Portugal Blog
Melhor altura para viajar para a Nova Zelândia

Melhor altura para viajar para a Nova Zelândia

9 minutos de leitura

Com meia volta ao mundo para lá chegar, deves estar a perguntar-te qual é a melhor altura para viajar para a Nova Zelândia. Seja porque queres fazer muitas caminhadas, explorar o país de carrinha sem derreter/congelar ou evitar as alturas em que os preços de tudo sobem, nós da IATI, vamos agora ser ainda mais práticos e contar-te tudo sobre a melhor altura para viajar para a Nova Zelândia. Ao longo deste guia, vamos falar-te do clima na Nova Zelândia, das diferenças entre a Ilha do Norte e a Ilha do Sul, das épocas alta e baixa e de alguns eventos de interesse que determinam a melhor altura para viajar para a Nova Zelândia. Como é o clima na Nova Zelândia Sem sermos demasiado técnicos, gostaríamos de falar um pouco sobre o clima, que é um fator decisivo para determinar a melhor altura para viajar para a Nova Zelândia. O país está localizado no hemisfério sul, entre os paralelos 34 e 47, o que corresponde quase à localização da Itália no hemisfério norte. No entanto, como estamos a falar de ilhas mais expostas aos ventos frios e às correntes oceânicas, a Nova Zelândia tem um clima mais temperado, com temperaturas médias anuais entre os 10ºC no sul e os 16ºC no norte. Claro que, tal como em Portugal, o clima varia de região para região. Assim, na Costa Oeste é bastante húmido, enquanto em Canterbury é semi-árido e em Northland é subtropical. Ainda assim, podemos dizer que, em termos gerais, o clima é mais chuvoso do que em Portugal, razão pela qual em toda a Nova Zelândia podemos desfrutar de espaços naturais exuberantes. No entanto, seja qual for a altura do ano em que decidas viajar para a Nova Zelândia, é aconselhável levares todo o tipo de roupa, uma vez que as mudanças bruscas de tempo são comuns. Não te esqueças de um impermeável, de sapatos de caminhada em goretex e de proteção solar. Devido ao buraco de ozono nesta parte do mundo e à falta de poluição, o sol queima muito mais do que em Portugal, por isso tem extra cuidado. O uso de várias camadas de roupa também é fundamental para te manteres confortável. Quando é o verão na Nova Zelândia? Uma vez que o arquipélago se situa num hemisfério diferente do da Europa, deves ter em conta que as estações do ano são “invertidas”. Ou seja, o verão na Nova Zelândia é entre dezembro e março, o outono entre março e junho, o inverno entre junho e setembro e a primavera de setembro a dezembro. Em termos de meses em particular, janeiro e fevereiro são os meses mais quentes, enquanto julho é o mais frio. Como mencionado, o sul da Ilha do Sul é mais fresco, com uma temperatura média de verão de cerca de 17ºC. O noroeste da Ilha do Sul, por outro lado, é mais quente, com temperaturas médias em janeiro e fevereiro a rondar os 22ºC. Época alta e época baixa na Nova Zelândia Para além dos fatores climáticos, como não estamos num país muito económico, é importante ter em conta quando é a época alta na Nova Zelândia, uma vez que os preços do alojamento, do aluguer de carros ou carrinhas e dos voos sobem bastante. Como provavelmente adivinharás, a época alta na Nova Zelândia coincide com o verão. Ou seja, entre dezembro e março, altura em que os neozelandeses e os australianos têm as suas férias. Quanto mais próximas as datas forem do Natal, mais pessoas encontrarás nos locais turísticos, pelo que recomendamos que faças a tua reserva com bastante antecedência. A época baixa, por outro lado, é no inverno. Julho e agosto são os meses mais frios e menos soalheiros, pelo que será mais calmo e os preços serão mais baratos. Naturalmente, nas estâncias de esqui de Queenstown, por exemplo, passa-se o contrário. Durante a primavera e o outono, com exceção de épocas específicas como a Páscoa, existe aquilo a que podemos chamar a época média. Ou seja, a ocupação é média, tal como os preços do alojamento, do aluguer de automóveis e dos voos. Como é o tempo na Nova Zelândia por estação Já sabemos um pouco sobre o tempo na Nova Zelândia e as suas estações, mas queremos ser um pouco mais específicos e vamos dizer-te como é viajar de acordo com a estação que escolheres: • Viajar para a Nova Zelândia no verão: de dezembro a fevereiro, as temperaturas são relativamente altas, com máximas de cerca de 25ºC na Ilha do Norte e cerca de 17ºC na Ilha do Sul. Mesmo assim, as noites podem ser frias, especialmente no sul, onde os termómetros podem descer até aos 12°C. Os dias são longos e soalheiros, e é uma ótima altura para viajar para a Nova Zelândia se estiveres à procura de praia, de campismo ou de alguns dos trilhos mais conhecidos, como o maravilhoso Tongariro Alpine Crossing. Em fevereiro, Wellington acolhe o Festival da Nova Zelândia, um dos mais importantes festivais culturais do país. • Viajar para a Nova Zelândia no outono: as temperaturas são um pouco mais frescas do que no verão (especialmente em maio) e os dias são mais curtos, mas há menos turismo. Embora a maior parte das árvores da Nova Zelândia sejam sempre verdes, em algumas regiões, como Central Otago e Hawke’s Bay, poderás apreciar o esplendor do outono. Só é aconselhável reservar com antecedência se a tua viagem coincidir com a Páscoa. Em março, realiza-se o espetacular Te Matatini, o festival nacional de artes performativas, onde poderás assistir a atuações de haka de todo o país. Realiza-se de 2 em 2 anos num local diferente. Sendo a Nova Zelândia uma terra de vinho, nesta altura do ano também encontrarás uma série de festivais relacionados com o vinho. • Viajar para a Nova Zelândia no inverno: de junho a agosto é a altura em que chove e faz mais frio na maior parte da Nova Zelândia, especialmente na Ilha do Sul. As temperaturas variam entre os 12ºC e os 16ºC, com as temperaturas mais frias, naturalmente, nas cadeias montanhosas, que estarão quase de certeza cobertas de neve quando as temperaturas atingirem valores abaixo de zero. Como podes imaginar, é uma ótima altura para a prática de desportos de inverno, mas mais desconfortável se planeares acampar ou dormir numa autocaravana. Os dias são muito mais curtos e algumas estradas no sul podem ficar cortadas devido a deslizamentos de terras ou neve. Queenstown acolhe o Queenstown Winter Festival, que irás adorar se fores um esquiador ou praticante de snowboard. • Viajar para a Nova Zelândia na primavera: pensamos que esta é a melhor altura do ano para a Nova Zelândia, pois entre finais de setembro e meados de dezembro os dias começam a ficar mais longos, as temperaturas máximas são uns confortáveis 19°C e os dias são mais longos, fazendo com que a viagem valha mais a pena sem a necessidade de andar à pressa por causa do turismo. A vegetação também se torna mais bonita e verás prados cheios de cordeiros recém-nascidos. Em novembro, realizam-se as Oamaru Heritage Celebrations, que recriam a atmosfera da cidade do século XIX. Como está o tempo nas ilhas do Norte e do Sul? Se é a tua primeira vez no país, normalmente acabarás por visitar as duas ilhas principais do arquipélago, mas achamos que vale a pena analisar o tempo em cada uma delas para determinar a melhor altura para viajar para a Nova Zelândia. • O tempo na Ilha do Norte: De um modo geral, o tempo na Ilha do Norte é muito mais quente do que na Ilha do Sul. Mesmo assim, os verões também não são extremamente quentes, com uma temperatura média diária de cerca de 20°C. Excecionalmente, algumas zonas do interior podem atingir temperaturas superiores a 30ºC, mas não apanharás demasiado calor. No norte da ilha, de Auckland para cima, encontrarás um clima subtropical e, por conseguinte, temperaturas mais elevadas e mais precipitação ao longo do ano, especialmente no inverno. Para baixo, incluindo Wellington, as temperaturas descem um pouco. Não percas a lista de coisas para fazer na Ilha do Norte da Nova Zelândia. • O tempo na Ilha do Sul: como se pode imaginar, é mais frio do que na Ilha do Norte, mas as condições climatéricas variam consoante as regiões. O leste (onde fica Christchurch) recebe menos chuva do que o oeste e as temperaturas não costumam cair abaixo de 10ºC no inverno. O sudoeste é muito mais frio do que o resto da Nova Zelândia, mas o norte e o nordeste da Ilha do Sul são as regiões com mais horas de sol. Qual é a melhor altura para viajar para a Nova Zelândia? A nossa experiência e opinião De certeza que já tiraste as tuas próprias conclusões, mas, segundo a nossa experiência, a melhor altura para viajar para a Nova Zelândia é a primavera e o outono. Ou seja, os meses de outubro, novembro, abril e maio, bem como o início de dezembro e o final de março. Desta forma, tens a garantia de temperaturas amenas (especialmente se estiveres a dormir numa carrinha ou campervan), mais horas de sol e preços moderados. Qualquer altura do ano é boa, mas, em termos de clima, se quiseres ter a certeza de bom tempo porque queres desfrutar ao máximo da natureza, incluindo praias e lagos, a melhor altura para viajar para a Nova Zelândia é, sem dúvida, o verão. Ou seja, entre dezembro e fevereiro, altura em que também há mais horas de sol e os dias são muito mais longos. Como já te dissemos, vais encontrar mais pessoas nas atrações turísticas (sem estarem superlotadas em nenhum momento, claro) e os preços sobem, por isso, se decidires viajar entre estas datas, é melhor reservar com bastante antecedência. Como somos muitos viajantes IATI que tiveram a sorte de viajar para a Nova Zelândia, podemos também dizer-te que, para além das datas acima mencionadas, recomendamos que dediques pelo menos 18-20 dias a visitar o país. Desta forma, poderás tirar o máximo partido de um bilhete de avião que normalmente não é muito barato. Perguntas frequentes sobre a melhor altura para viajar para a Nova Zelândia Finalmente, gostavamos de responder às perguntas mais frequentes dos viajantes sobre a melhor altura para viajar para a Nova Zelândia: Quando é a época baixa na Nova Zelândia? Nos meses mais frios, ou seja, de meados de junho a meados de setembro. Quantos dias são recomendados para uma viagem à Nova Zelândia? 18 a 20 dias são o número ideal. Quais são os meses de verão na Nova Zelândia? De meados de dezembro a meados de março. Quando é o inverno na Nova Zelândia? De meados de junho a meados de setembro. Qual é a melhor altura para viajar para a Nova Zelândia? É possível viajar para a Nova Zelândia durante todo o ano, mas a melhor altura para o clima é o verão (dezembro a março), mesmo assim, é quando os preços são mais elevados e há mais pessoas. Por isso, meses como abril, maio, outubro e novembro são perfeitos.

Ler mais
Polinésia Francesa: 10 lugares que tens mesmo que visitar

Polinésia Francesa: 10 lugares que tens mesmo que visitar

7 minutos de leitura

A Polinésia Francesa é composta por 118 ilhas e 5 arquipélagos. Este território ultramarino da França, que tem a sua própria autonomia, ocupa um espaço tão grande como o de metade da Europa onde, se o Taiti, a capital, estivesse em Paris, as Ilhas Marquesas estariam ao nível de Estocolmo, as Ilhas Austral nos Pirenéus e as Ilhas Gambier na Bulgária. É verdade, não o negaremos, que o Taiti e Bora Bora brilham com a sua própria luz. Campanhas de férias, marketing e lua-de-mel fizeram destas duas ilhas as estrelas da Polinésia. Mas serão elas as melhores? Não. Então porquê a obsessão com o Taiti e Bora Bora? Porque as pessoas não querem arriscar. As pessoas repetem vezes sem conta: Claro, ir à Polinésia Francesa e não visitar Bora Bora? O que acontece se não visitares Bora Bora? O que mudaria na tua vida? Adiantamos-te já: Não iria mudar nada. Além disso, iria levar-te a descobrir que há lugares imperdíveis na Polinésia que são de longe mais incríveis do que o Taiti ou Bora Bora. Mas só os poderás descobrir se te deixares guiar mais pelo que te apetece e menos pelo que te é dito. A Polinésia Francesa é uma teia complexa de línguas, culturas e tradições que variam ao mudar de arquipélago e que tornam o lugar um território muito interessante, cheio de paisagens fascinantes, lendas, culto à natureza e costumes com mais de 2000 anos de idade. É por isso que hoje com a IATI Seguros convidamos-te a voar e abrires a tua mente a alguns dos lugares imperdíveis da Polinésia Francesa que nunca terias pensado. ‘Ia ora na, maeva! (Olá, bem-vindo!) 1. Baleias, Cook Bay e Mount Rotui – Moorea (Ilhas da Sociedade) Começamos o nosso passeio pela Polinésia Francesa com o lugar mais clássico da lista: a ilha de Moorea. Esta é a ilha vizinha de Taiti e é facilmente alcançada por ferry ou avião. É uma ilha com vales montanhosos no interior e produz uma variedade de frutos tropicais, como os deliciosos ananases. Mas se há um motivo para visitares Moorea, é por estes três: • É possível ver baleias durante uma boa parte do ano apenas por snorkelling. • O Monte Rotui é um dos mais impressionantes da Polinésia Francesa e de grande valor histórico. • Cook’s Bay, a baía vizinha onde o explorador e navegador inglês James Cook chegou no século XVIII, é linda. 2. Monte Te’urafa’atiu – Maupiti (Ilhas da Sociedade) Maupiti é a irmã mais nova de Bora Bora. Ou assim o dizem. Com limitações no número de turistas permitidos na ilha e uma restrição de que nenhum hotel ou estância é permitido, Maupiti conseguiu salvar-se do destrutivo turismo de massa que assola Bora Bora. É uma ilha pequena e montanhosa que é fácil de se deslocar a pé. À sua volta encontra-se uma lagoa em toda a gama de turquesas e uma miríade de mares desabitados (ilhotas) a pontilhar o mar. Maupiti é perfeito para conheceres as tradições religiosas da Polinésia Francesa, apreciar a cozinha nas pousadas locais, perderes-te nas praias de areia branca, avistares mantas, e fazer trekking. Não surpreendentemente, o ponto mais alto da ilha, o Monte Te’urafa’atiu, oferece uma vista panorâmica de 360 graus que é obrigatória numa viagem à Polinésia Francesa. 3. Marae de Taputapuatea – Raiatea (Ilhas da Sociedade) Raiatea é o centro geográfico da Polinésia, pois situa-se exatamente no meio do triângulo formado pela Nova Zelândia, Ilha da Páscoa e Havai’i. O povo antigo sabia disso e construiu ali a Taputapuatea Marae, um templo que é Património Mundial da UNESCO e um registo das crenças e costumes do povo antigo. É aconselhável visitar com um guia para compreenderes melhor o significado das plataformas de oração de Taputapuatea, áreas de vida e de trabalho, pois é difícil ter uma ideia da importância das Marae sem alguém que te ajude a interpretar. Hoje em dia, pessoas de toda a Polinésia continuam a vir anualmente visitar e adorar os seus antepassados na mais sagrada de todas as marae. 4. Fundos marinhos, lagoas azuis e tubarões – Fakarava e Rangiroa (Ilhas Tuamotu) As Ilhas Tuamotu são um paraíso para qualquer amante do mar profundo e embora todas elas tenham lugares interessantes, a verdade é que Fakarava e Rangiroa combinam o melhor dos atóis. Uma visita obrigatória na Polinésia Francesa se mergulhar é o teu forte. Podes mergulhar num dos melhores lugares do mundo e ficar maravilhado com a vida marinha, onde tornados de peixes coloridos se misturam com até 10 espécies diferentes de tubarões e enormes mantas. Também se pode caminhar à volta do atol e descobrir a sensação de estar num espeto de terra com o mar de cada lado. Rangiroa oferece um espetáculo natural de golfinhos que saltam diariamente sobre Tiputa Pass, uma lagoa azul onde se deseja que o tempo fique parado e praias desertas onde se pode beber uma cerveja enquanto os tubarões do recife nadam à tua volta. 5. Penhascos, Vulcões, Tatuagens e Tikis – Hiva Oa (Ilhas Marquesas) Se há um lugar na Polinésia Francesa onde a cultura ancestral é mais latente do que em qualquer outro lugar, são as Ilhas Marquesas. Herman Melville, Robert Louis Stevenson, Gauguin e Jacques Brel encontraram nas Marquesas, em alturas diferentes, a razão para escrever, pintar e compor. Hiva Oa é uma das maiores ilhas do arquipélago e um dos lugares imperdíveis da Polinésia Francesa para quem procura experiências culturais que ainda hoje estão muito vivas. Aqui podes conhecer os famosos tikis, conheceres a tradição da tatuagem Marquesan, ver uma dança haka (que foi herdada pelos Maoris) e perderes-te em penhascos e baías solitárias que testemunham o que outrora foi a cratera de um vulcão. 6. Colunas de Basalto – Ua Pou (Ilhas Marquesas) Em Ua Pu, vulcões e montanhas dão lugar a algumas das paisagens mais espetaculares de todo o arquipélago, um dos lugares imperdíveis da Polinésia Francesa. A vida lá é como se estivesses num plano temporal diferente. Não percas lugares tão incríveis como o Vale dos Reis ou as rotas de trekking ou passeios de barco que te permitem ver um dos perfis mais misteriosos que já viste. 7. Baía de Hanavave – Fatu Hiva (Ilhas Marquesas) É preciso ser paciente para chegar a Fatu Hiva porque não tem aeroporto. Mas como todos os lugares que imploram para ser visitados, excede em muito as expetativas. Só para ver vistas como a Baía de Hanavave ou para aprender como se faz a tecelagem de tapa, vale a pena a viagem. Por isso e porque é uma das ilhas mais imaculadas das Ilhas Marquesas, é uma ilha imperdível na Polinésia Francesa. 8. Grutas de estalactites – Rurutu (Ilhas do Sul) Rurutu é outro ponto obrigatório na Polinésia Francesa. As suas falésias apresentam grutas com estalactites e estalagmites que se assemelham às mandíbulas de monstros ameaçadores. Estas grutas são uma das principais atrações de Rurutu, mas não a única: baleias, sítios arqueológicos, lagoa azul, festividades e a arte de artesanato de folhas de palmeira. 9. Igrejas – Mangareva (Ilhas Gambier) A ilha de Mangareva tem pouco mais de 1000 habitantes, mas é no entanto o berço do catolicismo na Polinésia Francesa. Mesmo que não sejas religioso, vale a pena uma visita para assistir a um dos belos e coloridos serviços da igreja. Além disso, a ilha oferece praias de cortar a respiração, trekking, uma das mais belas lagoas turquesa da Polinésia e muitos vestígios arqueológicos que testemunham a importância da ilha ao longo da história. 10. Mistérios de Rapa Iti (Ilhas Australianas) Se Rapa Nui (Ilha de Páscoa) é literalmente a Grande Rapa, Rapa Iti é a pequena Rapa, e é também a mais remota das Ilhas Austral, acessível apenas por um navio que faz a viagem uma vez por mês. Se procuras autenticidade numa ilha mal tocada pelo turismo, tenta Rapa Iti, onde têm a sua própria língua e a ilha mais próxima fica a 500 km de distância. A relação entre Rapa Nui e Rapa Iti não é clara, mas é certo que Thor Heyerdahl, o famoso arqueólogo, estava em ambos. Teorias recentes parecem sustentar que a ilha de Rapa Iti é a mítica Hiva, da qual os antepassados dos nativos Rapa Nui teriam vindo. Seja como for, não são muitos os viajantes que vêm a Rapa Iti e isso é algo que o enche de mistério e de sensações fascinantes, razão pela qual o deixámos como o último dos 10 lugares a visitar na Polinésia Francesa. Esperemos que esta lista te encoraje a sair dos trilhos batidos e a dar uma oportunidade a alguns dos grandes lugares desconhecidos mas essenciais da Polinésia Francesa. Eles valem mesmo a pena. Artigo escrito por Eva Abal, de Una ideia, un viaje

Ler mais
Documentos e requisitos para viajar para a Nova Zelândia em 2025

Documentos e requisitos para viajar para a Nova Zelândia em 2025

6 minutos de leitura

É possível viajar para a Nova Zelândia? Quais são os requisitos de viagem? Preciso de um visto? É normal fazeres-te estas perguntas, já que estás a caminho de realizar um dos teus sonhos de viagem e queres ter tudo preparado. Na IATI Seguros somos apaixonados por este canto da Oceânia e neste artigo vamos resumir todos os documentos e requisitos para viajar para a Nova Zelândia em 2025. Continua a ler e descobre que documentos precisas para viajar para a Nova Zelândia em 2025. Viajar para a Nova Zelândia em 2025, é possível viajar de Portugal? Para viajar para a Nova Zelândia em 2025, é crucial entender os requisitos e documentos necessários para garantir uma transição suave pelas fronteiras. A boa notícia é que sim, é possível viajar de Portugal para as deslumbrantes paisagens da Nova Zelândia em 2025. No entanto, deves certificar-te de preparar a tua viagem com antecedência. Neste capítulo, vamos explorar os documentos essenciais e os requisitos específicos que os viajantes portugueses devem cumprir na sua viagem à Nova Zelândia. Seguro de viagem para a Nova Zelândia, um documento obrigatório O Ministério dos Negócios Estrangeiros, nas suas recomendações para viagens à Nova Zelândia, afirma claramente: “Aconselha-se a realização de um seguro de saúde em Portugal que cubra todo o período de férias na Nova Zelândia, já que a prestação de serviços de saúde, embora boa, é dispendiosa e, em regra, é exigido o pagamento adiantado.” Por outras palavras, viajar com seguro para a Nova Zelândia é uma obrigação. O IATI Estrela é o teu melhor aliado, pois garante uma cobertura de despesas médicas até 5.000.000 euros. Estes incluem, também, despesas derivadas da prática de desportos de aventura comuns na Nova Zelândia, tais como caminhadas, rafting ou caiaque. Isto significa que estaremos lá para ti 24 horas por dia, 7 dias por semana, e que serás tratado nos melhores hospitais do país sempre que precisares. Se necessário, terás também a ajuda de um tradutor em momentos difíceis. A cobertura desta apólice vai muito além de questões médicas. Também receberás apoio se precisares de ser repatriado, se a tua bagagem for roubada ou se houver um atraso no transporte, entre outras coisas. Se ainda faltar muito tempo para a tua viagem ou se quiseres evitar qualquer susto, a melhor coisa a fazer é contratares uma cobertura adicional de cancelamento. Graças a ela, poderás recuperar até 5.000 euros das despesas que tenhas tido durante o planeamento da tua viagem. Estás a pensar em solicitar o Working Holiday Visa? Então o teu melhor aliado é o IATI Grandes Viajantes. Preciso de um visto para a Nova Zelândia? Como cidadão português, se viajas para a Nova Zelândia para fins turísticos, não é necessário solicitar um visto. Terás de o fazer se planeares permanecer mais de 3 meses no país ou se o objetivo da tua viagem for outro que não o turismo. Se desejares permanecer mais tempo, podes solicitar um “visitors visa” com antecedência ou prolongar a tua estadia solicitando esse visto no prazo de 3 meses após a tua visita inicial. Autorização electrónica para viajar para a Nova Zelândia (NZeTa) Um visto não é um documento necessário para viajar para a Nova Zelândia, mas todos os viajantes são obrigados a solicitar a NZeTa ou a autorização electrónica de viagem. Isto é feito online ($12) ou através de uma aplicação ($9). A emissão demora cerca de 72 horas e é válida durante 2 anos. Podes encontrar toda a informação neste link. Ao mesmo tempo que pagas o NZeTa, terás de pagar 35 dólares neozelandeses do International Visitor Conservation and Tourism Levy (IVL). Trata-se de um imposto turístico. Documentos para viajar para a Nova Zelândia Não é necessário um visto, mas estes documentos são necessários para viajares para a Nova Zelândia: • Passaporte: o Ministério dos negócios estrangeiros salienta que este não pode ser válido por menos de um mês no momento da partida da Nova Zelândia. No entanto, aconselha que deve ser válido por pelo menos 3 meses. • NZeTa e IVL. • Bilhete de saída da Nova Zelândia para um país no qual estejas autorizado a entrar. Se necessário, o visto de entrada para esse país. • Fundos suficientes para o período da tua estadia na Nova Zelândia: O Ministério dos Negócios Estrangeiros aconselha 400 dólares neozelandeses por mês se tiveres alojamento ou 1.000 dólares neozelandeses se não tiveres. As autoridades fronteiriças podem exigir prova de acesso a estes fundos uma vez no país. As vacinações para viagens à Nova Zelândia são obrigatórias? Em circunstâncias normais, não há vacinações obrigatórias para viajar para a Nova Zelândia. Os viajantes provenientes de países onde a febre amarela é endémica (não é o caso em Portugal) devem ser vacinados contra esta doença e ter um certificado que o prove. Segundo a Fundação IO, as vacinas gerais de viagem são aconselháveis: tétano, difteria, tosse convulsa, hepatite B e MMR. Dependendo do tipo de viagem e das características especiais do viajante, as vacinas contra a febre tifóide, meningite meningocócica, gripe e pneumococo são recomendadas para a Nova Zelândia. Preciso de uma carta de condução internacional para a Nova Zelândia? Estás provavelmente a planear alugar um carro, uma carrinha ou um campervan para conduzir pelo país, certo? Se assim for, estarás interessado em saber que tens duas opções: • Utilize a carta de condução internacional juntamente com a tua carta de condução portuguesa. O primeiro pode ser obtido num balcão do IMT • Faz uma tradução da tua carta de condução portuguesa para inglês. Deve ser feito por um serviço da New Zealand Transport Agency ou por uma Embaixada ou Consulado Português. É de notar que a maioria das agências de aluguer de automóveis procuram assegurar que estes requisitos são cumpridos e que a multa por conduzir em violação desta regra é de NZ$400 a NZ$1.000. Perguntas mais frequentes sobre documentos para viajar de Espanha para a Nova Zelândia Preciso de um visto para viajar para a Nova Zelândia? Não, se fores português e turista, não precisas de visto para viajar para a Nova Zelândia para estadias de menos de 3 meses. Quais são os requisitos para viajar para a Nova Zelândia em 2025? Em situações normais, é necessário o passaporte, um formulário de entrada, preencher a NZeTa, um bilhete de saída do país e fundos suficientes para a tua estadia. Posso conduzir com uma carta de condução portuguesa na Nova Zelândia? Se planeias conduzir na Nova Zelândia, podes optar por ter a tua carta de condução portuguesa traduzida para inglês através de um serviço autorizado ou levares a tua carta de condução internacional com a tua carta de condução portuguesa. Esperamos ter-te ajudado a compreender os requisitos para viajar agora para a Nova Zelândia. Como podem ver, descobrir os nossos antípodas ainda é complicado, mas isto irá mudar em breve. Lembra-te que é essencial viajar com um bom seguro, pois os cuidados de saúde na Nova Zelândia são extremamente caros. O teu melhor aliado é o IATI Estrela, o melhor seguro para viajar para a Nova Zelândia. Com até 5.000.000 euros em despesas médicas, os teus custos de hospitalização e quarentena, ou se precisares de te submeter a um PCR ou teste de antigénio no teu destino, também serão incluídos. Naturalmente, também estaremos ao teu lado caso precises de nós em caso de doença ou acidente, incluindo aqueles que possas sofrer durante a prática de desportos de aventura. Faz agora o teu seguro IATI e aproveita a tua viagem à Nova Zelândia:

Ler mais
Praias mais bonitas da Austrália

Praias mais bonitas da Austrália

4 minutos de leitura

Num país que tem milhares de quilómetros de costa, não é surpresa que existam belas praias espalhadas por toda a Austrália. A IATI Seguros convida-te a explorar as praias mais bonitas da Austrália Contrata o teu seguro de viagens e prepara-te para mergulhar nas águas de um país incrível. Whitehaven – Queensland Esta é, sem dúvida, uma das praias mais bonitas da Austrália – quiçá a mais bela de todas. Aliás, Whitehaven já foi votada várias vezes pelos Australianos como a praia mais bonita de Down Under e é também uma das mais fotografadas – percebe-se porquê. Situada no estado de Queensland, com águas transparentes e areias tão brancas como o algodão, é um dos cenários mais paradisíacos que vais encontrar. Enseadas e lagoas compõem o cenário desta praia na ilha de Whitsunday. Whitehaven estende-se por mais de sete quilómetros de costa e mesmo em época alta nunca estará repleta de turistas. Localizada no coração da Grande Barreira de Corais, Whitehaven é uma praia imaculada. É tão bonita que até parece irreal. Bondi Beach – Nova Gales do Sul Outra das praias mais bonitas da Austrália é Bondi, uma praia obrigatória em qualquer viagem a Sydney. Este pedaço de areia é muito popular na maior cidade da Austrália, mas não apenas pela proximidade. A cultura de praia da Austrália teve início em Bondi Beach e pode ainda hoje comprovar-se, com as devidas diferenças temporais, que este é um local de culto para todos os habitantes da região. A praia é bastante popular entre os surfistas – que aproveitam as boas ondas – e entre caminhantes, pois o passeio costeiro a partir de Bondi é muito atraente, com falésias, escarpas e paisagens deslumbrantes. A popularidade é tanta que chegar a Bondi Beach é quase tão difícil como ir embora – é complicado chegar pelo volume de tráfego nos fins-de-semana, mas depois de lá chegar ninguém quer ir embora. Baía de Wineglass – Tasmânia A Baía de Wineglass, na Tasmânia, é absolutamente estupenda e uma das imagens de marca desta região. A forma arredondada, com vegetação verdejante, escarpas de granito e, claro, águas azul-turquesa deixam-nos quase a delirar com tamanha beleza. A partir de um miradouro é possível constatar todas os atributos desta praia australiana. Para chegar a este ponto de observação é necessário caminhar cerca de meia hora. E não falta o que fazer nesta praia da Baía de Wineglass – dentro e fora de água – como snorkelling, caiaque, observação de vida selvagem e caminhadas. Ou podes apenas contemplar a paisagem com um copo de vinho (wineglass) na mão, enquanto assistes ao pôr-do-sol. Byron Bay – Nova Gales do Sul Continuamos nas praias mais bonitas da Austrália com as infindáveis praias de Byron Bay e as ondas perfeitas para o surf atraem turistas há muitas décadas. Além destes, também outros viajantes procuram esta região para caminhar e meditar, abençoados pela beleza e tranquilidade da zona. Byron Bay situa-se na zona mais oriental da Austrália, junto do farol do Cabo Byron, no estado de Nova Gales do Sul. Agora é um destino hippie, mas já foi uma estação baleeira. As praias de Byron Bay são visitadas por golfinhos, baleias e tartarugas marinhas. Queres melhor companhia para mergulhar nas belas águas desta região? Lizard Island – Queensland Lizard Island, no estado de Queensland, é daquelas regiões onde é impossível tirar uma má fotografia. Situada na Grande Barreira de Corais, a 240 quilómetros de Cairns, a ilha tem mais de 20 praias para visitar e mergulhar. O mais difícil é escolher uma destas deslumbrantes praias – e até chegar lá, pois os preços são elevados. O acesso a algumas praias é exclusivo para quem fica alojado nos resorts, mas com duas dezenas de praias fantásticas, irás, por certo, conseguir ter uma praia também quase em exclusivo para ti. Algumas das praias são perfeitas para mergulhar perto da costa e sem recurso a barco. The Basin, Austrália Ocidental The Basin (a bacia) pode até nem ter um nome atrativo, mas a paisagem é inspiradora. Livre de correntes fortes, com águas cristalinas e recifes de coral, The Basin é um local para passar várias horas a mergulhar. Aliás, é quase um pecado visitar a ilha de Rottnest e não mergulhar nesta praia. Seja como for não irás ter problemas em escolher uma praia nesta ilha, pois existem cerca de 20 baías que dão lugar a mais de 50 praias isoladas. Também por aqui existem alguns barcos naufragados que agora são o ponto de reunião de milhares de cardumes. As águas límpidas da zona atraem (além dos humanos) animais marinhos – embora alguns sejam perigosos (e venenosos) como o polvo-de-anéis-azuis. No entanto, isto não impede que milhares de pessoas se banhem e descubram o que o mar tem para oferecer numa zona maravilhosa da Austrália. Esta é apenas uma reduzida amostra da quantidade e qualidade das praias da Austrália. Agora só te resta reservar o bilhete de avião, comprar o seguro de viagem IATI Seguros e partir à descoberta das praias mais bonitas da Austrália. Se ainda não sabes como tirar o visto para a Austrália, descobre tudo neste artigo. Autor: Lugares Incertos

Ler mais