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É seguro viajar para a Colômbia? 2025

É seguro viajar para a Colômbia? 2025

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É seguro viajar para a Colômbia? Este país sul-americano está na moda entre os viajantes há já vários anos. E não é de estranhar, pois conta com atrações naturais e culturais incríveis. Desde cidades coloniais como Cartagena das Índias, até lugares de uma beleza paisagística ímpar como o Eixo Cafeteiro ou as ilhas de San Andrés, a Colômbia vai conquistar-te. No entanto, e infelizmente, não é um país que goze da melhor reputação em termos de segurança, pelo que talvez te preocupes se é perigoso viajar para a Colômbia. Na IATI Seguros queremos dar-te toda a informação necessária para que possas avaliar se é seguro viajar para a Colômbia e deixar-te alguns conselhos para que a tua viagem corra na perfeição. Além disso, falaremos também sobre a segurança na Colômbia neste momento. O que diz o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal sobre a segurança na Colômbia? Nas recomendações de viagem para a Colômbia do Portal das Comunidades Portuguesas, a primeira nota de destaque refere que, embora a situação de segurança tenha melhorado nos últimos anos, persiste em algumas zonas um clima de insegurança consequência da violência comum, narcotráfico e grupos armados ilegais. No entanto, é esclarecido que os turistas não são, por norma, o alvo principal destes grupos, embora seja necessário ter precaução redobrada nos departamentos mais periféricos. Nas suas atualizações para 2025, indica-se que deve manter-se a prudência nos grandes centros urbanos, onde podem ocorrer episódios de assaltos, por vezes com recurso a violência. Por isso, aconselha-se cautela nas zonas turísticas e, especialmente, durante a noite. O Ministério aconselha a evitar zonas rurais isoladas, montanhosas e deslocações rodoviárias noturnas. São consideradas zonas de alto risco, devendo ser evitadas: as zonas fronteiriças com a Venezuela, Equador e Panamá (como o Chocó ou Arauca), certas áreas de Cauca, Nariño (especialmente Tumaco) e Norte de Santander (região de Catatumbo). Relativamente ao resto do país, o nível de perigosidade é considerado médio, sobretudo nas grandes cidades, onde é preciso ter cuidado com a delinquência comum. Os destinos turísticos mais importantes, como Cartagena das Índias, as ilhas de San Andrés e Providencia, Popayán, Leticia, Medellín, Cali e as zonas nobres de Bogotá, são visitáveis, embora exista sempre a probabilidade de ocorrência de algum incidente. No que toca à saúde, devido à sua geografia, é possível contrair doenças transmitidas por mosquitos como o dengue, o zika ou a chikungunya. Caso visites a selva amazónica, recomenda-se atenção à malária. O uso de repelente é essencial. Também se aconselha a vacinação contra a febre amarela, pelo menos 10 dias antes de entrar em departamentos como Tolima, Putumayo, Nariño, Caquetá, Huila, Vaupés, Cauca, Meta e Caldas, ou se visitares parques naturais. Podes consultar mais detalhes no nosso guia sobre vacinas para viajar para a América do Sul. Por outro lado, o sistema de saúde público na Colômbia pode ter limitações e o recurso ao sistema privado, em caso de problemas, pode revelar-se muito dispendioso. Por isso, a recomendação oficial é clara: é fundamental viajar com um seguro de saúde abrangente. Não existe convenção de saúde entre Portugal e a Colômbia, pelo que é essencial levares contigo um seguro de viagem à altura desta aventura. O IATI Mochileiro será o teu aliado perfeito. Com coberturas elevadas para despesas médicas, que incluem as derivadas da prática de desportos de aventura como snorkeling ou trekking, estaremos ao teu dispor 24 horas por dia e em português. 👉 Não deixes de ler: Requisitos, documentos e seguro para viajar para a Colômbia Mas então, é seguro viajar para a Colômbia? Embora a imagem da Colômbia no exterior tenha sofrido muito no passado, a sombra de Pablo Escobar e dos cartéis de droga é, felizmente, uma página virada. É evidente que é necessário tomar precauções, como em muitos países da América do Sul, mas podemos afirmar que, em geral, é seguro viajar para a Colômbia. O país continua a bater recordes de turismo em 2025. Claro que é preciso ter precaução em alguns bairros de grandes cidades como Bogotá e cuidado em cidades muito turísticas como Cartagena ou Santa Marta, mas é totalmente possível viajar pela Colômbia de forma independente sem te sentires inseguro. Aliás, como costumamos dizer na IATI, na Colômbia o perigo é querer ficar lá! Quanto a questões sanitárias, é recomendável a vacina contra a febre amarela caso visites zonas de selva, parques naturais (como o Tayrona) ou a região da Costa Atlântica. Para tirar dúvidas, o melhor é marcares uma Consulta do Viajante em Portugal com antecedência. As vacinas geralmente recomendadas para viajar seguro para a Colômbia são a da febre amarela, hepatite A e B e tétano. O teu médico também te indicará se precisas de fazer profilaxia da malária, dependendo do teu roteiro pela Colômbia. Como referido anteriormente, os centros médicos das grandes cidades têm boas infraestruturas, mas nas zonas rurais o atendimento pode ser mais precário. Além disso, sem cobertura pelo sistema de saúde local, as despesas em hospitais privados podem ser avultadas. Por tudo isto, é totalmente recomendável ter um bom seguro de viagem. Contrata a tua apólice IATI Mochileiro, o melhor seguro de viagem para a Colômbia, e desfruta tranquilamente do país. Terás cobertura elevada em despesas médicas, repatriamento e proteção contra roubos, danos na bagagem ou atrasos nos voos. Viajar seguro para a Colômbia agora, é possível? Sim, é possível viajar para a Colômbia agora e com normalidade. Para cidadãos portugueses, não é necessária documentação extraordinária para turismo; o teu passaporte válido será suficiente para estadias de curta duração (geralmente até 90 dias). A situação no país é de normalidade, mas nunca é demais viajar acompanhado de um bom seguro que te proteja em caso de acidente ou doença. O IATI Mochileiro oferece-te as melhores coberturas médicas e de aventura. Faz já o teu e viaja com a segurança que mereces. Viajar sozinha para a Colômbia, é seguro? Estás a pensar viajar sozinha para a Colômbia? Força! Poderás viajar sozinha pelo país e sentir-te muito confortável, embora, como em qualquer lugar, devas fazê-lo com alguma precaução. O mais importante a ter em conta é evitar caminhar sozinha à noite, sobretudo em zonas com pouco movimento ou mal iluminadas. Fala com os locais e guia-te pelos seus conselhos de segurança. Os colombianos são um povo aberto e amável e são quem melhor conhece a situação de cada bairro. É provável que sintas alguns olhares ou ouças comentários na rua (piropos). Nesses casos, a paciência e ignorar costuma ser o que funciona melhor. Finalmente, é importante estar alerta em bares e discotecas. Tem cuidado com a bebida e não aceites copos de desconhecidos, devido ao risco de uso de escopolamina (“burundanga”) para roubos. Alguns conselhos para viajar seguro pela Colômbia Como vês, viajar pela Colômbia é seguro, mas existem perigos a evitar. Aqui tens uma lista de recomendações que gostaríamos de ter recebido na nossa primeira viagem: • Viaja protegido: Leva o melhor seguro de viagem para a Colômbia, o IATI Mochileiro. • “Não dês papaia”: Esta é a expressão local para “não te ponhas a jeito”. Sê discreto, não mostres objetos de valor (câmaras, telemóveis caros) na rua desnecessariamente. Usa o telemóvel dentro de estabelecimentos. • Dinheiro: Não transportes grandes quantias. Se puderes, distribui o dinheiro por diferentes bolsos. • Cartões: Cuidado com a clonagem de cartões. Usa caixas multibanco (ATMs) dentro de bancos, centros comerciais ou supermercados. Não perdas o teu cartão de vista ao pagar em restaurantes. • Insetos: Usa repelente. Em zonas de vegetação densa, veste camisas de manga comprida e calças ao amanhecer e entardecer. • Zonas de risco: Evita as zonas assinaladas como perigosas. Em Bogotá, informa-te sobre quais os bairros a evitar a sul ou zonas específicas do centro à noite. • Transportes: Evita apanhar táxis na rua, especialmente à noite. Usa aplicações como a Uber ou Cabify, ou pede ao hotel/restaurante para chamar um táxi seguro. Verifica sempre se a matrícula coincide. • Passeio milionário: Embora menos frequente, o sequestro relâmpago para levantar dinheiro em caixas multibanco (paseo millonario) é um risco se apanhares táxis não oficiais na rua à noite. • Água e Comida: Bebe água engarrafada. A comida colombiana é deliciosa mas pode ser pesada; adapta o teu organismo aos poucos. Se gostas de sabores exóticos, não percas as frutas tropicais da Colômbia, mas lava-as sempre bem se as comprares na rua. Perguntas Frequentes sobre viajar para a Colômbia É seguro apanhar Uber ou Cabify na Colômbia? Sim, e é geralmente mais seguro do que mandar parar um táxi na rua, especialmente à noite. Aplicações como a Uber, Cabify ou DiDi são muito utilizadas nas grandes cidades (Bogotá, Medellín, Cali). Embora operem numa espécie de “vazio legal” ou “zona cinzenta” (podes ter de te sentar no banco da frente para não pareceres um passageiro), permitem-te saber quem é o condutor, seguir o trajeto por GPS e evitar o manuseamento de dinheiro físico, reduzindo o risco de burlas ou do “passeio milionário”. Posso beber água da torneira na Colômbia? Em cidades como Bogotá e Medellín, a água da rede pública é tratada e considerada potável. No entanto, o sistema digestivo de um viajante pode não estar habituado à flora bacteriana local. Para evitar problemas de estômago que estraguem a viagem, a recomendação geral para 2025 mantém-se: prefere sempre água engarrafada ou purificada, especialmente em zonas rurais, na costa (Cartagena, Santa Marta) e nas ilhas. Qual é a melhor época para viajar para a Colômbia? A Colômbia é um país tropical e pode ser visitado durante todo o ano, mas tem duas estações principais: a seca e a chuvosa. Para atividades ao ar livre e caminhadas, os meses mais secos — de dezembro a março e de julho a agosto — são os ideais. Se quiseres ver o rio de cores em Caño Cristales, terás de ir entre junho e novembro. Os portugueses precisam de visto para a Colômbia? Não. Para turismo, os cidadãos portadores de passaporte português não necessitam de visto para estadias até 90 dias. À chegada, os oficiais de migração carimbam o passaporte com a autorização de permanência. Certifica-te apenas de que o teu passaporte tem uma validade superior a 6 meses à data de entrada. Deverás também preencher o formulário de pré-registo migratório “Check-Mig” online antes do voo. O que é a “Burundanga” e como posso evitar? A Burundanga (Escopolamina) é uma droga que anula a vontade da vítima e provoca amnésia, utilizada por criminosos para roubos. Embora o medo seja comum nas pesquisas online, os casos são evitáveis com precaução básica: nunca deixes a tua bebida ou comida sem vigilância em bares e discotecas, e não aceites cigarros, doces, bebidas ou papéis (panfletos) de estranhos na rua, especialmente se estiveres sozinho(a). É seguro usar o telemóvel na rua? A regra de ouro nas grandes cidades colombianas é “não dar papaia”. Isto significa não facilitar. Evita andar com o telemóvel na mão em zonas movimentadas do centro de Bogotá ou Medellín, pois os roubos por esticão (muitas vezes de moto) são comuns. Se precisares de consultar o mapa ou chamar um Uber, entra numa loja, café ou hotel para o fazeres em segurança. Que moeda devo levar? Aceitam cartões? A moeda é o Peso Colombiano (COP). Hoje em dia, cartões como o Revolut ou Wise funcionam muito bem para levantar dinheiro nas caixas multibanco (procura as que dizem “cajero automático”, preferencialmente dentro de centros comerciais) e têm taxas melhores que os bancos tradicionais portugueses. O pagamento com cartão é aceite na maioria dos restaurantes e hotéis, mas convém teres sempre dinheiro vivo (efectivo) para pequenas compras, táxis e vendedores de rua. A Colômbia é um país fascinante e, com bom senso e as precauções certas, terás uma viagem inesquecível em 2025!

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Requisitos, documentos e seguro para viajar para a Colômbia

Requisitos, documentos e seguro para viajar para a Colômbia

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Vais viajar em breve e tens dúvidas sobre os requisitos e documentos para viajar para a Colômbia em 2025? Preparar a burocracia é tão importante como o roteiro, e as regras de entrada podem mudar. Neste guia atualizado pela IATI Seguros, explicamos passo a passo tudo o que precisas: desde a obrigatoriedade do formulário Check-Mig e as vacinas exigidas, até à importância de levar o melhor seguro de viagem para a Colômbia. Continua a ler para garantir uma entrada tranquila e sem imprevistos no país. Se ainda estás a desenhar o teu percurso, não deixes de espreitar o nosso artigo com umRoteiro de viagem pela Colômbia para te inspirares com os melhores destinos. Documentos necessários para viajar para a Colômbia Para entrares na Colômbia como turista, a burocracia para cidadãos portugueses é bastante simples, mas rigorosa. Aqui tens a lista do essencial: 1. Passaporte Para viajar de Portugal para a Colômbia, o teu passaporte é obrigatório. Embora as normas refiram que deve estar válido durante a estadia, recomendamos vivamente que tenhas um passaporte com, pelo menos, 6 meses de validade a partir da data de entrada. Isto evita qualquer contratempo com as autoridades migratórias ou companhias aéreas. Atenção: O Cartão de Cidadão não é válido para viajar para a Colômbia. 2. Bilhete de saída As autoridades colombianas podem exigir que apresentes um bilhete de regresso a Portugal ou de saída para um terceiro país. É a forma de garantires que não pretendes permanecer ilegalmente após o período de turismo permitido. 3. Formulário Check-Mig Este é um dos pontos mais importantes e onde muitos viajantes se confundem. O formulário Check-Mig continua a ser obrigatório em 2025. • O que é: Um pré-registo migratório digital. • Quando preencher: Deves fazê-lo entre 72 horas e 1 hora antes do teu voo. • Custo: É totalmente gratuito. Cuidado com sites fraudulentos que tentam cobrar por este serviço. Deves preenchê-lo no site oficial da Migración Colombia. • Dica: Terás de o preencher tanto à entrada na Colômbia como à saída do país. Preciso de visto para a Colômbia? Se fores cidadão português e viajares em turismo, não precisas de visto para estadias até 90 dias. À chegada, o oficial de imigração carimbará o teu passaporte com a autorização de permanência. Se te apaixonares pelo país (o que é muito provável!) e quiseres ficar mais tempo, podes solicitar uma extensão de mais 90 dias junto da Migración Colombia, até um máximo de 180 dias por ano civil. Vacinas e Saúde Febre Amarela Este é um tópico sensível este ano. Devido ao aumento de casos e à emergência sanitária declarada em abril de 2025 em algumas regiões, o controlo apertou. • É obrigatória? A vacina contra a febre amarela é obrigatória se provéns de países de risco (como o Brasil, Angola, R.D. Congo ou Uganda) ou se vais visitar zonas de risco dentro da Colômbia (como o Parque Nacional Tayrona, a Serra Nevada de Santa Marta, a Amazónia ou departamentos como Meta e Caquetá). • Recomendação: Mesmo que o teu itinerário inicial não inclua estas zonas, muitos parques naturais exigem o certificado internacional de vacinação à entrada. O ideal é tomares a vacina pelo menos 10 dias antes da viagem e levares o teu Boletim de Vacinas Internacional. Outras vacinas Embora não sejam obrigatórias, a Consulta do Viajante recomenda geralmente teres em dia as vacinas contra a Hepatite A, Febre Tifóide e Tétano. Seguro de Viagem: É obrigatório para a Colômbia? Embora não seja tecnicamente um requisito legal para passar a fronteira, o Ministério dos Negócios Estrangeiros português e as autoridades colombianas recomendam encarecidamente que viajes com um seguro médico. Porquê? Não existe acordo de segurança social entre Portugal e a Colômbia. Isto significa que, se tiveres um azar – desde uma simples torcedura num trekking no Valle del Cocora, uma indigestão com uma arepa ou algo mais grave –, terás de recorrer à saúde privada. Os custos podem ser astronómicos e terás de os pagar do teu bolso se não tiveres seguro. Qual é o melhor seguro para a Colômbia? Para um destino de aventura como este, o seguro básico não chega. Recomendamos o IATI Mochilero, desenhado especificamente para este tipo de viagem. Por que escolhemos o IATI Mochilero para a Colômbia? • Elevada cobertura médica: Cobrimos até 1.000.000€ (sim, um milhão de euros) em despesas médicas. • Desportos de Aventura: É o único que te cobre em atividades exigentes como trekking até 5.400 metros de altitude ou mergulho até 40 metros de profundidade. Se planeias subir ao Nevado del Ruiz ou mergulhar nas Ilhas do Rosário, estás protegido. • Busca e Salvamento: Inclui cobertura de até 15.000€ para busca e salvamento, essencial se te aventurares em zonas remotas. • Sem franquias: Não pagas nada extra para ser atendido. Nós assumimos as despesas desde o primeiro euro. • Assistência 24/7 em português: Se precisares de ajuda, atendemos-te na tua língua, a qualquer hora. Posso conduzir na Colômbia? Sim! A tua carta de condução portuguesa é válida para conduzir na Colômbia durante o período da tua estadia turística. Se planeias alugar carro para explorar o país ao teu ritmo, fá-lo com tranquilidade, mas sempre com atenção redobrada ao trânsito local. Perguntas Frequentes sobre viajar para a Colômbia (FAQs) Sabemos que, para além da burocracia, há questões práticas que te podem deixar indeciso. Aqui tens as respostas rápidas para o que realmente interessa: É seguro viajar para a Colômbia em 2025? Sim, é seguro visitar as zonas turísticas, mas não deves “dar papaya” (uma expressão colombiana que significa “não te ponhas a jeito”). O país fez progressos enormes na segurança e cidades como Medellín, Bogotá e Cartagena recebem milhares de turistas. No entanto, deves manter o senso comum: evita zonas não recomendadas, não exibas objetos de valor na rua e usa transportes oficiais. Para saberes mais detalhes sobre este tema, lê o nosso artigo dedicado: É seguro viajar para a Colômbia? Qual é a melhor altura para viajar? A Colômbia pode ser visitada todo o ano, mas a “época seca” é geralmente a melhor aposta. • Melhores meses: Dezembro a março e julho a agosto. Chove menos e é ideal para praia e trekking. • Época de chuvas: Abril, maio, outubro e novembro. Se viajares nestas datas, não te esqueças do impermeável, mas prepara-te para paisagens muito mais verdes! Que moeda devo levar? A moeda oficial é o Peso Colombiano (COP). • Euros ou Dólares? Podes levar Euros para trocar nas casas de câmbio (casas de cambio) nas grandes cidades, mas o câmbio nem sempre é o melhor. • Cartões: A melhor opção é usar cartões como o Revolut para levantar dinheiro diretamente nas caixas multibanco locais (ATM) em Pesos. A maioria dos restaurantes e hotéis aceita cartão, mas precisarás sempre de numerário (efectivo) para comida de rua, transportes e pequenas lojas. As tomadas são iguais às de Portugal? Não. Na Colômbia usam-se as tomadas de tipo A e B (dois pinos planos), iguais às dos Estados Unidos, e a voltagem é de 110V. • O que precisas: Deves levar um adaptador de ficha. • Atenção à voltagem: Confirma se os teus aparelhos (secadores, carregadores) são “bi-volt” (dizem 110V-240V). Se forem apenas 220V (o padrão de Portugal), não funcionarão ou funcionarão com muito pouca potência. Posso beber água da torneira? Em cidades grandes como Bogotá e Medellín, a água da torneira é tratada e considerada potável. No entanto, o sistema digestivo dos europeus pode não estar habituado. Para evitar a famosa “barriga de viajante” que te pode estragar uns dias de férias, recomendamos que bebas água engarrafada ou filtrada, especialmente em zonas rurais, na costa caribenha (Cartagena/Santa Marta) e na Amazónia. Resumo: Checklist para a tua viagem Para garantir que não te esqueces de nada, confirma se tens: 1. [ ] Passaporte válido (preferencialmente com +6 meses de validade). 1. [ ] Bilhete de avião de ida e volta. 1. [ ] Formulário Check-Mig preenchido (72h a 1h antes do voo). 1. [ ] Certificado de Vacinação da Febre Amarela (se visitares parques naturais ou zonas de risco). 1. [ ] Seguro de Viagem IATI Mochilero contratado. Agora que já sabes toda a parte burocrática, só te resta fazer a mala! A Colômbia é um país fascinante, cheio de cultura, biodiversidade e gente simpática. Viaja seguro com a IATI e aproveita cada momento! Lembramos que os requisitos de viagem podem mudar. Na IATI trabalhamos para manter a informação atualizada, mas recomendamos sempre que confirmes os dados junto de fontes oficiais antes da tua partida.

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Melhores destinos para desfrutar do Carnaval

Melhores destinos para desfrutar do Carnaval

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A época mais animada do ano está quase a chegar, e se estás à procura dos melhores destinos para desfrutar do Carnaval, estás no lugar certo. Desde desfiles coloridos e sambas envolventes até festas tradicionais que atravessam gerações, o Carnaval é uma celebração que transcende culturas. Mas qual será o melhor lugar para vivê-lo? Hoje na IATI Seguros trazemos-te alguns dos melhores destinos para desfrutares do Carnaval ao máximo. O que faz de um destino perfeito para o Carnaval? Antes de mergulharmos na lista, é importante saber o que torna um destino ideal para esta festa. Algumas pessoas procuram experiências autênticas e tradições locais, enquanto outras querem luxúria ou opções de viagens mais em conta. Seja qual for o teu estilo, o importante é encontrares o lugar certo para aproveitares ao máximo esta festa. Destinos imperdíveis para o Carnaval Rio de Janeiro, Brasil É impossível falar de Carnaval sem mencionar o icónico Rio de Janeiro. Considerado o maior Carnaval do mundo, este evento atrai milhões de visitantes todos os anos. Os mundialmente conhecidos desfiles no Sambódromo são o ponto alto, com escolas de samba que encantam pela criatividade e energia. As ruas enchem-se de blocos de carnaval, cada um com o seu próprio tema e estilo musical, que oferecem uma experiência gratuita e autêntica. Dica IATI: Não te esqueças de garantir um seguro de viagem, pois o movimento intenso da cidade pode trazer imprevistos. 🎭 Como organizar o teu Carnaval no Rio de Janeiro Veneza, Itália Se preferes algo mais elegante e histórico, o Carnaval de Veneza é para ti. Conhecido pelas suas máscaras intricadas e bailes de época, este Carnaval remonta ao século XII e é uma combinação perfeita de arte e tradição. Os canais da cidade criam um cenário único para desfiles e celebrações. Durante o evento, a cidade transforma-se num cenário de contos de fadas. 🎭 5 atividades românticas a fazer em Veneza Ovar, Portugal Sim, Portugal também tem Carnavais memoráveis, e o de Ovar é um dos mais famosos. Conhecido como o “Carnaval mais português de Portugal”, oferece desfiles vibrantes, grupos de samba e muita animação. É uma excelente opção para quem procura destinos baratos para viajar no Carnaval. Barranquilla, Colômbia O Carnaval de Barranquilla é uma das maiores festas da Colômbia e é também reconhecido como Património Cultural da Humanidade pela UNESCO. Com desfiles de cores vibrantes e música caribenha, o Carnaval de Barranquilla é uma festa cheia de cor e alegria. As danças tradicionais e os trajes elaborados destacam a rica herança cultural da região. É um dos melhores destinos para desfrutar do Carnaval na América Latina. 🎭 Roteiro de 20 dias pela Colômbia Oruro, Bolívia O Carnaval de Oruro é uma das festividades mais importantes da Bolívia e é reconhecido como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO. Com uma mistura de tradições indígenas e espanholas, o Carnaval de Oruro oferece desfiles deslumbrantes e danças tradicionais que contam a história e cultura locais. Para quem procura um destino autêntico e diferente, Oruro é uma excelente escolha, sendo também um dos destinos baratos para viajar no Carnaval. Nice, França Para uma experiência diferente, visita o Carnaval de Nice, uma das festas mais antigas e tradicionais da França. Localizado na Riviera Francesa, este evento combina desfiles temáticos com um espetáculo de flores conhecido como “Batalha das Flores”. Com desfiles de carros alegóricos, espetáculos de luzes e bailes de máscaras, o Carnaval de Nice oferece uma experiência elegante e sofisticada. Ideal para quem quer juntar cultura e relaxamento. 🎭 Roadtrip pelos encantos de Provença e Côte d’Azur Goa, Índia O Carnaval de Goa é uma celebração única na Índia, com influências portuguesas que remontam ao período colonial. Com desfiles de carros alegóricos, fantasias coloridas e muita música, o Carnaval de Goa é uma festa que atrai tanto locais como turistas. Para quem procura destinos de Carnaval fora do comum, Goa é uma escolha perfeita. 🎭 O que visitar em Velha Goa? Nova Orleães, Estados Unidos O Mardi Gras de Nova Orleães é famoso pelas suas paradas e festas que duram semanas. A cidade sulista transforma-se num verdadeiro festival de música e dança, com desfiles extravagantes, fantasias criativas e colares de contas que são atirados para o público. Se procuras lugares para viajar no Carnaval onde a energia nunca acaba, Nova Orleães é o destino perfeito. Colónia, Alemanha O Carnaval de Colónia, conhecido como “Fastelovend” ou “Köln Karneval”, é uma das maiores celebrações de Carnaval na Alemanha. A cidade transforma-se numa festa gigante com desfiles, festas de rua e bailes de máscaras. Para os amantes da cerveja, Colónia oferece uma experiência única, com muitos bares e cervejarias a participar na festa. 🎭 Cinco coisas a fazer em Colónia Destinos baratos para viajar no Carnaval Se o teu orçamento é mais limitado, não te preocupes! Existem muitos lugares acessíveis para desfrutar desta festa. Santa Cruz de Tenerife, Espanha O Carnaval de Santa Cruz de Tenerife é considerado o segundo maior do mundo, logo a seguir ao do Rio de Janeiro e uma opção económica em comparação com outros destinos. Com desfiles coloridos inspirados no Rio, concursos de trajes e festas pela noite fora, vais sentir o espírito carnavalesco sem gastar muito. 🎭 6 experiências que não podes perder em Tenerife Salvador, Brasil Salvador, na Bahia, é outro destino brasileiro conhecido pelo seu Carnaval vibrante. Ao contrário do Rio, o Carnaval de Salvador é famoso pelos seus trios elétricos, grandes carros de som que percorrem as ruas da cidade com bandas ao vivo. É uma experiência intensa e cheia de energia, perfeita para quem quer dançar e aproveitar ao máximo a folia. 🎭 Dicas para viajar para o Brasil: o que ter em conta Funchal, Madeira O Carnaval da Madeira é perfeito para quem quer um ambiente mais tranquilo, mas cheio de charme. Além disso, é uma opção acessível dentro de Portugal. 🎭 7 curiosidades da Ilha da Madeira Dicas para aproveitares ao máximo o Carnaval 1. Planeia com antecedência: Reserva voos, alojamento e bilhetes para eventos com o máximo de antecedência. 1. Veste-te a rigor: Não importa o destino; entra no espírito da festa com um disfarce ou traje. 1. Seguro de viagem: Com a IATI Seguros, tens cobertura para qualquer imprevisto, garantindo uma experiência sem preocupações. 1. Respeita a cultura local: Cada destino tem as suas tradições e regras. Informa-te e participa de forma consciente. E tu, qual vais escolher? Agora que conheces alguns dos melhores destinos para desfrutar do Carnaval, a pergunta é: onde vais este ano? Cada um destes locais oferece uma experiência única e memorável, perfeita para celebrar esta festividade com muita alegria e diversão. Não te esqueças de planear com antecedência e garantir que tens tudo pronto para uma viagem inesquecível. E claro, não deixes de contar com a IATI Seguros para te acompanhar nesta aventura. Seguro de Viagem IATI: o teu companheiro de folia

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Os Wiwa – O povo indígena da Serra Nevada

Os Wiwa – O povo indígena da Serra Nevada

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“Caminhar pelos seus próprios caminhos”. É desta forma que o povo Wiwa, que vive na Serra Nevada de Santa Marta, no norte da Colômbia, se refere à sua vida e aos seus desejos para o futuro. E hoje nós da IATI Seguros queremos caminhar contigo, pelos caminhos dos Wiwa, para te mostrar a vida deste povo fascinante. Nem tudo envolve desenvolvimento e civilização e a vida pura, livre e despreocupada ainda existe. Podes ler até ao fim ou, se preferires, podes apanhar um voo e ir até à Colômbia. Aconselhamos o seguro IATI Mochileiro como o mais adequado para esta tua viagem, descobre por ti próprio porquê. O povo indígena da Serra Nevada Wiwa significa, no idioma Dumana (língua dos Wiwa), “homens das terras temperadas”. Dividem a Serra Nevada de Santa Marta com mais três povos indígenas – Kogui, Arhuaco e Kankuamo e juntos exercem o controlo social e jurídico sobre o território, que é visto como um espaço sagrado, que transcende o físico. O território deles é considerado como a “mãe”, que contém todos os elementos espirituais, que dão vida a todos os seres. Mas porquê Wiwa? “Wi” indica algo quente e, simultaneamente, é um radical de algumas palavras que se referem a gerar ou dar origem; e “wa” utiliza-se como uma derivação de alguns nomes, nos quais de podem enumerar os seus elementos. É por isto que “Wiwa” significa “originários de terras quentes”. Este povo “caliente” têm como língua nativa o Damana, que pertence à família linguística Chibcha; e regem-se pela Lei de Origem, a sua forma de vida – “é a origem de tudo o que existe, é o princípio espiritual da existência”, dizem. A história e identidade cultural deste povo é outra das coisas que nos fascina e conhece-se apenas devido às tradições orais, a partir de contos e mitos que passam entre os povos da Serra. Os Wiwa diziam que no início, antes da criação do mundo, eram água e os padres Sealukukui e Serankua foram quem converteu os Wiwa em pessoas e deram-lhes a responsabilidade de serem guardiões do território. Os Wiwa sofreram constantes violações dos seus direitos humanos – foram vítimas de várias pessoas, devido aos interesses que existem sobre o seu território indígena mas, recentemente, o governo implementou políticas que favoreceram os processos de fortalecimento cultural do povo Wiwa. Hoje em dia, e estamos a referir-nos a dados de 2015 (os últimos estudados), a comunidade Wiwa tem cerca de 10.703 pessoas, sendo que 50,8% são homens e o resto mulheres. Estas pessoas estão divididas por três zonas – La Guajira, Cesar e Magdalena; mas é interessante saberem que ainda há 1000 e poucas que vivem já nas áreas urbanas. Cerca de 49% da população Wiwa não sabe ler nem escrever. Vivem em casas retangulares e têm construções para as cerimónias espirituais, que são diferenciadas por sexo. Há um forte vínculo espiritual com personagens sobrenaturais e que representam os seus deuses naturais: o sol e a lua. E a vida social dos Wiwa é marcada pelas diferentes manifestações espirituais, que são como um ritual. Conhecer um bocadinho da história deste povo é fascinantes, mas acreditamos que vivê-la, no dia a dia, é coisa do “outro mundo”. Sabiam que a planta de coca é uma das plantas mais usadas para cerimónias e espiritualidades, além do tratamento de doenças? Sabiam que a base de alimentação dos Wiwa é o milho, a mandioca, a banana, a arracacha, a carne que caçam, o peixe que pescam e os legumes que cultivam? Mas, com o desenvolvimento do mundo e a expansão do comércio, também já conseguem aceder a outros produtos alimentares, como os enlatados. Sabiam que para os Wiwa a música e a dança são de extrema importância, porque permitem manter um equilíbrio entre o homem e a natureza? A música Wiwa é conhecida como Chicote, que consiste em sons produzidos através de instrumentos como a palheta ou a gaita, que são sons vinculados aos sons da natureza. Os homens usam calças e uma camisa larga e comprida e uma capa. As mulheres vestem um traje branco, largo, abaixo do joelho. As mulheres solteiras usam o traje completo e as mulheres casadas utilizam o traje de forma cruzada. E o mais importante de tudo isto são os tecidos, porque é através deles que se manifesta e se constrói o pensamento e o conhecimento. Eles são muito familiares e organizam-se em relação com os antepassados espirituais, para manterem a irmandade como povo. As autoridades tradicionais são os Mamos, as Sagas e o Absogedi (pensador), que estão encarregues de serem o guia espiritual e social das comunidades. É um povo fascinante, com uma cultura simples, mas com muita magia. Acreditam e são felizes. O povo guardião do Coração do Mundo merece ser conhecido, mas (ainda) mais de perto. Atreves-te a isso?! Autores: TravelB4Settle

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Cartagena, uma cidade cheia de cor e arte urbana

Cartagena, uma cidade cheia de cor e arte urbana

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Hoje em dia, Cartagena das Índias é um dos sítios que leva muitos turistas a visitar a Colômbia, sendo um dos sítios mais famosos do país e da América do Sul em geral. Conhecida pelas cores vibrantes que predominam no Centro Histórico da cidade e também na região de Getsemaní. Ninguém fica indiferente a esta cidade e escrevemos este artigo para te inspirar a visitá-la, e se o fizeres não te esqueças de levar o seguro de viagem indicado! Descobre Cartagena das Índias e as suas ruas coloridas Na verdade, segundo o Ministério do Comércio, foram estas cores e a arte urbana em geral que levaram esta cidade onde está hoje, como a cidade mais visitada do país, após a capital. O centro histórico de Cartagena, pertencente ao património histórico nacional da Colômbia desde 1959 e ao património mundial da UNESCO desde 1984, está cercado por 13 quilômetros de muralha. Mas, basta dar um passo dentro da muralha e somos surpreendidos pelas ruas estreitas e as praças cheias de cor, calor e música! A cor vem de todo o lado! • Das casas com as suas varandas floridas e as fachadas de todas as cores (verde, laranja, cor de vinho, azul, vermelho, amarelo, cor-de-rosa); • Dos vestidos das palanqueras, mulheres africanas descendentes de escravos, que vendem fruta vestidas com uns vestidos típicos de franjas e cores. • E ainda das frutas, vegetais e doces vendidos nas ruas. Passear a pé pelo Centro Histórico e deixar-se maravilhar por tudo isto é algo que aconselhamos. Podes fazê-lo por ti ou podes acompanhar uma das free tours. Estas tours são à base de gorjeta e são acompanhadas por um guia local que irá revelar todos os segredos da cidade! A poucos passos do Centro Histórico, a cor continua em forma de arte e protesto. O bairro Getsemaní, que foi outrora um bairro muito pobre e inseguro da cidade de Cartagena, é agora também dos sítios mais conhecidos e animados. Este bairro, tal como vários outros por todo o país, conseguiu erguer-se através da arte urbana! Principalmente após um festival de grafitis em 2013, as ruas de Getsemaní encheram-se de arte urbana, e isso chamou a atenção e trouxe bastantes visitantes ao bairro. Cada imagem significa e retrata situações sociais e políticas como: gentrificação, racismo, heróis esquecidos e a população indígena. Mas, seja qual for o significado por trás, as cores vibrantes características estão sempre presentes. Ainda neste bairro, todos os domingos, na praça principal, Plaza de la Trinidad, junto à igreja, Iglesia de la Santísima Trinidad, acontece uma aula de Zumba. Mas não é uma aula qualquer! São 90 minutos de pura diversão e energia típica dos Colombianos que consegue encher esta praça de estrangeiros e locais, homens e mulheres, prontos a mexerem-se! Mesmo que dança não seja algo que te fascina, este espetáculo é algo a não perder! E agora fica a pergunta no ar, será esta cidade marcada por tanta cor e felicidade providente de um povo tão amável e animado, ou será isto resultado de viverem num sítio fascinante e colorido? Seja qual for a razão inicial, estes dois elementos estão inteiramente conectados! É impossível visitar-se Cartagena e não se sentir animado, feliz, sonhador… Por isso faz um favor a ti próprio/a, começa a planear a tua ida a Cartagena. Autor: TravelB4Settle

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10 frutas que não deves perder na Colômbia

10 frutas que não deves perder na Colômbia

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Viajar pela Colômbia é mágico, mas quem vive lá diz que é ainda melhor, principalmente devido a tudo aquilo que envolve o país: música, pessoas, costumes, tradições e… a fruta. E hoje vvamos levar-te numa rota de sabores, cores, cheiros, texturas e paladares pelas frutas da Colômbia. Embarca connosco e não te esqueças de, antes de pensares em ires saborear alguma destas frutas, ires procurar o melhor seguro de viagens online na IATI seguros. 10 frutas a não perder na Colômbia Podes apanhar algumas frutas diretamente da árvore, podes comprá-las nas centenas de mercados que existem pelo país (e a um preço muito económico); podes consumi-las naturalmente ou podes colocá-las em saladas, doces, refrescos… E o melhor de tudo são os benefícios que têm para a tua saúde (nutricionalmente falando). Enquanto te damos a conhecer algumas destas frutas, vai decidindo como e onde irás preferir comê-las, na tua próxima viagem à Colômbia. 1 – Tomate de árbol É uma fruta conhecida também por tamarilho e tem muitas semelhanças com o tomate normal. Apresenta uma tonalidade de cor que varia entre o vermelho, o amarelo e o laranja. A parte de fora é dura e carnuda, e no centro da fruta há uma textura macia e gelatinosa, onde são armazenadas as sementes do tomate de árbol, que também são comestíveis. É uma fruta que podes comer durante todo o ano. É mais doce que o tomate (diz-se que o sabor é qualquer coisa como um tomate e um kiwi juntos), e pode ser consumido cru (podes adicionar sal ou açúcar, depende do que mais gostares), ou em sumos, sobremesas ou compotas. É rica em vitamina A, C, F e em magnésio, ferro, fósforo e cálcio. É composto por muitos antioxidantes que ajudam a fortalecer o sistema imunitário. Ajuda no processo de emagrecimento, no controlo da tensão alta e colesterol e ajuda no cérebro e sistema nervoso. Diz-se na Colômbia que se tiver problemas de fígado ou as defesas mais em baixo, esta fruta pode ajudar. Recomendam que se consuma durante 15 dias e de preferência com o estômago vazio devido às suas grandes capacidades medicinais. 2 – Lulo Visitares a Colômbiae não comeres Lulo, é qualquer coisa como ires a Roma e não veres o Papa… O Lulo é também conhecido por “naranjilla”, e é muito consumido também no Equador e Panamá. Pode ser plantado em pequenos vasos no chão ou na parede, fazendo um efeito muito bonito. É um fruto muito digestivo, que ajuda a regular os intestinos. Além disso, é conhecido pelas propriedades hidratantes e diuréticas, pois a polpa é composta por 87% de água. É também rico em cálcio, vitamina C, estimula a produção de colágeno, a absorção de ferro e fortalece o sistema imunitário. Tem um sabor ácido e doce, e é muito usado em sumos, picolés ou coquetéis com álcool. No início pode parecer muito azedo (há quem compare o sabor ao da lima), mas vais gostar, é muito refrescante e sacia a sede. Tens de experimentar beber o “jugo de lulo”, e depois diz-nos o que achaste. 3 – Zapote Diz-se que não é das frutas mais bonitas por fora mas, na verdade, o que importa é o interior, e esse é delicioso. A casca é castanha e dura, mas a polpa é suculenta e adocicada, e no interior tem uma semente grande com fibras, e por isso deve ser comido como a manga. O sabor faz-nos pensar numa papaia, mas menos doce. Existem vários tipos desta fruta: Zapotes (zapotáceas); Chicozapote ou zapotilla (sapotizeiro), Zapote amarelo (canistel), Mamey (P. sapota), Zapote verde (Pouteria viridis), branco Zapote (Casimiroa edulis), Zapote preto (Diospyros nigra), Chapote (texana Diospyros), caqui (Diospyros kaki), entre outros. Tem uma série de benefícios para a saúde: ajuda a uma boa digestão, rico em vitamina A (um zapote preto proporciona 410I de vitamina A por 100 g deste fruto), rico em potássio (350mg), fortalece os ossos e os dentes, protege a saúde cardiovascular, ajuda na perda de peso, na anemia e fortalece o sistema imunitário, sendo um bom anti-inflamatório. Pode ser consumido em sobremesas, compotas, gelados ou em sumos (sim, a Colômbia é conhecida pelas centenas de sumos que tem em todo o lado). 4 – Granadilla Uma fruta da família do maracujá (é maior e mais alaranjada que o maracujá) muito comum na Colômbia (podes encontrá-la à venda em todas as esquinas, e a um preço muito barato). Tem propriedades antioxidantes e ajuda a regular o sistema digestivo. Tem uma função diurética, e é rica em ferro, Vitamina B e C. Se já viajaste pela Madeira, talvez já tenhas visto esta fruta. Na nossa ilha é chamada de maracujá-pêssego e é igualmente deliciosa, com aquele travo levemente ácido natural do maracujá. A polpa é transparente e gelatinosa. Podes comer esta fruta à colherada, como sobremesa ou mesmo no pequeno-almoço, desde que dês asas à imaginação. Mas talvez na Colômbia seja uma fruta mais apreciada. Sabias que a Granadilla é um superalimento para as crianças colombianas? Devido às suas propriedades de regulação do sistema digestivo, não irrita o estômago e hidrata, graças à grande quantidade de água que contém. 5 – Uchuva É uma fruta pequenina, redonda, que vem envolvida numa folha fina e seca, em forma de balão. Provavelmente já conheces esta fruta como “physalis” ou ‘’fisalis’’. É uma fruta cara, em muitos sítios, mas não na Colômbia, onde se comem uchuvas como se fossem uvas ou então utilizam-se em saladas, como decoração de bolos e tortas ou em molhos para saladas ou carnes. Há quem a consuma enquanto está a degustar vinho, para cortar o gosto. A uchuva é doce, mas tem um toque ácido. É rica em vitamina A, B e C, fibra, potássio, fósforo, ferro e zinco. Tem propriedades anticancerígenas e antioxidantes. Portanto, são só boas razões para experimentares estas “mini uvas’’. 6 – Pitaya amarela Muitos apelidam-na como a “mãe das frutas exóticas” e há 3 variedades: a Pitaya branca (Brasil); a Pitaya rosa (Brasil) e a Pitaya amarela, que tem origem no país das cores e dos sabores, a Colômbia. Podes também encontrá-la no outro lado do mundo, no Sudeste Asiático, onde lhe chamam de “Dragon Fruit”, pela sua crosta particular. É doce, refrescante e é ideal para comer às colheradas, mas come com moderação, porque a Pitaya é rica em fibras e conhecida pelas suas propriedades digestivas e laxantes. Além disso, também é muito usada também para decorar saladas, para sumos ou sobremesas. Além de ser rica em fibras, a Pitaya contém muitos antioxidantes, ácido ascórbico, fenóis e minerais, como o cálcio, fósforo e ferro. É rica em vitamina C e B. Ajuda na proteção do sistema imunitário, na produção de glóbulos e na redução do colesterol. Tem propriedades tão boas, que a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou o seu consumo. 7 – Borojó O Borojó é uma fruta originária da região do Pacífico (Departamento de Chocó) e muito utilizado na Colômbia, mas começa a ser famoso também noutros países, principalmente pelas suas propriedades afrodisíacas. Sim, é verdade. Segundo várias pesquisas, o Borojó melhora o desempenho sexual. E a famosa preparação do sumo deste fruto com leite e açúcar ganhou o título de “Viagra Natural”. Tem uma cor verde e fica castanho quando está mais maduro (está maduro quando cai no chão e colhe-se manualmente). A polpa é também mais castanha e um pouco ácida. Tem cerca de 90 a 600 sementes por Borojó. É consumido, principalmente, em sumos, doces, compotas ou até no vinho. É rico em cálcio, ferro, fósforo e vitamina C. Tem um alto nível de aminoácidos, o que ajuda a nutrir o corpo. A polpa é também usada como gesso para curar feridas, para fazer máscaras para a pele oleosa ou para fazer massagens capilares. 8 – Guanabana / Graviola É uma fruta com um aspeto muito peculiar e tem um sabor também diferente de tudo aquilo que já provaste… Imagina uma mistura de lima, morango e banana; isto talvez seja o mais parecido com o sabor da Guanabana. Muitas pessoas preferem o sumo desta fruta, ao invés de a comer de forma natural, contudo, aconselhamos-te a experimentar cortá-la ao meio, já madura, e comer com uma colher. As folhas podem ser consumidas em chá; as sementes podem servir como repelente de insetos, ao espalhá-las na pele e, imagina, podes usar a água das folhas como tratamento para os piolhos. Nestes países selvagens e exóticos tudo é aproveitado e, realmente, parece funcionar. É conhecida por ter propriedades anticancerígenas e é utilizada há mais de 40 anos com este fim medicinal, nos Estados Unidos da América, Europa e Ásia. Mas, além disso, é rica em potássio, fósforo, ferro, cálcio, vitamina A, B e C. 9 – Curuba Parece uma banana (direita e com pontas curvas) mas é um maracujá disfarçado e há inclusive quem lhe chame de maracujá-banana (Como, na Madeira). Mas há outras pessoas que dizem que parece um pepino por fora… Talvez seja mais fácil olhares e veres o que te faz lembrar esta fruta, que é consumida desde as épocas pré-coloniais. Apesar de ser muito famosa na Colômbia, a Curuba é originária da Nova Zelândia. E sabias que aqui a Curuba é misturada com aguardente? A sua polpa é cor-de-laranja, com sementes laranjas e pretas comestíveis. É ligeiramente ácida (principalmente se não for colhida no tempo certo) e arriscamo-nos a dizer que tem um sabor idêntico ao maracujá. Pode ser consumido durante todo o ano, e encontras em qualquer mercado. Já viste que é fácil encontrares o que quer que seja na Colômbia… Normalmente, consome-se esta fruta como bebida, porque é muito refrescante, mas podes comer à colher. A Curuba é rica em cálcio, ferro, fósforo, sódio e vitaminas A e C. Contém também um elevado teor de água, funcionando como um diurético natural. 10 – Feijoa A Feijoa, originária dos planaltos do sul do Brasil, é uma fruta que deve o seu nome a João da Silva Feijó, antigo diretor do Museu de História Natural de São Sebastião, no Brasil; e aqui é também conhecida como a “goiaba do Brasil”. É muito parecida com a goiaba, mas conseguimos distingui-las devido ao seu aroma – é único. Tal como diz o nome em inglês, pineapple guava, o sabor, um pouco ácido e com um ligeiro toque a terra, está entre a goiaba e o ananás. É consumida crua, com casca. Mas, além disso, podes também prová-la sob a forma de comportas, gelatinas, sumos ou nas saladas. É uma fruta muito nutritiva. É pobre em calorias e ricas em minerais como cálcio, iodo, ferro e manganês e em vitaminas do complexo B e vitamina C. É uma fruta que ajuda no processo de emagrecimento e pode retardar o envelhecimento. Esperemos que já estejas com água na boca, pois nós estamos! Mas ainda com mais vontade de experimentar estas frutas todas, só podes estar a desejar conhecer este país o mais rápido possível! E devias. Vais surpreender-te. Fica atento/a, pois nós ainda temos muito para te contar sobre a Colômbia! Autores: TravelB4Settle

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Roteiro de 20 dias pela Colômbia

Roteiro de 20 dias pela Colômbia

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Antes de chegar ao roteiro final, que efetivamente tivemos a sorte de fazer, falámos com vários aventureiros que já tinham estado na Colômbia para ter uma melhor noção de dias a ficar em cada local; zonas mais ou menos seguras; coisas a não perder e, claro, comida a provar! Uma das prioridades nas nossas viagens é também a segurança e, como tal, aqui na IATI recomendamos sempre que o façam com seguro, escolhendo o que melhor se adaptar ao tipo de viagem/viagens que realizam, mas garantindo uma assistência à altura em caso que algum problema de saúde ou até mesmo com a bagagem, como por exemplo o IATI STANDARD. Roteiro de 20 dias pela Colômbia As nossas viagens são de pouco descanso e por vezes podem não se adaptar ao que procuram, mas fica a nossa sugestão para 20 dias, muito bem passados, na Colômbia: Bogotá – Salento – Medellín – Guatape – Cartagena das Índias – Santa Marta – Cali – Bogotá. Entrámos e saímos do país por Bogotá, portanto, a primeira paragem lá foi mesmo muito curta, apenas para descansar das várias horas de avião e repor o sono. No dia seguinte acordámos cedo, explorámos um bocadinho da zona antiga da cidade e seguimos caminho rumo ao terminal de autocarros, para apanhar o que faz ligação de Bogotá até Arménia, para depois seguir para Salento. De Bogotá para Arménia fizemos o percurso de autocarro, mas não vamos mentir: custou imenso! O que toda a gente nos dizia que seriam 5 a 7 horas foram na realidade 10 horas, pois a estrada estava com algumas obras de manutenção e acabou por ocupar o dia todo – ninguém nos recomendava fazer a viagem à noite e, sendo a primeira que fazíamos neste país, seguimos esse conselho. Chegámos a Arménia perto das 21h! E, SURPRESA, o último autocarro com destino a Salento tinha sido às 20h… Assim sendo, tivemos de ir de táxi (mais caro) … Eram perto de 22h quando conseguimos, finalmente, chegar ao nosso destino! No dia seguinte conseguimos facilmente esquecer as peripécias do caminho até lá, Salento é in-crí-vel! Recomendamos ficar por aqui o tempo que ficámos, 3 dias completos! É “obrigatório” visitar toda a vila de casas coloridas; a Calle Real, repleta de restaurantes, lojas típicas e vendedores de arepas onde se consegue provar este ícone gastronómico da Colômbia; subir os 250 degraus para chegar ao Mirante Alto de La Cruz; sair da vila e ir passar um dia completo ao Valle de Cocora, que fica no Parque Nacional de Los Nevados – vale mesmo a pena cada km que por lá se caminha! O dia no Valle é muito cansativo, mas é mesmo imperdível. Para quem não tiver medo, ainda recomendamos o passeio a cavalo que inicia no centro da vila e segue pelas redondezas de Salento até uma pequena cascata. De Salento para Medellín, ainda estávamos reticentes com as viagens de autocarro e as previsões de duração que nos diziam, acabámos por mudar o nosso plano inicial de fazer este percurso novamente de autocarro. Optámos por comprar um voo interno e fizemos este trajeto de avião… mas alertamos que é bastante mais caro, pior ainda comprando com pouco antecedência. Medellín era a nossa primeira experiência numa cidade grande e cuja segurança era um fator a ter em conta! Íamos ficar 2 dias completos por aqui, num deles explorámos por nós mesmos e provámos a famosa Bandeja Paisa, um dos pratos mais típicos da Colômbia e, no outro dia, fizemos uma tour de dia completo. A tour incluía conhecer uma réplica de um antigo município Paisa; a Praça Botero; o Parque dos Pés Descalços; as imediações do Estádio do Atlético Nacional (Prado Verde); andar de Metro e Metrocable e, a parte mais incrível de todas, conhecer a Comuna 13. Aqui a recomendação IATI é que só vão se acompanhados por um guia, mas é fantástico, ver toda a história política e urbana que a arte de rua deste bairro nos conta! Ficámos encantados com esta cidade e talvez tivesse sido boa ideia mais 1 dia por aqui…, mas, 2 dias deu-nos para isto! A manhã seguinte seria já para despedir de Meddelín e apanhar um autocarro para uma pequena viagem até Guatapé. O trajeto de autocarro (Medellín – Guatapé) é seguro e rápido, apesar de parte do percurso ser de curva e contracurva, é a melhor forma de ir até lá! Ainda aproveitámos a tarde pela vila dos famosos zócalos. Ficámos mais 2 dias completos em Guatapé, que viemos a perceber que podia ter sido apenas 1, mas deu para descansar… A não perder por aqui é mesmo a subida ao topo da Piedra Del Peñol, que recomendamos que o façam pela manhã cedo – por o calor ser mais suportável e para ter menos turistas; e o passeio de barco onde vão conseguir ver a antiga quinta e casa de Plabo Escobar, a La Manuela, que agora está entregue ao exército e já não é permitido encostar os barcos e sair para explorar… Ou seja, no dia que se sobe até à famosa Piedra dá para fazer o passeio de barco também. Nós como tínhamos ainda um dia, aproveitámos para conhecer muito bem este Pueblo, conhecido pelos zócalos, os “abuelos” a fumar cigarros na praça central em frente à igreja e comida paisa que parece melhor de restaurante em restaurante…que perdição de comida a deles! Tivemos por lá na altura da Páscoa, o que também lhe deu algum encanto com as cerimónias típicas. Os zócalos, terminando o suspense, são nada mais nada menos do que as pinturas coloridas e com relevo que decoram maior parte dos edifícios e tornam a vila muito típica e fotogénica. A próxima paragem era mais distante e fazia mudar o ambiente envolvente, apanhámos novamente autocarro até Medellín e fomos diretos ao aeroporto, para voar até Cartagena das Índias! Dada a distância e como são as estradas, recomendamos mesmo avião. Cartagena das Índias é de facto lindíssimo, ficámos por lá 3 dias completos e sentimos que tem muita coisa para ver além das praias que lhe dão fama! Aqui conhecemos um estilo de música e dança típico, a Champeta! Que ritmo que esta gente tem e como dançam…! Os finais de tarde foram sempre passados perto da Torre do Relógio a ver atuações de rua, não nos cansávamos… Há uma tour, com um preço bastante acessível, que dá uma passagem geral pela cidade e redondezas num “comboio turístico”, o que vale a pena pois permite ter noções de distâncias entre os pontos turísticos e conhecer, mesmo que rápido, todos os locais de atração. A cidade só por si é muito bonita e não nos fartávamos de caminhar pelas animadas ruas. À noite há muita animação também, foi provavelmente a zona da Colômbia que sentimos mais isso. Um dos dias dedicámos a fazer praia nas famosas Islas del Rosario, é um dia muito bem passado, mas entre a praia aqui e a que fizemos mais à frente na nossa viagem, já no Tayrona, recomendamos claramente o Tayrona… De Cartagena seguíamos caminho até Santa Marta, mais especificamente para a vila piscatória próxima a Santa Marta, Taganga! Esta vila além de ter o carisma próprio de uma vila piscatória é o local perfeito para apanhar uma lancha até ao Parque Nacional Tayrona… Mas vamos por partes: percurso de Cartagena até Santa Marta, fizemo-lo de minibus, confortável e relativamente rápido (não chega a 4 horas). Após chegados a Santa Marta, um táxi de 15 minutos deixou-nos em Taganga…e que sorte tivemos nós com o taxista que apanhámos! Após entender que gostávamos do jogador El Pibe, um ícone colombiano do futebol, fez-nos uma pequena tour por Santa Marta antes de nos levar ao nosso destino. Estávamos cada vez mais encantados com este povo e cultura. Em Taganga ficámos num hostel com uma vista de cortar a respiração… ficámos por aqui 2 dias completos, sendo que em 1 dia se conhece perfeitamente Taganga e no outro é claramente obrigatório ir até ao parque Tayrona. Há várias formas de ir até ao Tayrona, nós obviamente optámos por a que nos parecia mais aventureira…LANCHA! Todos os relatos sobre viagens atribuladas que tínhamos ouvido e/ou lido mostraram-se reais… mas não é que vale a pena e voltávamos a fazer tudo igual?! O Tayrona é impressionante e, após chegarmos lá é fácil esquecer a hora de lancha contra a corrente do mar…e na hora de regressar, tudo é mais pacifico pois já vamos a favor da corrente. Há quem fique a dormir no Tayrona, talvez ao voltarmos a organizar esta viagem tivéssemos pernoitado por lá e só regressávamos no dia seguinte… Mas diria que muito mais tempo do que isso, num país com tanto por conhecer, também não se justifica. A nível de praia, o dia no Tayrona foi de facto o ponto alto, é só preciso ter alguma atenção aos crocodilos que se passeiam pelo parque… De Taganga seguíamos novamente viagem, até Santa Marta para daí seguir de avião novamente até a uma cidade icónica…estava na hora de conhecer a Capital Mundial de Salsa e ter aulas com quem sabe! Cali! Estávamos particularmente ansiosos!! Iam ser apenas 2 dias completos nesta cidade, portanto havia que aproveitar bem cada segundo. Nestes casos consideramos que tours que percorram toda a cidade são sempre boa opção. Chegámos a Cali ainda de dia, portanto nesse dia explorámos logo um pouco de forma autónoma a zona próxima ao nosso hostel e fomos logo conhecer o famoso gato de Cali, o símbolo da cidade. No dia seguinte tínhamos então uma tour completa que nos levava de carro aos chavões turísticos, com degustação de Lulada (que delicia!) e a terminar da melhor forma numa aula de Salsa! Destacamos o Cristo Rey; o percurso à beira rio com os seus típicos gatos e a aula de Salsa. Mas em Cali nós simplesmente adorámos a mística da cidade, sem sabermos explicar muito bem o porque, foi uma cidade que gostámos mesmo muito de conhecer. Os grafitis pelas ruas, os vendedores ambulantes, os donos do hostel que nos acolheram e ajudaram a aproveitar a cidade ao máximo mesmo não ganhando nada a mais por isso. Dali tínhamos planeado seguir até ao deserto de Tatacoa mas, devido a uma greve chamada Paro, organizada pelos povos indígenas, as estradas que iriamos percorrer desta vez ao volante um carro alugado ficaram por conhecer…Estavam completamente cortadas, situação que se chega a manter vários dias seguidos.. Tivemos de improvisar, remarcar e reorganizar o final de viagem que levávamos planeado, onde mais uma vez a ajuda dos nossos anfitriões foi fulcral! Assim sendo, seguíamos antecipadamente para Bogotá, onde íamos terminar a viagem com 4 dias completos para explorar a capital Colombiana. Fizemos o percurso longo de autocarro, não queríamos vir embora sem enfrentar uma vez mais uma viagem das longas (e baratas), agora noturna. Sendo noturna a viagem de autocarro de Cali a Bogotá é perfeitamente suportável! Repetíamos o plano. Em Bogotá ficámos alojados no bairro mais famoso e antigo da capital: La Candelaria – Amámos a cidade e o bairro! Aqui, apesar de termos sempre muita atenção e cuidados com a nossa segurança, conhecemos tudo de forma autónoma. Tínhamos tempo, portanto não sentimos necessidade de guias/tours/etc. Toda a zona da Candelaria merece claramente ser explorada e fotografada! Vamos deixar então alguns pontos a não perder: Museo Botero (gratuito); Museo del Oro (gratuito ao domingo); Plaza de Bolívar; Cerro Monserrate e procurar uma free WalkingTour para explorar mesmo bem a Candelaria caso não se sintam confortáveis sozinhos como fizemos…mas aqui sim, os grafitis são de perder conta e com cores que não parecem reais! Adorámos o país, sentimo-nos seguros e surpreendidos pela positiva pois levávamos uma ideia completamente errada e, não fosse faltar-nos tanto mundo para conhecer e repetíamos já para o ano…! Ficou muita coisa por conhecer, 20 dias acabam por ser pouco para tamanho País, Pessoas e Cultura! Se ficaste interessado nesta viagem, dá uma vista de olhos ao artigo que escrevemos com curiosidades sobre a Colômbia! Autora: Mara Bento – Anda Comigo

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Colômbia, o perigo é querer ficar lá!

Colômbia, o perigo é querer ficar lá!

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Perigos, há em todo o lado – Sempre ouvimos dizer e, cada vez mais, confiamos nisto! Na tua próxima viagem, não coloques estes estigmas à frente de tudo! Desta forma, por exemplo, a IATI Seguros nunca teria conhecido a Capital da Costa Rica (San José); nunca teria ido a Marrocos e tão pouco tinha passado 20 dias incríveis a conhecer a Colômbia. Teria perdido tanta aventura que adorámos e queremos partilhar contigo! Das outras viagens, falaremos outro dia… agora estamos demasiado apaixonados pela Colômbia. Que País, que Pessoas! Indiscutivelmente apaixonados pela América do Sul e as suas gentes. Contrata um seguro IATI Standard e vem connosco conhecer como planeamos a nossa viagem para a Colômbia. Colômbia, o perigo é querer ficar lá! A Colômbia foi uma surpresa incrível, até porque todos nos diziam: – “Vocês são loucos! Tanto tempo num país desses e a organizarem as coisas por vocês!” Mas de facto, louco é quem não se disponibiliza a conhecer e explorar o desconhecido. Viajámos como sempre: 1) Escolhemos o destino em conjunto – agora foi a Colômbia (o que será que vem na próxima!?); 2) Organizámos a logística desde voos; dormidas; deslocações dentro do país; marcações de consulta do viajante e contratação do seguro de viagem – claro que para isto pesquisamos muito sobre as zonas mais seguras para se explorar e melhores spots para fotos; 3) Escolhemos o melhor equipamento de fotografia, face ao roteiro e possíveis spots de fotografia – e não, a Colômbia não foi exceção, levámos a mochila habitual para fotografar e não aconteceu nada; 4) Fizemos as mochilas; 5) Contratámos o seguro IATI Standard e lá fomos nós! O roteiro foi: Bogotá – Salento – Medellín – Guatapé – Cartagena das Índias – Taganga – Santa Marta – Cali e a terminar, novamente, Bogotá. Foi um percurso cheio de surpresas positivas. É um país incrível e perfeitamente passível de ser conhecido de ponta a ponta, incluindo as grandes cidades. Claro que, com os mesmos cuidados que se tem em tantos outros cantos do mundo quando estamos em zonas mais pobres. Há zonas, conhecidas como comunas/favelas, em que não é de todo recomendável a entrada sem ser de forma controlada e planeada. Por exemplo em Medellín, na Comuna 13, entrámos sem qualquer problema, fotografámos imenso e passámos uma tarde incrível, diria mesmo a tarde mais gira em Medellín, mas fizemo-lo com uma guia com carteira profissional de turismo, através de uma agência de turismo local. Conhecemos a história por trás de cada graffiti; vimos atuações de dança; conhecemos a história da Comuna 13 e as suas famosas escadas rolantes, mas não o fizemos de forma autónoma. Mas foi apenas nestes casos pontuais, de querer conhecer uma zona mais pobre e oficialmente mais perigosa, é que sentimos esta necessidade. Diria que a Colômbia tem dois tipos de zonas distintas: as “Cidades Grandes” e as “Aldeias”, onde o perigo é proporcional à dimensão e concentração populacional. Há algum perigo nas “Grandes Cidades” principalmente nas zonas mais pobres, mas é completamente seguro e “igual” a estarmos no nosso querido Alentejo quando falamos das “Aldeias”, como por exemplo: Salento, muito próximo do incrível Valle de Cocora; Guatapé, com a famosa Pedra del Peñol e Taganga, a aldeia piscatória onde podemos apanhar uma lancha até ao Tayrona. Se Bogotá foi a zona onde sentimos algum receio nas ruas?! – Sim, foi. Mas são 8M de pessoas a viver numa cidade onde entram diariamente mais 4M para trabalhar! É muita gente e muito movimento! Nas zonas pobres e arredores é mais perigoso após o por do Sol, com a chegada do anoitecer. Mas essas zonas estão identificadas e qualquer pessoa na rua te dá conselhos quando vê que estás a ir para uma zona menos segura. Têm preocupação genuína e, se os ouvires, corre bem. Em 4 dias completos que aqui estivemos conhecemos sozinhos toda a zona da Candelaria; Monserrate; Plaza de Bolívar; Jardim Botânico; a famosa Zona T e os vários Museus espalhados por toda a cidade sem qualquer problema. Fomos a mercados de rua (durante o dia), almoçámos e jantámos em restaurantes locais e menos turísticos, procurámos manter-nos sempre em ruas policiadas e não aconteceu nada de mal, simplesmente adorámos a cidade e ele fotografou como um louco. A arte nas ruas é impressionante; os museus têm sempre entrada gratuita (Museu Botero e Botânico) ou pelo menos têm um dia mais acessível a todos (Museu do Ouro) e as pessoas são simples e acolhedoras. Muito semelhante ao que aconteceu em Medellín e Cali. No que toca às zonas que chamo de “Aldeias”, aí então nem se fala. Que paraíso. Uma tranquilidade, uma beleza natural e seres humanos impossíveis de esquecer. Salento fez-nos apaixonar desde o primeiro minuto, fomos recebidos como se estivéssemos em casa; conhecemos 1 artesão de rua que acabou por nos oferecer café caseiro na sua própria casa ( o Martín, que vivia numa cabana como nos livros, à beira rio), conhecemos taxistas que se transformavam em verdadeiros guias turísticos, deixando-nos um bloco cheio de notas com mais sítios a explorar por ali. Aqui o perigoso é só mesmo que passados alguns dias e chegada a hora de seguir para outra terra, só se quer ficar mais e mais… Muito semelhante ao que também aconteceu em Guatapé, Taganga e no Tayrona. Recomendamos mil vezes que vão conhecer a Colômbia, de forma consciente, mas que vão mesmo! Nós um dia, vamos voltar! Deixamos as dicas simples de segurança: • utiliza mochilas e/ou bolsas simples e de pouco volume, para ser o mais discreto possível na rua; • utiliza mochilas para o equipamento fotográfico não identificáveis como tal, há vários modelos bastante discretos e com o fecho nas costas; • evita zonas identificadas como menos aconselháveis; • nas grandes cidades procura manter-te nas ruas policiadas, principalmente à noite; • viaja sempre com seguro de viagem • não te esqueças de tomar as vacinas recomendadas para viajar para a Colômbia Autora: Mara Bento – Anda Comigo.

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