circular pelo país desacompanhada, se é perigoso ou não, destinos que te podem agradar se for a tua primeira vez por estas terras e, além disso, algumas dicas para que tudo corra bem. Se estás a planear uma viagem pela Tailândia e queres acrescentar uns dias em Angkor/Siem Reap para ver os seus maravilhosos templos (algo mais do que habitual e lógico dada a sua proximidade) ou porque estás a pensar conhecer o país mais a fundo, a seguir conto-te a minha experiência de viajar sozinha pelo Camboja e muito mais. Porquê viajar sozinha para o Camboja – é possível? Claro que é possível! Viajar sozinho para o Camboja não só é possível, como é uma ótima ideia por muitas razões. Em primeiro lugar, pela mais óbvia: há tanto para ver no Camboja. Os templos de Angkor são a principal atração, mas também tens a opção de explorar o interessante mas duro passado do Camboja na capital, Nom Penh; explorar o Camboja rural em Battambang; ou desfrutar de praias paradisíacas em Koh Rong, para citar algumas. É, por outro lado, um destino variado e, se estiveres disposto a isso, cheio de surpresas. Obviamente, toda a gente visita Siem Reap e os seus templos, alguns vão a Nom Pen e a Koh Rong, mas poucos se aventuram mais longe. Por isso, se quiseres sair dos caminhos conhecidos, se quiseres lugares intactos ou menos turísticos, acho que te vais apaixonar pelo Camboja. Outra razão forte para viajar sozinho para o Camboja é o seu povo. Diz-se que a Tailândia é a terra dos sorrisos, mas, sem menosprezar a primeira, penso que os filipinos e os cambojanos são os mais simpáticos e prestáveis. Sem a menor hesitação, ajudam-nos de todas as formas possíveis, mesmo quando não estamos a pedir. É claro que, como em qualquer país, há oportunistas e condutores de tuk tuk ou taxistas que tentarão cobrar-te um pouco mais, mas uma das impressões mais gerais que levarás da tua viagem a solo no Camboja é a amabilidade das pessoas. Mesmo que não fales um inglês shakespeariano, as pessoas esforçar-se-ão por te compreender e ajudar. Se fores um pouco fluente em francês, devido ao seu passado colonial, poderás encontrar pessoas que o falem fluentemente. Em todo o caso, a linguagem dos gestos é universal e o Google Translate é uma ferramenta que veio para ficar. Por outro lado, viajar sozinha para o Camboja é possível e económico. É seguro e fácil deslocares-te em transportes públicos, e podes esperar pagar entre 6 e 8 euros por uma viagem de autocarro de várias horas ou cerca de 20 euros pelo ferry para Koh Rong. Além disso, encontrarás alojamento muito barato. A partir de apenas 3 euros, terás uma cama num quarto partilhado, mas se quiseres privacidade, não terás de gastar muito dinheiro, pois podes encontrá-los facilmente por apenas 6 euros. A comida khmer – que, já agora, é deliciosa – também é bastante barata. O preço dependerá, naturalmente, do local onde a comeres (uma banca de rua não é o mesmo que um restaurante turístico), mas por 3 a 4 euros poderás comer confortavelmente. Sendo um país dolarizado, os preços são um pouco mais elevados do que os dos seus vizinhos, mas não será um grande entrave ao orçamento. Por outro lado, é muito comum perguntares-te se não te sentirás sozinha em algum momento e se poderás fazer alguma coisa para o aliviar. O Camboja é um destino comum para viajantes a solo e, acredita, somos muitos mais do que possas pensar. Tens sempre a opção de te juntares a uma excursão, de ires a um hostel para conheceres pessoas ou, porque não, de usares aplicações como o Coachsurfing, grupos de viajantes no Whatsapp ou grupos no Facebook. Finalmente, se, como eu, gostas de fluir, podes viajar sozinha no Camboja, escolhendo o local para onde vais no dia anterior ou mesmo no próprio dia. Uma das vantagens de seguir o teu próprio caminho é que podes fazer o que quiseres, quando quiseres, e este país dá-te essa oportunidade. A grande oferta de alojamento e de transportes permite-te (exceto em datas muito específicas e em locais específicos, como Siem Reap no Natal, por exemplo) flexibilizar o teu itinerário. Mas será que é seguro viajar para o Camboja sozinha como mulher? Claro que sim! Esta é outra razão pela qual recomendo viajar para o Camboja sozinha, porque é um destino seguro. Como diz o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) nas suas recomendações de viagem, o Camboja é um país seguro. Mesmo assim, deves ter cuidado, especialmente em Nom Pen, a capital, onde se tem registado um aumento do número de assaltos com recurso ao método “snatch-and-grab”. Isto significa que, quando estás a passear na berma da estrada, alguém puxa a tua mota e leva os teus objetos de valor. Por conseguinte, é importante segurar bem os teus pertences e, se possível, afastares-te o mais possível da berma da estrada. Isto também acontece por vezes quando andas de bicicleta em Siem Reap ou no complexo de Angkor. Assim, é importante levar o saco ou a mochila às costas ou prendê-lo ao cesto para evitar infortúnios. Por outro lado, em Sihanoukville e nas ilhas, registaram-se alguns casos de agressões sexuais durante as festas. Infelizmente, isto é algo que acontece em todo o mundo, especialmente sob o efeito do álcool. Por isso, como tenho a certeza que já fazes em casa, tem muito cuidado, evita andar em praias solitárias e tem cuidado com a bebida. Para além destes acidentes excecionais, segundo a minha experiência, o Camboja é um país confortável e seguro para viajar sozinha. Raramente receberás olhares incómodos ou elogios. As pessoas estão habituadas ao turismo e aos trajes de verão, pelo que, exceto nos templos, poderás andar à vontade. Ainda assim, se não usares muito decote ou saias/calças muito curtas, sentir-te-ás mais confortável. No que respeita à saúde, infelizmente, a dengue é uma doença bastante comum, tal como o Zika, a chikungunya e a malária, todas elas transmitidas pela picada de mosquitos. Por conseguinte, é essencial usares repelente de mosquitos. Além disso, como o MNE recorda várias vezes, é muito importante fazer um bom seguro de viagem, uma vez que “as infra-estruturas sanitárias do Camboja não têm um nível comparável ao da Europa e os centros privados cobram preços elevados. Recomenda-se vivamente a subscrição de um seguro com cobertura suficiente antes de viajar para o país. Em caso de acidente ou doença, é aconselhável deslocares-te à Tailândia, onde a rede hospitalar é bastante superior. Por isso, para maior tranquilidade, não hesites em subscrever o IATI Mochileiro, que é o seguro que subscrevo em todas as minhas viagens. É a melhor apólice para viajantes todo-o-terreno como nós, com uma cobertura extensa que inclui até (espero que não) acidentes durante a prática de desportos de aventura, como caminhadas até cascatas, snorkelling ou mesmo rafting. Destinos recomendados para viajar sozinha no Camboja – O que fazer sozinha no Camboja? Agora que já tens uma visão mais ou menos completa do que é viajar sozinho para o Camboja e de como é seguro, aqui estão os destinos que considero mais interessantes se for a tua primeira viagem ao país. Siem Reap e os templos de Angkor Uma viagem ao Camboja (sozinha) não estaria completa sem uma visita aos templos de Angkor, possivelmente um dos locais imperdíveis em qualquer viagem ao Sudeste Asiático. Este complexo monumental situado junto à cidade de Siem Reap combina mais de 100 templos, palácios e lagos, alguns deles ainda envoltos na selva ou em processo de serem assimilados por ela. Angkor Wat é o expoente máximo da arquitetura do Império Khmer e é visitado todos os dias por centenas de pessoas, mas também recomendo que não percas Angkor Thom (que de certeza já viste dezenas de vezes, pois ficou famoso por aparecer no filme “Tomb Raider”) e o Bayon. Podes fazer um passeio de bicicleta (mais cansativo, mas mais barato) ou contratar os serviços de um tuk-tuk para o dia inteiro. O meu conselho é que passes pelo menos dois dias a visitar Siem Reap e Angkor. A partir daqui, também podes fazer algumas excursões, como visitar as cascatas de Phnom Kulen ou o templo de Beng Mealea. Encontrarás todas as informações necessárias sobre como visitar os templos de Angkor em “Angkor Wat, porque deves ir pelo menos uma vez na vida“. Phnom Penh Embora não seja a cidade mais agradável da Ásia, penso que uma visita a Nom Pen é obrigatória numa viagem a solo ao Camboja. Deixar o país sem mergulhar na história do genocídio cambojano seria como ir a meio caminho. Embora seja difícil, recomendo que visites o Instituto S-21 ou o Museu do Genocídio de Tuol Sleng e os campos de extermínio de Choeung Ek ou “Killing Fields”, onde ficarás a conhecer o massacre dos Khmers Vermelhos. Além disso, na capital, encontrarás também templos impressionantes e vários edifícios de arquitetura colonial francesa que, tenho a certeza, te agradarão. Koh Rong ou Koh Rong Saloem Para terminar a tua viagem a solo ao Camboja, o que poderia ser melhor do que alguns dias numa ilha tropical? Aqui encontrarás o que desejas: praias de areia branca, águas límpidas e coqueiros. Koh Rong é um pouco mais desenvolvida e tem um pouco mais de uma vibração de mochileiros, enquanto Koh Rong Saloem é mais silenciosa e mais intocada, por isso é comum ver mais famílias e casais. A boa notícia é que, seja qual for a tua escolha, vais acertar em cheio. Para chegar a qualquer uma delas, terás de apanhar um ferry em Sihanoukville. Infelizmente, esta cidade à beira-mar perdeu o seu encanto depois de o governo cambojano a ter entregue à China para a construção de cerca de 60 casinos e hotéis. A impressão que fica é a de uma cidade sem identidade e, infelizmente, um pouco perigosa. Por esta razão, recomendamos que a evites, se possível. Dicas para viajar sozinha no Camboja Embora espere ter-te dado algum incentivo para viajar sozinho no Camboja, aqui estão algumas dicas que penso que te ajudarão a começar com um pouco menos de hesitação: • Viajar sozinha no Camboja é seguro, mas tem muito cuidado em Nom Pen, Siem Reap e Sihanoukville. Aqui, são frequentes os casos de pessoas que são arrancadas de motas e de roubos ocasionais e descuidados. Nunca é demais ter cuidado e andar o mais longe possível da estrada. • Evita caminhar ao longo de Nom Pen a altas horas da noite. • Algumas fronteiras terrestres tentam cobrar mais do que a taxa de visto de 30 dólares. Por isso, recomendo que obtenhas um visto eletrónico com antecedência ou que leves apenas 30 dólares e que lutes com os funcionários até estes se cansarem. • Para o alojamento, a Agoda é a plataforma que normalmente oferece os melhores preços no Camboja. Em todo o caso, compara sempre com o Booking. • Dirige-te a um centro de vacinação com bastante antecedência para que um profissional te aconselhe sobre as vacinas recomendadas. A febre amarela só é obrigatória se tiveres estado num país onde é endémica (não em Portugal), mas as vacinas contra a febre tifoide, a hepatite A e o tétano são normalmente recomendadas. • É muito importante usar repelente de mosquitos, especialmente ao amanhecer e ao anoitecer, quando os mosquitos estão mais ativos. A dengue é uma doença muito comum em todo o Sudeste Asiático e é transmitida por picadas de mosquito. • Recomendo-o sempre, mas para mim é muito importante. Procura um cartão SIM para ter Internet no teu telemóvel, que te ajudará a manter-te ligado à tua família e amigos, mas também a ter toda a informação de que necessitas na ponta dos dedos. Os cartões Smart e Metfone têm a melhor cobertura e são muito baratos. Vendem-nos no aeroporto, mas será mais barato ir a uma loja de telemóveis, comprar o SIM e recarregar. Para te dar uma ideia, por 8 ou 9 euros pode obter um plano de 40 gigabytes. • Se tiveres escolha, a melhor altura para viajares sozinho para o Camboja, porque chove menos, é de outubro a março. É verdade que é época alta, haverá mais gente, estará mais calor e os preços serão mais elevados, por isso a escolha é tua. Setembro, outubro e abril oferecem um meio-termo. • Quer levar uma recordação para casa? Não tenhas medo de regatear, mas sê sempre respeitoso. • Leva um lenço contigo, pois terás de cobrir os joelhos e os ombros nos templos. • Mantém-te hidratado, mas evita beber água da torneira. Também não é aconselhável comer peixe ou carne crus. Mais conselhos para as mulheres que viajam sozinhas no Camboja • Para poupar nas taxas de multibanco, para além de ter cartões que te dão uma boa taxa de câmbio (como o Revolut ou o N26), recomendo que tentes comprar moeda nos bancos. Ou seja, em vez de ires ao multibanco (que te cobrará uma taxa de cerca de 4 euros por levantamento), podes carregar o teu cartão na agência bancária e eles dão-te dinheiro. Nem todos os bancos fazem isto, mas podes tentar. Na Tailândia, esta prática também é bastante comum e chama-se “cash advanced”. • Só conduzas uma mota se tiveres prática. As estradas nem sempre estão nas melhores condições e conduzir aqui não é o mesmo que conduzir em Portugal. Lembra-te que precisas de uma carta de condução internacional. • Uma aplicação que te vai facilitar muito a vida é a Grab, que é a Uber do Sudeste Asiático. Podes reservar viagens de carro, tuk tuk e mota de uma forma cómoda e económica. No entanto, também podes utilizar os transportes públicos, que são muito seguros. • Se alguma vez sentires falta de companhia, podes sempre juntar-te a uma excursão de grupo ou ir para um hostel para conhecer pessoas. • Por favor, sê um viajante responsável e não dês dinheiro às crianças nem compres coisas delas. Se o fizeres, incentivas os pais a preferirem que elas trabalhem em vez de, por exemplo, irem à escola. A não ser que sejas um especialista na matéria, acreditamos que o voluntariado demasiado comum em orfanatos faz mais mal do que bem e que existe uma enorme indústria por detrás disso. • Lembra-te que uma das chaves para viajar sozinha no Camboja e sentir-te mais tranquila é viajar com uma companhia de seguros que saibas que responderá bem e rapidamente quando mais precisares. IATI Mochileiro é a tua apólice mais completa para esta aventura. • Finalmente, viajar sozinha no Camboja é seguro e altamente recomendado, mas não deixes o teu bom senso em casa e segue a tua intuição. No blog da IATI, por outro lado, continuamos a aumentar a nossa lista de destinos perfeitos para as mulheres e temos a certeza de que te interessarão! Espero que este guia para viajar sozinho no Camboja te tenha ajudado a livrar-te dos teus medos e a desfrutar deste pequeno mas grande país do Sudeste Asiático. Mesmo assim, se quiseres fazer-me alguma pergunta ou partilhar a tua experiência, eu leio-te nos comentários. Artigo escrito por: Viajar por Filipinas

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Informações úteis para viajar para o Sudeste Asiático

Informações úteis para viajar para o Sudeste Asiático

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O Sudeste Asiático é um destino popular para viajantes de todo o mundo. Oferece uma gama diversificada de experiências, desde praias deslumbrantes a cidades vibrantes e um património cultural muito rico. Quer sejas um viajante experiente ou quer seja a tua primeira vez na região, planear uma viagem ao Sudeste Asiático pode ser avassalador com tantos países, culturas e atrações diferentes. No entanto, com um pouco de pesquisa e planeamento, podes ter uma viagem memorável e sem aborrecimentos. Neste artigo, iremos dar-te algumas dicas e informações úteis para viajares para o Sudeste Asiático e para te ajudar a planear a tua viagem. Na IATI, especialistas em seguros de viagem, incluímos dicas sobre qual a melhor altura para visitar, como te podes deslocar, vacinas obrigatórias e alguns destinos que não podes perder na região. Quer procures aventura ou umas férias relaxantes, o Sudeste Asiático tem muito para oferecer, e nós estamos aqui para te ajudar a tirar o máximo partido da tua viagem. Vamos começar? Qual a melhor altura para viajar para o Sudeste Asiático? O Sudeste Asiático é uma região com clima tropical, e o clima pode variar muito de país para país e mesmo dentro de cada país. De uma forma geral, a melhor altura para visitar o Sudeste Asiático é durante a estação seca, que normalmente decorre de novembro a abril. Durante este período, podes contar com um clima quente e ensolarado com menos humidade e chuva. Esta altura do ano torna este destino perfeito para explorares as praias, trilhos para caminhadas, e atrações ao ar livre. No entanto, é importante teres em conta que a estação seca é também o pico da época turística, o que significa preços mais elevados e pontos turísticos mais concorridos. Se pretendes evitar as multidões e poupar algum dinheiro, as estações de maio-junho e setembro-outubro podem ser uma boa alternativa, com menos turistas e preços mais baixos e ainda, com clima relativamente bom. Se não te importares de apanhar chuvas ocasionais e quiseres tirar partido de preços ainda mais baixos, a estação das chuvas de maio a outubro pode ser uma boa altura para visitares o Sudeste Asiático. A época do ano para visitar cada país do Sudeste Asiático varia consoante os teus gostos pessoais e o que pretendes fazer na tua viagem, no entanto deixamos-te aqui uma sugestão geral. Qual a melhor altura para viajar para as Filipinas? Entre novembro e março encontrarás as melhores condições meteorológicas para visitares este grande arquipélago. Sol, boas temperaturas e menos hipóteses de grandes fenómenos atmosféricos. Por outro lado, entre junho e outubro, o risco de um tufão cruzar o teu caminho aumenta exponencialmente. Qual a melhor altura para viajar para Myanmar? Novembro, dezembro, janeiro e fevereiro são os melhores meses. Se tiveres a oportunidade de fazer a tua viagem durante os dois primeiros meses do ano, poderás desfrutar do colorido Festival Pagoda. Entre maio e setembro é a estação das chuvas, que, embora longe de se assemelhar aos tufões filipinos, pode estragar a tua viagem. Qual a melhor altura para viajar para a Tailândia? O pico da estação das chuvas é entre agosto e outubro, mas é bem possível que também apanhes as chuvas se lá estiveres em junho e julho. São chuvas fortes que duram algumas horas mas mesmo assim é sempre melhor estar na Tailândia à chuva do que ficar em casa! Se tiveres orçamento para isso, recomendamos que vás entre novembro e fevereiro. Qual a melhor altura para viajar para o Vietname? Dada a forma alongada do Vietname, vamos dividir a sua estação das chuvas em duas. Na parte norte do país, a época das chuvas decorre de maio a agosto. Por outro lado, na parte sul do país, podemos ter a monção até novembro. Outubro a maio são as melhores datas quanto a chuvas e temperaturas. Qual a melhor altura para viajar para a Indonésia? Entre março e setembro encontrarás o melhor tempo, as melhores temperaturas e a menor probabilidade de chuva! Se te dirigires mais especificamente para as Ilhas Bali ou Gili, ficarás satisfeito por saber que é ainda menos provável que chova lá. No entanto, coincidirá com a estação turística elevada e os preços mais elevados. Qual a melhor altura para viajar para a Malásia? A melhor altura para viajar para a Malásia é entre março e outubro, pois esta é geralmente a época mais seca do ano, com menos chuva e mais sol. No entanto, tens que ter em conta que a Malásia é um país tropical, e mesmo durante a estação seca, pode haver chuvas ocasionais e muita humidade. Qual a melhor altura para viajar para o Cambodja? A melhor altura para viajar para o Camboja é durante a estação seca, que normalmente decorre de novembro a abril. Durante este período, o tempo é quente e ensolarado com pouca ou nenhuma chuva, tornando-o ideal para explorar as muitas atrações ao ar livre do país. No entanto, tem em conta que as temperaturas podem ser bastante quentes, particularmente em abril. Como deslocares-te no Sudeste Asiático Esperamos que já saibas em que altura do ano vais marcar a tua viagem para o Sudeste Asiático, agora que já tens essa parte tratada vamos esclarecer outra dúvida que pode estar a passar pela tua cabeça: como vou orientar-me pelo Sudeste Asiático? Felizmente para ti, preparámos-te um guia com informações úteis sobre como te moveres pelo Sudeste Asiático de forma a aproveitares ao máximo o teu tempo e dinheiro. Voo principal Os voos mais baratos de Portugal costumam aterrar nos aeroportos principais da Tailândia ou Hong Kong. A maioria dos aeroportos do Sudeste Asiático estão bem conectados às cidades por via de transportes públicos e 100% seguros. Assim, se chegares a Banguecoque podes escolher entre autocarros, comboios e táxis sem teres de te preocupar com a segurança. O mesmo se aplica a Kuala Lumpur, onde existe um comboio rápido para o centro, e também encontras autocarros para Chinatown ou para a estação central a cerca de meia em meia hora. Não te esqueças que é muito importante viajar com um seguro de viagem que te cubra em todas as situações que possam surgir, de forma a aproveitares ao máximo a tua estadia no Sudeste Asiático. O teu melhor amigo nesta viagem é o IATI Mochileiro, ideal para viajantes aventureiros como tu! Contrata já o teu seguro: Transportes dentro das cidades Embora caóticas, as grandes cidades do Sudeste Asiático estão bem organizadas. Se fores paciente, podes utilizar os autocarros (a opção mais barata) e o metro ou eléctricos. Por outro lado, é muito comum circular no Sudeste Asiático em tuk tuks ou triciclos, que são bicicletas elétricas com assentos na traseira. Lembra-te de negociar o preço antes de entrar, pois normalmente não têm um “taxímetro”. Pede antecipadamente aos habitantes locais a taxa aproximada para não pagares em excesso. Se estiver a viajar para Kuala Lumpur, lembra-te que podes viajar gratuitamente em autocarros GoKL. Eles circulam por quase todo o lado na cidade e são fáceis de reconhecer pela sua cor roxa. A opção mais económica em todos os países nesta área é geralmente o autocarro. Na Tailândia, Malásia, Vietname, Indonésia, Laos e até Myanmar, encontras autocarros mais ou menos modernos. Se quiseres viajar distâncias mais longas e poupar dinheiro, recomendamos que procures os chamados sleep bus, que normalmente têm bancos reclináveis ou mesmo camas, para que possas poupar em alojamento durante a noite enquanto está na estrada. Se estiveres a viajar na Indonésia ou nas Filipinas, terás de usar barcos para te deslocares de uma ilha para outra. Viajar de barco nestes países é normalmente barato e seguro. Se tiveres pouco tempo, uma boa forma de te deslocares rapidamente pelo Sudeste Asiático é utilizar as companhias aéreas low cost da região. Air Asia, Cebu Pacific Air, Jetstar, Tiger Airways são apenas algumas das companhias aéreas que podes utilizar para viajar de um país para outro ou dentro do próprio país por pouco dinheiro. Vacinas obrigatórias para viajar para o Sudeste Asiático Para te facilitar a vida, deixamos aqui uma lista das vacinas necessárias para os países mais visitados e, de seguida, falaremos um pouco sobre cada uma delas. Relembramos que esta informação é para ser utilizada como um guia para preparar a tua viagem, mas a última palavra sobre a tua saúde deve ser sempre a do teu médico. Utiliza esta página para saber quais as vacinas que precisas, mas tem em conta que, dependendo do teu historial, poderão recomendar-te algumas variações no teu centro de vacinação. A única vacina obrigatória em todos os países é a da Febre Amarela, no entanto só é obrigatório caso tenhas estado num país com risco de contágio desta doença. Desta forma, existem vacinas específicas recomendadas para cada país. Vacinas recomendadas para viajar para as Filipinas: VASPR, Febre Tifoide, Poliomielite, Encefalite Japonesa, Raiva, Cólera, Hepatite A, Hepatite B e Tétano/Difteria. Vacinas recomendadas para viajar para Myanmar: Hepatite A, Febre tifoide, Tétano/Difteria, Raiva, Cólera, Hepatite B, Encefalite Japonesa e Meningite. Vacinas recomendadas para viajar para a Tailândia: Hepatite B, Febre tifoide, Tétano/Difteria e VASPR. No caso de estadias longas, também a da Hepatite A, que se transmite através do sangue ou por transmissão sexual. Vacinas recomendadas para viajar para o Vietname: Hepatite A, Febre tifoide, Tétano/Difteria, Raiva, Cólera, Hepatite B, Encefalite Japonesa, Meningite e VASPR. Vacinas recomendadas para viajar para a Indonésia: Hepatite A, Hepatite B, Tétano/Difteria, Encefalite Japonesa, Febre Tifoide e Gripe. Vacinas recomendadas para viajar para a Malásia: Hepatite A, Hepatite B, Encefalite Japonesa, Febre Tifoide e Raiva. Vacinas recomendadas para viajar para o Camboja: Hepatite A, Febre tifoide, Tétano/Difteria, Raiva, Cólera, Hepatite B, Encefalite japonesa, VASPR. O que não podes perder no Sudeste Asiático O Sudeste Asiático é uma região diversa e fascinante que oferece uma vasta gama de experiências para os viajantes. Desde as movimentadas ruas de Banguecoque às praias fascinantes de Bali, não faltam lugares para explorares. Um dos destinos obrigatório no Sudeste Asiático é a antiga cidade de Angkor, no Camboja. Esta cidade é Património Mundial da UNESCO e o lar do famoso complexo do templo Angkor Wat, que é o maior monumento religioso do mundo. Outro ponto imperdível na região é a deslumbrante Ha Long Bay, no Vietname, onde vais ver milhares de ilhas de calcário e ilhotas a sair da água de esmeralda. Para aqueles que procuram uma viagem mais descontraída, as praias das ilhas do sul da Tailândia, tais como Koh Samui e Phuket, irão certamente satisfazer as tuas necessidades. Outros destinos de topo incluem a vibrante cidade de Singapura, a encantadora cidade de Luang Prabang no Laos, e o centro cultural de Ubud em Bali. Uma viagem ao Sudeste Asiático é uma verdadeira aventura e podes ter a certeza que vais encontrar lugares magníficos em todos os países. Esperamos que estas informações para viajares para o Sudeste Asiático tenham sido úteis para planeares a tua viagem, não te esqueças de contratar o teu seguro de viagem para poderes aproveitar ao máximo esta aventura.

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Visto para o Camboja: guia atualizado 2025

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Um visto do Camboja é agora obrigatório para entrar no país. É por isso que elaborámos este guia detalhado para te mostrar como obter um visto, quem precisa de um, quanto custa e toda a informação de que necessitas. Não stresses! Verás que é um processo simples e que não precisas de recorrer a empresas intermediárias que acabam por te cobrar o dobro do preço real. Este guia de vistos para o Camboja é a tua porta de entrada para um país incrível que te espera com maravilhosos templos, praias, cidades e muitos lugares para descobrir. Se quiseres, podes começar a fazer as malas agora, porque o teu visto estará pronto em minutos. Vamos começar! O que precisas para viajar agora para o Camboja Neste guia vamos entrar em mais detalhes sobre o visto do Camboja, mas deves saber que, para além do visto do Camboja, há uma série de outros documentos que precisarás de ter. No momento da redação deste artigo, precisas: • Passaporte: Deve ser válido por pelo menos 6 meses a partir da entrada no país e ter pelo menos uma página livre. • Bilhete de saída: Isto não é algo que normalmente pedem, mas podem pedi-lo. Pode ser um voo de partida ou um bilhete de autocarro se te dirigires para outros países, como o Laos ou a Tailândia. • Visto para o Camboja: Encontrarás todas as informações abaixo. Visto para o Camboja: passo a passo Agora, vamos entrar diretamente no processo de obtenção do seu visto para o Camboja. Tens 3 maneiras de o obter: • Embaixada: Através da Embaixada do Camboja em Paris. Este é um processo mais lento e mais caro se não estiveres na cidade. Não recomendamos que o faças aqui se não estiveres presente. Tens aqui as informações. • eVisa para o Camboja: A forma mais conveniente de obteres o teu visto para o Camboja. Processam tudo a partir de casa e fazes o pagamento facilmente. Serve-te para entrares pelo Aeroporto Internacional de Phnom Penh, Aeroporto Internacional Siem Reap, Cham Yeam (Koh Kong), Poi Pet (Banteay Meanchey), Bavet (Svay Rieng), Aeroporto Internacional de Sihanoukville e Posto Fronteiriço de Tropaeng Kreal (Stung Treng). • Visa on arrival: Podes obter o teu visto nestes sítios que mencionamos e nos restantes portos de entrada. As principais desvantagens de o fazeres desta forma são o tempo que perderás com a papelada e que serás obrigado a pagar com dólares. Ao utilizar o eVisa, pagarias de casa sem teres de te preocupar em obter outra moeda. Qualquer uma das 3 opções vai-te dar permissão para permaneceres no país durante 30 dias. Poderás estendê-la, uma vez lá, a partir do gabinete de imigração em Phnom Penh. Como obter um eVisa para o Camboja Como podes ver, eVisa é o visto mais conveniente para o Camboja por várias razões. Por um lado, pouparás papelada quando chegares ao país. Tudo o que precisas de fazer é mostrares o teu documento impresso e podes começar a tua viagem em paz. Por outro lado, podes pagar com cartão de crédito a partir casa de uma forma rápida e fácil, enquanto que se o fizesses à chegada serias obrigado a pagar 36 dólares em dinheiro, que nem sequer é a moeda oficial do país. Desta maneira, vamos orientar-te para obteres o teu eVisa do Camboja de uma forma muito simples. 1) A primeira coisa a fazer é ir ao website oficial do governo do Camboja. Tem cuidado porque se pesquisares no Google “visto para o Camboja“, a maioria dos resultados são empresas que fazem este processo simples para ti, mas cobram-te mais do dobro do preço real. O website a partir do qual tens de o fazer é o seguinte: Website oficial eVisa Camboya (Também o podes fazer através da aplicação oficial “Cambodia eVisa”, mas recomendamos que o faças a partir de um computador). Nota que, no canto superior direito, tens um botão para traduzires o website para inglês. Não é uma grande tradução, mas pode ajudar. 2) Depois de um primeiro ecrã onde terás de responder a uma pergunta de segurança, terás de introduzir os teus dados num formulário (apenas os que têm um asterisco vermelho são obrigatórios): – Carrega a tua fotografia do passaporte: terás de carregar uma fotografia do teu passaporte com menos de 2 megabytes no formato indicado. – Fotografia do passaporte: terá de carregar uma fotografia do passaporte com menos de 2 megabytes no formato indicado. – Nome próprio. – Apelido. – O teu número de telefone com prefixo internacional. – O teu e-mail (muito importante que o escrevas corretamente pois é aqui que receberás o teu eVisa para o Camboja). – O teu género. – A tua data de nascimento. – O teu país de nascimento. – A tua nacionalidade. – Número de dias que pretendes ficar no país. Depois, terás de continuar com os detalhes do teu passaporte. – Número do passaporte. – Data de criação do passaporte. – Data de validade do passaporte. – País onde o passaporte foi feito. – Tipo de visto para o Camboja: Visa T. – Motivo da viagem: Turismo. – Data em que pretendes entrar no país. – Local de entrada no país. Clica em “Seguinte” e serás levado para o próximo ecrã. Aqui só precisas de verificar se todos os detalhes que introduziste estão corretos. Se houver alguma coisa que queiras alterar, clique em “Editar”. Caso contrário, clica em “Seguinte”. Agora estás quase no fim do processo. Basta seleccionares o teu método de pagamento preferido e pagares os $36 pelo teu eVisa. O governo do Camboja informa que normalmente demora um máximo de três dias úteis para processar o teu visto. Embora muitos viajantes tenham sido capazes de o obter ainda mais rapidamente, aconselhamos-te a pedires o teu pelo menos duas semanas antes da tua viagem para evitares problemas de última hora. Uma vez processado, receberás um e-mail com o teu visto para o Camboja que poderás imprimir. É aconselhável trazeres uma cópia digital e um par de cópias físicas. Quando chegares ao aeroporto de entrada no Camboja, verás que existe uma fila especial, muito mais rápida, para aqueles que já processaram o seu eVisa. Vai lá, mostra a tua cópia impressa e prepara-te para desfrutar de um país fantástico. Está dentro! Outro documento essencial para o Camboja Após o surto da pandemia, e como o próprio Ministério dos Negócios Estrangeiros insiste no seu website, é agora mais importante do que nunca viajar com seguro de viagem para o Camboja para assegurares a tua proteção desde o início até ao fim da tua visita. Os cuidados de saúde no Camboja podem ser muito caros para os turistas, e não é fácil encontrares instalações médicas de topo se não souberes onde procurar. Ao comprares um seguro de viagem internacional para o Camboja, terás acesso gratuito aos melhores especialistas do país, sem teres de pagar nada do teu bolso. O IATI Mochileiro é o melhor seguro para este destino e, para além de uma grande cobertura centrada na tua saúde, também cuidará de ti em casos tais como roubo, problemas com a tua bagagem, incidentes com o teu transporte e, entre muitos outros, repatriamento para casa, se necessário. Além disso, graças ao Suplemento de Cancelamento de Viagem, podes mesmo recuperar uma grande parte do dinheiro investido nesta aventura se tiveres finalmente de o cancelar por qualquer uma das muitas razões tidas em conta. Não arrisques a tua viagem ao Camboja e obtém já o teu seguro: Perguntas mais frequentes sobre vistos para o Camboja Preciso de um visto para viajar para o Camboja? Sim, é necessário um visto para entrar no país para turismo. Que outros documentos são necessários? Precisarás de um bilhete de saída do país, um passaporte com pelo menos 6 meses de validade a partir da tua entrada e uma página do passaporte limpa. Que tipos de vistos para o Camboja existem? Podes requerer na Embaixada do Camboja em Paris, obter facilmente um visto electrónico ou fazer um visa on arrival. Quanto custa um visto do Camboja e quantos dias é que ele permite ficar no país? No momento da redação deste guia custa 36 dólares e é válido para até 30 dias de viagem no país. Pode ser prolongado a partir do gabinete de imigração em Phnom Penh. Qual é o melhor visto a obter? O eVisa torna o processo muito mais fácil. Podes pedi-lo e pagá-lo no sofá da tua casa e evitar filas e burocracias quando chegas ao país. O que preciso para solicitar um visto electrónico para o Camboja? Precisarás do teu passaporte, uma fotografia tipo passe, um cartão bancário para pagamento, um endereço electrónico de contacto, um número de telefone e as tuas datas de viagem. Quanto tempo demora para obter a aprovação do eVisa? Fontes oficiais dizem que normalmente demora 3 dias úteis, mas ainda assim recomendam a aplicação duas semanas antes da tua viagem. Já está claro sobre tudo o que precisas de saber para obter o teu visto? Esperemos que sim e boa viagem!

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Roteiro de 4 meses pelo Sudeste Asiático

Roteiro de 4 meses pelo Sudeste Asiático

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Viajar a longo prazo sempre foi o desejo de muitos sonhadores e visto por outros tantos como algo impossível. O que é certo é que, seja pela facilidade em percorrer longas distâncias hoje em dia ou pelo desejo de aproveitar o dia a dia da geração atual, há cada vez mais pessoas a fazê-lo. O Sudeste Asiático, pela sua riqueza cultural, pela hospitalidade do povo, pela segurança e pelo baixo custo de vida é um dos destinos mais procurados para quem decide fazer uma viagem deste estilo. Sabias que na Iati temos seguros de viagem para mochileiros que querem entrar nestas aventuras? Este roteiro é apenas uma das mil e uma possibilidades para a tua viagem, os destinos e tempo que dedicas em cada lugar depende sempre de pessoa para pessoa, dos teus gostos e também de algumas condições externas como a chuva ou eventos esporádicos locais. Roteiro de 4 meses pelo Sudeste Asiático Antes de começares a tua viagem pelo Sudeste Asiático, não te esqueças de verificar quais as vacinas obrigatórias e recomendadas para os diferentes países. 21 dias no Vietname: o que ver Ho Chi Minh City – É uma ótima cidade para começares a tua viagem pelo Sudeste Asiático. Tal como o próprio país, Ho Chi Minh tem imensas coisas para ver e fazer. Desde museus e monumentos, a mercados de rua passando por uma rua só de bares e karaoke. 3 a 4 dias são suficientes para explorares a cidade com calma. Nha Trang – É um bom sítio para parar a meio da viagem para o norte do Vietname, um bom sítio para ficar não mais do que um dia e desfrutar da praia. Hội An – A cidade antiga ou cidade das lanternas como é conhecida, com influências japonesas, chinesas e coloniais visíveis, é um lugar para nos perdermos caminhando pelas suas lindas ruas amarelas. Três dias. Hue – Para quem gosta de filmes e das histórias de samurais guerreiros, devem dedicar pelo menos um dia para visitar e explorar as muralhas da cidade imperial. Parque Nacional Phong Nha – Para os amantes de montanhas, do verde, das grutas e da vida no interior, este parque nacional guarda muitos segredos e deves dedicar pelo menos dois dias para explorar a zona. Os tours de grupos para as grutas e os desportos radicais são recomendados. Hạ Long Bay –Se existem sítios no mundo que não deveríamos morrer sem ver, este é, certamente um deles. As pedras de calcário gigantes cobertas de vegetação que se erguem no oceano enchem os olhos e a alma a qualquer um. É como visitar um planeta paralelo, um sonho na terra dos gigantes, tal é a imponência das montanhas. Dois dias para conhecer este paraíso e fazer um cruzeiro pela baía. Hanoi –A capital frenética do Vietname, uma cidade cheia de vida, histórias, cheiros, sabores e memórias, a não perder numa visita ao Vietname. A comida de rua vai ser sempre a melhor opção aqui. Tal como en Ho Chi Minh, 3 a 4 dias é o suficiente Sa Pả –Antes de saires do país rei da comida de rua, Sapa é um lugar místico no alto das montanhas, muito perto da China, que deves visitar. O ideal é guardar 3 dias sendo que dois deles serão passados na montanha com uma guia das tribos locais. Uma experiência de vida entre florestas de bambu, riachos, campos de arroz, aldeias perdidas, patos, cães, galinhas e búfalos. 18 dias no Laos: o que ver Muang Xai –O primeiro contacto com Laos vai apaixonar qualquer um. Acabaste de chegar ao país verde, de aldeias sem fim, poucas cidades e maioritariamente rural. Aqui vais aprender que não é preciso muito para ser feliz e que a natureza pode ser a resposta para muita coisa. Um a dois dias são suficientes e se queres ter uma experiência única, recomenda-se a viagem de barco até à próxima aldeia. Nong Khiaw –Se chegaste de barco, pudeste ver a beleza das montanhas de calcário cobertas de vegetação que acompanharam o caminho. Aqui podes descansar, aproveitar a paisagem e absorver o poder da natureza. Esta aldeia é um canto especial do mundo e se a queres ver do alto, sobe a um dos miradouro da aldeia. Três dias. Luang Prabang –Das cidades mais conhecidas do país e muito devido às suas cascatas turquesa. Aqui podes encontrar um misto de edifícios coloniais e templos budistas e aproveitar para ir ao mercado. Três dias. Vang Vieng –Em outros tempos um destinos de viagem de finalistas de estudantes australianos, é agora um lugar mais tranquilo que merece a visita pelas lagoas que o rodeiam. Três dias. Vientiane – Um dia será suficiente para ver a capital de Laos e um ótimo ponto de partida para o sul do país. Pakse –A cidade pode não ter mil coisas para ver mas é daqui que poded fazer uma das rotas de cascatas mais conhecidas. Basta escolher as que mais gostares e explorar o maravilhoso interior do país. Três dias. 4000 Islands – Não são ilhas paradisíacas, mas o misto de vida do campo com o dia a dia de uma ilha traz uma magia especial a este arquipélago fluvial. Três dias. 13 dias no Cambodja: o que ver Siem Reap –Casa do Angkor Wat, o maior complexo religioso do mundo, é também um bom lugar para explorar o Camboja pela primeira vez e perder-se nos mercados de rua. Dois dias para o Angkor Wat mais um para a aldeia flutuante e para conhecer os projetos de turismo responsavel. Phnom Pehn –A capital do Camboja que foi território do império Khmer e dos colonialistas franceses é um misto de culturas e edifícios que vale a pena explorar em um ou dois dias. Koh Rong –Para quem espera um cenário de filme estilo Lagoa Azul, com areia branco e águas azuis turquesa, esta ilha não pode faltar. Quatro dias para relaxar. Kampot –Para os que procuram um pouco de tranquilidade no campo e muito bom ambiente. Natureza e paz pairam no ar por aqui. Três dias. 10 dias na Malásia: o que ver Kuala Lumpur –Uma cidade multicultural onde diferentes culturas e religiões convivem diariamente em harmonia. Na mesma rua é possível encontrar uma igreja, uma mesquita, um templo hindu e outro chinês. Como não amar? Quatro dias. Cameron Highlands – Para quem gosta de chá e também para quem não gosta, as infindáveis plantações de chá são paragem obrigatória com o seu ponto mais alto a chegar aos 2000 metros de altura. Não te esqueças do casaco! Dois dias. Georgetown, Penang –Uma cidade com edifícios franceses e muitos templos chineses, um misto de sensações e muita, muita comida de rua e arte urbana. Quatro dias. 30 dias na Indonésia: o que ver Java – A Indonésia é gigante e Java por si só é a casa de mais de metade da população nacional. Assim sendo para que possas desfrutar verdadeiramente dos lugares e terminar a viagem num ritmo mais calmo, 15 dias são ótimos para conhecer esta ilha. Bali –Bali é mundialmente conhecido e muitos já desaconselham a visita à ilha dos deuses, contudo garantimos que não te vais arrepender de parar aqui por 15 dias. O truque é evitar zonas com multidões, cadeias e superfícies comerciais que não pareça locais. O interior ainda é muito pouco explorado e vais ficar surpreendido com tudo o que há por descobrir. 10 dias nas Filipinas: o que ver Puerto Princesa, Palawan –A maior cidade do arquipélago de Palawan é um bom ponto de partida para as Filipinas. Podes optar por uma viagem de barco às praias mais perto ou uma visita ao rio subterrâneo. Dois dias. El Nido, Palawan – Pelos menos quatro dias, sendo que um é dedicado a explorar a ilha de mota e os outros dois a fazer tours de barco para conhecer parte das 45 ilhas de areia branca e águas transparentes. A vida no mar vai ganhar outro sentido depois desta viagem. Bohol Island, Bohol –Para terminar a viagem em grande nada melhor que Bohol, uma ilha que tem natureza, campos de arroz, praias lindíssimas e paisagens verdes inesquecíveis. Aproveita para descansar e recarregar baterias, afinal de contas, viajar também cansa. Autora: Janete Silva, Flearound

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Angkor Wat, porque deves ir pelo menos uma vez na vida

Angkor Wat, porque deves ir pelo menos uma vez na vida

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O sol nasce atrás das grandes cúpulas de Angkor Wat. As palmeiras altas estendem-se em direção ao céu iluminado, enquanto nuvens ondulantes são refletidas na água do fosso do templo. Vais demorar uns minutos para assimilar a passagem da tua realidade, para o interior misterioso de uma das maiores estruturas religiosas do mundo. A Iati, líder na venda de seguros de viagem online, neste artigo promete belos edifícios anciãos a brilhar ao pôr-do-sol, numa viagem que vais querer fazer pelo menos uma vez na vida. Porque deverias visitar Angkor Wat? O exterior de Angkor Wat tornou-se um símbolo do país, de tal forma, que até aparece na bandeira do Camboja. Contudo, o que está lá dentro é igualmente espetacular. Angkor Wat, o mistério Angkor Wat é o precioso templo e estrela, do que hoje é conhecido como o Parque Arqueológico de Angkor. A cidade de Angkor foi construída no século XII como uma capital do Khmer, para o rei Suryavarman II. Quando ficou pronta, a cidade antiga tinha uma área de 400km, e 1 milhão de habitantes, o que a tornou na maior cidade pré-industrial da história. O que aconteceu à sua população é um mistério até hoje! Os arqueólogos ainda não sabem, ao certo, o que realmente aconteceu com esse vasto império e seu povo, e o que os levou a abandonar tamanha cidade. As teorias incluem derrotas em batalhas e mudança de práticas religiosas, (Hinduísmo do Khmer foi substituído pelo Budismo Theravada no séc. XIV), mas o mistério intrigou os cientistas por séculos. Angkor tem tanta água, quanto pedra. A área possui um enorme sistema de canais artificiais, diques e reservatórios, o maior deles (West Baray) tem 8km de comprimento e 2,4km de largura. Esta obra de engenharia são parte integrante de um design geral do complexo que permanece fiel ao simbolismo religioso. Mas essas obras gigantes, de índole religiosa, também serviam um propósito prático. Ao aproveitar com habilidade o rio e a água da chuva, saciavam a sede, e irrigavam culturas produtoras de riquezas como o arroz, que era usado pelos Khmer como moeda. Angkor Wat, a lenda A galeria Churning of the Sea of ​​Milk mostra um baixo-relevo de uma das mais famosas lendas sagradas hindus: Vishnu (associado na escultura como o arquiteto do rei Suryavarman II, que construiu o complexo) convence um grupo de demónios e deuses a trabalhar juntos em uma tentativa de ganhar a imortalidade. Envolveram a grande cobra Vasuki ao redor da base do Monte Mandara. Começam a jogar o jogo da corda: os deuses puxam de um lado da cobra e os demónios do outro. Com a força, o Monte gira e agita as águas do oceano por baixo dele. Este desafio dura 1000 anos! Até ao momento que Amrita (néctar da Imortalidade) sobe até à superfície. Vishnu agarra-o mesmo a tempo de impedir os demónios de o beber. O que vais encontrar em Angkor Wat? Mesmo depois dos tempos de glória passarem, Angkor permaneceu popular entre os peregrinos budistas que viajavam pelo sudeste da Ásia. Hoje em dia o complexo atrai viajantes de toda a parte, quase um milhão por ano. Quando Angkor foi nomeado Património da Humanidade em 1992. E a UNESCO continua a fazer parte do futuro de Angkor, trabalhando com as autoridades do Camboja para garantir que o turismo e o desenvolvimento não comprometem este grande tesouro cultural e religioso. Ta Prohm Ta Prohm é um dos templos mais fotografados e foi, deliberadamente, deixado em grande parte sem restauro, emaranhado e estrangulado por vegetação rasteira. É um templo muito popular, particularmente para os fãs do filme Tomb Raider de 2001, pois foi o local das filmagens. Bayon O eterno favorito, em Angkor Thom, é o templo de Bayon, cujas torres estão gravadas com rostos de bodhisattvas iluminados e onde baixos-relevos encantadores retratam a vida comum do Khmer, em vez de deuses hindus que estão na maior parte das gravuras espalhadas no complexo. Ta Som Ta Som é uma mini versão de Ta Prohm. As suas raízes ocuparam languidamente uma intrigante entrada. Aproxima-te de leste e vais encontrar um santuário solitário esculpido com divindades femininas, e se estiveres à procura de silêncio, Ta Som pode muito bem ser a resposta para as tuas orações. East Mebon Foi um dos primeiros templos construídos no complexo, Wat Mebon está ligeiramente degradado, mas ainda mantém algumas das mais impressionantes esculturas de Angkor. Possui uma riqueza de animais selvagens esculpidos em honra do deus hindu Shiva. O pôr do sol é a melhor época para visitar, pois as pedras assumem uma tonalidade avermelhada, e tem menos multidões. Dica Especial da IATI Com mais de um milhão de turistas a visitar Angkor Wat todos os anos, o espaço está a ficar congestionado. Grandes grupos de turistas tendem a seguir horários semelhantes, o melhor é evitá-los. Define o alarme para antes do amanhecer, quando há menos visitantes e a temperatura e a humidade são menores. Chega quando as portas se abrirem: 5h30. Após o nascer do sol, a maioria dos turistas volta para seus hotéis para o pequeno-almoço. Em vez disso, leva um lanche e fica por lá até as 9h, enquando os templos estão sossegados. Regressa ao hotel para um pequeno-almoço tardio, antes de regressares aos templos mais populares ao meio-dia, quando a maioria dos turistas vai almoçar. As tardes são melhor aproveitadas nos templos menores. Vai preparado para andar muito. Aluga uma bicicleta em Siem Riep, são muito melhores do que andar de Tuc-Tuc, e mais amigas do ambiente. Escolhe o seguro de viagem que melhor se adapta a ti, e não te esqueças de verificar as vacinas para viajar para o Sudoeste Asiático.

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Roteiro de 10 dias pelo Camboja

Roteiro de 10 dias pelo Camboja

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O Camboja tem vindo a tornar-se num dos destinos mais falados do sudeste asiático e é fácil perceber porque. Afinal, é aqui que se situam os templos de Angkor, o maior complexo de templos alguma vez construído e um dos registos arqueológicos mais importantes do mundo. A IATI, líder na venda de seguros de viagem, leva-te a conhecer este país incrível do Sudoeste Asiátio. Porém, não é apenas o complexo de Angkor Wat que torna o Camboja famoso. O país destaca-se também pela simpatia do seu povo, pelas praias paradisíacas e também pelo custo de vida, bastante acessível para o viajante comum. Neste sentido, preparamos aqui um roteiro imperdível de 10 dias pelo solo cambojano. 1ª paragem – Siem Reap (3 dias) A principal atração de Siem Reap são os templos de Angkor. De facto, esta é a cidade mais turística do país e está totalmente preparada e voltada para a exploração dos templos. Sugerimos que fique por aqui pelo menos 3 dias. Os bilhetes para os templos são vendidos consoante o número de dias que quer despender no complexo: 1 dia fica por 37 USD; 3 dias por 62 USD e 7 dias por 72 USD. O número de dias escolhido dependerá sempre da sua curiosidade em conhecer este tesouro religioso, mas pelo menos dois dias são aconselháveis. Isto porque o complexo está dividido em duas rotas, uma rota mais pequena (conhecida como small route), onde estão os templos principais, e uma rota maior (conhecida como big route) onde estão templos secundários, mas em contrapartida com menos afluência de turistas. Como obrigatoriamente terá de comprar o passe de 3 dias poderá utilizar o terceiro dia para fazer uma visita prolongada pelos templos que mais gostou, e aproveitar para fazer um pic-nic ou mesmo ler um livro. Não perca o nascer do sol no templo principal, Angkor, já que este será provavelmente o ponto alto da sua visita. Para explorar os templos a forma mais utilizada e também mais prática será de tuk-tuk. Existem vários tuk-tuks no centro da cidade que a toda a hora tentam vender o seu serviço. O preço ronda os 20 USD por dia para uma das rotas, a grande ou a pequena. Porém, se solicitar o mesmo tuk-tuk para dois dias poderá negociar o preço para 30 USD. Todos eles vão buscá-lo ao hotel por volta das 4h da manhã de forma a poder ver o nascer do sol. A bicicleta é outra opção, mas os templos nem sempre são relativamente próximos uns dos outros e a temperatura de Siem Reap ultrapassa facilmente os 30 ˚C, o que pode tornar o passeio bem cansativo. Outra opção será, neste terceiro dia, explorar o lago Tonlé Sap, o maior lago do sudeste asiático, onde fica uma vila flutuante com o mesmo nome. Existem várias agências de turismo com quem poderá fechar tours diários para explorar a região. O preço ronda os 20 USD e será, de facto, a melhor opção. Existem tuk-tuks que também o levam à região mas depois terá de explorar por sua conta, não tendo a oportunidade de visitar, de barco, a aldeia flutuante. Aproveite também o mercado noturno e a pub street onde poderá desfrutar de um bom refresco e comprar muitos souvenirs. 2º paragem – Ilhas de Koh Rong (3 dias) O Camboja tem duas ilhas paradisíacas principais, Koh Rong e Koh Rong Sanloem. A primeira é maior e tem um clima mais agitado enquanto que a segunda é conhecida por ser uma ilha mais calma onde a palavra de ordem é relaxar. A opção estará, claramente, dependente daquilo que procura por esta zona. Para chegar de Siem Reap a Sihanoukville poderá apanhar um avião já que ambas as cidades têm aeroporto. A opção mais em conta será um autocarro noturno, com direito a camas que custa cerca de 20 USD. Sihanoukville é a cidade portuária de onde saem os barcos para as ilhas. Aqui terá de apanhar então um dos barcos para a ilha que pretende. Existem vários horários durante o dia e o bilhete de ida e volta custa 24 USD. Já nas ilhas há algumas atividades para fazer mesmo que, aquilo que mais lhe apeteça, seja relaxar nas belíssimas praias. Por isso recomendamos uma estadia de 3 dias para que possa tirar pelo menos um dia para relaxar. Nos outros dois poderá fechar um tour que o levará à volta da ilha, onde poderá fazer snorkeling e vislumbrar a diversidade de peixes e a cor dos corais. No final do dia e já de noite poderá ainda nadar com plâncton fluorescente e tirar algumas das fotografias mais fenomenais da sua viagem. É uma experiência imperdível. O preço dos tours ronda os 20 USD e podem ser fechados em quase todos os hotéis. No dia seguinte sugerimos um trekking pela ilha. É uma das melhores formas de apreciar um pouco da natureza local ao mesmo tempo que consegue descobrir praias paradisíacas sem absolutamente ninguém. Peça um mapa no seu hotel e deixe-se encantar pela magia da selva. Caso depois queira ficar a relaxar na praia e não estiver disposto a fazer o percurso de volta, não há problema. Em ambas as ilhas existem barcos-táxi que o levam de volta ao ponto inicial por 5 USD por pessoa. Informe-se dos horários na receção do seu hotel. 3ª paragem – Kampot (2 dias) Kampot é uma pequena cidade litoral do Camboja, onde poderá vivenciar mais de perto a cultura do país, longe dos holofotes turísticos. O melhor a fazer por Kampot será mesmo passear pela cidade e deixar-se envolver pela dinâmica do país. Faça uma aula de culinária e aventure-se pela gastronomia cambojana. Em todos os cantos há aulas por preços bem acessíveis. Uma aula de yoga pelas 7h da manhã, ou uma massagem num dos muitos spas da cidade estão também na lista obrigatória sobre o que fazer em Kampot. Outra atração imperdível aqui é fazer uma viagem de barco para apreciar o pôr-do-sol. A viagem custa cerca de 5 USD com cerveja incluída e poderá ainda ver as dezenas de pirilampos que surgem ao anoitecer. 4ª paragem – Phnom Penh (2 dias) Phnom Penh é a capital do Camboja, mas, apesar de ser capital, não é a cidade mais atrativa do país. Por esse motivo, recomendámos apenas dois dias para a explorar. – A bilheteira para os templos de Angkor Wat fica afastada do centro da cidade e também afastada do complexo de templos. Porém, se solicitar o tuktuk, ele saberá levá-lo primeiro à bilheteira e só depois partir para o passeio. – Muitos hóteis em Siem Reap tem piscina e a diferença de preços é mínima. Faça uma pesquisa e opte por um hotel com piscina, nada lhe saberá melhor que um bom mergulho depois de um dia inteiro a explorar os templos sob o calor abrasador do Camboja. – As ilhas do Camboja são ainda muito pouco desenvolvidas. É aconselhável comprar com antecedência, na cidade, algum bem de primeira necessidade que precise e mesmo um kit de primeiros socorros. Existem alguns supermercados locais, mas tenha em atenção que irá pagar o triplo do preço, por se tratar de uma ilha. – O Camboja funciona com duas moedas, o dólar americano e o riel. Todos os pagamentos são feitos em dólares mas o troco é muitas vezes dado em riel. Pode parecer confuso inicialmente, mas rapidamente se adapta. Poderá usar as notas de riel para comprar garrafas de água ou pequenos snacks. – Tenha em atenção que a incrível experiência de nadar com plâncton não poderá ser feita em noites de lua cheia pois dada a quantidade de luz refletida pela lua, não é possível visualizar o plâncton. Tente coordenar as datas de modo a que a sua estadia pelas ilhas não coincida com este período lunar.

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