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O que fazer em Kotor

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Na IATI Seguros fazemos questão de te dar a conhecer os melhores sítios para que as tuas viagens sejam sempre prazerosas. Assim, hoje deixamos-te uma dica de viagem para os lados dos balcãs. Montenegro recebeu a sua independência em 2006 e a cidade portuária de Kotor tem recebido bastantes visitantes. Mas não te esqueças que deves viajar sempre seguro e para viagens de curta duração na Europa nós recomendamos o IATI Básico, que tem as coberturas essenciais garantidas. Viaja descansado pois temos os seguros de viagens sob medida para todo o tipo de viagem e na tua língua, sem adiantar dinheiro e sem franquias. Vamos, então, às nossas dicas para visitar Kotor, em Montenegro. O que fazer em Kotor Visitar a Catedral de Kotor Em Montenegro apenas existem duas catedrais católicas, sendo uma em Kotor. Esta catedral, que também é a sede do bispado católico de Kotor, ostenta duas torres. Mas se reparares bem, vais perceber que as duas torres não são iguais. A da direita é mais alta e está terminada e a da esquerda além de ser mais baixa dá a impressão de ter sido acabada à pressa. Por exemplo, apenas a torre da direita tem o relógio enquanto que na da esquerda está um espaço vazio. Museu Marítimo de Montenegro O Museu Marítimo de Montenegro localiza-se na cidade de Kotor e, provavelmente será um dos museus mais heterogéneos que alguma vez irás visitar. O museu está instalado na casa outrora pertencente à família Grgurina. Sofreu bastantes danos na sequência de um terremoto que aconteceu em 1979 e nessa altura beneficiou de obras de reconstrução. Está aberto todos os dias e a sua coleção é o resultado de donativos que os habitantes de Kotor quiseram oferecer ao museu. Assim, poderás encontrar réplicas de navios, artefactos ligados à atividade naval mas também pinturas, esculturas, mobiliário de época, trajes, uniformes e até um guerreiro de terracota proveniente de Xian, na China. Da panóplia de artigos nós destacamos a vasta coleção de armas antigas, nomeadamente espadas, sabres e yatagans, que são armas compridas tradicionalmente utilizadas pelo exército turco. Passear junto às muralhas A cidade de Kotor é muralhada e tem três Portões: O River Gate, também conhecido como Portão do Norte, o Gurdić Gate, ou Portão do Sul e o Sea Gate, ou Portão Principal. Cada um destes portões dá acesso à pequena vila e a sugestão que te deixamos é que explores as muralhas junto aos Portões de entrada. Se apenas puderes visitar uma entrada sugerimos que escolhas o Sea Gate, uma vez que é o Portão principal e por sinal o mais bonito e antigo. As muralhas estão bem conservadas e fazem parte da lista do Património Natural e Cultural da UNESCO desde 1979. São mais de quatro quilómetros de muralhas que chegam a uma altitude de cento e sessenta e dois metros. Apanhar um pequeno barco para visitar Nossa Senhora das Rochas em Perast Em Perast existem duas pequenas ilhas que chamam a atenção dos visitantes. Uma das ilhas é natural e a outra é artificial. A ilha natural alberga um mosteiro e, por essa razão, não é possível visitá-la. No entanto, foi construída junto à ilha do mosteiro uma igreja a que deram o nome de Nossa Senhora das Rochas. Segundo a lenda, dois irmãos pescadores encontraram num penhasco uma estatueta da Virgem Maria com Cristo e resolveram levá-la para casa. Todavia, no dia seguinte tinha desaparecido e foi encontrada novamente no penhasco. Voltaram a levá-la para casa e ela voltou a desaparecer e aparecer no penhasco. Os irmãos acharam que a estatueta queria ficar no penhasco e decidiram construir uma capela. Os habitantes começaram a atirar rochas e aos poucos foi construída a base da ilha artificial. História incrível, não achas? Dicas Extra Para finalizar, vamos deixar-te algumas dicas extra para que aproveites ao máximo a tua viagem a Kotor: • No Portão Principal existe uma inscrição que se acredita ser de autoria de Tito. Diz mais ou menos o seguinte: “O que pertence aos outros nós não queremos, o que é nosso não entregaremos”; • As ruas são labirínticas mas Kotor é tão pequeno que na pior das hipóteses voltas ao local de origem. Não tenhas receio de te perderes; • Os montenegrinos dizem que não gostam muito de trabalhar, por isso fazem pausas no trabalho quando acham que precisam. Não te admires se vires lojas fechada por algumas horas; • A língua oficial é o montenegrino (fala-se também sérvio, bósnio, albanês e croata) mas o inglês é entendido sem problema. A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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Descobre o aeroporto mais perigoso do mundo

Descobre o aeroporto mais perigoso do mundo

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Se uma das tuas experiências de sonho é subir o majestoso Evereste, então prepara-te, pois escalar os 8848m da montanha mais alta do mundo não será o único desafio que terás de ultrapassar. Isto porque, para lá chegar, temos obrigatoriamente de voar para aquele que é conhecido como o aeroporto mais perigoso do mundo: o aeroporto de Lukla, no Nepal. Estamos a falar de um aeroporto com uma pista demasiado curta e inclinada onde radar ou torre de controlo, simplesmente não existem. Neste artigo a IATI Seguros explica-te todo o mistério por detrás deste aeroporto, bem como o porquê de ser o aeroporto onde mais acidentes de aviação existem. Mas antes de encarar uma aventura pelos Himalaias não te esqueças de fazer o teu seguro de viagem com a IATI Seguros para que possas viajar com a máxima segurança. Lukla: o aeroporto mais perigoso do mundo O aeroporto de Lukla fica, tal como o nome indica, na aldeia de Lukla. Curiosamente esta aldeia só existe por causa do aeroporto e não o contrário, como costuma sempre acontecer. A aldeia é habitada por sherpas, um grupo étnico nepalês que vive há milénios sob as duras condições das montanhas dos Himalaias. Na verdade, a história deste aeroporto recua até 29 de Maio de 1953. Nesta data, o neozelandês Edmund Hillary e o sherpa Tenzing Norgay atingiram o pico do Evereste, consagrando-se nos primeiros seres humanos a conquistar o pico da montanha mais alta do mundo. Depois deste feito, Hillary e Norgay decidiram investir no turismo e tornar a escalada ao Evereste acessível a toda a gente. Construir um aeroporto foi o passo inicial dado que aquela zona dos Himalaias fica numa região do Nepal inacessível por outros meios de transporte. Hillary pagou assim 364 USD pelo único terreno que tinha uma área suficientemente plana para construir uma pista de aviação. Ainda assim, as características para construir um aeroporto não poderiam ser as piores. Afinal de contas tem uma pista demasiado curta e super inclinada, no meio de montanhas altíssimas, com um clima bastante imprevisível, num dos países mais pobres do mundo, com recursos precários para uma manutenção eficiente. Mesmo o piso do aeroporto só foi cimentado em 2001 pois até lá era literalmente feito de terra batida. Aliás, há uma história engraçada que acompanha este acontecimento. Quando o aeroporto ficou construído Hillary viu que o piso em terra estava ainda demasiado fofo para aguentar o peso dos aviões sem ceder. Assim, decidiu dar uma festa e embebedar todos os sherpas, levando-os a dançar na pista do aeroporto, para que estes amassassem o solo. Apenas três aviões podem operar neste aeroporto: o britânico De Havilland Twin Otter, o alemão Dornier DO-228 e o checo LET L-410. Além disso, a pista tem apenas 527 m e uma inclinação de 7%. Embora, aparentemente, 7% pareça pouco significativo, tal indica que, uma das pontas do aeroporto está 64m mais alta que a outra ponta. Esta diferença corresponde à altura de um prédio de 21 andares. Por outro lado, a aldeia de Lukla está no meio de montanhas altíssimas, e só numa das pontas do aeroporto há um precipício ao invés de mais montanhas. Por este motivo, todos os aviões têm de aterrar e descolar em direções opostas, algo que nunca acontece nos outros aeroportos. Em todos os outros a direção de aterragem e descolagem é sempre a mesma. Como se não bastasse, o aeroporto de Lukla fica a 2860 metros de altitude, uma altura demasiado alta onde o ar é já bastante rarefeito. Este é também um aeroporto sem torre de controle onde a única coisa que existe é uma sala de rádio que informa sobre as condições meteorológicas. Radar ou qualquer outro equipamento que auxilie à navegação são também inexistentes. Por isso, qualquer piloto que voa para Lukla tem de voar e aterrar por sua própria conta e risco. A aterragem é completamente visual e só pode ser feita de dia já que o aeroporto também não tem iluminação. Não é qualquer piloto que pode voar até Lukla ou pilotar este tipo de aviões. O governo nepalês só autoriza àqueles que completaram pelo menos 100 hora de voo em condições STOL (Short Take Off and Landing), 1 ano de experiência a voar no Nepal também em condições STOL e já ter sido co-piloto em voos para Lukla pelo menos umas 10 vezes. Contudo, embora estas regras sejam bastante restritas, a fiscalização pura e simplesmente não acontece. No final de contas, todos os meses há, pelo menos, um acidente de aviação em Lukla, quase sempre sem vítimas mortais. Todos os dias há voos que aterram e descolam deste aeroporto. A verdade é que, apesar de todas estas condições precárias, centenas de pessoas chegam em segurança, o que demonstra o quão seguro é viajar de avião nos dias de hoje. Artigo escrito por: Patricia Carvalho

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Brexit: viajar para o Reino Unido

Brexit: viajar para o Reino Unido

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Como será viajar para o Reino Unido após o Brexit? Esta questão trouxe inúmeras dúvidas e perguntas de viajantes que querem continuar a visitar ou estão a pensar fazer a sua primeira viagem ao país de William Shakespeare. Depois de muitos anos de incerteza, e após a aprovação por referendo a 23 de Junho de 2016 com uma percentagem de 51,6% dos votos, os britânicos decidiram deixar a União Europeia. Embora o Brexit tenha acontecido oficialmente a 1 de Fevereiro de 2020, esse ano foi considerado um ano de transição. Portanto, só a 1 de Janeiro de 2021 é que as grandes mudanças entre o Reino Unido e o resto da Europa começaram a ser aplicadas. Viajar para Londres ou para outra cidade de Inglaterra não será a mesma coisa depois do Brexit. Ainda poderás desfrutar do país e das suas inúmeras atrações, mas terás de ter em conta uma série de mudanças importantes que irão afectar a tua viagem. Para que tenhas todas as informações à mão, preparámos este guia detalhado com tudo o que precisas de saber sobre viagens após o Brexit. Precisas de passaporte? Precisas de visto? Afecta os voos? Precisas de seguro de viagem por causa de Brexit ou o Cartão Europeu de Seguro de Saúde é útil? Estas dúvidas e muitas mais, resolvemo-las no guia Brexit: viajar para o Reino Unido. Brexit: Documentos para viajar para o Reino Unido Quando se trata de viajar para o Reino Unido após o Brexit, a primeira pergunta que nos vem à cabeça é “posso fazê-lo com o meu Cartão de Cidadão ou preciso do passaporte para viajar até Londres?”. Até agora, com o país enquadrado na União Europeia, bastava apresentar o Cartão de Cidadão, como acontece em qualquer outro estado da União. Agora isto mudou, por isso toma nota: Documentos para viajar – precisas de um passaporte? Desde 1 de Outubro de 2021, viajar para Londres ou qualquer outra cidade do país exige que apresentes o teu passaporte. Lembra-te que terá de ser válido por pelo menos 6 meses a partir da data de entrada no território e com, pelo menos, uma página livre. Visto para entrar no país após o Brexit Após longos meses de negociações, foi acordado que, para cidadãos pertencentes a qualquer país da União Europeia, não será necessário obter um visto para viajar até ao Reino Unido. Este acordo está sempre sujeito a um acordo de reciprocidade, o que significa que se algum país decidir exigir um visto aos cidadãos britânicos, o governo britânico poderá aplicar-lhe os mesmos requisitos. Assim, ao contrário do período pré-Brexit, quando viajar para o Reino Unido não tinha uma duração máxima de estadia e até se podia lá ficar a viver sem qualquer problema, agora a estadia máxima para aqueles que não têm um visto será de 6 meses. Se precisares de permanecer mais de meio ano no país, terás de obter um visto. Demorará mais tempo a passar pelos controlos de segurança? Como podes imaginar, entrar no país é agora ligeiramente mais lento. Como foram impostas as fronteiras com o resto da União Europeia, levará um pouco mais de tempo a passar pelo controlo de segurança (nos aeroportos, terminais de comboios, autocarros ou ferry), pois terás de parar para verificar os teus documentos e bagagem. Seguro de viagem para o Reino Unido depois do Brexit Como assinalámos no ponto anterior, o governo recomenda vivamente viajar para o Reino Unido com um seguro de viagem que ofereça a melhor cobertura. As diferenças entre o que é coberto pelo Cartão Europeu de Seguro de Saúde e um seguro de viagem de qualidade para o Reino Unido são abismais, e é isso que os leva a insistir neste ponto em diferentes secções do seu site oficial. Embora o Cartão Europeu de Seguro de Saúde preste assistência limitada em centros de saúde públicos, um seguro de viagem garante-te os melhores benefícios possíveis em centros privados de qualidade. Incluindo todos os testes necessários sem espera, medicação prescrita por um profissional, hospitalização ou transferência. Se vais viajar para o Reino Unido depois do Brexit, não esperes mais e faz aqui o teu seguro de viagem. Além disso, se decidires incluir os custos de cancelamento, poderás recuperar, dentro das disposições das cláusulas, os custos que assumiste (voos, hotéis, actividades.) se não puderes viajar. Restrições de bagagens e alimentos Isto é de particular interesse para ti no teu regresso a Londres após o Brexit, pois terás de ter muito cuidado se levares certos tipos de alimentos. É proibido, a menos que tenha o certificado correspondente, trazer da União Europeia produtos como carne, vegetais ou produtos lácteos; com excepção do leite em pó para crianças ou alimentos especiais com receita médica. Pode não parecer grande coisa, mas já houve casos de alimentos a serem tirados aos camionistas que transportam mercadorias para a UE quando atravessam a fronteira. Viajar com um animal de estimação para o Reino Unido – há alguma alteração? Para muitos, os animais de estimação são um membro da família e, por esta razão, cada vez mais viajantes optam por viajar com eles. Na IATI, estamos conscientes disto e é por isso que temos apólices de seguro como a IATI Escapadinhas, que oferece cobertura para viagens deste tipo. Se for este o teu caso, é normal que perguntes como é que uma viagem a Londres, ou ao resto do país, afecta o teu animal de estimação. Como assegurado pela própria página do Ministério dos Negócios Estrangeiros: “Pode entrar no Reino Unido com o seu cão, gato ou animal de estimação se o animal tiver um microchip, tiver um passaporte ou um certificado oficial de um veterinário de um terceiro estado, tiver sido vacinado contra a raiva e submetido a um tratamento de desparasitação. Se os requisitos não forem cumpridos, os animais de estimação poderão ser rejeitados na fronteira ou colocados em quarentena”. Portanto, verifica todos os requisitos a ter em conta no site oficial do governo britânico. Roaming depois do Brexit: Ainda podemos usar o telemóvel como antes? O roaming é aquele serviço através do qual podemos continuar a utilizar a nossa tarifa de telemóvel em alguns países, sem ter de pagar as barbaridades que uma chamada ou uma mensagem custava há anos atrás. Como o roaming é legislado ao nível da União Europeia, existe agora a possibilidade de este acordo desaparecer com a saída do Reino Unido. De momento, os acordos de roaming gratuito existentes mantêm-se, mas, tendo saído do quadro da UE, as diferentes operadoras podem variar as suas tarifas. Assim, a principal recomendação é que antes de iniciar a viagem verifiques com a tua operadora se esta ainda mantém o roaming gratuito em Inglaterra. Conduzir e alugar um carro no Reino Unido com uma carta portuguesa Poderás nem sequer ter pensado nisto, mas, se és daqueles viajantes que gosta de desfrutar de uma viagem de carro pelo país, provavelmente queres saber se, após a saída da UE, a tua carta de condução ainda será válida ou se terás de levar contigo uma carta internacional. Após negociações, ambas as partes concordaram que os cidadãos da UE que visitam o país ainda poderão utilizar as suas cartas de condução sem quaisquer problemas. Este ponto em particular parece estar aberto a possíveis mudanças no futuro mas, se assim for, iremos actualizar este guia com as novas mudanças. Levantar dinheiro no Reino Unido – o que acontece agora? Neste ponto, não há nenhuma alteração notável porque, apesar da sua entrada na União Europeia em 1973, a Inglaterra nunca adoptou o euro como moeda, continuando a utilizar a libra esterlina. Portanto, quando se trata de pagar no Reino Unido, o melhor a fazer é utilizar um cartão que te ofereça a possibilidade de não pagar as grandes taxas que os bancos tradicionais normalmente cobram. Viajar depois do Brexit: Resumo e perguntas frequentes Como resumo deste guia, respondemos às principais questões: Preciso de um passaporte para viajar para o Reino Unido após o Brexit? Desde 1 Outubro de 2020 não é possível viajar só com o Cartão de Cidadão, é obrigatório viajar com um passaporte válido. Quanto tempo posso ficar como turista no Reino Unido? O tempo máximo é de seis meses. Preciso de um visto para viajar para Londres depois de Brexit? Apenas se a tua estadia for superior a 6 meses. Os controlos de segurança a entrar no país são mais lentos? Sim, uma vez que os teus documentos serão verificados, eles podem ser um pouco mais lentos. Existem algumas restrições de bagagem para os viajantes? Os viajantes que deixam o Reino Unido depois do Brexit não poderão trazer alimentos como carne, vegetais ou produtos lácteos para a UE. O Cartão Europeu de Seguro de Saúde é válido para viajar para o Reino Unido depois do Brexit? A sua validade é garantida até Outubro de 2021 e, embora haja a possibilidade de ser prorrogada, o Ministério dos Negócios Estrangeiros insiste na necessidade de um seguro de viagem, dadas as grandes limitações do CESD. É necessário um seguro de viagem para o Reino Unido? Dadas as grandes limitações do Cartão Europeu de Seguro de Saúde, o Ministério dos Negócios Estrangeiros recomenda um seguro de viagem que tenha a maior cobertura, como os que oferecemos na IATI 100% concebidos para uma viagem como esta. Posso viajar com um animal de estimação? Sim, desde que tenhas os seus documentos e vacinas actualizados, não terás quaisquer problemas a este respeito. Existe roaming no Reino Unido depois do Brexit? De momento, sim. Mas deverás confirmar com a tua operadora se foi efectuada alguma alteração. Uma carta de condução portuguesa é válida no Reino Unido? Sim, poderás utilizá-la para viajar pelo país. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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O que visitar em Mérida

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Mérida é uma cidade espanhola, capital da região da Estremadura, rica em vestígios romanos e a uma distância de cerca de trezentos quilómetros de Lisboa. Estas são algumas das razões que fazem de Mérida uma escapadinha ideal para os viajantes portugueses. Neste artigo a IATI Seguros vai dizer-te alguns dos lugares que tens mesmo de visitar se decidires viajar até Mérida mas não te esqueças de viajar sempre seguro. Vamos, então, à lista dos melhores sítios a visitar em Mérida! Os melhores sítios a visitar em Mérida Teatro Romano e Anfiteatro Romano O complexo formado pelo Teatro Romano e pelo Anfiteatro Romano é de visita obrigatória! Terás de comprar um bilhete mas acredita que vale a pena. Podes conferir os horários, tipos de bilhete e respetivos preços na página oficial do Turismo de Mérida mas chamamos a tua atenção para o facto de existir um bilhete combinado com o qual podes visitar todos os lugares pertencentes ao mesmo consórcio por um preço reduzido. Esse bilhete é válido por vários dias, por isso vê bem se te compensa comprar. Neste complexo irás encontrar variados vestígios da época romana, passear em jardins adornados com estátuas, percorrer os túneis do anfiteatro, pisar a arena onde aconteciam espetáculos com gladiadores e animais selvagens, enfim, uma aula de história e uma viagem ao tempo romano. Museu Nacional de Arte Romana O Museu Nacional de Arte Romana está localizado em frente ao complexo do Teatro e Anfiteatro Romanos, pelo que sugerimos que seja a tua próxima paragem na visita a Mérida. É o local onde estão expostos variados artefactos provenientes não apenas do complexo que mencionamos anteriormente mas também de outros sítios arqueológicos em Mérida. São de realçar nesta coleção o Aion-Chronos, uma estátua que se acredita pertencer a uma conjunto de esculturas de deuses, o Augusto Velado, um busto em mármore do Imperador Augusto, e uma coluna em mármore proveniente do Templo Romano de Diana, que falaremos a seguir. Templo Romano de Diana O Templo Romano de Diana data do século I D. C. e acredita-se que era o epicentro da Augusta Emerita, o nome romano da atual cidade de Mérida. E ste templo está completamente integrado na atual geografia da cidade, não existem muros nem entrada e podes perfeitamente admirar o edifício a partir da rua. Em frente ao Templo de Diana está localizado o Centro de Interpretação do Templo de Diana onde poderás aprender mais sobre a história do lugar. Se apenas estás interessado nas vistas, toma nota que nesta mesma rua existem vários restaurantes com esplanada que são o lugar perfeito para relaxares. Arco de Trajano O Arco de Trajano tem uns impressionantes quinze metros de altura e em tempos delimitava o perímetro da Augusta Emerita. Foi construído em granito no século I D. C. como entrada monumental na cidade e ainda hoje mantém a sua grandiosidade. Não precisas bilhete para admirar esta maravilha arquitectónica e recomendamos que o faças! Aqueduto dos Milagres O abastecimento regular de água às populações era uma das condições para que as regiões se desenvolvessem e os romanos tiveram isso em consideração. O Aqueduto dos Milagres foi construído entre o século I A.C. e o século III D.C. e cumpria a sua função de fazer chegar água até Augusta Emerita. Hoje poderá observar um monumento com vinte e cinco metros de altura e oitocentos e trinta metros de comprimento e não precisas de bilhete para visitar. Aqueduto de São Lázaro O Aqueduto de São Lázaro, na nossa opinião, não é tão grandiosos como o Aqueduto dos Milagres, mas mesmo assim, vale a pena a tua visita. Junto a este monumento existe um pequeno mas agradável jardim onde poderás passear e procurar o melhor ângulo para as tuas fotografias do aqueduto. Além disso, tem em mente que não precisas de bilhete de entrada e que à noite o aqueduto ilumina-se o que lhe confere um aspeto particular. E eram estas as dicas de o que visitar em Mérida que tínhamos para te falar. Temos a certeza que vais adorar a história e cultura que podes experienciar em Mérida e esperamos que estas dicas te sejam úteis. A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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Preciso de seguro para viajar pela Europa?

Preciso de seguro para viajar pela Europa?

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Ao preparar uma viagem na Europa, sendo europeus, costumamos seguir os mesmos passos de uma viagem para qualquer outro lugar. Compramos voos para o destino, descobrimos o que ver e fazer, reservamos alojamento e fazemos a mala. Quando se trata de viajar para para fora, todos sabemos que o seguro médico internacional é a melhor proteção contra acidentes, doenças ou qualquer outro contratempo, mas quando se trata de uma viagem apertada, muitos fazem as mesmas pergunta: Preciso de seguro para viajar pela Europa? O que cobre o Cartão Europeu de Saúde? Hoje respondemos às tuas perguntas para que possas escolher o que achares mais conveniente. Seguro para viajar para a Europa ou Cartão Europeu de Saúde 1. O que é o Cartão Europeu de Seguro de Doença? O Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD) permite a uma pessoa abrangida por um regime de proteção social obter a assistência médica de que necessitar durante a sua estadia temporária noutro país. Este cartão é válido por três anos. Confere todos os detalhes no portal da Segurança Social. 2. Quais são os países que o Cartão Europeu de Seguro de Doença cobre? Podes usar o Cartão Europeu de Seguro de Doença na Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Letónia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Holanda, Polónia, Reino Unido, República Checa, Romênia, Suécia e Suíça. 3. O que cobre o Cartão Europeu de Saúde? Com o Cartão Europeu de Saúde terás os mesmos direitos, nas área da saúde, que os habitantes do país onde te encontras. Por exemplo, se estiveres a viajar na Alemanha, terás os mesmos direitos que um alemão. É muito importante que saibas que ter o Cartão Europeu de Saúde não é sinónimo de receber assistência médica gratuita, simplesmente dá-te os mesmos privilégios que os locais. O que significa que se o país onde estás pagar pelo tratamento recebido ou pela visita, também terás que pagar. Com o Cartão Europeu de Saúde terás, basicamente, cobertura para assistência médica de emergência em caso de acidentes ou doenças. Da mesma forma, também o podes usar em caso de agravamento de doenças crónicas. É necessário seguro médico para a Europa? Por esta altura, talvez estejas a perguntar se precisas de um seguro de viagem para a Europa se tiveres o Cartão Europeu de Saúde. Relembramos que Cartão Europeu de Saúde não é uma alternativa ao seguro de viagem. Não cobre cuidados de saúde privados, custos como o voo de regresso ao país de origem, ou a perda ou roubo dos teus pertences. Serve este texto para te mostrar algumas das diferenças mais importantes entre um seguro de viagem e o Cartão Europeu de Saúde. Com um seguro terás outro tipo de cobertura pois, além dos cuidados primários, também inclui outras coberturas como problemas com bagagem, roubo, repatriação ou transferência de um familiar em caso de hospitalização, entre muitas outras. Outra grande vantagem em relação ao CESD é a qualidade do atendimento recebido, o idioma e a facilidade de encontrar um centro médico com boas condições. Imagina que estás a viajar pela Roménia e, por algum motivo, precisas de consultar um médico. Com o CESD precisas de encontrar alguém que fale inglês e que te explique como chegar ao posto de saúde mais próximo, rezar para que o médico fale um pouco de inglês e te consigo explicar o teu problema. Ao viajar com um seguro de viagem para a Europa, tens uma chamada gratuita no teu idioma, saberás a qual centro médico de qualidade te deves dirigir para fazer o tratamento em inglês e, além disso, terás cobertura tanto para consultas como para transporte e medicamentos. Não precisas de ir até à Roménia para encontrar outro bom exemplo das vantagens que um seguro de viagem te dá. Imagina que estás a viajar pela Islândia, a desfrutar de um trekking com amigos. Numa distração, torces o tornozelo e precisas que uma equipe de resgate venha até ti. Com um seguro de viagem como o IATI Mochileiro, que cobre desportos de aventura, não terás que te preocupar com a conta. Sem ele, prepara-te para enfrentar um pagamento que deixará mais mazelas do que o próprio acidente. Semelhantemente, existem casos em alguns países europeus em que os pacientes atendidos nas urgências de centros públicos não receberam o mesmo tratamento que os locais. Então, que seguro devo contratar para viajar pela Europa? O seguro mais recomendado para viajar pela Europa é o IATI Básico, graças à sua cobertura e ao preço. Com este seguro, terás até € 150.000 de cobertura em assistência médica no estrangeiro, repatriamento, responsabilidade civil e coberturas diversas em caso de atraso do teu voo ou perda de bagagem. Podes consultar todos os detalhes nas Condições do seguro de viagem IATI Básico. Visto desta foram… não é óbvia a diferença entre as poucas vantagens do Cartão Europeu de Seguro de Doença e a enorme protecção que esta apólice oferece? Se viajares pela Europa, não penses duas vezes. Contrata já o teu IATI Básico por menos de €20 para uma viagem de uma semana à Europa e desfruta da tranquilidade que estes €150.000 de despesas médicas proporcionam. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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